Psicóloga Vanessa A. S. Marques

Psicóloga Vanessa A. S. Marques Psicóloga CRP 06/136846 e psicanalista. Escutar é abrir espaço para o que insiste em silêncio. Cada fala carrega um saber e é aí que o trabalho começa.

Atendimento online e presencial em Artur Nogueira - Sp.

Você já parou pra perceber o quanto é difícil simplesmente não fazer nada sem checar o celular?Essa dificuldade diz algo...
29/04/2026

Você já parou pra perceber o quanto é difícil simplesmente não fazer nada sem checar o celular?
Essa dificuldade diz algo sobre o tempo em que vivemos e sobre o que está sendo feito com a nossa atenção.
Vivemos numa época em que cada clique, cada pausa numa tela, cada busca que fazemos vira dado. Somos também aquilo que consumimos digitalmente. E as plataformas foram desenhadas exatamente para manter o fluxo, impedir a parada, preencher qualquer vazio antes que ele apareça.
Texto completo no site. Link na bio.

Você já parou pra perceber o quanto é difícil simplesmente não fazer nada sem checar o celular? Essa dificuldade não é f...
29/04/2026

Você já parou pra perceber o quanto é difícil simplesmente não fazer nada sem checar o celular?
Essa dificuldade não é frescura nem falta de disciplina. Ela diz algo sobre o tempo em que vivemos e sobre o que está sendo feito com a nossa atenção.
Vivemos numa época em que cada clique, cada pausa numa tela, cada busca que fazemos vira dado. Somos também aquilo que consumimos digitalmente. E as plataformas foram desenhadas exatamente para manter o fluxo, impedir a parada, preencher qualquer vazio antes que ele apareça.
O problema é que é justamente no vazio que algo importante acontece. É ali que pensamos de verdade, que sentimos o que estava represado, que o desejo encontra forma. Quando esse espaço vai sendo ocupado o tempo todo, algo da vida psíquica vai junto.

O texto completo está no site. Link na bio.

O Sujeito Digital e a Erosão da PrivacidadeQuando os rastros que deixamos online se tornam a matéria-prima de quem somos...
28/04/2026

O Sujeito Digital e a Erosão da Privacidade

Quando os rastros que deixamos online se tornam a matéria-prima de quem somos, o que acontece com o espaço interno necessário para desejar, pensar e tornar-se?...

Quando os rastros que deixamos online se tornam a matéria-prima de quem somos, o que acontece com o espaço interno necessário para desejar, pensar e tornar-se?

Manoel de Barros
22/04/2026

Manoel de Barros

Clarice L.
09/04/2026

Clarice L.

Esse card carrego comigo há um tempo. Ele diz do lugar que ocupo na clínica, e do que acredito que a escuta pode fazer.A...
07/04/2026

Esse card carrego comigo há um tempo. Ele diz do lugar que ocupo na clínica, e do que acredito que a escuta pode fazer.
Atendimento on-line



Partindo de um percurso pessoal de leitura de Sigmund Freud na graduação em Psicologia, o texto reflete sobre o mal-esta...
13/03/2026

Partindo de um percurso pessoal de leitura de Sigmund Freud na graduação em Psicologia, o texto reflete sobre o mal-estar que certos textos clássicos da psicanálise podem produzir quando atravessados pela experiência de mulheres. Entre estudo, clínica e debate contemporâneo, a autora discute como práticas de machismo e misoginia podem aparecer dentro do campo psicanalítico, não como consequência da teoria em si, mas como falha ética na conduta de alguns analistas. Dialogando com críticas feministas e com a ética da escuta formulada por Jacques Lacan, o artigo questiona o que acontece quando analistas deixam de sustentar a posição que a própria psicanálise exige e acabam reproduzindo, na clínica, formas de violência que deveriam justamente ser escutadas e elaboradas.

Partindo de um percurso pessoal de leitura das obras de Sigmund Freud na graduação em Psicologia, o texto reflete sobre o mal-estar que certos textos clássicos da psicanálise podem produzir quando …

Se é com os pacientes que se aprende o que é psicanálise, como disse Lacan..O que alguns analistas têm feito com aquilo ...
13/03/2026

Se é com os pacientes que se aprende o que é psicanálise, como disse Lacan..
O que alguns analistas têm feito com aquilo que escutam das mulheres?

Publiquei hoje um texto sobre percurso, escuta e misoginia no campo psicanalítico.
Artigo completo no link da bio

A palavra é aquilo que, na experiência analítica, permite que algo do mal-estar seja simbolizado e colocado em circulaçã...
02/02/2026

A palavra é aquilo que, na experiência analítica, permite que algo do mal-estar seja simbolizado e colocado em circulação. Quando essa mediação falha, o sujeito pode se ver convocado a responder de outra forma.

Nessas situações, o ato não aparece como escolha deliberada, mas como uma saída possível diante do impasse. Não se trata de decisão consciente, mas de uma resposta quando o simbólico não consegue operar como regulador da experiência.

É nesse ponto que o ato se impõe, não como elaboração, mas como tentativa de dar destino ao que não encontrou lugar na palavra.

O declínio do Nome-do-Pai, tal como formulado por Lacan, não diz respeito ao desaparecimento das figuras parentais, mas ...
27/01/2026

O declínio do Nome-do-Pai, tal como formulado por Lacan, não diz respeito ao desaparecimento das figuras parentais, mas ao enfraquecimento da função simbólica que introduz o limite, a lei e a mediação do desejo.
Quando essa função falha, o limite deixa de operar como organizador do laço e o excesso passa a ocupar esse lugar.

Nesses contextos, não se trata de ausência de regras, mas da dificuldade de inscrição de uma lei simbólica que faça barreira ao gozo. O resultado clínico é uma cena marcada pela passagem ao ato, pela violência e pela impossibilidade de elaboração do conflito.

Episódios recentes amplamente divulgados envolvendo agressões graves, m0rtes e atos de extrema crueldade praticados por jovens inseridos em contextos de privilégio, não podem ser lidos apenas como desvios individuais. Eles indicam algo do funcionamento contemporâneo do superEgo não mais aquele que proíbe, mas aquele que ordena o excesso, o “tudo pode”.

Quando não há limite, o excesso deixa de ser exceção. Ele se torna regra, modo de resposta e forma de laço.

A insistência, nesses casos, não se apresenta de forma abstrata.Ela se manifesta por meio de excessos no trabalho, no tr...
22/01/2026

A insistência, nesses casos, não se apresenta de forma abstrata.

Ela se manifesta por meio de excessos no trabalho, no treino, no consumo e pela dificuldade de interromper esses movimentos. Aparece também na submissão a uma demanda que vem do Outro e na fidelidade a uma exigência de não falhar, de dar conta e de permanecer disponível.

Trata-se de um modo de funcionamento em que o sofrimento não se organiza como crise ou ruptura. Ele se mantém e passa a estruturar a vida de forma rígida, sem produzir deslocamento.



Na clínica, o ideal ocupa um lugar central na forma como o sujeito se orienta e se posiciona diante da vida.Em determina...
20/01/2026

Na clínica, o ideal ocupa um lugar central na forma como o sujeito se orienta e se posiciona diante da vida.

Em determinados momentos, esse ideal deixa de funcionar como referência e passa a pesar, produzindo angústia e impasses em relação às escolhas feitas.

O que falha, nesses casos, não é o sujeito, mas o ideal no qual se investiu.

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