21/01/2026
Os dados do ENAMED abriram um debate que a medicina brasileira vem adiando há anos.
Mais de 30% dos cursos avaliados receberam nota 1 ou 2, e quase 14 mil médicos formados em 2025 vieram de instituições com desempenho considerado insuficiente pelo MEC. Diante disso, o Conselho Federal de Medicina anunciou a intenção de impedir o registro profissional de egressos reprovados, até que comprovem competência em nova avaliação.
A discussão vai além de números. Envolve formação, responsabilidade institucional, segurança do paciente e o papel do Estado e das entidades médicas na regulação da profissão.
O Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica deve ser apenas um diagnóstico ou pode se tornar um critério para o exercício da medicina?
Queremos ouvir você.
Essa medida protege a sociedade ou cria novos gargalos no sistema de saúde?