22/04/2022
“No dia 29/11/2020, o mundo assistiu atônito, a mais um grave acidente na Fórmula 1. Após leve toque no carro do russo Daniil Kvyat, o francês Romain Grosjean perdeu o controle da sua Haas e bateu violentamente no guard rail.
O carro explodiu e rapidamente, foi consumido pelo fogo. Quando todos esperavam o pior, Grosjean surgiu correndo, do meio das chamas. Dois fiscais da pista apagavam o incêndio enquanto o francês pulava o guard rail buscando atendimento médico. Foram 29 segundos que, para ele, valeram a vida. Um verdadeiro milagre, que só aconteceu devido aos avanços tecnológicos nos trajes de proteção dos pilotos. Porém, uma parte muito importante do corpo do piloto não ficou livre de sequelas: as mãos.
Apesar de representar apenas 3% da superfície corporal total, em cerca de 80% dos casos de queimadura, as mãos são afetadas. Na maioria dos casos a área afetada é a parte dorsal do membro, pois as mãos acabam sendo utilizadas para proteger o rosto e tapar os olhos, por exemplo. A pele da região dorsal da mão possui propriedades específicas, o que a torna mais suscetível a formação de sequelas como cicatrizes hipertróficas, contraturas articulares nos dedos e nos punhos. Sendo assim, as queimaduras nas mãos serão sempre consideradas graves…”
Quer saber como proceder em caso de uma queimadura nas mãos? Esse artigo escrito por mim e publicado na pode ajudar.
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