31/10/2022
Eram chamadas de bruxas as mulheres que sentiam, que mantinham vivo seu espírito selvagem, que seguiam sua intuição, que usavam a natureza para curar, proteger, abençoar,
que usavam a lua como guia, que dançavam para ela, que celebravam a vida.
Mulheres sábias, cultas, a frente de seu tempo.
A sociedade seguiu o domínio do masculino e os traços naturais e selvagens, deram lugar a mulher domesticada, doutrinada e obediente. Sofremos todo o tipo de castração da naturalidade para sermos aceitas. O sagrado feminino foi escondido, maculado, banido.
A bruxaria virou maldição, sentença de morte, de exílio.
O medo do desconhecido fez o homem odiar o que não podia controlar.
A ignorância julgou, condenou e executou a liberdade de ser mulher.
Nos perdemos entre ser mulher e fazer o que esperavam de nós.
Adoecemos.
A revolução custou vidas, infâncias, laços, famílias.
Estamos em processo de cura.
Buscando o equilíbrio na complexidade que é ser mulher.
Sejamos gratas a todas as mulheres que vieram antes de nós, as que pudemos conhecer e as que não pudemos, que nos ensinam, nos guiam, nos abençoam e assim, vivem através de nós.
Honrar nossa ancestralidade é ser a melhor versão de nós mesmas, para nós e por nós.
Elas vencem e celebram nossos sonhos realizados, nossa verdade vivida com amor e alegria.
Celebrar é um ato de rebeldia e honra.
Celebre o dia de hoje e
Feliz Halloween!
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