Mayra Serley - Psicóloga

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Mayra Serley - Psicóloga Página para falar sobre a Psicologia, as suas possibilidades de atuação e divulgar meu trabalho.

13/01/2026

Você não precisa mudar tudo para começar a se sentir melhor.
Pequenos processos, quando feitos com constância, ajudam a regular a ansiedade, diminuir a sobrecarga emocional e prevenir adoecimentos.
Escrever, se movimentar, ler… são recursos simples, mas muito potentes para quem está começando a se cuidar — e também para quem já está em processo.
Cuidado não é sobre perfeição.
É sobre presença no dia a dia.

Qual desses já faz parte da sua rotina?

Muitos de nós passamos a vida esperando que algo externo resolva o que está bagunçado internamente: um relacionamento, u...
11/01/2026

Muitos de nós passamos a vida esperando que algo externo resolva o que está bagunçado internamente: um relacionamento, uma conquista, uma mudança. Mas bem-estar emocional não nasce só das circunstâncias — ele se constrói a partir de autoconhecimento, regulação emocional, limites e escolhas mais conscientes.
Quando esse movimento interno não acontece, a sensação é de estar sempre correndo atrás de algo que nunca satisfaz completamente. (Spoiler: não satisfaz mesmo.)
A psicoterapia ajuda a desenvolver recursos emocionais para viver com mais clareza, equilíbrio e autonomia — não uma felicidade perfeita, mas uma vida mais coerente com quem você é.
Se você sente que está sempre esperando a vida “acontecer” para então se sentir melhor, talvez seja hora de começar por dentro.

08/01/2026

Se a sua cabeça vive em 15 abas abertas ao mesmo tempo, escrever pode ser um excelente começo!

Quando você coloca no papel aquilo que está confuso por dentro, o cérebro organiza, regula emoções e reduz a sensação de urgência. Não precisa ser bonito, certo ou coerente. Precisa ser honesto.

Na clínica, esse é um recurso simples, acessível e muito potente para quem convive com ansiedade, autocobrança e excesso de pensamentos.
E quando só o recurso não dá conta, o processo psicoterapêutico ajuda a aprofundar, entender padrões e construir novas formas de lidar com o que te atravessa.

Se fizer sentido para você, minha agenda está aberta!

06/01/2026

No início do ano, muitas mulheres se cobram novas metas, novos ritmos, novas versões de si.
Mas, clinicamente, o movimento mais importante nem sempre é fazer mais.
Às vezes, é perceber o quanto você se abandona emocionalmente quando algo f**a difícil.
Quando sente demais.
Quando cansa.
Quando não corresponde às próprias expectativas.
Não se abandonar é aprender a f**ar com você nesses momentos — sem punição, sem fuga, sem violência interna.
E isso, sim, é um movimento terapêutico.
Silencioso, profundo… e muito mais transformador do que qualquer lista de metas.
(Autocuidado real não grita. Sustenta.)

Nove anos indo para o mesmo congresso.Nove anos com o crachá no peito, a rotina conhecida, os encontros já esperados.E, ...
06/01/2026

Nove anos indo para o mesmo congresso.
Nove anos com o crachá no peito, a rotina conhecida, os encontros já esperados.
E, curiosamente, o mesmo lugar interno: pertencimento, compromisso, história.
Este ano, não estarei lá.
E isso não fala de ausência — fala de transição.
Encerrar ciclos não é apagar o que foi vivido.
É reconhecer que aquilo cumpriu sua função, ensinou, sustentou, fortaleceu… e agora pede passagem.
Alguns recomeços não vêm com euforia. Vêm com silêncio, estranhamento e um certo “quem sou eu agora sem isso?”.
Mudar de rota também é maturidade.
É perceber que a identidade profissional não cabe mais no mesmo formato — e tudo bem.
Crescer, às vezes, é exatamente isso: honrar o caminho percorrido e seguir adiante, mesmo sem todas as respostas.
Que este novo ano profissional seja feito de presença, sentido e coragem.
Porque fins de ciclo não são perdas.
São convites.

05/01/2026

Nem toda promessa de ano novo nasce de um desejo real.
Muitas vêm da autocobrança, da comparação, da ideia de que “agora vai”.
O problema é que velhos hábitos não desaparecem só porque o calendário mudou.
E quando a expectativa é alta demais, a frustração vai se acumulando em silêncio.
Vejo isso com frequência: pessoas que começam o ano se cobrando, passam meses tentando “dar conta”, e lá pelo meio do ano o corpo e a mente pedem pausa — às vezes na forma de ansiedade, cansaço extremo ou adoecimento emocional.

A psicoterapia não apaga hábitos antigos do dia pra noite.
Ela ajuda a entender, sustentar e construir novos caminhos, no tempo possível — não no tempo idealizado.

Cuidado não é corrida.
É processo.
Se fizer sentido, é aí que ele começa!

03/01/2026

2026 não começa do zero.
Começa com desgastes acumulados de anos vivendo nos mesmos ambientes, repetindo as mesmas dinâmicas e silenciando emoções.
Permanecer assim não é estabilidade — é desgaste emocional contínuo.
Mudar comportamentos, rever relações e buscar ajuda costuma ser desconfortável e assustador no início.
Mas, muitas vezes, é exatamente esse movimento que se torna o ponto de virada da vida.
Cuidar de si não é fraqueza.
É interromper ciclos que adoecem.

Salva se isso conversa com o seu momento.

29/12/2025

O ano novo costuma vir carregado de exigências: querer mais resultados, mais energia, mais produtividade, mais versões ideais de si mesma.
Mas, na clínica, o que muitas mulheres revelam não é falta de ambição — é cansaço.
Cansaço de se cobrar o tempo todo, de dar conta de tudo, de corresponder a expectativas que já nem fazem mais sentido.
Querer menos pode ser um movimento de saúde emocional: menos culpa, menos rigidez, menos sobrecarga interna.
Não é desistir da vida — é escolher viver com mais verdade e menos peso.
Às vezes, o que cura não é adicionar mais metas…
é aprender o que pode ser solto.

28/12/2025

Talvez você não esteja desmotivada.
Talvez esteja exausta de sustentar papéis que não admitem pausa.
Na clínica, muitas mulheres chegam se cobrando mais energia, mais foco, mais força.
Mas o que aparece é outra coisa: um corpo e uma mente cansados de ocupar sempre os mesmos lugares — a forte, a que resolve, a que não falha.
Todo papel tem função.
Mas quando ele vira obrigação permanente, cobra caro: no emocional, no corpo, nas relações.
Cuidar da saúde mental também é poder flexibilizar papéis.
Nem sempre ser forte é o papel que precisa entrar em cena.
(E spoiler psicoterapêutico: rigidez não é sinônimo de maturidade.)

28/12/2025

O ano vira, mas você não vira outra pessoa do nada.
A sua história emocional segue em movimento — com marcas, aprendizados e papéis que foram sendo construídos ao longo do caminho.
Você começa o novo ano do ponto exato onde conseguiu chegar.
Não é falha, não é atraso, não é falta de força.
É continuidade psíquica tentando se reorganizar depois de um ano exigente.
Antes de se cobrar mudanças radicais, talvez o movimento mais potente seja entender o que veio com você até aqui.
Spoiler clínico: compreender transforma muito mais do que “recomeçar do zero”.

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