Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas

Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas Psicóloga e Hipnoterapeuta

🔹Pare de tentar entender por que o outro te machuca.Isso raramente muda alguma coisa.🔹Entender o outro pode virar uma ar...
30/01/2026

🔹Pare de tentar entender por que o outro te machuca.
Isso raramente muda alguma coisa.

🔹Entender o outro pode virar uma armadilha.
Você explica, racionaliza, encontra motivos…
e continua no mesmo lugar.

🔹Enquanto isso, a pergunta importante f**a de lado:
o que faz você tolerar algo que te fere?

🔹Na maioria das vezes não é fraqueza.
É medo de perder.
É esperança de que melhore.
É um padrão antigo de se adaptar para não f**ar só.

🔹Quando o foco muda, algo muda junto.
Não no outro.
Em você.

🌱 Dica prática:
Perceba em quais situações você engole o incômodo para manter a relação estável.
Esse ponto costuma mostrar exatamente onde o limite está faltando.

🔹Ser ferido em uma relação dói.Confunde.Desorganiza emocionalmente.Mas dor não define diagnóstico.🔹Pessoas machucam por ...
29/01/2026

🔹Ser ferido em uma relação dói.
Confunde.
Desorganiza emocionalmente.

Mas dor não define diagnóstico.

🔹Pessoas machucam por muitos motivos: imaturidade emocional, dificuldades de comunicação, padrões aprendidos, medo de perder controle, incapacidade de lidar com frustração.
Nada disso, por si só, caracteriza narcisismo.

🔹O transtorno de personalidade narcisista envolve um padrão estável e persistente:
falta de empatia consistente, necessidade intensa de admiração, grandiosidade, exploração recorrente do outro.
Não episódios isolados.
Não conflitos pontuais.
Não erros relacionais.

🔹Quando tudo vira “narcisismo”, duas coisas acontecem:
– diagnósticos sérios são banalizados
– relações complexas são simplif**adas demais

🔹Nomear corretamente não invalida sua dor.
Mas evita que você interprete toda frustração como patologia do outro.

🔹Às vezes, o que machuca não é um transtorno.
É um limite que não foi respeitado.
E isso já é suficiente para repensar a relação.

🔹Dor merece acolhimento.
Diagnóstico exige critério e avaliação profissional.

🔹Big Five: Entendo a personalidade de forma científ**aO Big Five é o modelo mais aceito hoje para compreender personalid...
27/01/2026

🔹Big Five: Entendo a personalidade de forma científ**a

O Big Five é o modelo mais aceito hoje para compreender personalidade porque descreve tendências de funcionamento, não rótulos fixos.

Ele é composto por cinco dimensões:

Abertura à experiência
Refere-se à curiosidade, criatividade e abertura ao novo.
Pessoas altas aqui tendem a gostar de aprender, explorar ideias e questionar padrões.
Pessoas mais baixas preferem rotinas, previsibilidade e o que já é conhecido.

Conscienciosidade
Diz respeito à organização, responsabilidade e autocontrole.
Pontuações altas indicam planejamento, disciplina e foco em objetivos.
Pontuações baixas se associam a maior impulsividade e dificuldade de manter constância.

Extroversão
Relaciona-se à energia social e busca por estímulos.
Pessoas mais extrovertidas se energizam com interação e ação.
Mais introvertidas tendem a precisar de silêncio, tempo sozinhas e menor estimulação.

Amabilidade
Envolve empatia, cooperação e consideração pelo outro.
Altos níveis indicam tendência ao cuidado, à conciliação e à sensibilidade social.
Níveis baixos não signif**am “maldade”, mas maior assertividade e foco em si.

Neuroticismo
Refere-se à sensibilidade emocional ao estresse.
Pontuações altas indicam maior reatividade emocional, ansiedade e variação de humor.
Pontuações baixas tendem a maior estabilidade emocional diante de pressão.

O ponto central:
👉 Ninguém é só uma coisa.
Todos nós variamos nesses fatores, dependendo da história, do contexto e do momento de vida.

Personalidade não é sentença, não é diagnóstico
e não explica tudo sozinha.

Modelos científicos servem para compreender padrões,
não para justif**ar comportamentos ou rotular pessoas.

E, sempre que possível, esse entendimento ganha profundidade quando feito com acompanhamento profissional.

25/01/2026

🔹Nem todo sofrimento precisa virar mais batalha interna.
Alguns pedem aceitação e compromisso mais gentil consigo mesmo 🤍

🔹Às vezes a dor não parece mais dor.Ela vira rotina.🔹Você aprende a funcionar cansado.A engolir desconforto.A seguir mes...
24/01/2026

🔹Às vezes a dor não parece mais dor.
Ela vira rotina.

🔹Você aprende a funcionar cansado.
A engolir desconforto.
A seguir mesmo sem vontade.

🔹E, sem perceber, aquilo que antes machucava
passa a ser chamado de “normal”.

🔹Mas adaptação não é cura.
É sobrevivência.

🔹O problema não é ter se adaptado isso foi inteligência emocional em um contexto difícil.
O problema é continuar vivendo em modo de proteção quando o perigo já não é o mesmo.

🔹Muita gente não percebe que está sofrendo
porque não está mais chorando.
Mas o corpo sabe: tensão constante, irritação, exaustão, dificuldade de sentir prazer.

🔹Sofrimento prolongado não grita.
Ele se instala.

🌱 Mudança possível :
Antes de tentar “mudar tudo”, observe:
em que situações você se força a aguentar quando poderia se cuidar?
Nomear isso já começa a desmontar o padrão.

🔹Você não precisa se adaptar para sempre.
Alguns desconfortos só existem porque nunca foram escutados.

🔹Pode parecer estranho, mas nenhum comportamento se mantém só porque é ruim.Se ele continua, é porque em algum nível ele...
23/01/2026

🔹Pode parecer estranho, mas nenhum comportamento se mantém só porque é ruim.
Se ele continua, é porque em algum nível ele funciona.

🔹Procrastinar pode aliviar a ansiedade.
Evitar pode poupar você da frustração.
Desistir antes pode proteger do medo de falhar.
Se cobrar demais pode dar a sensação de controle.

🔹O problema não é o comportamento em si.
É o preço invisível que ele cobra depois.

Enquanto você só tenta eliminar o comportamento, ele volta.
Porque você ainda precisa do que ele entrega.

🔹Mudança real começa quando você entende:
👉 o que esse comportamento está tentando te proteger de sentir.

🔹Sem essa compreensão, qualquer mudança vira força.
E força cansa.

🔹Entender o comportamento não é passar pano.
É criar espaço para mudar sem se violentar.

📌 Pergunta pra você:
O que esse comportamento tem feito por você mesmo te machucando?

🔹O luto não é só sentir falta.É procurar no escuro alguém que já virou memória.Com o tempo, o abraço não vem de fora ele...
20/01/2026

🔹O luto não é só sentir falta.
É procurar no escuro alguém que já virou memória.
Com o tempo, o abraço não vem de fora
ele passa a morar dentro.

🔹Terapia não é sobre mudar rápido.É sobre se responsabilizar com menos violência e mais autoconsciência
18/01/2026

🔹Terapia não é sobre mudar rápido.
É sobre se responsabilizar com menos violência e mais autoconsciência

18/01/2026

✨🤍

🔹Você evita colocar limitesporque, em algum momento da sua história,aprendeu que se posicionarpodia gerar afastamento, s...
17/01/2026

🔹Você evita colocar limites
porque, em algum momento da sua história,
aprendeu que se posicionar
podia gerar afastamento, silêncio ou perda de vínculo.

🔹Talvez, quando criança,
discordar, dizer não ou expressar incômodo
tenha sido recebido com frieza, crítica
ou retirada de afeto.

🔹Então o corpo aprendeu algo muito importante para sobreviver:
é mais seguro se adaptar do que se arriscar.

🔹Na vida adulta, isso costuma aparecer como:
– dificuldade de dizer não
– medo de decepcionar
– culpa depois de se posicionar
– sensação de ser “egoísta” ao colocar limites

🔹Não é falta de personalidade.
É um padrão aprendido em um contexto
onde manter o vínculo era prioridade.

🔹Dica possível:
antes de tentar impor limites,
observe o medo que aparece quando você pensa em se posicionar.
Entender esse medo é o primeiro passo
para não ser controlado por ele.

🔹Você não precisa se forçar a mudar.
Precisa se escutar com mais honestidade

16/01/2026
🔹Você aprendeu a ser uma criança “fácil”porque, em algum momento,dar trabalho parecia arriscado demais para o vínculo.🔹S...
15/01/2026

🔹Você aprendeu a ser uma criança “fácil”
porque, em algum momento,
dar trabalho parecia arriscado demais para o vínculo.

🔹Ser quieto, maduro, compreensivo ou prestativo
virou uma forma de garantir afeto,
não uma escolha consciente.

🔹Na vida adulta, isso costuma aparecer como
dificuldade de se posicionar, medo de incomodar
e culpa quando você coloca limites.

🔹Dica possível:
comece observando onde você se cala automaticamente.
Nem para reagir diferente só para perceber.
Consciência vem antes de mudança.

Endereço

Foz Do Iguaçu, PR

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