11/02/2026
A mente humana, muitas vezes, é propensa a extremos, categorizando eventos, situações e até mesmo a nossa própria autoavaliação como absolutamente bons ou ruins.
Quem nunca se viu experimentando emoções, sentimentos ou até mesmo tendo reações desproporcionalmente extremas para as situações? ✍🏻
Vivendo em uma gangorra entre o muito e o pouco, entre “faço perfeito ou nem faço”… Vivemos entre excessos.
Essa polarização de pensamento extrema, de 8 ou 80, leva à emoções intensas e, por vezes, à comportamentos prejudiciais.
Você já se sentiu assim?
Por exemplo:
Quando falamos de alimentação, tanto a restrição severa quanto o excesso descontrolado podem resultar em consequências ruins para a saúde física e mental. Da mesma forma, no trabalho, o excesso de trabalho pode levar ao esgotamento, enquanto a falta de engajamento pode resultar em estagnação profissional.
Faz sentido pra você? Você conseguiu visualizar os impactos negativos que isso tem e/ou pode ter?
O pior é que, na maioria das vezes isso acaba se tornando um padrão de funcionamento totalmente disfuncional, causador de muito sofrimento, que nos afasta da oportunidade de viver uma vida que vale a pena ser vivida, uma vida mais leve e mais tranquila em todos os seus aspectos.
Viver entre os extremos é chegar ao fim do dia sobrecarregada de tanto esforço ou frustrada por não ter “alcançado algo” como gostaria.
Por isso, é importante dizer: nenhum excesso é saudável.