23/12/2025
A verdade registrada em ata não se apaga com nota oficial
Este texto não é ataque pessoal, nem perseguição política.
É uma manifestação institucional, baseada em fatos públicos e registrados.
O fato é simples e objetivo:
👉 o vereador votou SIM em plenário
👉 e depois acionou o Ministério Público contra o próprio projeto aprovado
Isso não é interpretação. Está em ata.
Dizer que “não foi contra a valorização do servidor” enquanto se tenta barrar a aplicação da lei é incoerente. No mundo real da administração pública, atos geram efeitos — e o efeito aqui é atraso, insegurança jurídica e prejuízo direto aos servidores.
O projeto tratava da valorização de cargos técnicos essenciais, historicamente defasados. Pela primeira vez em décadas, o Executivo iniciou um processo real, ainda que gradual e responsável, de valorização do funcionalismo.
Frear esse movimento logo no início não atinge apenas alguns cargos.
Compromete toda a política de valorização futura.
Se havia discordância, o lugar correto era o plenário, com voto contrário e debate público. Aprovar e depois tentar anular não é fiscalizar. É incoerência.
Quem paga o preço disso não é a política.
👉 É o servidor público.
Registro meu respeito aos vereadores que se posicionaram de forma clara e coerente a favor da valorização do funcionalismo, e agradeço aos colegas servidores pelo apoio recebido.
O funcionalismo está atento, unido e consciente.
Estamos de olho. O servidor municipal respira.
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Marcelo Pontes