18/11/2022
Se tem algo que menciono bastante por aqui é sobre o comer emocional, que nada mais é que um “comer como resposta não a um estímulo de fome, mas sim à um gatilho emocional”, que não necessariamente é negativo (tipo tristeza, raiva ou tédio), mas pode ser disparado inclusive por emoções positivas, tais como alegria ou excitação por algo prazeroso.
Ou seja, todos uma hora ou outra buscaremos a comida como forma de suprir essas emoções, seja para "se premiar", comemorar ou então se confortar.
O problema está na frequência e intensidade desses episódios.
A “regulação emocional” é o processo interno que temos para lidar emocionalmente aos eventos de vida, nos ajuda a identificar o que estamos sentindo, estamos vivenciando, expressando e conduzindo nossas emoções.
Só que ao que parece, esssa regulação está prejudicada para alguns de nós e isso acaba gerando maior dificuldade em lidar com os desafios do dia a dia e com as emoções e transferindo tal dificuldade emocional para a relação com a comida.
Assim surgem os exageros alimentares, as restrições, as dietas rígidas, as fobias alimentares, etc.
Portanto, é preciso atentar-se a esses comportamentos junto com uma equipe de profissionais qualificados: nutri, psico, médico...
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