Débora Gonçalves - Psicologia

Débora Gonçalves - Psicologia 🍃 Ajudo mulheres a sobreviverem as crises da vida adulta com menos ansiedade (e bom humor)
〰️ Pós-graduanda em TCC| CRP 8/37402
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31/12/2025

2025 não foi um ano simples de resumir

Foi um ano que misturou começos e despedidas, daqueles que mudam a gente por dentro. Teve novidade que deu frio na barriga, sonhos que finalmente saíram do lugar e momentos em que tudo parecia estar exatamente onde deveria estar. Mas também teve dor, silêncio, ausência e aprendizados que ninguém escolhe aprender.

Dias longos, de muito trabalho, responsabilidades acumuladas, amadurecimento que veio junto com lágrimas, coragem aparecendo quando parecia não existir mais espaço pra ela e aquela sensação recorrente de “acho que não vou dar conta”.

Algumas respostas não vieram, alguns planos mudaram de forma, e muitas certezas caíram pelo caminho. Nem tudo foi leve, nem tudo foi fácil, mas quase tudo foi real.

Olhar pra esse ano agora é reconhecer que ele me atravessou inteira. Não me deixou igual, não foi gentil o tempo todo, mas me ensinou muito sobre presença, limites e persistir mesmo na incerteza.

2025 foi sobre permanecer…

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28/12/2025

Desde cedo, você aprende a observar o ambiente antes de agir, repara no tom de voz, no olhar, no que esperam de você. Aprende rápido o que agrada, o que decepciona, o que gera silêncio. E, pouco a pouco, começa a moldar quem você é para não desagradar ninguém.

Você diz sim quando queria dizer não, segura opiniões para não criar conflito, se esforça além do limite para não ser vista como ingrata, egoísta ou difícil. Tudo isso porque decepcionar alguém parece errado demais.

Quando a referência passa a ser o que esperam de você, a sensação de insuficiência vira constante. Não importa o quanto você se esforce, sempre f**a a impressão de que faltou algo, de que alguém ficou esperando mais.

A parte mais cansativa é perceber que, enquanto você tenta não decepcionar o mundo, vai decepcionando a si mesma um pouco mais a cada escolha que não é sua.

Em algum momento, f**a claro que viver pra atender expectativas alheias é uma tarefa sem fim. Sempre vai existir alguém esperando algo diferente de você. E se nada do que você faz parece suficiente, vale se perguntar: de quem é essa expectativa que você carrega como se fosse sua?

➡️ enquanto você se preocupa em não decepcionar os outros, quem cuida de não decepcionar você? compartilha esse reels com aquela amiga que vive tentando agradar a todos.

🏷️ Tags: psicologia psicologiaclinica jovemadulto
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08/12/2025

Você já percebeu como a nossa cabeça adora escolher sempre a pior interpretação possível?

Basta um pensamento surgir e, antes mesmo de respirar, você já está imaginando tudo dando errado, todo mundo te julgando, você falhando e f**ando para trás. A mente cria esses cenários como se fossem verdades absolutas, quando, na prática, são só perspectivas que você aprendeu a repetir por tanto tempo que parecem realidade.

Mas e se começássemos a olhar tudo por outras perspectivas?

▪️E se “deu errado” também puder signif**ar que algo nos ensinou?

▪️E se “não consegui” for o começo do “estou aprendendo”?

▪️E se o que você sente não for drama, mas resposta honesta a tudo o que viveu?

▪️E se ninguém viver melhor que você, só diferente?

▪️E se ser suficiente não for sobre fazer mais, mas reconhecer que você já fez o que pôde?

A gente esquece que quase tudo na vida tem mais de uma interpretação. E que mudar a forma como você se fala é o primeiro passo para mudar a forma como você se enxerga. Não é sobre pensar positivo, é sobre perceber que existe muito mais história acontecendo do que a versão dura que você aprendeu a repetir.

➡️ salva esse reels pra lembrar disso nos dias em que a cabeça só mostra o pior lado das coisas e segue meu perfil pra tentar ser mais gentil consigo mesma.

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Você sente que sempre espera pelo pior quando se apaixona?E se o problema não for o amor, e sim o medo de se permitir vi...
20/06/2025

Você sente que sempre espera pelo pior quando se apaixona?

E se o problema não for o amor, e sim o medo de se permitir viver algo novo sem carregar os traumas do passado?

Porque, pra você, amor e dor sempre andaram juntos. E toda vez que algo parece bom demais, surge aquela voz dizendo:
“Isso não vai durar”, “e se a pessoa não mudar?”, “e se você gostar mais dela do que ela de você?” ou “e se tudo der errado, de novo?”.

O medo do abandono faz você esperar que todos vão te deixar, até que…

➡️ Você se afasta antes que possa te machucar

➡️ Aceita menos do que merece, com medo de ser rejeitada

➡️ Esconde o que sente para não criar desconfortos

➡️ Escolhe pessoas emocionalmente indisponíveis

Mas será que isso realmente te protege?

E você já parou pra pensar que as formas como recebemos amor na infância influenciam diretamente nossas escolhas nos relacionamentos?

Nossas experiências familiares e a maneira como recebemos amor moldam nossas referências nas relações. Ou seja, se você cresceu aprendendo que amor vem com condições, críticas ou ausência, talvez receber carinho sem medo pode aparecer um desafio.

Talvez não exista um jeito 100% seguro de amar, mas se proteger do amor também não evita a dor, só impede as boas histórias de acontecerem e de você ressignif**ar o que um dia foi sofrimento em uma nova de forma de afeto. E será que o que te assusta é o amor dos outros ou a ideia de que você realmente merece ser amada?

✖️Você também já esperou pelo pior, mesmo querendo acreditar no melhor? Me conta aqui nos comentários!

Você também sente que não tem hobbies? Ou que qualquer coisa que não “produza resultado” é perda de tempo?A gente cresce...
20/06/2025

Você também sente que não tem hobbies? Ou que qualquer coisa que não “produza resultado” é perda de tempo?

A gente cresceu ouvindo que tempo é dinheiro, que até descansar dá culpa ou que devemos parar somente quando estamos exausta.

Mas ninguém contou que descansar também é produtivo, que brincar, se divertir e fazer algo só porque dá prazer é necessário pra viver e não só sobreviver.

Nem tudo precisa virar uma meta, um projeto, ou você precisa ser excelente. Se tudo na sua vida precisa ser “útil”, quando é que você realmente descansa?

E se você pudesse escolher um hobby sem pensar em ser útil, o que seria? Ou qual foi a última vez que você fez algo só porque gosta? Me conta aqui nos comentários

Quantas vezes você pegou o celular sem nem perceber? Rolou o feed por minutos (ou horas) só pra fugir do que estava sent...
20/06/2025

Quantas vezes você pegou o celular sem nem perceber? Rolou o feed por minutos (ou horas) só pra fugir do que estava sentindo?

Ou jurou que estava só “dando uma olhadinha”, mas quando viu:

➡️ 2 horas no TikTok
➡️ 35 abas abertas no Google
➡️ Um doutorado sobre a treta de dois famosos que você nem conhece

Você já viu como, sem nem pensar, a gente abre uma rede social quando sente algo que não sabe nomear? Tristeza, solidão, ansiedade, cansaço…

E lá vamos nós, deslizando o dedo na tela como se isso fosse apagar o que sentimos por dentro, até que o ciclo continua:

Você sente um vazio → Pega o celular.

Está ansioso → Pega o celular.

Quer esquecer um problema → Pega o celular.

(A tela apaga) → O vazio ainda está lá.

E o sentimento que você queria evitar? Continua lá, só que agora com 5% de bateria.

A verdade é que a gente aprendeu a fugir das emoções como se elas fossem um problema a ser resolvido, mas sentir não é um erro ou não deveria ser, e ignorar não faz com que elas desapareçam.

E se, ao invés de fugir, você tentasse entender o que está sentindo? Porque nenhuma rolagem infinita vai preencher esse vazio ou vai te ajudar a compreender o que realmente está acontecendo aí dentro.

Saiba que tá tudo bem buscar distração de vez em quando, mas cuidado para não transformar fuga em rotina. Você já usou o celular pra fugir das suas emoções? 👀👀

Eu sei o que é melhor pra você! (será?)Desde a infância, Rebecca Pearson cresceu sob as expectativas silenciosas de sua ...
20/06/2025

Eu sei o que é melhor pra você! (será?)

Desde a infância, Rebecca Pearson cresceu sob as expectativas silenciosas de sua mãe e entendeu cedo demais que pra ser amada signif**ava se encaixar no que era esperado sob o pretexto de “é para o seu bem!”. No entanto, Janet não era uma mãe agressiva, mas cada olhar de reprovação, cada comentário sobre sua aparência ou escolhas, carregava uma mensagem: faça certo, seja perfeita, não decepcione.

Na vida de Rebecca, o amor que ela recebia era confundido com manipulação, um padrão que muitas de nós, às vezes, vivenciamos e sequer percebemos.

➡️ Quantas vezes você relevou comentários e comparações disfarçados de conselhos como demonstrações de amor?

➡️ Quantas vezes você já sentiu que precisava se adequar para ser amada?

➡️ Como tem sido pra você tentar provar o seu valor o tempo todo e sentir que nunca é compreendida?

E talvez você seja como Rebecca, que tentou ser a filha ideal, depois a esposa dedicada e, mais tarde, a mãe que segurava tudo sozinha, mas, no fundo, nunca se sentia boa o suficiente, tinha medo de decepcionar e era insegura em relação às suas próprias escolhas e convivia com o medo de ser ela mesma. E que, sem perceber, repetiu o ciclo com os seus filhos com medo de que sofressem, ao tomar decisões por eles, guardar segredos e tentar evitar que cometessem erros (ou convive com o medo de repetir esse mesmo ciclo).

Essa história ressoa em muitas de nós que vivemos sob o peso de expectativas alheias, não se sentimos a vontade de ser nós mesmas e de estar se questionando o tempo todo sobre nossas escolhas, mas não precisa e não deve ser sim.

Endereço

Assis Chateaubriand, PR

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