Marina Chiarinotti - Psicóloga

Marina Chiarinotti - Psicóloga Facilitando mudanças na busca de uma vida mais leve, tendo como fio condutor o pensamento sistêmic

02/03/2026

Nem todo cansaço é físico.

Podemos estar cansados emocionalmente por conta de nossas feridas emocionais que nos fazem estar em estado de defesa em nosso dia a dia.

Qual medo tem governado os seus relacionamentos?

Fevereiro - a vida vira e revira a gente.
01/03/2026

Fevereiro - a vida vira e revira a gente.

26/02/2026

Nossas feridas emocionais se tornam as lentes pelas quais enxergamos o mundo e nos relacionamos com ele.

São elas que moldam os nossos comportamentos e nos fazem entrar em relacionamentos tóxicos, por exemplo.

Quando encontramos o porque nos compartamos de tal forma, f**a muito mais fácil de sair deste lugar e viver mais leve.
do bate papo no podcast Hora da Menopausa.

Todos temos necessidades emocionais para além das físicas. Não sobrevivemos sem o vínculo, toque, acolhimento, validação...
25/02/2026

Todos temos necessidades emocionais para além das físicas.

Não sobrevivemos sem o vínculo, toque, acolhimento, validação e pertencimento.

A partir dessa falta, surgem nossas feridas, nossas máscaras e com o tempo, o sofrimento maior.

Olhar para dentro cura! É possível viver mais leve.

Permita-se!!

Quando tudo parece confuso, o primeiro passo pode ser a direção.Nem sempre o que falta é ir mais fundo. Às vezes falta p...
06/02/2026

Quando tudo parece confuso, o primeiro passo pode ser a direção.

Nem sempre o que falta é ir mais fundo. Às vezes falta parar, organizar e entender o que está realmente em jogo.

Tenho visto muitas pessoas tentarem entender sozinhas, cansadas de começar processos sem clareza e de carregar um incômodo que se repete.

A Sessão de Direção Emocional nasce para esse momento. Para organizar antes de aprofundar. Para clarear antes de escolher.

Um espaço único para mapear a origem do incômodo e decidir, com consciência, qual caminho seguir.

Não é terapia, é um ponto de partida consciente.

04 de fevereiro - Dia de combate ao câncer. Em 2024 essa palavra atravessou a minha história de um jeito muito pessoal. ...
04/02/2026

04 de fevereiro - Dia de combate ao câncer.

Em 2024 essa palavra atravessou a minha história de um jeito muito pessoal. Receber o diagnóstico de câncer de mama foi, sem dúvida, um dos momentos mais desafiadores da minha vida. Ainda sigo em acompanhamento, aprendendo diariamente sobre cuidado, presença e respeito ao meu tempo.

Durante o tratamento, algo ficou muito evidente para mim: o adoecimento não acontece só no corpo. Ele atravessa emoções, histórias, silêncios, medos… e também pode abrir espaço para novos encontros com a vida.

Eu aprendi a me permitir! Quebrei crenças e me permiti a sentir minhas emoções, a não dar conta o tempo todo, a pedir ajuda e ser cuidada, algo que, para quem está acostumada a cuidar, foi um grande desafio.

Levar esse processo com mais leveza não significou negar a dor ou as dificuldades. Significou acolher cada fase com o que era possível naquele momento, sem me abandonar.

Hoje, como mulher, como alguém que viveu esse processo e como psicóloga, reforço algo que acredito profundamente: olhar para as emoções não é fraqueza, é cuidado. É parte importante da nossa saúde.

Se você está passando por um processo de adoecimento ou acompanhando alguém que está, talvez você não precise ser forte o tempo todo. Talvez você precise, antes, ser humano.

Que a gente possa ampliar o olhar sobre saúde, incluindo o corpo, as emoções e a história que cada pessoa carrega.

Entre cicatrizes e recomeços, sigo aprendendo que viver também é se permitir florescer em novos tempos.

O ano era Janeiro…
01/02/2026

O ano era Janeiro…

O ano pede atualização! Um ano de recomeços e reencontro comigo mesma. Menos urgência em provar e mais compromisso com o...
30/01/2026

O ano pede atualização! Um ano de recomeços e reencontro comigo mesma.

Menos urgência em provar e mais compromisso com o que é verdadeiro.

E é daqui que meu trabalho como psicóloga nasce: respeito ao tempo, escuta que não invade e confiança de que corpo e emoção sabem o caminho.

Saber que cada história comporta novas narrativas, com menos medos e mais autenticidade. Que cada travessia pode nos reconectar com quem somos de verdade, desfazendo crenças que nos impedem de viver mais leve.

Se faz sentido pra você em algum lugar aí dentro, estou aqui para caminhar junto.

As maiores cobranças não vêm de fora. Esse é o tipo de encontro que me aquece o coração e faz muito sentido pra mim. Nes...
23/01/2026

As maiores cobranças não vêm de fora.

Esse é o tipo de encontro que me aquece o coração e faz muito sentido pra mim.

Nessa palestra em campanha ao Janeiro Branco, falei sobre as mensagens invisíveis, pressões silenciosas que repetimos para nós mesmas: padrões de cobranças, crenças e exigências internas que vão gerando estresse e uma sobrecarga mental.

Olhar para elas não é sobre julgar, mas reconhecer e acolher. Um primeiro movimento em direção à autopercepção e desenvolvimento emocional.

Quando damos nome ao que nos pressiona ou bloqueia, abrimos espaço para transformar cobrança em cuidado, rigidez em gentileza, automatismo em consciência.

Que este olhar não fique apenas em janeiro e que esteja presente no trabalho, nas relações e dentro de nós o ano (ou a vida) inteiro.

E você, quantos post its você carrega mentalmente todos os dias?

Dezembro - fins disfarçados de recomeços.
31/12/2025

Dezembro - fins disfarçados de recomeços.

Outubro - I am blessed
03/11/2025

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