Rosemari Hennig - Psicóloga

Rosemari Hennig - Psicóloga Rosemari Hennig
Psicóloga Clínica – CRP 08/30403
Orientação Junguiana
“Qual o desejo mais pr

Qual o sentido das emoções presentes nas crises de ansiedade e pânico? O fenômeno da ansiedade e pânico nos provoca a ol...
15/09/2021

Qual o sentido das emoções presentes nas crises de ansiedade e pânico?

O fenômeno da ansiedade e pânico nos provoca a olhar para nossa própria condição, para as atitudes e as emoções que estão presentes nesta experiência.

Não queremos sentir, mas sentimos. Somos tomados por desagradáveis sensações físicas e por emoções como medo, insegurança, desespero, angústia, aflição, culpa, irritação, raiva, pavor. Emoções que nos tiram do controle sobre nós mesmos, mas que apontam para uma finalidade.

Em situações normais da vida diária identificamos, por exemplo, a emoção do medo. Sentimos medo por coisas especificas, as quais podemos nomear, como medo de borboleta, de cobra, de altura, do escuro, de chuva, de vento, de avião, de morrer... Porém, o medo que nos toma durante as crises de ansiedade e pânico não tem um objeto conhecido e sequer conseguimos identificar que tamanho mal estar que estamos sentindo é medo.

Medo diante de algo que nos é desconhecido e que se configura numa ameaça. O que nos ameaça? Podemos então pensar em conteúdos inconscientes que invadem a consciência, e são esses conteúdos que representam uma ameaça.

Conteúdos desconhecidos, talvez reprimidos, negados, negligenciados ou esquecidos e que representam uma ameaça às atitudes conscientes por serem inviáveis e incompatíveis com valores, posicionamentos, crenças, seguranças, escolhas e certezas, mesmo que não se tenha consciência disso. Portanto, esses conteúdos inconscientes não podem ser integrados à consciência, e surge aqui um conflito.

O fenômeno da ansiedade e pânico representa este conflito, de uma consciência ameaçada pela invasão de forças inconscientes, e ao mesmo tempo representa a capacidade de autorregulação da psique diante do excesso de unilateralidade.

Qual o sentido das emoções presentes nas crises? Emoções que nos tiram do controle sobre nós mesmos, mas que apontam para uma finalidade. Existe beleza mesmo nas coisas mais difíceis, existe beleza nas crises pois são elas como que convites feitos pela nossa alma, para que retornemos ao caminho da nossa individuação.


Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30403
“A jornada de uma alma em busca de si mesma!”
sua sessão (online ou presencial): 41 99103-4420


“Em sua maioria as coisas psicológicas são descobertas dessa maneira [nas circunstâncias mais desagradáveis] porque, enq...
30/08/2021

“Em sua maioria as coisas psicológicas são descobertas dessa maneira [nas circunstâncias mais desagradáveis] porque, enquanto as coisas estão correndo tranquilamente, ninguém pensa em procurar entendê-las. Só quando surgem problemas é que somos forçados a uma atitude consciente em relação aos nossos processos psíquicos.” (C.G. Jung)

E são nesses momentos que, normalmente, buscamos ajuda e iniciamos nosso processo psicoterapêutico com psicóloga ou psicólogo de nossa escolha. Mas não precisa ser apenas assim, podemos buscar nos entender em todos os momentos e experiências que vivenciamos, sejam elas positivas ou negativas.

Nos descobrir também nas coisas boas e agradáveis pode ser uma novidade instigante. Nos conhecer em qualidades e talentos que não supomos possuir é um presente a ser aproveitado. Procurar entender nossos processos psíquicos, sejam eles percebidos como bons ou ruins, agradáveis ou desagradáveis, equivale a ter uma atitude de carinho, gentileza e generosidade em relação a nós mesmos.

Da mesma forma que em meu fazer profissional sou movida pela paixão, respeito e amor pela alma humana e seus mistérios, complexidades e belezas, busco também despertar esse mesmo sentir nas pessoas que a mim confiam a honra de lhes acompanhar neste lindo processo de autodescoberta, transformação e consciência de si mesmos.

Poder encontrar, neste espaço sagrado, protegido e seguro da psicoterapia, a liberdade para vivenciar a beleza de poder se revelar sem constrangimentos e, ao se mostrar como acredita ser, se descobrir como realmente é, em sua verdade, é o meu desejo a todo ser humano em sua jornada de vida!

“27 de agosto, Dia do Psicólogo!”

Citação: C.G.Jung. Seminários sobre Psicologia Analítica (1925). RJ: Vozes. 2017. Preleção 7, p. 148.

Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30403
“A jornada de uma alma em busca de si mesma!”
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27 de agosto, uma data para celebrar com alegria e parabenizar todas as psicólogas e psicólogos que exercem sua profissã...
27/08/2021

27 de agosto, uma data para celebrar com alegria e parabenizar todas as psicólogas e psicólogos que exercem sua profissão com paixão, respeito e amor pela alma humana e seus mistérios, complexidades e belezas.

A análise ou processo psicoterapêutico, nos convida a um mergulho em nosso mundo interior e um reencontro com aquilo que...
26/08/2021

A análise ou processo psicoterapêutico, nos convida a um mergulho em nosso mundo interior e um reencontro com aquilo que somos, com nossos valores internos, com a nossa alma. Esse reencontro nos oferece a valiosa oportunidade de compreendermos nossos processos psíquicos, de nos descobrirmos em nosso universo interno e em nossa verdade.
A arte nos convida a abstrair o objeto externo e os valores do mundo da matéria e provoca um movimento em direção aos conteúdos internos expresso pelos seus meios artísticos, sensíveis e inovadores ao apresentar suas imagens; e isto nos leva a olhar também nossos próprios valores internos.
Análise e arte, caminhos que levam para dentro, para o mais íntimo em nós, para um despertar, uma consciência sobre quem somos nós!
Podemos então, de forma reflexiva, modificar nosso olhar sobre o mundo e sobre nós mesmos; nos transformando e restaurando uma sensação de integração, unidade e quietude interior. E, talvez, propor novos olhares sobre opostos e suas tensões, bem e mal, bonito e feio, certo e errado; questionar realidades e valores estabelecidos e seus conflitos subjacentes, e sermos levados a rever e questionar nossas próprias certezas, posturas e valores internos.
“A arte moderna nos afasta da excessiva dispersão da libido no objeto externo e nos traz de volta à fonte criativa que existe dentro de nós, de volta aos valores internos. Em outras palavras, ela nos conduz pelo mesmo caminho pelo qual a análise procura nos conduzir, só que não é uma condução consciente por parte do artista”. (C.G. JUNG)
“27 de agosto, Dia do Psicólogo!”
Citação: C.G.Jung. Seminários sobre Psicologia Analítica (1925). RJ: Vozes. 2017.
Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30403
“A jornada de uma alma em busca de si mesma!”
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Os Livros e a sua magia, com suas histórias nos encanta com poesia, num raro prazer que fascina com palavras vivas que d...
18/08/2021

Os Livros e a sua magia, com suas histórias nos encanta com poesia, num raro prazer que fascina com palavras vivas que dão forma às fantasias e nos inspiram a sonhos e desejos sempre novos que brotam em nossa imaginação, tamanha é a força criativa da experiência da leitura!

Leituras e suas histórias nos transportam para lugares insondáveis; quando iniciamos esta jornada oferecida pela magia dos livros, com suas páginas que se abrem em doces mistérios, não sabemos o que encontraremos pelo caminho, mas confiamos que a aventura é certa e que chegaremos num lugar de belezas, um lugar especial chamado coração e emoção, que é povoado por imagens e figuras extraordinárias, animadas por nossa imaginação.

Numa atitude introspectiva, a imaginação nos leva a ler para além das palavras e ver através delas, perceber as entrelinhas, preencher os espaços vazios, sentir a qualidade desses momentos que nos toca de forma afetiva.

Ter um Livro nas mãos, a curiosidade de olhos atentos percorrendo uma sucessão de palavras que desfilam, como imagens flutuantes entre espaços de tempos, eternos, e de realidades invisíveis, com a transparência de um quadro vivo em cores vibrantes.

Ter um livro nas mãos, de um gesto banal passa a algo fundamental e assustadoramente instigante, um verdadeiro evento ritual, uma sensação antiga, forte, significativa e transformadora.

É preciso se preparar para tomar um livro nas mãos e abri-lo.
Vocês estão preparados?
Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30403
“A jornada de uma alma em busca de si mesma!”
sua sessão (online ou presencial): 41 99103-4420


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Parabéns a todos os papais pelo seu dia!
08/08/2021

Parabéns a todos os papais pelo seu dia!

A busca por conhecimento nos conduz por caminhos muitas vezes insuspeitos, na simplicidade e nas pequenas coisas podemos...
04/08/2021

A busca por conhecimento nos conduz por caminhos muitas vezes insuspeitos, na simplicidade e nas pequenas coisas podemos perceber verdades profundas e vivenciar experiências que nos leva ao encontro de saberes que tocam nossa alma; uma possibilidade é a contemplação da natureza, essa grande obra de criação perfeita, cuja força e beleza nos enleva em paz e esperança, e seus mistérios nos convidam à introspecção.

Uma atitude consciente de contemplação e contato com a natureza pode nos conduzir para um universo interior tão amplo e profundo quanto um céu estrelado numa noite fria de inverno. Esse movimento introspectivo em direção ao nosso universo interior, como experiência transformadora, pode nos colocar em contato com tesouros até então desconhecidos e despertar em nós um desejo por mudança, por sentir a vida de maneira inteiramente nova.

Para qual direção, dentro ou fora, nosso olhar contemplativo nos leva? Um olhar de interesse, curiosidade e vontade voltado para a natureza e que aponta para a nossa própria natureza humana; natureza que nos renova e inspira, nos ensina e nos mostra que, por exemplo, os ciclos são necessários para o desenvolvimento da vida.

A natureza nos fala de ciclos, de movimentos necessários para que a vida aconteça, como é o caso das estações do ano. O inverno com seus dias frios e noites longas nos convida ao recolhimento, tempos de introspecção, renovação e sabedoria; um voltar-se para dentro de si, para um novo nascimento e transformação, para novos florescimentos que virão com a chegada da primavera.

Introspecção, quando nos recolhemos em nosso íntimo, e no silêncio interior passamos a ouvir nossa alma; é nossa alma que nos conduz neste caminho intenso e profundo em direção a nossa verdadeira natureza, o processo de tornar-se quem se é!

Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30.403
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Nesta foto, ao fundo está uma das minhas imagens, uma suave e introspectiva mulher num espaço de sonhos, ela descansa, s...
26/07/2021

Nesta foto, ao fundo está uma das minhas imagens, uma suave e introspectiva mulher num espaço de sonhos, ela descansa, sem pressa diante do que está por vir... me perco em devaneios e saudades olhando para ela.

Fiz esta pintura na época da Belas Artes, com ela ganhei o primeiro lugar num evento que minha turma participou a convite de nossa professora de História da Arte. A imagem que pintei ser escolhida me fez feliz, recebi como prêmio tintas importadas, óleo e aquarela, e papéis para aquarela, um verdadeiro luxo para uma estudante de artes; e a Belas recebeu muitos bons livros para sua biblioteca, doação feita pelos alunos que participaram do evento.

Lembro-me com alegria e nostalgia destes tempos, como foi importante para mim, me desenvolver e me descobrir em algo tão profundo e significativo, que é a expressão da minha subjetividade através das telas... um desabrochar de sensibilidades, imaginações e criatividades.

Saudades destes tempos, das experiências neste universo tão incrível que é o mundo das artes, das telas coloridas, dos cheiros de tinta, dos artistas e suas histórias, das conversas nos cafés, interessantes e cheias de loucuras, da entrega que tinha ao meu desejo de aprender, produzir, criar, acreditar; e não perder o prazer e a espontaneidade em me expressar do meu jeito, com minhas imagens, cores, linhas e formas...

Estou por estes dias namorando uma tela em branco, ensaiando um gesto que me transporta para dentro dela... a primeira pincelada. Esse gesto me leva ao encontro de mim mesma, dará vida a algo que sou eu, minha subjetividade.

Fazer arte nos coloca em comunicação direta e sensível com nossa subjetividade, com nossos conteúdos internos, aquilo que somos, e que na vida diária não nos damos conta, é uma forma de nos revelarmos pra nós mesmos e nos descobrirmos de uma maneira não racional, mas sim de forma sensível, intuitiva, criativa e emocional.

Todos nós podemos viver esse encontro com nossa subjetividade através da expressão criativa, um encontro com nossa alma através da arte!
Que tal viver essa aventura?

Rosemari Hennig
Psicóloga – CRP 08/30.403
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Sentir a vida... quando nos sentimos animados, aspiramos por realizações e experiências que nos façam sentir a vida de f...
20/07/2021

Sentir a vida... quando nos sentimos animados, aspiramos por realizações e experiências que nos façam sentir a vida de forma radiante, colorida, leve e expansiva; diante da expectativa de viver algo novo ou diante da iminência de vivenciar algo que desejamos intensamente podemos sentir a vida como uma experiência estimulante, que alimenta nossa vontade de viver com alegria, beleza e inspiração, e com força e coragem para os desafios e dificuldades.

Entretanto, a possibilidade de um sentir específico, como é o caso da ansiedade, pode apagar este colorido, tirar o brilho e nos consumir em dores e angustias. A ansiedade diante da vida, aflições que nos tornam reféns de uma condição psíquica, emoções que nos colocam diante do medo e pânico da morte, ao mesmo tempo em que nos tira a alegria e o ânimo de viver.

Tomar consciência sobre a nossa experiência de ansiedade e compreender o que se passa em nosso interior durante as crises e também fora delas, equivale a olhar para este fenômeno com olhos de curiosidade e interesse em conhecer e desvendar os conteúdos psíquicos, assim como, perceber os aspectos simbólicos presentes nesta experiência.

A ansiedade mobiliza afetos, emoções e questões relativas às nossas escolhas e os caminhos trilhados ao longo da vida e o que ainda está por vir. Ela nos mobiliza para dentro, para um caminho de descobertas sobre nosso mundo interior, nossos anseios e desejos, e seus efeitos em nosso mundo exterior, para ali dentro de si encontrar as qualidades que nos conferem confiança e segurança para enfrentar as ameaças que nos apavoram.

Cabe aqui uma reflexão, de que maneira podemos pensar a relação entre a ansiedade e as nossas escolhas? A ansiedade e os nossos desejos insatisfeitos?

Psicóloga Rosemari Hennig CRP 08/30.403 💛
Qual o desejo mais profundo da sua alma?
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Ansiedade, este sentir que nos mobiliza de tal maneira e nos impede muitas vezes de realizar e viver com prazer, tranqui...
28/06/2021

Ansiedade, este sentir que nos mobiliza de tal maneira e nos impede muitas vezes de realizar e viver com prazer, tranquilidade e alegria. Somos tomados por sensações físicas e emoções que nos tiram do controle sobre nós mesmos. Emoções como medo, insegurança, desespero, angústia, aflição, irritação, sensação de morte iminente, e o pânico.
A ansiedade pode se apresentar desde uma forma suave, como aquela emoção de expectativa e atenção, um certo nervosismo diante de situações que nos desafiam ou exigem de nós; e chagar até uma expressão mais intensa que interfere de forma negativa em nossas atitudes conscientes diante de demandas sociais, profissionais, familiares e as próprias demandas psíquicas de quem sofre com este sintoma.
Diante desta apavorante experiência de perda de controle das próprias emoções e atitudes, o que fazer?
A resposta para esta questão está dentro da própria experiência, que é única e singular para cada ser que a vive. Portanto, no processo psicoterapêutico se busca o desvendar desta condição, tão complexa e profunda.
Então, você aceita viver essa aventura? Esse desvendar de si mesma?
A jornada de uma alma em busca de si mesma!

Psicóloga Rosemari Hennig CRP 08/30.403
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Na clínica, o processo da psicoterapia profunda pode ser vivido como uma experiência de transformação consciente de aspe...
02/06/2021

Na clínica, o processo da psicoterapia profunda pode ser vivido como uma experiência de transformação consciente de aspectos em nós que geram sofrimentos e dores.
Ao pensar no sofrimento humano, uma questão a se olhar com atenção especial é o fenômeno da ansiedade e pânico, uma realidade vivida por uma quantidade cada vez maior de pessoas que buscam ajuda profissional e iniciam o processo psicoterapêutico.
Entender o significado dos sofrimentos expressos através de sintomas, neste caso a ansiedade e o pânico, equivale a ouvir o que nossa alma está nos comunicando. Lembrando que os sintomas são expressões simbólicas do nosso inconsciente, os meios pelos quais comunica seus conteúdos a nós. São mensagens da nossa alma que indicam a direção a seguir para o nosso completo desenvolvimento e realização.
A ansiedade, então, fala algo importante sobre nós mesmos, sobre nossa subjetividade, algo profundo em nosso interior que clama por atenção e direito de existir. Isto equivale a dizer que a ansiedade aponta para algo que está na sombra e sobre o qual não temos consciência, e como resultado desta condição sofremos sem saber a razão.
Na pratica se verifica que a ansiedade quando é intensa causa instabilidade e perturbação à consciência, e isto interfere no curso normal da vida, além de mobilizar uma quantidade de energia psíquica e de afeto que acabam por influenciar de maneira negativa a capacidade de adaptação às circunstâncias.
Isto pode ser percebido como a tentativa de ajustamento a algo que de fato não nos adaptamos. Ajustar-se pode significar deixar de lado coisas importantes em nós, aceitar aquilo que nos faz mal ou nos sujeitar a algo que nos desagrada.
Embora a pessoa que sofra com ansiedade desconheça a razão desse sentir, ainda assim é capaz de relatar os sintomas e identificar quando está tendo uma crise de ansiedade ou pânico. Porém, o que fazer diante desta apavorante experiência de perda de controle das próprias emoções e atitudes?

Psicóloga Rosemari Hennig CRP 08/30.403
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Categoria

Rosemari Hennig Wurzius

A Psicologia e a Arte definem e norteiam o meu caminho.

Sou psicóloga, com Graduação em Psicologia – PUCPR e Pós Graduação em Psicologia Corporal – Centro Reichiano, Curitiba/PR. Sou artista, com Graduação em Artes Plásticas, Bacharel em Pintura pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná.