Psicóloga Marília Bastos

Psicóloga Marília Bastos Procuro ajudar pessoas com temas relacionados à psicologia e terapias alternativas.

Mudanças na rotina e no estilo de vida, problemas no relacionamento, sobrecarga no trabalho, provas, falecimento de pess...
19/01/2021

Mudanças na rotina e no estilo de vida, problemas no relacionamento, sobrecarga no trabalho, provas, falecimento de pessoas próximas, prazos curtos para entrega de tarefas, privação de sono, contratempos financeiros e isolamento social. Vivemos em um mundo cheio de fatores que causam estresse até para as pessoas mais calmas.

Distúrbios mentais e estresse podem causar inflamações, alergias e até aumentam propensão à infecções. Veja como aumentar a imunidade.

Medo, apreensão e desconforto: esses são sintomas que caracterizam quadros de ansiedade. Segundo estimativas divulgadas ...
11/01/2021

Medo, apreensão e desconforto: esses são sintomas que caracterizam quadros de ansiedade. Segundo estimativas divulgadas em pelo Organização Mundial da Saúde, só no Brasil a condição atinge cerca de 18,6 milhões de pessoas - aproximadamente 9% da população.

Há uma diversidade de produtos que aliviam a ansiedade, desde adereços de meditação a chás naturais. Veja como comprá-los no site da Amazon

A gravidez é um período em que a mulher precisa digerir diversas informações, tanto sobre ela e seu próprio corpo, quant...
04/01/2021

A gravidez é um período em que a mulher precisa digerir diversas informações, tanto sobre ela e seu próprio corpo, quanto sobre o bebê e a vida após ele. Tudo isso se soma à grande carga hormonal no organismo e às conciliações do dia a dia da gestante.

A ansiedade perinatal pode ocorrer em qualquer fase da gestação, podendo evoluir para uma depressão. Descubra quais os sintomas e como tratar a ansiedade.

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27/12/2020

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15/12/2020

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Falta de ar na quarentena: ansiedade ou Covid-19? O momento de distanciamento social por causa do novo coronavírus vem a...
06/12/2020

Falta de ar na quarentena: ansiedade ou Covid-19?

O momento de distanciamento social por causa do novo coronavírus vem acompanhado de muitos sentimentos, sendo um dos mais comuns a ansiedade. Em situações que nós não temos controle e nem possibilidade de previsão do que vai acontecer ficamos, frequentemente, ansiosos. Destarte, não é incomum que todos nós já tenhamos experimentado sintomas de um quadro ansioso nesse período. Dentre esses sintomas se apresenta a falta de ar, entretanto, ela também é um dos principais sintomas da infecção por Covid-19. E agora? Como diferenciar se o que estou sentindo pode ser uma infecção ou apenas um “sintoma do isolamento”?

A falta de ar: definição

A conhecida falta de ar, mas que em termos médicos é chamada de dispneia, acontece quando o ato de respirar vem acompanhado de esforço desagradável. A dispneia representa anormalidade quando acontece em repouso ou com atividades que antes eram tranquilamente toleradas. Esse sintoma pode ser atribuído a causas pulmonares, cardíacas, metabólicas, psiquiátricas, entre outras.

Ansiedade x Covid-19

A dispneia por ansiedade acontece em episódios, não é constante, nem piora com pequenos esforços. Nesses casos ela vai se manifestar com a pessoa em repouso, sentada, já quando estiver caminhando ou fazendo alguma outra atividade o sintoma será menos perceptível. Caso seja um problema físico, como Covid-19, o sintoma vai vir acompanhado de exaustão quando realizados pequenos esforços, como subir alguns degraus de escada. A pessoa pode apresentar a falta de ar em repouso também, mas ela irá piorar quando em movimento.

A principal diferença para a qual devemos nos atentar é a febre: falta de ar por Covid-19 vem acompanhada de febre em quase todos casos. Baseados no estudo de 55.924 casos confirmados, a WHO-China Joint Mission on Coronavirus Disease 2019 relatou como sinais e sintomas mais comuns: febre em 88% dos casos, tosse seca em 68% dos casos e dispneia em 17% dos casos. Outrossim, em pacientes sintomáticos a dispneia só se desenvolve em um subgrupo de pacientes; como exemplo, em um grupo de 1000 pacientes com Covid-19 admitidos no hospital de Wuhan, China, apenas 19% apresentaram falta de ar. Logo, caso a falta de ar venha sozinha, sem algum desses outros dois sintomas é muito provável que ela não seja referente ao vírus, mas sim a uma crise de ansiedade. Além disso, deve-se lembrar de que durante uma crise de ansiedade a pessoa não obrigatoriamente precisa estar agitada, pois “o que a gente sente privadamente não é necessariamente igual àquilo que é manifesto publicamente” afirma a psicóloga Júlia Daher Fink, ou seja, se sua mente está preocupada, a ansiedade pode estar presente, mesmo que seu corpo aparente tranquilidade.

Para quem já tem diagnóstico prévio de transtorno de ansiedade deve estar percebendo mais crises de falta de ar nesse período de isolamento social. Para amenizar a dispneia algumas dicas é evitar um pouco os noticiários e procurar informações mais calmas e seguras, como nos canais disponibilizados pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério da Saúde. Além disso, também é benéfico realizar alguma atividade que tire o foco do problema: fazer exercícios de yoga, estudar algum assunto de interesse ou aprender algo novo, como tocar um instrumento musical ou fazer tricô, são apenas alguns exemplos. É importante também tentar manter uma rotina possível e condizente com a realidade de cada um, planejar atividades para realizar no dia pode amenizar os sintomas da ansiedade.

Ademais, quanto menos controle temos das circunstâncias e quanto mais tempo durar o período de distanciamento, além da ansiedade outro fenômeno pode se apresentar, o chamado “desamparo aprendido”. É uma condição em que, de tanto ser submetido a quadros opressivos e dolorosos, o paciente deixa de tomar atitudes para mudar esse sentimento. Por fim, se você identificar sinais de ansiedade procure amigos ou familiares e, se necessário, obtenha ajuda de um profissional especializado.

Mulheres tiveram maiores níveis de ansiedade, depressão e sono ruim provocados pela pandemia!As mulheres foram mais afet...
26/11/2020

Mulheres tiveram maiores níveis de ansiedade, depressão e sono ruim provocados pela pandemia!

As mulheres foram mais afetadas em níveis de ansiedade, depressão e sono ruim durante a pandemia do novo coronavírus. É o que mostra o estudo "Impacto da Covid-19 no sono e na saúde mental dos brasileiros", desenvolvido pelo professor Paulo Afonso Mei e alunos da graduação de Medicina da instituição São Leopoldo Mandic.

O estudo contou com mais de 2.695 participantes, maiores de 17 anos, que estavam no Brasil no período da quarentena. De acordo com os resultados da pesquisa, somente no quesito ansiedade, as mulheres tiveram o dobro de chances de se encontrarem ansiosas, na comparação aos homens.

Segundo o professor responsável pela pesquisa, o sono ruim é caracterizado cientificamente por distúrbios como insônia ou dificuldades para respirar à noite e ficar parado na cama. "Quem tem insônia tem mais probabilidade de desenvolver depressão e ansiedade. E o contrário também vale! Quem é depressivo ou ansioso, também tem mais chance de apresentar insônia", explica.

Para os pesquisadores, a pandemia deve predispor a população ao aumento desses distúrbios. No entanto, essas alterações não acontecem de forma homogênea, havendo provavelmente grupos mais sensíveis.

Em relação ao acompanhamento de notícias sobre a pandemia, 55% dos participantes responderam que viam até 1 hora por dia. Já 28% disseram que acompanhavam de 1 a 3 horas e 11% mais de 3 horas por dia. O grupo que teve mais contato com as informações sobre a pandemia teve as taxas mais altas de ansiedade, depressão e sono ruim.

Anvisa aprova primeiro spray nasal para tratamento de depressão.Um spray nasal, desenvolvido pela americana Janssen, far...
26/11/2020

Anvisa aprova primeiro spray nasal para tratamento de depressão.

Um spray nasal, desenvolvido pela americana Janssen, farmacêutica na empresa Johnson & Johnson, foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para tratamento de depressão. Composto por cloridrato de escetamina, o medicamento, em conjunto com os remédios por via oral, mostrou uma redução significativa dos sintomas de depressão, já após 24h da primeira dose.

As informações são da Revista Exame.

Indicado para pacientes com ideação suicida aguda e depressão resistente, ou seja, que não responderam aos tratamentos anteriores, o medicamento indicou que 51% dos pacientes tiveram menos risco de recaída, a longo prazo. O medicamento será administrado apenas com orientação médica, em hospitais e clínicas.

Alguns dos efeitos colaterais relatados são: sensação de embriaguez, sentido reduzido do toque, ansiedade, visão embaçada, tontura, náusea e vômito.

O Brasil é o maior país da América Latina em casos de depressão, com 5,8% da população diagnosticada com a doença, segundo a Organização Mundial de Saúde. A depressão é a doença psiquiátrica com maior prevalência no País.

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Estresse e ansiedade podem gerar queda de cabelos!A perda intensiva de cabelos é uma situação que atinge homens e mulher...
26/11/2020

Estresse e ansiedade podem gerar queda de cabelos!

A perda intensiva de cabelos é uma situação que atinge homens e mulheres, seja por questões genéticas, nutricionais ou doenças dermatológicas. Mas você sabia que a saúde mental também pode estar relacionada a esse problema? É verdade: a ansiedade faz cair o cabelo.

Com o passar dos anos vamos tendo diminuição de densidade, quantidade e alterações de textura dos cabelos, mesmo sem doenças associadas, o cabelo também envelhece.

Além do estresse e ansiedade, podem existir doenças sistêmicas que levem à queda de cabelos e também tendências genéticas que fazem com que naturalmente alguns pacientes tenham menos cabelos que os outros com o passar da idade.

É importante o acompanhamento com o dermatologista para serem feitos exames e o diagnóstico correto e assim a proposta terapêutica para cada caso.

exercicio-fisico

Exercício físico é aliado no combate à ansiedade e depressão! Durante a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas aca...
26/11/2020

Exercício físico é aliado no combate à ansiedade e depressão!

Durante a pandemia do novo coronavírus, muitas pessoas acabaram atingindo níveis altos de ansiedade e desenvolveram até mesmo a depressão. A atividade física não só ajuda a controlar a ansiedade, mas também alivia os sintomas causados pela depressão.

Médicos psiquiátricos afirmam que além de auxiliar, a atividade física gera uma conversação maior e também bons hormônios como a endorfina (responsável por estimular a sensação de prazer, bem estar e relaxamento), somatotrofina (famoso hormônio do crescimento), serotonina (responsável pela normalização do humor, do sono, apetite, desejo sexual, entre outros.) e leptina (responsável pela saciedade, taxa metabólica e massa corporal) que são liberados no momento do exercícios.

Ansiedade pode estimular e acelerar o início da doença de Alzheimer! Um novo estudo aponta que a ansiedade está associad...
26/11/2020

Ansiedade pode estimular e acelerar o início da doença de Alzheimer! Um novo estudo aponta que a ansiedade está associada a um aumento da taxa de progressão do deterioramento neurológico, desde o comprometimento cognitivo considerado ligeiro à instalação total da doença de Alzheimer, um dos tipos de demência mais comuns.

A ansiedade tem sido frequentemente observada em indivíduos que apresentam algum tipo de comprometimento cognitivo, apesar do seu papel na progressão da doença ainda não ser totalmente compreendido.

Maria Spampinato, professora na Medical University of South Carolina (MUSC), nos Estados Unidos, e principal autora do novo estudo, disse em comunicado à imprensa: "sabemos que a perda de volume em certas áreas do cérebro é um fator que prediz a progressão da doença de Alzheimer".

"Neste estudo quisemos perceber se a ansiedade tinha um efeito na estrutura do cérebro, ou se o efeito da ansiedade era independente da estrutura cerebral que favorece a progressão da doença".

A pesquisa incluiu 339 pacientes, com uma idade mediana de 72 anos, que haviam sido diagnosticados com déficit cognitivo ligeiro; 72 progrediram para doença de Alzheimer enquanto 267 permaneceram estáveis.

Os pesquisadores obtiveram exames de MRI do cérebro para determinar os volumes do hipocampo e do córtex entorhinal, duas áreas importantes para a formação de memórias.

Adicionalmente,testaram a presença do alelo Apoe4, o fator de risco genético mais prevalecente para o aparecimento de Alzheimer. Já os níveis de ansiedade foram determinados através de questionários médicos.

Conforme era esperado, os pacientes que vieram a sofrer de Alzheimer registaram volumes no hipocampo e no cortex enotorhinal"significativamente mais baixos" e uma maior predominância do aleloApoe4.

Todavia, mais notavelmente, os pesquisadores descobriram que a ansiedade foi independentemente associada ao declínio cognitivo.

Jenny Ulber, estudante de medicina na MUSC e uma das pesquisadoras envolvida na pesquisa afirmou: "pacientes com déficit cognitivo ligeiro com sintomas de ansiedade desenvolveram a doença de Alzheimer mais rapidamente, comparativamente aos indivíduos sem ansiedade, independentemente de terem um fatorgenético de risco para Alzheimer ou perda de volume no cérebro".

A professora Spampinatoacrescentou: "ainda não sabemos se a ansiedade é um sintoma - por outras palavras, a memória está a piorar e os pacientes ficam ansiosos - ou se a ansiedade contribui para o declínio cognitivo".

O estudo foi baseado em exames de ressonância magnética feitos num ponto específico no tempo. Em pesquisas futuras, a equipe gostaria de estudar exames de ressonância magnética obtidos após o exame inicial, de modo a melhor entender a conexão entre ansiedade e a estrutura do cérebro.

Os dados apurados irão ser apresentados no encontro anual da Sociedade de Radiologia da América do Norte (RSNA).

Endereço

Belém, PA

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