07/05/2026
Muitas das feridas que carregamos nem começaram na nossa geração.
Vieram de histórias antigas, de dores silenciadas, de frases repetidas no automático…
passadas de pais para filhos como se fossem verdades.
Quebrar ciclos não é desrespeitar a nossa ancestralidade.
É honrar quem veio antes entendendo que, muitas vezes, eles deram o que conseguiam dar.
Mas agora existe consciência.
E consciência traz responsabilidade.
Talvez eu não possa mudar tudo o que ouvi.
Mas posso decidir o que continua e principalmente o que termina em mim.
Porque os meus filhos não precisam herdar os mesmos medos, as mesmas limitações e as mesmas feridas emocionais.
✨ Novos tempos também começam dentro de casa.
Telma Gimenez
Mentora e Terapeuta Junguiana
Especialista em psique feminina