12/09/2025
Nos últimos meses, o SUS deu um passo histórico em direção à medicina regenerativa com a incorporação do uso da membrana amniótica no cuidado de pessoas com lesões de pele mais complexas.
A portaria, publicada em junho/2025, marca um avanço importante na oferta de tratamentos mais inovadores, eficazes e humanos no Sistema Único de Saúde.
A técnica utiliza um tecido da placenta, coletado com o consentimento das doadoras durante o parto, que atua como uma camada biológica sobre a pele. Isso acelera o processo natural de recuperação, oferece mais conforto, reduz riscos e contribui para minimizar marcas visíveis — tudo de forma segura e acessível. ✨
Em contextos mais delicados, como em lesões intensas, a membrana também atua como uma barreira protetora contra agentes externos, promovendo um cuidado mais completo e com menos complicações ao longo do tratamento.
Para o Ministério da Saúde, essa medida representa não apenas um avanço técnico, mas também um ganho na humanização do cuidado, com impacto direto na qualidade de vida das pessoas atendidas. 🙏🏽
Segundo Patrícia Freire, coordenadora-geral do Sistema Nacional de Transplantes, o uso da membrana amniótica é um “curativo biológico” de alto impacto, que simboliza uma nova etapa na história da saúde pública brasileira! ❤️
A aprovação foi feita pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) em maio de 2025, com previsão de implementação em até 180 dias. Os critérios para doação serão publicados no novo Regulamento Técnico do Sistema Nacional de Transplantes.
💚 Ciência, inovação e cuidado que transformam vidas — pelo SUS e para todos!
📚 Fonte: Ministério da Saúde (2025). Disponível em gov.br/saude