04/04/2026
Nem sempre a ausência de diagnóstico significa ausência de condição. Por muito tempo, o autismo não era identificado, era interpretado.
Pessoas que hoje poderiam ser diagnosticadas com TEA cresceram sendo vistas como “difíceis”, “antissociais” ou “excêntricas”.
E carregaram isso por uma vida inteira, sem explicação.
Na terceira idade, investigar o autismo não é “tarde demais”.
É, muitas vezes, o primeiro acesso real à compreensão.
A avaliação neuropsicológica permite diferenciar o que é do neurodesenvolvimento e o que faz parte do envelhecimento, trazendo mais clareza, direcionamento e qualidade de vida.
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