30/12/2025
Há dores que não gritam, apenas se instalam. Quando a violência é estrutural, ela atravessa gerações, corpos e relações, até parecer parte natural da vida.
Racismo, machismo, LGBTQIAPN+fobia, gordofobia, etarismo, capacitismo, intolerância religiosa são exemplos de formas de opressão estrutural que produzem estresse constante e silencioso, corroendo a vitalidade e a confiança em existir com dignidade, autenticidade e pertencimento.
É importante ressaltar que essas violências não são perpetradas apenas de maneira interpessoal, mas também através das diferenciadas ofertas de oportunidades e representatividades, gerando alguns privilegiados e muitos oprimidos pelo desprivilegio.
Quando naturalizada, essa forma de violência se transforma em traumas difíceis de serem confrontados, gerando frequente distorção no senso de competência pessoal- como se todo o desconforto, paralisia e desorientação fosse uma “falha pessoal” e não um problema sistêmico que determina um modus operandi, e nos adoece a todos, porque nos fragmenta enquanto coletivo, debilitando nossa força, coerência e capacidade de ação cooperativa.
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