Conversa De Mulheres

Conversa De Mulheres � Ajudo MULHERES (homens também!) a ter uma VIDA mais tranquila e feliz, melhorando sua RELAÇA?

1 Foto pra cada mês de 2025 e fui nessa escolha revendo momentos e pensando:QUANTOS ANOS EU TENHO??“Nunca tinha pensado ...
04/01/2026

1 Foto pra cada mês de 2025 e fui nessa escolha revendo momentos e pensando:
QUANTOS ANOS EU TENHO??

“Nunca tinha pensado nisso desta forma, até que uma manhã, com o café fumegando, compreendi que os anos que tenho… já não os tenho.

Sim, soa estranho, mas é a verdade. Aqueles anos que digo ter já se foram, permanecem em fotografias, em risos antigos, em amores que já não doem, em roupas que já não me servem e em sonhos que mudaram de forma.

Os verdadeiros anos que tenho são os que me restam para viver, os que ainda não me viram rir às gargalhadas, os que ainda guardam um abraço, uma conversa sob a lua ou um brinde inesperado.

Nesta idade, compreende-se que o tempo já não se mede em velas ou novas rugas, mas em momentos valiosos, em risos que se prolongam e em silêncios que não nos pesam.

Quero passar os anos que me restam devagar, sem pressa, com a calma de quem já não precisa de provar nada. Já não me preocupo se o relógio está a correr.” Ou se a vida mudar de planos. Que ela siga seu curso, que mude, que me surpreenda.

Tudo o que eu quero é que os anos que me restam sejam meus, verdadeiramente meus… vividos com a alma aberta, o coração em paz e a certeza de que tudo o que fui, com meus erros e acertos, me trouxe até aqui.

E aqui estou eu: tomando café, observando a vida passar pela janela, grato pelos anos que já não tenho… e abraçando com carinho aqueles que ainda viverei.

*[ FELIZ 2026 ]*

de Pablo Neruda: Os Anos que Me Restam

EU QUERO MUITO OS ANOS QUE ME SOBRAM!
E VOCÊ??

O que você fez? Nossa, fiz muitas coisas! E você!? Sigo na Casa de Autores  e junto com a querida Iris  estaremos na dir...
01/01/2026

O que você fez? Nossa, fiz muitas coisas! E você!?
Sigo na Casa de Autores e junto com a querida Iris estaremos na diretoria para o novo triênio desse coletivo. Uma honra e uma responsabilidade.
Projetos e trabalhos chegaram de montão!
Eu e a amiga Rossana seguimos firmes num projeto em conjunto. Valeu minha querida!
O mundo literário trouxe para mim duas amizades que destaco esse ano e que muito contribuíram nos projetos que desenvolvi e nas aprendizagens que tive. Obrigada Adriana e Débora . Amigas lindas!

Quero destacar alguns projetos desse ano:
📕foram 4 novos livros, 3 lançamentos festivos.
📘apadrinhamento de um livro criança.
📒distribuição de livros na instituição social Alecrim, onde também fiz atendimento psicoterapêutico.
📘participação na Bienal do Rio e na feira do livro de Brasília e de Paracatu.
💖coordenação executiva da Flipiri e coordenação administrativa do Prêmio Candango de Literatura. Que desafio trabalhoso! Até hoje continua! Rsrsrs
❤️palestrante em
Escolas e empresas diversas, além de eventos educacionais e literários.
🎈mais de 200 sessões realizadas como psicanalista e os atendimentos on-line com analisandos pelo Brasil seguem firme e forte.
📜 monção honrosa da Câmara Distrital do Distrito Federal pelo Dia do Psicanalista.
📜 tomei posse na Academia Inclusive de Autores Brasilienses.
📖 coordenando com a Adriana Araújo o clube do Livro Café e Leitura na primeira cafeteria cultural e literária de Águas Claras e participação em outros dois. Li muito esse ano! E escrevi também! Depois conto mais! Projetos de vídeos e música com o querido e

Nossa, quanto eu caminhei. Obrigada, meu Deus por tantas oportunidades.

Que ano incrível! Foram tantos projetos, desafios, realizações, alegrias e frustrações e estresses também. Aliás, não ex...
31/12/2025

Que ano incrível!
Foram tantos projetos, desafios, realizações, alegrias e frustrações e estresses também.
Aliás, não existe perfeição! As tristezas e os contratempos fazem parte do viver.
Estamos aqui em evolução, portanto, todo problema é grande oportunidade de aprendizagens. E eu cresci muito esse ano!
Escrever nos ajuda a ressignif**ar muitas coisas e a olhar com mais honra e gratidão a tudo vivido. É isso que faço agora…
2025 está acabando, mas eu fiz muito, e acolho as minhas imperfeições. Muitas coisas podiam ser diferentes, talvez eu pudesse ter tido um pouco mais de paciência, esperado mais para agir ou falar, mas sei que tudo encontra o melhor lugar. Confiando na vida, sei que estive a serviço do bem e da amorosidade. Busquei ser melhor… e vou melhorando mas é mais…
Em família estivemos juntos e fortalecendo nossas convivências. Muitos almoços juntinhos. Muitas celebrações dos aniversários que eu não abro mão! E até corremos juntos numa corrida de rua.
Minha mãezinha mudou de ap e agora é minha vizinha. Filhos? Os meus, os seus, os nossos… a mais velha mudou de espaço do brechó, agora está na Asa Sul. Tudo correu bem na cirurgia bariátrica da filha caçula. Nosso filho virou vegetariano e até uma maratona já correu. E o outro filho está treinando um time de futebol. Viajei com meu parceiro, meu amor, para EUA numa feira de aviação, teve a viagem para Inglaterra e para Portugal, alguns dias com nosso filho que mora lá, para matar a saudade, mas confesso que volto com mais saudades ainda. Rsrsrss
Queria ter voado mais com meu piloto… Seguimos mais fortes como casal, melhorando cada vez mais nosso diálogo.
E nosso Dudu? Meu neto precioso cresce e segue cada vez mais lindo. Ah a adolescência! Quantas demandas novas! Estou aqui para ele, no meu lugar de avó! Amo tanto!
Valeu a pena tudinho!

Eu quero mais respeito! Amor e Cuidado, Igualdade e Valorização também! Que tal tudo isso num Livro?! Vem aí Ecos do Fem...
30/12/2025

Eu quero mais respeito! Amor e Cuidado, Igualdade e Valorização também! Que tal tudo isso num Livro?!
Vem aí Ecos do Feminino!

Esta antologia propõe uma reflexão ampla sobre ecos femininos, contemplando suas lutas, sua força, sua amorosidade, sua capacidade de acolhimento e o direito à livre escolha de ser quem desejar. Todas as expressões desse sagrado serão respeitadas.
Assim, convidamos escritoras, escritores e demais interessados a contribuir para a valorização da mulher e de sua condição existencial, ainda profundamente marcada por padrões e imposições sociais com seus textos em prosa ou poesia.

Vamos dar voz a todos os que valorizam o FEMININO em nossa sociedade.

Eu sou uma das organizadoras desse obra e estou muito feliz. Junto com Gabriela Weber Buonocore , Martha Cimiterra e Mônica Cruvinel pela teceremos uma magnif**a antologia. Vem com a gente! Mande direct!

PRAZO: para o envio dos textos é até o dia 31/01/2026

LANÇAMENTOS pelo mundo:
07/03/26 em Jundiaí / SP | 14/03/26 em Brasília / DF 28/03/ 26 em São Luís / Maranhão
junho/26 em Lisboa / Portugal
setembro/26 – Bienal Internacional do Livro de São Paulo / SP

Participem!

28/12/2025

Pai? Seu Crispim, saiu meu novo livro e você ia adorar.
Eu converso com meu pai. E também com minhas sogras Dona Penha e Dona Nelly, reverencio seu Brum, meu sogro, peço a bençãos dos meus avós.
Eu realmente reflito sobre isso! Por que não falar sobre quem já morreu!?
Quando comecei a fazer isso a morte f**a menos amendrotadora e sei que faz parte do caminho… dói sim, bate saudade, as vezes eu choro… mas isso faz parte de viver.
E quanto mais eu vivo, menos eu morro.
Me diz aí como você se relaciona com seus mortos??

Viva o menino Jesus!Que junto com ele nasça mais amorosidade e respeito por si e pelos outros. Lembre-se! Natal vivo em ...
25/12/2025

Viva o menino Jesus!
Que junto com ele nasça mais amorosidade e respeito por si e pelos outros.
Lembre-se!
Natal vivo em nós é família acolhida no ❤️

Livros sim, por que não!?Faça a sua parte e ajude a espalhar mais livro por aí…Só chamar e pedir o seu.Marque também aqu...
24/12/2025

Livros sim, por que não!?
Faça a sua parte e ajude a espalhar mais livro por aí…
Só chamar e pedir o seu.
Marque também aquela amigo/o nesse post.
Boas festas!

23/12/2025

Por que montamos árvore de Natal!?
Todo ano a mesma coisa né?
Sim, porque assim são os ritos e eles nos inspiram e demarcam os tempos e espaços. E outra, podemos escolher fazer ou não.
Agora, bom lembrar que se hoje nos incomodamos ou questionamos alguns ritos é porque alguém não os abandonou mesmo querendo também…
Por isso, escolho manter essa tradição com meu neto, que minha mãezinha fazia com seus filhos e eu fiz com meus filhos e lembro da casa da minha avó materna que sempre teve a árvore montada. Desde que Dudu nasceu montamos a árvore juntinhos. Esse ano foi mais tarde e ele queria escapulir… kkkkk ah a adolescência!
Veja os créditos do que ele aprontou… que tamanho de língua kkkkkkk
Você sabia?!
A tradição de montar árvore de Natal🎄 é uma prática que remonta ao século XVI, na Alemanha, e está relacionada ao simbolismo como conexão entre o céu e a terra, como crescimento e vida. Traz uma sensação de esperança e renovação. E isso nos renova! Nos faz desejar recomeços.
Claro, se você se predispõe a olhar assim e não reclamando ou criticando…
Por aí na sua família vocês mantêm a tradição da árvore de Natal 🌲??

Se vício fosse escolha, bastava escolher parar. Como psicanalista, vejo que não é assim. Quando digo “todo vício é uma f...
19/12/2025

Se vício fosse escolha, bastava escolher parar. Como psicanalista, vejo que não é assim. Quando digo “todo vício é uma forma de vingança pela ausência do pai”, falo de uma metáfora clínica para uma ferida: a falta/fragilidade da função paterna (limite, direção, referência). Não é ataque ao pai nem regra universal. E vício segue sendo multifatorial: biológico, psicológico e social.O que acontece por dentro?
O vício se instala onde falta algo, para compensar: o cérebro aprende um atalho de alívio para um buraco afetivo.
Vício não é escolha, é substituição. Ninguém é “viciado porque quer”: é tentativa de regular dor/ansiedade/solidão quando faltam recursos emocionais.
Não se resolve com força de vontade, e sim acessando a raiz da dor; quando tratamos o que falta, o sintoma perde função.
Por que a metáfora da “vingança” faz sentido?
Função paterna frágil (mesmo com presença física) deixa vazio de limite/direção; a raiva busca “reparação” no corpo.
A neurobiologia reforça: picos de dopamina aliviam e mantêm o ciclo, solução cara para um problema antigo.
O excluído retorna em repetição: o sintoma “fala” por quem não foi visto, pedindo pertencimento.
Nada disso é culpa da mãe. A função paterna pode ser exercida por outras figuras e também construída internamente ao longo da vida.Como cuidar (sem moralismo):
Dar nome à ferida: ausência, rejeição, imprevisibilidade, violência.
Tratar a base, não só o sintoma: terapias baseadas em evidências (TCC/ACT/Entrevista Motivacional) e, se houver trauma, abordagens específ**as.
Cuidado integrado: avaliação médica, manejo de ansiedade/depressão, redução de danos, grupos de apoio.
Reconstruir limites e direção: rotina, projetos, mentores, comunidade.
Olhar sistêmico sem culpar: incluir excluídos, recolocar lugares, abrir espaço ao luto.
Vício não é fraqueza moral: é uma tentativa de solução que cobrou caro. Quando a raiz é cuidada e o que faltava ganha lugar, o corpo não precisa mais “vingar” a ausência, encontra outras formas de viver. Se fez sentido, segue o perfil para continuarmos a conversa

17/12/2025

Ele mora em Porto! Não mais no meu Porto…
Alguns anos atrás, quando meu filho decidiu morar em outro país, eu sofri. Doeu na rotina, doeu no corpo, doeu no silêncio da casa. Com o tempo e com reflexão honesta entendi algo como mãe e como psicanalista: eu estava carregando uma parte dessa dor como se fosse para sempre. E não precisa ser.

Na psicanálise, isso conversa com a etapa de separação/individualização: filhos crescem, diferenciam-se e seguem. Na ciência da emoção, chamamos de ressignif**ação (reavaliação cognitiva): não é apagar a saudade; é dar um novo sentido ao que acontece, à luz da realidade atual. Até aqui, tudo correto do ponto de vista técnico.

Três trocas de lente que me libertaram:

De culpa para responsabilidade compartilhada: eu sustento o vínculo; não controlo o destino do meu filho.
De controle para confiança: reconheço que a vida também educa e que ele tem recursos para se virar.
De distância física para proximidade possível: transformei a dor em mais mundo, viajar, turistar, conhecer lugares, e o principal: visitar meu filho.
Isso não romantiza a ausência nem nega o que dói. Apenas organiza o presente para que o amor siga circulando. Eu sigo amando como mãe. E, como psicanalista, sigo nomeando: reconhecer não apaga a história, coloca cada coisa no seu lugar.

E você: o que ainda carrega que já não é seu?

Siga para continuarmos essa conversa.

Endereço

Qd 301, Rua Das Carnaúbas, Lt 04/sala 402/Ed. Plaza Mall & Office
Brasília, DF
71909090

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