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Aula pratica
09/09/2017

Aula pratica

Mais um dia de curso
08/09/2017

Mais um dia de curso

07/09/2017
08/06/2017

No dia 13/06, acontecerá a Audiência Pública Sobre Síndrome de Irlen, na Câmara dos Deputados em Brasília, onde autoridades debaterão sobre o diagnóstico e tratamento do distúrbio com a participação da Dra. Márcia Guimarães.

É importante que todos façam suas manifestações encaminhando e-mails para os deputados federais Pedro Cunha Lima (dep.pedrocunhalima@camara.leg.br) e Geovânia de Sá (dep.geovaniadesa@camara.leg.br), autores do requerimento (com cópia para neurovisao.valeska@holhos.com.br), que serão impressos e levados às autoridades no dia da audiência. Veja o recado da Dra. Márcia e compartilhe.

22/07/2016

Pessoas com Síndrome de Irlen geralmente relatam um brilho excessivo no papel, que compete com o texto impresso, desviando a atenção do leitor. Pode haver também desconforto durante exposição direta à luz solar ou luzes fluorescentes, faróis de carros, focos de luz, ambientes como shoppings e supermercados, bancos, escolas e laboratórios.

22/06/2016

O professor deve aproximar-se mais do aluno, é necessário descobrir como ele aprende melhor (tendo ele a síndrome ou não), perceber como ele prefere aprender, se gosta de explorar, sentir, ouvir ou ver;

- É preciso motivá-lo ao máximo, pois, quando ele se sente acolhido e seguro, consegue driblar melhor algumas dificuldades;

- Ter cuidado com o contraste da folha e do texto (preto no branco), usar o texto de cor escura em um fundo claro (não branco);

- Se a criança já realizou Screening (identif**ação das distorções) e tem indicação para uso da overlay (lâminas), as atividades de leitura devem ser realizadas com auxílio da sobreposição;

- Para a escrita, é bom utilizar as folhas de sulfite coloridas ou outro tipo de papel, também com alguma cor, semelhante à overlay selecionada ou papel reciclado para redução do contraste. Além de dar preferência a papéis mais espessos e foscos, para evitar brilho.

- Explorar a criatividade da criança também é fundamental para o seu desenvolvimento.

A Márcia Luz, psicóloga e palestrante, conta um pouco sobre a história de sua filha, que tem a Síndrome de Irlen, e come...
01/06/2016

A Márcia Luz, psicóloga e palestrante, conta um pouco sobre a história de sua filha, que tem a Síndrome de Irlen, e comenta um pouco também sobre o distúrbio.

http://bit.ly/1savc1Z

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https://www.facebook.com/fundacaoholhos/posts/1036298946405190:0
06/05/2016

https://www.facebook.com/fundacaoholhos/posts/1036298946405190:0

Pesquisas internacionais indicam que os pacientes com Síndrome de Irlen - além das intervenções pedagógicas, psicológicas e médicas usuais -, ao utilizarem overlays e filtros espectrais reduzem expressivamente as dificuldades de aprendizagem, cefaleias, fadiga à leitura, fotofobia, enjoo, outras condições clínicas e visuais recorrentes e até mesmo problemas comportamentais e de autoestima.

Para verif**ar a necessidade do uso de overlays acesse o site da Fundação HOlhos e entre em contato com um dos mais de dois mil screeners brasileiros já capacitados. www.FundaçãoHOlhos.com.br

10/03/2016

A advogada Paula Tourinho (d) com a filha Julia Tourinho (e) passaram 18 anos sem saber que a dificuldade de aprendizagem da estudante poderia ser causada pela Síndrome de Irlen (Arquivo Pessoal)
A advogada Paula Tourinho (d) com a filha Julia Tourinho (e) passaram 18 anos sem saber que a dificuldade de aprendizagem da estudante poderia ser causada pela Síndrome de Irlen
Quando a advogada Paula Tourinho, de 49 anos, começou a notar que a filha Júlia Tourinho Ribeiro, hoje com 20 anos, apresentava dificuldades na aprendizagem. A menina ainda estava no início do ensino fundamental, mas ao invés de receber auxílio da escola, o que ela encontrou foram portas fechadas. A instituição particular acreditou logo de cara que o problema se tratava de um distúrbio neurológico. Contudo, foi só quando Julia completou 18 anos que a família descobriu – através do comentário de uma amiga – que a dificuldade da menina poderia ser visuoperceptual e não neurológica. Bastou um exame para ser confirmado que os obstáculos eram, na verdade, causados pela Síndrome de Irlen – uma disfunção que atinge uma a cada sete pessoas no mundo.

Ao contrário do que acontece nos transtornos neurológicos, a dificuldade apresentada pelos portadores dessa síndrome está associada à percepção das coisas pelos olhos. Identif**ada pela primeira vez na década de 1980, nos EUA, a Síndrome de Irlen é uma disfunção relacionada à exposição à certos tipos de iluminação, intensidade, comprimentos de onda, contraste e frequências espaciais que induzem dificuldades no processamento de informações pelo cérebro.

E o diagnóstico correto da doença é essencial para a adaptação e bom desenvolvimento dos portadores da síndrome. “Se você não resgatar essas crianças de maneira precoce – o que para a gente é até a 3ª série do ensino fundamental, no máximo – elas vão se tornar vítimas potenciais de bullying nas escolas devido a dificuldade de acompanhar a turma e não ter o desempenho escolar satisfatório. Elas podem acabar desenvolvendo resistência à escola e baixa autoestima”, afirma a chefe do departamento de distúrbios de aprendizagem do Hospital dos Olhos, Márcia Guimarães.

Durante quase todo o ensino fundamental, esse foi o caso de Júlia. A mãe conta que a menina passou por dificuldades em boa parte do período de escolarização sem que ninguém da escola tivesse suspeitado ou mencionado a síndrome de Irlen. “Foi uma época traumática porque f**amos anos achando que ela tinha outra coisa. Tirei ela da escola convencional e coloquei ela em uma escola diferenciada e acho que foi por isso que ela conseguiu chegar onde chegou”, confessa a mãe. “Acho que nossas escolas são totalmente despreparadas para detectar esse tipo de problema. A primeira escola, que era particular, quase expulsou ela porque não davam conta do problema. Achavam que ela não era aluna para aquela escola”, completa.

Mesmo que tardio, o diagnóstico foi um divisor de águas na vida da estudante de Psicologia. “Eu tinha uma dificuldade que ninguém sabia o que era. Fiquei surpresa porque nunca tinha ouvido falar dessa síndrome, mas foi uma descoberta que mudou minha vida para muito melhor”, confessa.

A notícia só foi dada depois de Júlia ter concluído o primeiro semestre da faculdade – o que em si já foi uma grande conquista aos olhos da estudante e da família, dada a dificuldade enfrentada por ela. “Minhas notas estavam perto dos 60% nos primeiros meses de aula, mas depois do diagnóstico minha média subiu para 80%, 85%. Por isso acredito que se eu tivesse descoberto isso mais cedo não teria enfrentado grande parte das dificuldades que tive na escola”, comenta.

A socióloga Kênia Ribeiro e o filho mais velho Otávio, que tem dislexia e síndrome de Irlen. Os óculos com filtro específico para tratar a patologia permitem o menino ter mais facilidade na escola (Divulgação / Hospital de Olhos Dr. Ricardo Guimarães)
A socióloga Kênia Ribeiro e o filho mais velho Otávio, que tem dislexia e síndrome de Irlen. Os óculos com filtro específico para tratar a patologia permitem o menino ter mais facilidade na escola
A dica que levou a família a realizar os exames em Júlia para constatar a síndrome veio da amiga e socióloga Kênia Correa Ribeiro, de 48 anos – mãe de Otávio, de 13 anos, e Isabel, de 11, ambos portadores da mesma patologia. Ao contrário da amiga, Kênia teve acesso à informações sobre a doença enquanto os filhos ainda frequentavam o ensino fundamental e depois disso ainda contou com o apoio da escola para que as crianças continuassem a estudar. “Hoje eles utilizam o óculos e tiveram uma melhoria grande. Eles só fazem provas e exercícios de aula oralmente, com a ajuda dos professores, e nunca tiveram uma nota abaixo da média”, conta.

A falta de divulgação sobre a sídrome de Irlen e a quantidade de diagnósticos equivocados motivou a socióloga a tentar ajudar outras mães na mesma situação. Foi com esse proposta que ela começou o projeto Lê, em Montes Claros, no Norte de Minas, que auxilia a identif**ação de novos casos em crianças. “Acho que a primeira coisa a fazer é não perder tempo. Se o pai desconfiar que alguma coisa está errado, o melhor a fazer é investigar. Tudo tem jeito, principalmente a Síndrome de Irlen. O retorno é muito rápido e evita que a criança seja taxada de incompetente”.

A médica Márcia Guimarães explica que a doença é caracterizada pela sensibilidade à luz. “A atividade do nosso cérebro se inicia quando a luz atinge a retina. Só que tem pessoas que têm mais sensibilidade que outros para a luz. É como se ela fosse desconfortável para quem possui essa síndrome”, comenta.

A médica Márcia Guimarães é chefe do departamento de distúrbios de aprendizagem do Hospital dos Olhos e especialista no tratamento de Síndrome de Irlen (Alexandre Guzanshe/EM/D.A.Press)
A médica Márcia Guimarães é chefe do departamento de distúrbios de aprendizagem do Hospital dos Olhos e especialista no tratamento de Síndrome de Irlen
A hipersensibilidade obriga quem tem a síndrome se esforçar mais para ler e ver. Esse esforço a mais acaba se tornando incômodo e comprometendo processos de aprendizagem, como a leitura e interpretação de textos. “Tem gente que tem a sensação de que as letras estão vibrando ou veem ondinhas na tela do computador. Essas pessoas também não conseguem assimilar a visão com outras atividades, porque elas têm uma sobrecarga sensorial. Ou ela assiste TV ou ela escreve, por exemplo”, explica.

Alguns dos sintomas apresentados nesses casos são dor de cabeça, sonolência e desempenho mais lento em relação às demais pessoas – características semelhantes as de dislexia e Transtorno do Déficit de Atenção (TDA), o que faz a síndrome ser comumente confundida com as outras.

No entanto a especialista alerta que isso não signif**a necessariamente que essas pessoas apresentem algum déficit intelectual. “Essas pessoas são subotimizadas em relação à outras. Mas se os ambientes frequentados por eles fossem ajustados, eles poderiam, inclusive, ter desempenho acima da média”, afirma.

Diagnóstico

Apesar de ser um problema oftalmológico, a Síndrome de Irlen não pode ser identif**ada em exames de visão rotineiros. Os te**es que irão constatar ou não a presença da patologia são os que analisam a dinâmica ocular: se os olhos trabalham em sintonia e se o cérebro processa a informação com qualidade.

Uma vez identif**ado, existem duas maneiras de tratar o problema: nas duas a hipersensibilidade na retina é neutralizada. “Descobrimos onde f**a o ruído neurológico que prejudica a pessoa e neutralizamos aquilo com um filtro seletivo que bloqueia a frequência causadora do dano por meio de um óculos”, explica a médica.

Segundo Júlia, o filtro nos óculos traz grande alívio para os portadores da síndrome. “Quando eu estou com os óculos parece que tem uma mudança total na minha visão. Parece que enxergar f**a muito mais confortável”, destaca.

Os óculos custam R$2 mil e só são fabricados nos EUA. Uma outra saída mais barata é a utilização de uma espécie de película em cima de livros, cadernos ou em monitores de computador. Cada folha custa R$20 e pode ser reutilizada.

Auxílio tecnológico

Para auxiliar no diagnóstico dessa e de outras doenças dos olhos,

07/12/2014

Ontem quando acordei para trabalhar , minha filha de quase 4 anos falou : eu quero ir com você ! Eu disse : - Não filha , você pode ir no parquinho ...
E ela , já bem segura , disse : - Vou com você !!
Bom , levei junto a babá , DVD portátil e alguns brinquedos . Eu já sabia que ela f**aria dentro do meu consultório, pois já tinha percebido que sua mãe não estava psicologicamente bem .
Ela sentou numa cadeira e começou a ver um filme e eu atendendo os pacientes . Chegou num certo número e ela vira e fala : - Mãe , mas não precisa falar tudo de novo , o paciente já sabe !!! ( a consulta tem uma rotina e eu tenho o costume de explicar tudo o que vou fazer )
Moral da história : Numa época como a de hoje , onde as pessoas só " olham " para a vida dos outros , mas só são capazes de " olhar " os próprios interesses e sentimentos , ter uma criança capaz de mesmo no "seu mundo" ( brincando e assistindo filme ) conseguir perceber o que se passa ao seu redor , perceber os sentimentos das outras pessoas , isto NÃO TEM PREÇO !!!

Ir p BH só p assistir 1 aula e voltar ... isto q eh gostar do q faz !!
01/10/2014

Ir p BH só p assistir 1 aula e voltar ... isto q eh gostar do q faz !!

10/09/2014

Quero pedir desculpas aos meus pacientes , pois ontem tive que desmarcar o consultório o dia todo porque medico também f**a doente.
Acordei com uma cólica q a princípio achei q fosse intestinal , mas depois q deixei a minha filha menor na escolinha , as dores se intensif**aram e voltei p casa e não p o consultório . Foi a minha sorte , pois quase não consegui chegar de tanta dor . Graças a Deus tenho uma família presente , meu pai já veio imediatamente c injeção p dor, minha cunhada Ju já me levou ao Centro Médico e minha mãe veio de SP ( obrigada a todos ) . Bom fui medicada e confirmada a suspeita de pedra no rim , e por muita sorte já cheguei em casa e expeli a pedra !!! Nada mais de dor !
Hoje já estou pronta p uma caminhada , consultório e atividades de mãe a tarde !! E assim a vida segue ! Obrigada !!

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