Dr. Marcelo Macchione

Dr. Marcelo Macchione 🩺 Doutor em Pneumologia pela FMUSP
📱 (17) 3531-2727 📞 (17) 99107-2265
📮 R. Teresina, 518 – Catanduva/SP

Hoje ganhei uma orquídea.Um gesto simples… mas carregado de tudo aquilo que a medicina insiste em me ensinar e que, às v...
02/12/2025

Hoje ganhei uma orquídea.
Um gesto simples… mas carregado de tudo aquilo que a medicina insiste em me ensinar e que, às vezes, eu esqueço.

Em julho de 2024, diagnostiquei uma paciente com câncer de pulmão avançado, já com metástase cerebral.
Jovem, 54 anos. Prognóstico sombrio. Internações sucessivas. Intercorrências graves. Dois meses no hospital. A família chamada porque “não havia mais o que fazer”.

A última vez que a vi, em dezembro daquele ano:
cadeira de rodas, careca, muito inchada, confusa.
Mal sabia onde estava.
E, dentro de mim, a certeza silenciosa de que seria o nosso último encontro.

Mas ontem a vida resolveu me desmentir.

Ela apareceu na clínica. De surpresa.
Pediu para me entregar uma flor.
E quando abri a porta… entrou andando, com o cabelo arrumado, falando, sorrindo, viva.

Está participando de um estudo clínico, usando uma medicação oral específica para o tipo de câncer dela. As lesões reduziram. Ela voltou a viver.
E, se tudo correr bem, vai passar o Natal deste ano em casa, com a família — algo que ninguém imaginava.

Nesse momento, segurando uma orquídea, tudo ficou claro de novo:
a medicina virou palco para muita coisa que não é medicina. Mas, no fim, tudo volta ao essencial — e o essencial é simples: cuidar!
Da Vinci já dizia: “a simplicidade é o grau mais alto da sofisticação.”

O resto acontece naturalmente, como no poema:
“O segredo não é cuidar das borboletas; é cuidar do jardim para que elas venham até você.”

É isso que eu tento fazer todos os dias:
cuidar do meu jardim.
Da minha prática.
Das pessoas que confiam em mim.

O barulho lá fora é grande.
Mas aqui dentro…
a medicina ainda é simples.
Humana. Silenciosa. Surpreendente.
E, às vezes, te entrega uma orquídea para te lembrar disso.

Muitos dirão que foi IA mas na verdade quem resumiu o que essa foto significa foi o grande  !!!!22 anos de formados. 28 ...
15/11/2025

Muitos dirão que foi IA mas na verdade quem resumiu o que essa foto significa foi o grande !!!!

22 anos de formados. 28 anos de amizade.
É impossível não sentir o coração apertar de saudade quando penso em tudo o que vivemos juntos. Sinto falta da nossa amizade leve, pura, sem interesse algum além do prazer de estar perto. Das conversas despretensiosas que viravam madrugada, das descobertas da juventude, dos hormônios à flor da pele, das risadas que escapavam sem esforço, da sensação de que o mundo era simples e que bastava estarmos juntos.

É emocionante olhar para nós hoje — cada um com sua história, sua família, seus caminhos. Ver como crescemos, amadurecemos, superamos desafios e construímos vidas tão diferentes, mas tão bonitas. E ainda assim, quando penso em vocês, sinto o mesmo carinho de 20 anos atrás, como se nada tivesse mudado.

A medicina nos uniu, nos moldou, nos fez ser quem somos. E espero, de verdade, que ela continue sendo essa ponte que nos aproxima. Tenho uma saudade enorme de todos. Saudade de nós.

Quero muito reencontrar cada um, olhar nos olhos, rir das mesmas bobagens e celebrar o simples fato de estarmos vivos, seguindo — todos nós — da melhor forma que conseguimos.

Gratidão pela vida. Gratidão pela amizade. Gratidão por vocês.

FAMECA XXIX

Não sou cardiologista, mas como médico vejo o impacto das doenças cardiovasculares todos os dias. A mensagem das novas d...
19/09/2025

Não sou cardiologista, mas como médico vejo o impacto das doenças cardiovasculares todos os dias. A mensagem das novas diretrizes é clara: não espere a doença aparecer para mudar seus hábitos.

Se quiser saber os detalhes dessas mudanças, veja quem entende do assunto e não o grupo do Zap!!!!

.cardiol

Mesmo nos dias em que a pressão das redes sociais desanima, mensagens como essa me lembram do propósito.Não é sobre like...
17/09/2025

Mesmo nos dias em que a pressão das redes sociais desanima, mensagens como essa me lembram do propósito.

Não é sobre likes, views ou algoritmos.
É sobre vidas impactadas, escolhas melhores, saúde transformada.

31 dias sem cigarro pode parecer pouco pra alguns. Mas pra quem fuma, é uma vitória imensa.

Se uma pessoa consegue mudar por causa de um conteúdo que eu compartilho, já vale cada esforço.

Compartilhe esse post com alguém que também está na luta contra o cigarro. Pode ser o incentivo que falta.

Dr. Marcelo Ceneviva Macchione
Pneumologista
CRM-SP 113.484 | RQE 37.322

Nem toda tosse é pneumonia — e receita de bolo não resolve.👉 Já aconteceu com você? Comente aqui embaixo!Dr. Marcelo Mac...
10/09/2025

Nem toda tosse é pneumonia — e receita de bolo não resolve.

👉 Já aconteceu com você? Comente aqui embaixo!

Dr. Marcelo Macchione
Pneumologista
CRM-SP 113.484 | RQE 37.322

Vacinação infantil não é ideologia nem questão de opinião.É uma das maiores conquistas da humanidade — junto com o sanea...
04/09/2025

Vacinação infantil não é ideologia nem questão de opinião.
É uma das maiores conquistas da humanidade — junto com o saneamento básico.

Ver um governo da maior potência mundial declarar que pretende acabar com a obrigatoriedade das vacinas infantis não é só preocupante.
É revoltante. É perigoso. É um retrocesso histórico.

Doenças que antes matavam milhares de crianças foram praticamente erradicadas graças à vacinação em massa.
A poliomielite, o sarampo, a coqueluche... Elas não desapareceram sozinhas.
Desapareceram porque a ciência descobriu a vacina.

E agora... estamos jogando tudo isso fora?
Quando uma autoridade banaliza a vacina, ela abre espaço para a dúvida, para a hesitação e — pior — para o retorno de doenças evitáveis.

A vacina não protege só o seu filho. Protege o filho do outro. Protege a gestante, o idoso, o imunossuprimido.Vacinar é um pacto de responsabilidade coletiva.

Transformar isso em guerra ideológica é colocar vidas em risco.

E você, o que pensa sobre isso?
Quero muito ouvir sua opinião.

Vacinação infantil não é ideologia nem questão de opinião.É uma das maiores conquistas da humanidade — junto com o sanea...
04/09/2025

Vacinação infantil não é ideologia nem questão de opinião.
É uma das maiores conquistas da humanidade — junto com o saneamento básico.

Ver um governo da maior potência mundial declarar que pretende acabar com a obrigatoriedade das vacinas infantis não é só preocupante.
É revoltante. É perigoso. É um retrocesso histórico.

Doenças que antes matavam milhares de crianças foram praticamente erradicadas graças à vacinação em massa.
A poliomielite, o sarampo, a coqueluche… Elas não desapareceram sozinhas.
Desapareceram porque a ciência descobriu a vacina.

E agora… estamos jogando tudo isso fora?

Quando uma autoridade banaliza a vacina, ela abre espaço para a dúvida, para a hesitação e — pior — para o retorno de doenças evitáveis.

A vacina não protege só o seu filho. Protege o filho do outro. Protege a gestante, o idoso, o imunossuprimido.
Vacinar é um pacto de responsabilidade coletiva.

Transformar isso em guerra ideológica é colocar vidas em risco.

💬 E você, o que pensa sobre isso?
Quero muito ouvir sua opinião.

Uma decisão que me entristece — mas não me surpreende.Hoje, o Conselho Federal de Medicina — órgão responsável por regul...
29/08/2025

Uma decisão que me entristece — mas não me surpreende.

Hoje, o Conselho Federal de Medicina — órgão responsável por regulamentar e fiscalizar a prática médica no Brasil — aprovou o uso da ozonioterapia para diversos procedimentos, mesmo diante da falta de evidências científicas robustas sobre sua eficácia e segurança.

Isso me preocupa.
Isso me entristece.
E mais do que isso: isso diz muito sobre o momento que estamos vivendo na Medicina brasileira.

O CFM deveria ser o guardião da boa prática médica.
Mas tem falhado.
Repetidamente.

Durante a pandemia, vimos conselheiros defendendo medicamentos ineficazes, atacando vacinas, distorcendo dados e desinformando abertamente — não como indivíduos, mas como representantes de uma instituição que deveria prezar pela ciência.

Agora, liberam um procedimento que, há anos, é explorado por pseudociências, clínicas duvidosas e profissionais que enxergam o paciente como consumidor de promessas milagrosas.

Não se trata de ser contra inovação.
Nem de negar que a política esteja presente na saúde.
Mas saúde pública se faz com escolhas baseadas em evidências, em diálogo com órgãos técnicos e com responsabilidade ética.

A politização do CFM não é o problema.
O problema é quando essa política abandona a ciência, a racionalidade e o compromisso com a verdade — e se alinha a discursos negacionistas, reacionários e populistas.

A medicina que eu acredito é feita com base em conhecimento, responsabilidade, escuta e humildade.
Não com oportunismo, vaidade e promessas vazias.

Seguiremos fazendo o que é certo.
Mesmo quando parece que tudo está ao contrário.

Nos últimos dias, tenho pensado sobre o porquê de estar aqui.Não aqui, na clínica. Mas aqui — nesse mundo digital, nessa...
15/08/2025

Nos últimos dias, tenho pensado sobre o porquê de estar aqui.
Não aqui, na clínica. Mas aqui — nesse mundo digital, nessa vitrine constante, nessa corrida invisível por atenção.

Gosto de treinar. Gosto de correr. Gosto de cuidar.
Mas não quero transformar minha rotina em obrigação de exposição.

Não quero postar para pertencer.
Nem para atrair mais clientes.
Muito menos para vender promessas milagrosas disfarçadas de soluções de saúde.
Nesse mercado onde tudo virou “high-ticket”, fórmula mágica ou estratégia de imagem…
Prefiro seguir mostrando só o que é real. O que faz sentido. O que pode, de fato, ajudar.

Quero compartilhar para me expressar.
Mostrar como penso, como exerço a medicina, como cuido de quem chega até mim.

Sei que nesse mundo barulhento, onde todo mundo parece competir por visibilidade, pode parecer que a gente precisa aparecer para existir.
Mas eu não acredito nisso.

Prefiro ser só mais um na multidão — mas sendo eu.
Com verdade, com calma, com consciência.

Se for pra seguir, que seja pelo conteúdo. Pela essência.
Pelo jeito de cuidar. Pela forma de viver.
E se for pra inspirar alguém, que não seja pela performance.
Mas pela presença.

E se for assim, acho que faz sentido continuar por aqui…

Você sabe o que acontece no seu corpo depois de 20 anos fumando?É mais do que bronquite ou um incômodo na tosse. São les...
13/08/2025

Você sabe o que acontece no seu corpo depois de 20 anos fumando?

É mais do que bronquite ou um incômodo na tosse. São lesões irreversíveis nos pulmões, risco 4x maior de infarto e AVC, e até queda da fertilidade — tudo isso enquanto parece que você está ‘de boas’.

A boa notícia? Parar vale muito a pena. E nunca é tarde demais para respirar com mais leveza.

O muco ou “catarro” é uma resposta natural do corpo — e sua cor pode dizer muito sobre o que tá acontecendo.📌 Catarro tr...
28/07/2025

O muco ou “catarro” é uma resposta natural do corpo — e sua cor pode dizer muito sobre o que tá acontecendo.

📌 Catarro transparente, amarelo, verde, marrom ou até com sangue…
Cada um tem uma possível causa.
E nem todo catarro precisa de antibiótico.

Deslize o carrossel e entenda o que observar 👇

🔴 Se tiver febre, dor no peito, sangue em grande volume ou falta de ar — aí sim, é hora de investigar.

🧠 Informação clara é saúde.
👉 Salve este post.
👉 Compartilhe com quem vive tossindo e escarrando por aí.

📲 Me segue por aqui pra continuar entendendo os sinais do seu corpo, sem achismo e sem exagero.

Acordamos e já estamos conectados.Produzimos, postamos, entregamos, nos comparamos. Repetimos o ciclo todos os dias… mas...
05/07/2025

Acordamos e já estamos conectados.
Produzimos, postamos, entregamos, nos comparamos. Repetimos o ciclo todos os dias… mas, pra quê?

Pra provar o quê? Pra quem?

Lendo um livro me deparei com esta frase, que Marco Aurélio escreveu há séculos atrás:

“Não desperdice o que lhe resta de tempo se preocupando com os outros — a menos que afete o bem comum.”

Hoje, vivemos como se a única forma de existir fosse sendo visto.
Como se descansar fosse preguiça.
Como se não postar fosse invisibilidade.
Como se viver bem sem mostrar fosse um desperdício.

Eu também já caí nessa.
Já confundi produzir com existir.
Já achei que não podia parar, porque “tinha que treinar, postar, trabalhar”.
E nesse corre, deixei momentos que não voltam pra trás.

Hoje, aos poucos, vou escolhendo diferente.
Se for pra postar, que seja com verdade.
Se for pra produzir, que sirva a algo maior.
Se for pra estar, que seja por inteiro.

Porque o que não serve à vida… serve a quem?

Me conta: o quanto da sua rotina está a serviço da sua essência — e o quanto está a serviço da performance?

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