17/08/2020
Hoje, duas mulheres gigantes vão se encontrar para falar de maternidade atípica e os problemas que estas mães enfrentam.
Andrea Werner é jornalista, mãe do Theo - que é autista - e defensora de políticas públicas para pessoas atípicas. Escritora e autora na página Lagarta Vira Pupa, tem sido referência no combate à desinformação e na promoção de direitos de crianças atípicas no Brasil.
Débora Diniz é pesquisadora brasileira, desenvolve projetos de pesquisa sobre bioética, feminismo, direitos humanos e saúde. Autora da pesquisa - que virou livro - Zika: do sertão nordestino à ameaça global, considerada a primeira biografia da epidemia de Zika no Brasil Nordeste do Brasil.
Um encontro imperdível, mesmo.
Segunda tem uma live muito especial com uma mulher que admiro há muito tempo.
Débora Diniz é antropóloga, professora, pesquisadora e documentarista.
Também é autora do livro “Zika: do sertão nordestino à ameaça global”, resultado de sua imersão na região mais afetada pela epidemia, convivendo com mulheres, médicos e cientistas, e ouvindo suas histórias.
Que tipos de abandono sofrem a mulheres que se veem na maternidade atípica? Como esses abandonos são relativizados em nome de uma suposta força sobrenatural ou escolha divina? O que a posição da mulher e mãe na sociedade - e, por consequência, do homem - têm a ver com tudo isso?
Já deu pra perceber que a live é imperdível, certo?
📍Segunda-feira, 17 de agosto
📍Às 9 da noite
📍No Instagram
👉Dever de casa para a live (sim, tem isso): digitar “zika documentário” no YouTube e assistir. Tem só meia hora e também foi Débora quem dirigiu.
(Imagem com texto alternativo)