Carla Kinsch Psiquiatra

Carla Kinsch Psiquiatra Psiquiatra em BH
CRMMG 58207

Para responder a essa pergunta, eu preciso que você entenda que o TDAH começa no cérebro. 🧠🔎 Isso porque o transtorno se...
25/08/2022

Para responder a essa pergunta, eu preciso que você entenda que o TDAH começa no cérebro. 🧠

🔎 Isso porque o transtorno se origina de uma falha no sistema de atenção do cérebro, que é feito de uma rede de neurônios interconectada, que se espalha através de várias áreas do órgão – áreas que vão da motivação e da recompensa até aquelas que envolvem movimento e função executiva.

👉🏻 Estes circuitos de atenção são regulados por neurotransmissores como a noradrenalina e a dopamina, que conduzem mensagens de uma parte do sistema para outra.

💫 Então, sempre que você pratica uma atividade física como, caminhada, corrida, andar de bicicleta ou natação, seu cérebro libera esses neurotransmissores em grande quantidade. Isso aumenta a habilidade do sistema de atenção de ser regular e consistente, ao auxiliar o crescimento de novos receptores em determinadas áreas do cérebro.

🧒 Muitas crianças com o transtorno também lutam por suas capacidades sociais e comportamentais. Praticar um esporte e mais atividades físicas podem trazer os benefícios capazes de melhorar este quadro.

🏋️ Exercícios também podem ajudar a minimizar o comportamento disruptivo, como interromper, falar palavrões, bater e se recusar a participar de atividades.

💫 Por conta de todos estes benefícios, os exercícios são uma ótima opção para otimizar a eficiência da medicação no tratamento do TDAH quando usamos simultaneamente.

Alguns dos esportes que são adequados para quem tem TDAH: 👇🏻👇🏻👇🏻

1️⃣ Natação;
2️⃣ Futebol;
3️⃣ Andar de bicicleta;
4️⃣ Judô e Taekwondo;
5️⃣ Atletismo, ginástica e dança.

Esse conteúdo foi útil para você?
Então compartilhe para que mais pessoas com TDAH saibam disso! 👥

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psiquiatria

Como identificar um relacionamento abusivo? Arraste e descubra! E compartilha com sua amiga que você acha que pode estar...
24/08/2022

Como identificar um relacionamento abusivo? Arraste e descubra! E compartilha com sua amiga que você acha que pode estar passando por isso!!
Vamos juntos combater esse mal!

Dra, o que eu posso fazer para melhorar minha ansiedade/depressão sem usar remédio para sempre? Até hoje existem 3 coisa...
23/08/2022

Dra, o que eu posso fazer para melhorar minha ansiedade/depressão sem usar remédio para sempre?
Até hoje existem 3 coisas comprovadas: atividade física, psicoterapia e meditação!

O tipo de meditação com mais comprovação científica para melhora de transtornos mentais é o mindfulness, que pode ser praticado por qualquer um, até dentro de casa!

Gostou do conteúdo? Compartilha com aquela amiga!

Me conhecer bem e conseguir ser uma pessoa melhor a cada dia me fazem me sentir como uma super he***na. Muitas vezes tem...
22/08/2022

Me conhecer bem e conseguir ser uma pessoa melhor a cada dia me fazem me sentir como uma super he***na.

Muitas vezes temos facilidade em dizer algo de outras pessoas, ou de nosso trabalho... mas ler a nós mesmos é a mais difícil das tarefas.

Por isso eu escrevo. Escrevo para entender o que se passa dentro de mim.

Escrevo para colocar em palavras o que estou sentindo.

Colocar os sentimentos em palavras nos traz paz, autoconhecimento, calma...

E para isso também serve a terapia.

As palavras são fonte de conhecimento. Já se dizia que conhecimento é poder, e não há duvida de que o autoconhecimento é termos poder sobre nós mesmos... E existe forma mais importante de poder?

Muito se diz sobre auto controle, sobre dominar seus fantasmas, sobre entrar dentro de si mesmo.

E o que é isso, que não saber quem somos, entender a forma como nos comportamos e seguir em paz?

Eu escrevo porque isso me traz paz...

E você, o que você faz para se desvendar?

BARIÁTRICA, ANSIEDADE E DEPRESSÃO Dentre os pacientes diagnosticados com depressão, a maioria apresenta sintomas de desc...
22/08/2022

BARIÁTRICA, ANSIEDADE E DEPRESSÃO

Dentre os pacientes diagnosticados com depressão, a maioria apresenta sintomas de descontrole alimentar e irregularidades na faixa de peso. Quando a doença acomete a mente e corpo, as pessoas passam a comer compulsivamente, para descontarem a dor no excesso de alimentação, ou deixam de comer, para se aliviarem de um complexo de culpa. O fato é que muitas vezes a situação migra para um nível caótico e se não tratada a tempo, uma das consequências é a obesidade mórbida.

A depressão pós bariátrica
É esperado que depois da cirurgia bariátrica o paciente tenha uma melhora na autoestima e os quadros depressivos se amenizem em decorrência da recuperação. Porém, tem sido observado que na verdade é recorrente uma insatisfação e piora nesse âmbito, surgindo casos de distúrbios de imagem e agravamento da insegurança sobre o próprio corpo. Surgem aí casos de ansiedade e crises de pânico em algumas situações, gestando uma figura tão doente quanto era antes da operação.
Assim como é imprescindível o acompanhamento de nutricionistas, é preciso que haja a moderação de profissionais da psique qualificados, que observem de perto a recuperação para evitarem danos maiores. Do contrário, o paciente pode voltar a ter distúrbios alimentares e se afundar ainda mais em uma onda de ‘autodestruição’.

Recomendações:
Se você apresenta algum desses sintomas e percebe que está depredando o próprio corpo na forma de alimentação compulsiva, busque ajuda o quanto antes para evitar a necessidade de cirurgias. Lembre-se que o aumento irregular do peso é um sintoma grave, o que significa que os cuidados mentais para remediar os danos causados pela depressão devem focar nas causas, antes de tudo! Busque ajuda e descubra a fonte desse problema, somente assim pode-se curar dessa cadeia de doenças. Se cuide e cuide de quem você preza.
Gostou? Salve para você reler quando achar que estar entrando em um ciclo de compulsão!

Você já teve a impressão de estar nadando contra a corrente? Como se você estivesse empenhando muita energia em algo ou ...
22/08/2022

Você já teve a impressão de estar nadando contra a corrente? Como se você estivesse empenhando muita energia em algo ou alguém que simplesmente não vai lhe dar resultado?
Confesso que isso com frequência acontece comigo.
Tenho uma tendência a desanimar rapidamente das coisas ou pessoas que não me dão uma resposta rápida.
Não tenho orgulho disso, pelo contrário.
Tento me desculpar pensando como isso é cada vez mais comum no mundo em que vivemos, e tentando mudar.
Afinal, não há dúvidas de que a diferença entre a teimosia e a perseverança é o desfecho. Se No fim deu certo, a pessoa é perseverante. Já se no fim deu errado, a pessoa estava sendo teimosa.

Mas como saber o limite entre tentar demais e saber a hora de desistir? Como ter certeza que aquilo não está precipitado ou que só você ainda não percebeu que aquele relacionamento/esforço/o que quer que seja está fadado à falência?

Todas essas são perguntas que me fazem no consultorio. E todas essas são perguntas que faço a mim mesma.
Afinal, podemos fazer quanta terapia quisermos, mas a resposta final sempre está dentro de nós mesmos. E não é fácil achá-la.
Não é fácil entender o que nossa mente oculta tenta nos comunicar.

As vezes até gastamos bastante tempo tentando desvenda-la. Outras vezes, simplesmente entramos no piloto automático e vivemos a vida com certa tranquilidade, até entrarmos vez por outra em um buraco negro da ansiedade de entender o que acontece em nossa mente.

O que quero dizer aqui é apenas que, infelizmente, na maior parte das vezes, nossas angústias não têm respostas.
A angústia da depressão podemos, e devemos, medicar, é claro.

Mas e a angústia que nos acomete invariavelmente apenas por estarmos vivos?
Essa é impossível de se medicar. E nem devemos,pois essa angústia tem simplesmente um nome: SER humano.
E assim seguimos vivendo a vida sem nem sempre a entender, e nem mesmo a nós mesmos. Mas com alegria de sabermos que estamos em busca de nosso melhor, pois não existe busca maior nesse SER chamado humano que a busca de SER feliz.

Os pais influenciam na saúde mental dos filhos? Se você já ouviu a música ‘Pais e Filhos’, da Legião Urbana, deve se lem...
20/08/2022

Os pais influenciam na saúde mental dos filhos? Se você já ouviu a música ‘Pais e Filhos’, da Legião Urbana, deve se lembrar da forma como ela aborda a questão da instabilidade mental, suicídio e as relações parentais nessa situação delicada. Por si só, já responde essa pergunta: sim, os pais influenciam MUITO na saúde mental dos filhos.
A convivência entre as duas partes é provavelmente a mais duradora da vida, e certamente a mais importante. Porém, mesmo em uma representação de tanta significância, há diversos fenômenos psiquiátricos que se desenvolvem em torno desse relacionamento, como a ‘síndrome do filho de ouro’, em que os pais dão atenção a um filho e deixam a desejar (ou ainda, denigrem a imagem) do(s) outro(s); a ‘síndrome do ninho vazio’, em que os pais cultivam uma culpa e sentimento de abandono pelos filhos; ou mesmo o complexo dos ‘eternos devedores’, em que os maiores colocam os filhos como subordinados que devem tudo que têm a eles. Todos esses problemas são geradores de pressão e desconforto e podem acabar ferindo a integridade mental e emocional. Para isso, a frequência em consultórios de psicologia ou outras formas de tratamento podem relevar e corrigir esses problemas. Assim, pode-se evitar males maiores no complexo familiar e trazer mais qualidade de vida.

Por isso: Ouça seus filhos!
Para os pais que se preocupam com o futuro e saúde dos filhos, estejam sempre a par das coisas que eles têm para dizer. Principalmente durante a infância, pois os pequenos se expressam muito mais com os pais do que com qualquer outra pessoa nessa fase. Crianças são diretamente dependentes dos ouvidos e atenção de quem cuida delas e se baseiam nisso para a formação do caráter e personalidade. É importante que cultivem a sua presença e uma boa confiança com os pais. O diálogo é crucial para situações mais delicadas.
Ademais, todo pai e mãe que perceba sinais de desgaste psicológico nos mais novos, também devem encaminhá-los, de preferência o quanto antes para um acompanhamento profissional.

Concorda? Me conta aqui nos comentários sua opinião!

Mais alguém aí se sentindo enganado? 😂😂😂
19/08/2022

Mais alguém aí se sentindo enganado? 😂😂😂

Essa semana uma amizade minha veio ao fim.Vivi um conflito com uma amiga em que cada uma tinha suas razões. Um conflito ...
19/08/2022

Essa semana uma amizade minha veio ao fim.
Vivi um conflito com uma amiga em que cada uma tinha suas razões.
Um conflito em que obviamente eu me senti certa e ela obviamente se sentiu certa, mas que independente disso só fez uma amizade que andava pro um fio ruir.
Não sei bem o que senti. Talvez uma mistura de luto com alívio.
Luto pelo fim da amizade. Pelo fim desse ciclo que já tendia ao fim, mas ainda que vejamos a tendência das coisas nunca estamos prontos para o fim.
Mas alívio também, por perceber que enfim dávamos fechamento a um ciclo, que já foi iluminado, porém agora caminhava em direções diferentes.

Isso me fez refletir como a vida caminha de forma engraçada, aleatoria, com toda a loucura mágica que o simples ato de viver implica.
Grandes amigos e amores podem se tornar apenas memórias nas nossas vidas. Ainda assim eles terão tido valor.

Ideais que já defendemos fervorosamente podem passar a ser ideias vazias para nós, as preocupações que uma vez tivemos se transformar em grandes bobagens em nossa nova maneira de ver o mundo. E tudo isso gera luto.

Luto por quem já fomos, pelo que já acreditamos e ficou para trás, pelas pessoas que foram especiais e agora não estão mais na nossa vida, embora ainda existam no mundo.

Na minha visão, a forma para lidarmos com esse luto é entender que o que já fomos, as pessoas que já amamos, as coisas que já acreditamos, não se tornam menores por não existirem mais.
Pelo contrário. Se amplificam na essência de quem hoje nos tornamos, nas pessoas que hoje estão na nossa vida e que achamos através de caminhos que talvez não existiriam sem o passado.
As lembranças as vezes doem na alma, mas pior que isso é não tê-las, não entender o caminho que nos trouxe ao mundo da forma como somos hoje. E assim, essa mesma dor que nos dói, pode também nos fazer feliz.

As redes sociais estão batendo recordes de usuários, com um aumento substancial desde a pandemia. Nunca foi tão fácil se...
17/08/2022

As redes sociais estão batendo recordes de usuários, com um aumento substancial desde a pandemia. Nunca foi tão fácil se expor e estar exposto a toneladas de informações. A OMS já emitiu alertas sobre os malefícios do excesso do uso de redes sociais e o quanto os índices de depressão, ansiedade e outras doenças passarão a representar números abismais por isso.

Um dos problemas, entre vários, é o chamado superestimulo.
Nossos cérebros estão sendo estimulados além da conta. O superestímulo se trata da quantidade de informação extasiante que o seu cérebro absorve por vez, como por exemplo, todo o conteúdo de moda e beleza que se propaga como fogo pelos anúncios. É cultivado um desejo consumista que torna os usuários das redes escravos em massa. É dessa maneira que surgem as ‘modinhas’ que se copiam incessantemente entre os variáveis nichos online e as suas consequências.

Lembre-se: “vidas perfeitas” não existem. É apenas na vida real que estará a verdadeira existência.

Gostou? Compartilha com uma pessoa que está usando em excesso as redes sociais!

OS ÚLTIMOS ANOS FORAM DESAFIADORES, EU SEI. Está comprovado que a depressão e ansiedade aumentaram durante a pandemia. T...
17/08/2022

OS ÚLTIMOS ANOS FORAM DESAFIADORES, EU SEI.

Está comprovado que a depressão e ansiedade aumentaram durante a pandemia.

Todos percebem que as pessoas desenvolveram ou aumentaram os sintomas de estresse, ansiedade ou depressão.

Após muitas incertezas, perdas socieconômicas e culturais e mudanças de hábitos repentinas, a sociedade se encontra em estado "acelerado". Isso agrava sintomas relacionados à saúde mental.

O cansaço excessivo, bloqueios de ações comuns como abraçar, beijar, apertar a mão, isolamento social e até mesmo o sentimento de medo, foram o ponto-chave para os transtornos psiquiátricos.

De acordo com pesquisas, o público mais atingido são os jovens. Afinal, as escolas foram os estabelecimentos fechados por mais tempo durante a pandemia. O medo dos adultos também impacta muito nas crianças, e os adolescentes não puderam mais encontrar seus grupos de pertencimento, essencial para a fase em que se encontravam.

Aos poucos, a vida vai voltando ao normal, mas o impacto persiste.
Como agir?
Primeiramente, as emoções devem ser analisadas e não evitadas. Procurar um psicólogo, tentar entender o que está sentindo é essencial. E se necessário, procure ajuda médica. Não deixe que esse estado mental se torne o seu “novo normal”!

Viver dói!Isso é um fato.Você pode nunca ter sentido as dores de uma fibromialgia, pode nunca ter passado em um consultó...
09/06/2022

Viver dói!

Isso é um fato.

Você pode nunca ter sentido as dores de uma fibromialgia, pode nunca ter passado em um consultório psiquiátrico com as dores d’alma a que chamamos de depressão, mas ninguém há de negar que a vida, junto com toda sua beleza, vem carregada de dor.

Há as dores maiores, como a do luto, de uma doença, de encarar a finitude da vida. E também as dores menores, nossas pequenas feridas internas, rejeições sofridas, irritações que estão sempre ali, nos espezinhando a alma.
Quanto mais atendo pacientes, mais começo a perceber que essas dores são chamadas de depressão.

Não as grandes dores.

Mas as dores que não sabemos lidar, que não sabemos elaborar, que nos corroem pouco a pouco, nos tiram o viço e muitas vezes a beleza da vida.
Mesmo como psiquiatra, com constância luto contra a medicalização dessas dores.

Entretanto, o que seria melhor, passar a vida lutando ou ter um alívio causado pelo remédio?

E trará o remédio algum tipo de anestesia que nos impede de elaborar questões importantes da vida ou ele será apenas um alívio para que possamos viver a vida como nós mesmos, mas sem tanta dor?

Poderá o remédio transformar a beleza da vida em crônica, e as dores em uma questão secundária?

Infelizmente, mesmo como psiquiatra, não tenho essas respostas.

E lhes garanto, ninguém as tem.
São questões subjetivas demais para serem compreendidas por estudos médicos analíticos.

Venho tentando entender isso com cada paciente e ajudá-los, com ou sem remédio, a lidar com essas dores.
Quanto a mim, vivo a vida na certeza de que a vida é uma linha tênue entre a dor e a beleza. E que por mais que a balança penda mais para um ou outro lado, a vida vale a pena ser vivida com intensidade, com paixão e com todo o amor de quem sabe que um dia terá um fim.

Endereço

Rua Germano Torres 166 Sala 708 Carmo-Sion
Belo Horizonte, MG
30310040

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