Doula na prática por Luciana Lago

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Doula na prática por Luciana Lago Conteúdo relacionado à gestação, parto e pós-parto: o Sagrado & a Ciência juntos pela Maternid

Bora participar!!
12/07/2020

Bora participar!!

....:::SAVE THE DATE:::.....

Mais um encontro marcado com o Gestar oferecendo acolhimento e informação de qualidade!⁠

Não perca!! ⁠


Em tempos como esses, de incertezas e medo, novos Seres continuam chegando ao mundo.A natureza mostra a resistência da V...
25/06/2020

Em tempos como esses, de incertezas e medo, novos Seres continuam chegando ao mundo.
A natureza mostra a resistência da Vida que continua.

Pra acolher essas novas vidas e acompanhar mães e pais ao longo dessa jornada, voltamos com as Rodas de Gestantes, que agora acontecem online!

Já tivemos encontros em alguns locais da cidade, na Secretaria de Saúde de Botucatu e agora estaremos na casa de vocês!! Além de mim, Luciana Lago, uma das fundadoras do Gestar,a partir de agora contamos com a parceria da querida doula Carol Rodrigues que chegou há pouco tempo em Botucatu e já está junto pra somar aqui em nossa região! Muitas novidades vem por aí!

Entrar na reunião: https://us02web.zoom.us/j/82912262568
ID: 829 1226 2568

____Carol Rodrigues é mãe da Bárbara (nascida em 2011 num parto normal na Casa de Parto de Sapopemba) e da Isabela (nascida em 2013 num parto natural domiciliar planejado). Diretora e Educadora Pré Natal pela ANEP Brasil – Associação para Educação Pré Natal do Brasil; Educadora Perinatal Spinning Babies®; Instrutora GentleBirth®; Doula parto e pós parto e Consultora de Aleitamento Materno.

www.amorcontinuum.com.br
Insta:
Face:/ AmorContinuum

___Luciana Lago é mãe de duas nascidas de parto natural, Naturopata, Doula de parto e pós-parto e Educadora Perinatal.
Traz as terapias naturais e integrativas como suporte físico e emocional da gestação ao nascimento.
Insta:
Face: / Canal Perinatal com Luciana Lago

AMÁLGAMA(sentido figurado)Mistura de elementos diferentes ou heterogêneos que formam um todo; mistura.⠀⠀⠀⠀⠀⠀Este mês, em...
17/04/2020

AMÁLGAMA
(sentido figurado)
Mistura de elementos diferentes ou heterogêneos que formam um todo; mistura.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Este mês, em meio à pandemia, concluí minha formação em Naturologia Obstétrica, na primeira turma conduzida pela naturóloga e parteira Aline Tarraga, com apoio da e
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Nessa vivência pude encontrar solo fértil e colo de mãe que acolhe, nutre e prepara para continuar a caminhada.
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O cuidar de dois Seres - mãe/bebê- com as terapias naturais na gestação envolve todo o processo — preparação de parto, parto e pós-parto— com amparo de estudos, evidências e recomendações de órgãos oficiais, nacionais e internacionais, para assim poder caminhar sob a luz da ciência.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Mas o que fazer com os saberes ancestrais acumulados pelas diversas civilizações que já passaram sobre Terra? Conhecimentos milenares que perduram por muitas gerações e, por isso, já possuem estudos de casos suficientes para comprovarem a si mesmos.
⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Assim, minha busca pessoal é unir essa ancestralidade a evidências científicas.
É praticar, vivenciar e experimentar… é esse o caminho do alquimista, aquele que estuda e pratica os processos naturais externos, mas, ao final, lapida a si mesmo.
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O sagrado e a ciência juntos pela maternidade ativa.
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Esse é o meu caminho.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

@ Casa Nascitá

Mulheres mães na política & seus eternos desafios no reconhecimento de seus esforços pela sociedade.   ()・・・Construir a ...
04/07/2019

Mulheres mães na política & seus eternos desafios no reconhecimento de seus esforços pela sociedade.

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Construir a agenda das Maternidades & Infâncias, como ativista, dentro da política institucional tem sido um desafio imenso. Vou deixar aqui registrado alguns aprendizados para a posteridade. - A política institucional 2019 quer USAR as mães e as crianças porque somos grupos eleitorais relevantes e todos já perceberam. Seja na esquerda ou na direita, não se iluda. Mesmo. A intenção geral é aproveitar a relevância eleitoral, puxar votos, garantir mandatos. Mas respeitar as mães e as crianças como legítimos na articulação das políticas públicas, ninguém quer. Alocar recursos, priorizar essa pauta, ninguém quer. Não serei injusta, algumas pessoas querem. Mas somos muito poucas ainda.
- O trabalho de décadas das ativistas é facilmente apropriado por gente que nunca na vida refletiu um segundo sobre as condições das mulheres mães e das crianças. De novo, na direita ou na esquerda. Vide PL da cesárea. De um lado gente querendo puxar voto do grupo de mães que acredita que a cesárea é a solução para a violência obstétrica. De outro gente querendo puxar voto do grupo de mulheres que sabe que não é. Resolver o problema de verdade, com compromisso com as mães e as crianças no centro da discussão: quase ninguém.
- Anotem no seu caderninho, não é porque a pessoa têm filhos que ela está comprometida com a emancipação política, social e econômica das mulheres mães com crianças como prioridade. À partir de agora as pessoas vão usar o selo “mãe” pra surfar essa onda.
- Pra não cair nessa armadilha você como eleitora em 2020 pode fazer desde já a seguinte reflexão: essa candidata prevê discutir desde a perspectiva das mães e das crianças temas estruturantes para as nossas vidas? Essa pessoa propõe que Escola, saúde, transporte, assistência, férias, trabalho, sejam discutidos pelas pessoas que dependem deles ou por classes históricas organizadas (partidos, correntes, sindicatos, ideologias políticas) que tem até hoje apenas explorado o trabalho invisível das mulheres mães e das crianças?
Continua:⬇️

   ()・・・Sabe Baby Blues? Imagina um psiquiatra, ou ginecologista ou psicólogo que recebe diante de si uma mulher que est...
02/07/2019

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Sabe Baby Blues? Imagina um psiquiatra, ou ginecologista ou psicólogo que recebe diante de si uma mulher que está com a saúde mental afetada. Tanto cansaço que seu autocuidado está prejudicado. Ela sente culpa, tristeza, vergonha até. Sente que não ama seu filho como deveria. Sente que não está sendo a mãe que achou que seria. Os profissionais fazem as perguntas que o manual estatístico de doenças mentais manda fazer pra ver se ela preenche os critérios pra depressão. Não. Ela não preenche. Mas então o que que essa mulher tem? Normal ela não tá. Eis que surge o nome Baby Blues. Eis que nasce uma doença.
Eu não acredito em Baby Blues. Isso não existe. O nome disso é simplesmente pós-parto. Exige sim acolhimento, rede de apoio, cuidados, mas não exige diagnóstico e medicamentos.
Começou a circular na rede um TED talks maravilhoso de uma psiquiatra que conta dessas puérperas que vinham até ela no consultório. Ela diz que foi estudar a Psicologia Perinatal e encontrou uma chave na antropologia: o termo MATRESCÊNCIA, cunhado por Dana Raphael na década de 1970. Esse termo indica que a transição para a maternidade é uma fase do desenvolvimento análoga à adolescência: o corpo muda, hormônios a mil, identidade em reconstrução. Isso não é doença, é uma fase do desenvolvimento humano.
Muitas patologias nada mais são do que processos humanos que nosso sistema social não consegue acolher. Quanto mais construirmos nossos espaços de fala e escuta, quanto mais famílias puderem se apoiar, quanto mais soubermos incluir mães e crianças na vida social, preservando a liberdade individual dos pais, mais saudável será a transição para a parentalidade.
Pós-parto requer acolhimento e não medicamento.
Recomendo que assistam ao TED: "Uma nova forma de pensar sobre a transição para a maternidade", da psiquiatra Alexandra Sacks

19/06/2019

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Amigos e familiares, vocês também precisam lidar com suas ansiedades!
Uma gestante, ainda mais no último trimestre, deve estar em um ambiente tranquilo e calmo para se entregar e confiar no próprio corpo. O bebê sabe a hora que deve nascer, e demonstrará sinais se algo não estiver bem. 🐺❓Quem aí está na reta final da gestação?
Ilustração:

Num país que ainda não consegue bater a meta mundial de apenas 15% de cesarianas querem que seja aceito um projeto de le...
18/06/2019

Num país que ainda não consegue bater a meta mundial de apenas 15% de cesarianas querem que seja aceito um projeto de lei que vai desequilibrar mais ainda a qualidade da assistência obstétrica baseada em evidências científicas.
Trazendo mais risco a mãe e bebê.

Se informe e se empodere sobre o nascimento do seu bebê.

   ()・・・Todos os dias eu escuto pelo menos uma das 3 frases:1) Dra., eu acho que eu não chego até lá (no caso até a Data...
29/05/2019

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Todos os dias eu escuto pelo menos uma das 3 frases:
1) Dra., eu acho que eu não chego até lá (no caso até a Data Provável do Parto = DPP)... acho que ele(a) nasce antes!
2) Dra., quando a vc acha que o bebê vai nascer? Pela sua experiência... Não dá pra dar um chute?
3) Até quantas semanas o bebê pode nascer?
O gráfico acima vai nos ajudar nessas questões:
Como sabemos, a DPP é calculada para 40 semanas de gestação e muita gente acha que esse é o limite final da gravidez, criando assim, uma expectativa de que o bebê deva nascer antes desse prazo.
Porém, "as 40 semanas" representam, na verdade, uma estimativa ao redor da qual o parto deve acontecer, havendo frequentemente uma variação de 1 semana pra mais ou pra menos.
Como mostrado na figura, cerca de:
🔹 60% das mulheres irão entrar em Trabalho de Parto (TP) entre 39 e 40+6 dias, ou seja, a grande maioria!!!
🔹 32% irão entrar em TP no DECORRER da 40a semana. Ou seja, esperar o nascimento até no máximo 40 semanas, significa tirar desses 32% de mulheres a chance de entrar em TP espontaneamente e consequentemente evoluir para um parto normal;
🔹 10% irão entrar em TP no decorrer na 41a. semana;
🔹5% irão passar de 42 semanas;
🔹20% irão entrar em TP entre 37 e 38 semanas (considerado hoje como termo precoce);
🔹5% irão entrar em TP prematuro, antes de 37 semanas;
Ou seja:
1) A chance de um bebê nascer antes de 39 semanas é bem menor do que nascer depois!
2) Se eu tiver que chutar uma data, vai ser a própria DPP, pq ela foi calculada justamente pra isso, e baseada nessas estatísticas!
3) Teoricamente o bebê pode nascer até 42 semanas. Porém evidências científicas apontam para um aumento de risco de morbi/mortalidade acima de 41 semanas, sendo este duplicado após 42 semanas. Mas esse já é assunto pra outro post (aguardem!);
Sendo assim, meninas, acalmem seus corações!!! Confiem! No tempo certo, seu bebê estará nos seus braços!
"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu.
Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou;"
(Eclesiastes 3:1,2)

   ()・・・“Quem não fala sobre a morte acaba por se esquecer da vida”, assim nos diz o escritor Rubem Alves, na história _...
27/05/2019

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“Quem não fala sobre a morte acaba por se esquecer da vida”, assim nos diz o escritor Rubem Alves, na história _O medo da sementinha_ .
E é de silêncio e medo que viemos falar.
Para a sociedade ocidental contemporânea, a morte é um tabu - e ainda mais difícil do que falar de morte é falar de *morte materna*. Mas estamos aprendendo, parafraseando Audre Lorde, que o silêncio não vai nos proteger.
Dia 28/05 é o *dia de combate à mortalidade materna* e, neste ano, especialmente, convocamos à reflexão sobre a qualidade da assistência.

Segundo o Ministério da Saúde, 92% das mortes maternas são por causas evitáveis e ocorrem, principalmente, por hipertensão, hemorragia ou infecções (estas especialmente relacionadas às situações de abortamento). No Brasil, a Razão da Mortalidade Materna atingiu em 2016 o patamar de 64, 4 por 100 mil nascidos vivos. Índice muito mais alto do que o considerado aceitável pela OMS, que preconiza que as taxas devem se manter abaixo de 20. (Dados MS)
A OMS também reconhece que “no mundo inteiro, muitas mulheres sofrem abusos, desrespeito e maus-tratos durante o parto nas instituições de saúde. Tal tratamento não apenas viola os direitos das mulheres ao cuidado respeitoso, mas também ameaça o direito à vida, à saúde, à integridade física e à não-discriminação”. Abuso, desrespeito, maus tratos e negligência durante o ciclo gravídico-puerperal tem nome: *Violência Obstétrica*. E Violência Obstétrica mata

Violência Obstétrica é violação aos direitos humanos, é violência de gênero e, quando vista sob uma ótica interseccional, percebemos enormes impactos do racismo, do preconceito de classe, da lgbtqifobia e de demais opressões estruturais.

O termo Violência Obstétrica foi cunhado pelas mulheres e apropriado pelo movimento de humanização da assistência ao parto e nascimento, e se desdobrou em tratados, leis e resoluções nacionais e internacionais. No Brasil, já temos leis estaduais e municipais sobre o tema, e projetos de lei federal também tramitando.
Não nos calaremos. Nenhum passo atrás!

Esta é uma ação da . Com arte da .

07/03/2019

Meu feriado foi de família, amigos e terminou com faxina!
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O carnaval acabou e agora eu me preparo física e espiritualmente para a Filhas de Afrodite, na qual compartilharei alguns conhecimentos através da oficina "A Natureza Cura", voltada para a Ginecologia Natural — saberes que podem ser usados por mulheres em todas as fases da vida.
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A Ginecologia Natural é uma grande aliada em meu trabalho como doula e educadora perinatal. É uma ferramenta valiosa nos cuidados de desconfortos ginecológicos provenientes das muitas mudanças corporais e emocionais que a gravidez normalmente trás.
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Esses conhecimentos e suas aplicações estão no ebook "Cuidados Naturais na Gestação, Parto & Pós-parto", em processo de gestação.
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Aguarde e compartilhe essa novidade!
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28/02/2019

Durante a gestação, parto e pós-parto, a principal recomendação é evitar produtos tóxicos e químicos sem real necessidade. Porém, no contexto em que vivemos, é meio complicado ficar longe da maioria deles.

Por isso, compartilho hoje o primeiro vídeo de receitas naturais simples, para utilização da gestação ao pós-parto. A ideia é fazer outros, ensinando diversos preparados caseiros para os cuidados com o corpo e a mente durante essa fase, cheia de transformações e descobertas.

O objetivo é difundir o uso seguro e consciente desses cuidados, a fim de proteger e preservar nossa saúde de forma simples, eficaz e natural.

Então vamos lá!

ÓLEO CORPORAL
Durante a gestação, para dar mais sustentação ao corpo, a região do quadril e coxas tendem a acumular gordura, e a consequência desse acúmulo é a celulite.

Também nesse período, nosso maior órgão, a pele — principalmente da barriga, seios, coxas e virilhas — estica e suas fibras podem se romper, formando assim as estrias.

Uma boa alimentação é imprescindível para evitar ambas.

Além disso, o segredo é manter seios (não os mamilos!), barriga, coxas e glúteos sempre hidratados, para que agüentem com elasticidade o estica-encolhe que a pele vai sofrer.

Essa receita simples é ideal para a fase da gestação, mas pode também ser usada no pós-parto. Ela tem ação hidratante por causa do óleo vegetal — principalmente o de amêndoas-doce, semente de uva e azeite de oliva —, e também possui a ação física e emocional dos óleos essenciais de lavanda e laranja doce.

Esses óleos são os mais recomendados para todo o processo (Gestar, Parir & Nutrir) por terem propriedades calmantes, relaxantes e antidepressivas. Também liberam e tonificam a energia estagnada no corpo, traz encorajamento para seguir em frente, ativa a circulação, entre outros.

MODO DE USAR
Massageie toda a região das coxas, glúteos e abdômen com movimentos circulares, em sentido horário, de baixo para cima, levando sempre os fluidos corporais para a região da virilha.

Aplicar uma vez ao dia, de preferência à noite (para não haver exposição ao sol) e após o banho, quando os poros estão mais abertos e a absorção é mais efetiva. Use durante três semanas, pare por uma e então retome.

CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES
É preciso muito cuidado para se utilizar óleos essenciais durante a gravidez.

Tanto que, muitas vezes, a fim de evitar maiores complicações, opta-se por não indicá-los.
Isso se deve ao fato de que seus componentes, uma vez na corrente sanguínea da mãe, são capazes de atravessar a placenta, que controla o desenvolvimento do feto.

Por isso, nenhum óleo essencial deve ser usado antes de se completar 3 meses de gestação.

Em caso de dúvidas, procure um profissional qualificado.
Ainda assim, experiências têm demonstrado que o uso de certos óleos essenciais, em diluições muito baixas — não mais de 1%, ou seja, 1 gota de óleo essencial diluída a cada 10 ml de óleo vegetal, — é bastante seguro durante a gestação.
Fique atenta também quanto à procedência: ao adquirir os óleos essenciais, sempre verifique de onde eles vieram e certifique-se que sejam 100% puros.

Óleos corporais compostos por óleo mineral são contraindicados para gestante, por isso tenha certeza de usar um oléo vegetal.

Essa e diversas outras receitas e informações estarão no e-book “Cuidados Naturais na Gestação, Parto & Pós-parto”, que estará disponível em breve.

Enquanto isso, digam o que acharam dessa dica, deixem comentários, dúvidas e sugestões. Até a próxima postagem!

Doula, em grego, significa “aquela que serve” e sinto no coração que essa palavra tem muita força, sinto esse significad...
26/02/2019

Doula, em grego, significa “aquela que serve” e sinto no coração que essa palavra tem muita força, sinto esse significado na pele.
Ser doula é entrega, cuidado, acolhimento. É estar atenta à necessidade do outro, é fazer o possível (e um pouco além) para que a mulher tenha a melhor experiência de parto possível.
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Saber agir quando preciso e, ao mesmo tempo, sair de cena e ser espectadora do renascimento dela e da chegada de um novo ser e na história daquela família.
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Eu me sinto maravilhada a cada oportunidade que tenho em fazer parte disso, um acontecimento físico, emocional, psicológico, cósmico.
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A todo nascimento — seja ele mais tranquilo, ou daqueles que deixam o coração saindo pela boca —, a mim resta reverenciar essa força da Natureza que vive em nós, esse elo com o passado, tão simples quanto misterioso, presente até hoje. ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
Reverencio e a sirvo com humildade, paciência, amor, conhecimento e força de espírito.
Nesse parto de imersão, a água teve função especial de relaxar e aliviar a dor das contrações da fase ativa do trabalho de parto.
A luz estava ali pra criar um ambiente mais aconchegante e com privacidade, tirando aquela luz branca e muito clara, favorecendo assim a produção dos hormônios necessários para parir. .

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