Dr. Marcio Ximenes

Dr. Marcio Ximenes A saúde começa antes de nascer 💙
🔹 Especialista em MEDICINA FETAL
🔹 Especialista em ULTRA

13/12/2025
13/12/2025
Obrigado por tanto carinho e amor com nossos filhos.
12/05/2025

Obrigado por tanto carinho e amor com nossos filhos.

Palestra brilhante na Kozma premium em Passo Fundo. Dr Ciro Martinhago, Geneticista  em reprodução e medicina fetal.
24/05/2024

Palestra brilhante na Kozma premium em Passo Fundo. Dr Ciro Martinhago, Geneticista em reprodução e medicina fetal.

29/10/2021

A Medicina Fetal avalia a gestação normalmente via ultrassonografia, do feto em direção a mãe. Ver o feto como paciente faz parte da filosofia em Medicina Fetal. Ele pode ter apenas poucas semanas de vida, mas já é encarado como paciente pelos médicos da área. Assim como a mãe, o feto também deve receber a atenção de um médico especializado, para que ele possa ter um bom desenvolvimento e, se for o caso de um diagnóstico de risco, receber o devido atendimento.
Quanto mais cedo o diagnóstico for feito, maiores serão as chances de sucesso nas intervenções em casos de má formação e síndromes congênitas. Todo diagnóstico feito com antecedência melhora a qualidade de vida do bebê, pois, prepara a família para melhor receber o novo integrante, tanto no que diz respeito aos tratamentos que podem ser realizados logo nos primeiros dias de vida, quanto para que a família se adapte e se prepare psicológica e estruturalmente para a chegada de uma criança que necessita de tratamento diferenciado.
Além disso, em alguns casos, a solução ou amenização de uma má formação pode ser feita com o bebê ainda na barriga da mãe, inclusive várias cirurgias, sendo um fator determinante para salvar a vida dele. 🤱🏻💙

Dr. Márcio Ximenes - CRM/RS nº 23205|RQE 39227

Na gestação gemelar monocoriônica (em que os bebês dividem a mesma placenta), há comunicações (anastomoses) entre os vas...
30/04/2021

Na gestação gemelar monocoriônica (em que os bebês dividem a mesma placenta), há comunicações (anastomoses) entre os vasos da placenta que permitem que as circulações dos dois fetos entrem em contato. Essas anastomoses quando entre veias e artérias são comunicações profundas que possibilitam o fluxo de sangue em apenas uma direção. Em cerca de 10-30% das gestações monocoriônicas há um DESEQUILÍBRIO NA TROCA SANGUÍNEA entre os gêmeos através das anastomoses mencionadas, o que permite o desenvolvimento de uma condição clínica conhecida como SÍNDROME DE TRANSFUSÃO FETO-FETAL (STFF).
- A ABLASÃO A LASER dos vasos placentários é a melhor opção terapêutica em casos de síndrome de transfusão feto fetal grave e consiste na oclusão dos vasos da placenta com o uso do laser, por visibilidade direta na superfície placentária através de um fetoscópio. É realizada inicialmente uma varredura da placenta com identificação das anastomoses artério-venosas e a seguir apenas essas comunicações são ocluídas, comunicações artério-venosas profundas e após as superficiais.
Como mensagem final, não podemos esquecer de enfatizar a importância da ultrassonografia morfológica do primeiro trimestre no diagnóstico da gemelaridade, na definição do número de placentas (corionicidade) e na avaliação dos riscos de desenvolvimento da síndrome de transfusão feto-fetal.

Dr. Marcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia.A saúde começa antes de nascer.⠀

✅ A saúde começa antes de nascer. Através da Medicina Fetal é possível promover bem-estar ao bebê ainda durante a gravid...
28/04/2021

✅ A saúde começa antes de nascer. Através da Medicina Fetal é possível promover bem-estar ao bebê ainda durante a gravidez. ⠀
O Dr. Márcio Ximenes atua há 13 anos em Dourados, é especializado em ginecologia e obstetrícia, ultrassonografia e desde 2016 atua exclusivamente na Medicina Fetal e ultrassom em ginecologia e obstetrícia. A Medicina Fetal consiste em um aprofundamento da obstetrícia em relação ao feto, associado à excelência em ultrassonografia fetal. Avaliações detalhadas do (s) feto (os), com aconselhamento genético e procedimentos, permitindo o diagnóstico, prevenção e tratamento de diversas patologias ainda durante a gestação, sempre visando ao bem-estar materno fetal. ⠀

Dr. Marcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia. A saúde começa antes de nascer.⠀⠀⠀
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Gestações gemelares monocoriônicas diamnióticas devem ser avaliadas ultrassonograficamente no primeiro trimestre, morfol...
26/04/2021

Gestações gemelares monocoriônicas diamnióticas devem ser avaliadas ultrassonograficamente no primeiro trimestre, morfológico com todo rastreamento para trissomias e, a partir de então, a cada 2 semanas após a 16ª semana, de modo a detectar síndrome da transfusão feto fetal (STFF) em tempo hábil para tratamento.
Em cada avaliação ultrassonográfica, deve ser avaliado a biometria fetal, volume de líquido amniótico, volume das bexigas, Doppler da artéria umbilical, ducto venoso, e cerebral média para ambos os fetos. A discordância entre os pesos fetais estimados deve ser calculada e documentada em cada exame após a 16ª semana. A avaliação do comprimento cervical deve ser realizada preferencialmente na mesma visita da verificação de anomalias no segundo trimestre, a fim de identificar mulheres em risco de parto pré-termo.

Dr. Marcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia. A saúde começa antes donascer.⠀

Existem 3 tipos de gestação gemelar:✅ Dicoriônica e Diamniótica✅ Monocoriônica e Diamniótica✅ Monocoriônica e Monoamniót...
23/04/2021

Existem 3 tipos de gestação gemelar:

✅ Dicoriônica e Diamniótica
✅ Monocoriônica e Diamniótica
✅ Monocoriônica e Monoamniótica

As dizigóticas ou gêmeos fraternos, diferentes, perfazem 75% das gestações gemelares e sempre são dicoriônicas e diamnióticas (2 placentas e 2 bolsas), enquanto as monozigóticas ou idênticos ocorrem em 25%. Estas, podem, a depender do dia pós fecundação que se separam, resultar em dicoriônicas e diamnióticas quando se dividem até o 4º dia.
São monocoriônicas e diamnióticas (1 placenta e 2 bolsas) quando divisão ocorre entre 4 e 8 dias. Monocoriônica e monoamniótica (1 placenta e 1 bolsa) quando da divisão entre 8 e 13 dias e há gemelaridade imperfeita, “grudados”, quando a divisão após 13 dias da fecundação.

Dr. Márcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia. A saúde começa antes do nascer.⠀

É possível saber o fator Rh do bebê durante a gestação, utilizando-se uma amostra do sangue materno, a partir da 9a sema...
21/04/2021

É possível saber o fator Rh do bebê durante a gestação, utilizando-se uma amostra do sangue materno, a partir da 9a semana de gestação, quando já existem fragmentos livres do DNA fetal na circulação sanguínea da mãe.A doença hemolítica do recém-nascido (DHRN) é causada pela formação de anticorpos devido à incompatibilidade do sistema Rh entre a mãe e o feto. Patologia pouco frequente na primeira gestação e maior ocorrência a partir da segunda, caso não se tenha feito medicamento específico na mãe após o nascimento. A genotipagem do grupo Rh fetal é possível, principalmente em mulheres Rh negativo (antígeno D ausente) que, por terem parceiros Rh positivo (antígeno D presente), tem a chance de gerar um filho Rh positivo.A pesquisa de RH Fetal pode ser realizada. Parceria Clínica Dr. Marcio Ximenes e o Laboratório Lapac Dourados.

Dr. Marcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia. A saúde começa antes do nascer.

Os estudos na área de Medicina Fetal e Patologia Fetal possibilitou um grande avanço em pesquisa genética e diagnósticos...
19/04/2021

Os estudos na área de Medicina Fetal e Patologia Fetal possibilitou um grande avanço em pesquisa genética e diagnósticos precisos sobre a saúde do feto.
Entre os métodos de pesquisa genética encontram-se: Cariótipo em líquido amniótico, biópsia de placenta e cordocentese.

➡ Cariótipo em líquido amniótico: Indicado quando há alterações morfológicas no ultrassom, risco aumentado para trissomias no morfológico de primeiro trimestre, antecedentes familiares ou filho anterior com cromossomopatia e/ou malformação congênita, problema cromossômico nos pais, idade materna avançada, abortos de repetição. Realizado entre 16 e 26 semanas.

➡ Biópsia de placenta: Coleta de material da placenta para avaliação do número e da estrutura dos cromossomos fetais (cariótipo fetal). Realizada antes de 16 semanas.

➡ Cordocentese: Coleta de sangue do cordão umbilical fetal. Tem as mesmas indicações quanto a pesquisa de doenças genéticas, porém realizada tardiamente, normalmente após 26 semanas, quando não mais a análise pelo líquido amniótico e placenta são adequados.

Dr. Marcio Ximenes - Medicina Fetal e Ultrassonografia. A saúde começa antes do nascer.

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