Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas

Jessica Mayara - Psicóloga Clínica/ Terapia dos esquemas Psicóloga e Hipnoterapeuta

🔹Em vez de tentar viver o ideal, pergunte: o que é possível dentro da minha realidade hoje?📌 Psicologia aplicada a vida ...
26/04/2026

🔹Em vez de tentar viver o ideal, pergunte: o que é possível dentro da minha realidade hoje?

📌 Psicologia aplicada a vida real

🔹Existe uma ideia muito comum de que tudo o que você sente precisa ser resolvido na hora. Na prática, isso costuma piora...
26/04/2026

🔹Existe uma ideia muito comum de que tudo o que você sente precisa ser resolvido na hora. Na prática, isso costuma piorar o que você está vivendo.

Quando uma emoção mais intensa aparece, o seu corpo entra em estado de alerta. Isso ativa áreas do cérebro ligadas à sobrevivência e diminui sua capacidade de raciocinar com clareza. Por isso, quanto mais você tenta resolver algo no pico da emoção, maior a chance de agir no impulso, se cobrar mais ou tomar decisões que não ajudam.

Nem toda emoção precisa de solução imediata. Muitas precisam, primeiro, de tempo e de espaço.

Sentir não é um erro que precisa ser corrigido. É um processo que precisa ser compreendido.

Quando você tenta encerrar rapidamente o que está sentindo, você não está regulando. Está evitando. E o que é evitado tende a voltar, geralmente mais intenso.

🌻Orientação da psicóloga: Ao invés vez de tentar resolver, comece nomeando o que está acontecendo dentro de você.

Pergunte-se: o que exatamente eu estou sentindo agora?
E depois: o que essa emoção está pedindo de mim?

Esse movimento simples já reduz a intensidade emocional e te ajuda a sair do automático.

Só depois disso faz sentido pensar em solução.

Regulação emocional não é sobre acelerar o processo.
É sobre conseguir sustentar o que você sente sem se perder nisso.

📌 Psicologia aplicada a vida real

25/04/2026

🔹Talvez você tenha aprendido que sentir demais afasta as pessoas.
Então começou a diminuir o que sente.
Mas não é que você sente demais.
Você só nunca teve espaço seguro para existir emocionalmente.
E isso ainda pesa hoje.

🔹 Ser um homem funcional dentro de casa não tem a ver com papel social. Tem a ver com comportamento no dia a dia.🔹 E iss...
24/04/2026

🔹 Ser um homem funcional dentro de casa não tem a ver com papel social. Tem a ver com comportamento no dia a dia.

🔹 E isso começa no básico, mas precisa crescer em responsabilidade.

🔹 Cuidar do próprio espaço. Não esperar que alguém organize o que você usa. Autonomia básica já reduz desgaste na relação.

🔹 Dividir as tarefas domésticas de forma real. Não como “ajuda”, mas como responsabilidade. Casa é de quem vive nela.

🔹 Se comunicar com clareza. Falar o que sente, o que incomoda e o que precisa. Silêncio não resolve conflito, só adia.

🔹 Se posicionar sem agressividade. Nem explodir, nem se anular. Funcionalidade emocional é conseguir sustentar conversas difíceis.

🔹 Reconhecer o que já faz bem. Sair da lógica de só se cobrar. Isso ajuda a manter constância e não desistir no meio do processo.

🔹 Participar do ambiente emocional da casa. Perceber o outro, validar, se envolver. Relação não se sustenta só com presença física.

🔹 Assumir responsabilidade pelo impacto que causa. Antes de apontar o outro, olhar para o próprio comportamento.

🔹 E isso se aprofunda ainda mais na parentalidade.

🔹 Cuidar dos filhos de forma ativa e igualitária. Não como apoio à mãe, mas como função sua. Isso inclui rotina, cuidado emocional, presença e responsabilidade real.

🔹 Do ponto de vista psicológico, tudo isso exige regulação emocional. Porque sem isso, o padrão tende a ser evitar, se fechar ou reagir impulsivamente.

🌻Orientação da psicóloga: comece pelo que é concreto: observe onde você ainda funciona no automático e escolha uma mudança específica para sustentar.

🔹 Funcionalidade não vem de intenção. Vem de comportamento repetido com consciência.

📌 Psicologia aplicada a vida

24/04/2026

🔹Tem dias em que você não tem força e mesmo assim precisa seguir.

Não é sobre tirar força de onde não tem.
É sobre parar de esperar estar bem para continuar.

Você segue, mesmo cansado.
Mas sem se exigir como se estivesse no seu melhor.

Isso não é fraqueza.
É sustentação emocional

📌 Psicologia aplicada á vida real.

🔹Seus traumas não ficaram no passado. Eles continuam organizando a forma como você percebe o presente.Não é sobre lembra...
23/04/2026

🔹Seus traumas não ficaram no passado. Eles continuam organizando a forma como você percebe o presente.

Não é sobre lembrar do que aconteceu, é sobre como o seu cérebro aprendeu a reagir a partir dessas experiências. Quando algo foi vivido como intenso, repetitivo ou emocionalmente marcante, o sistema nervoso registra aquilo como referência de perigo.

E ele não precisa de uma situação igual para se ativar. Basta algo parecido.

Um tom de voz mais duro, uma ausência, uma sensação de rejeição ou uma cobrança já são suficientes para o corpo entrar em alerta. E, muitas vezes, você reage como se estivesse vivendo aquilo tudo de novo, mesmo sem perceber.

É por isso que hoje você pode sentir reações que parecem maiores do que a situação. Dificuldade de confiar, medo de abandono, necessidade de controle ou até comportamentos de autossabotagem não surgem do nada. São respostas aprendidas.

O problema é que o cérebro não atualiza sozinho. Se esses padrões não são percebidos, você continua respondendo ao presente com base no passado.

🌻Orientação da psicóloga:

comece a diferenciar ativação emocional de realidade. Quando algo te desestabilizar, antes de reagir, faça uma pausa e se pergunte se o que você está sentindo pertence de fato ao momento atual ou se é uma resposta antiga sendo reativada.

Essa pergunta simples cria espaço entre o estímulo e a reação. E é nesse espaço que você começa a sair do automático e construir respostas mais conscientes.

Seus traumas explicam muita coisa, mas não precisam continuar conduzindo todas as suas escolhas.

📌 Psicologia aplicada a vida real

Eu quero ser uma mãe suficientemente boa.Inclusive nos dias em que eu estiver cansada.Nos dias em que eu não estiver por...
23/04/2026

Eu quero ser uma mãe suficientemente boa.
Inclusive nos dias em que eu estiver cansada.
Nos dias em que eu não estiver por inteira.
Nos dias em que eu falhar mais do que eu gostaria de admitir.

Eu quero que a minha filha encontre em mim segurança…
não perfeição.

Quero que ela saiba que pode voltar,
que o meu colo não tem prazo,
que existe um lugar pra ela mesmo quando ela já não for mais pequena.

Eu quero conseguir dar autonomia,
deixar ela ir…
mesmo com uma parte minha morrendo de medo do mundo que espera por ela.

Quero que ela me veja como alguém real.
Que entenda que eu também me sinto insegura às vezes,
que eu também erro, também me canso, também me perco…

mas que ainda assim, eu sustento.

Eu não quero ensinar força sendo inabalável.
Quero ensinar força sendo humana.

Pra que um dia ela não ache que precisa ser perfeita pra ser amada.
Pra que ela saiba que pode existir inteira
inclusive nas partes que falham.

No fim, não é sobre acertar sempre.
É sobre ser alguém em quem ela possa confiar…
até quando eu não acerto.

📌 Psicologia aplicada à vida real

🔹E isso não é falta de identidade no sentido superficial.Geralmente é resultado de adaptação.Ao longo da vida, você apre...
22/04/2026

🔹E isso não é falta de identidade no sentido superficial.
Geralmente é resultado de adaptação.

Ao longo da vida, você aprende a se ajustar.
A responder ao que esperam de você.
A evitar conflitos, rejeição ou abandono.

O problema é que, quando isso se repete por muito tempo,
você começa a funcionar mais a partir do ambiente do que de si mesmo.

Do ponto de vista do funcionamento do cérebro, faz sentido:
ele prioriza segurança e pertencimento.
Se, em algum momento, ser você mesmo trouxe risco (crítica, rejeição, instabilidade),
ele aprende a inibir esse movimento.

Com o tempo, você perde clareza interna.

F**a difícil saber o que você quer,
o que você sente de verdade,
ou qual decisão faz sentido para você.

Não porque você não tenha um “eu”,
mas porque ele foi ficando em segundo plano.

🔹Orientação da psicóloga:

em vez de tentar “se encontrar” de forma abstrata,
comece pelo concreto.

Observe pequenas escolhas do seu dia e se pergunte:
“isso eu estou fazendo porque eu quero ou porque eu acho que deveria?”

Pode parecer simples, mas esse tipo de diferenciação começa a reorganizar sua percepção interna.

Identidade não aparece de uma vez.
Ela se constrói quando você volta a se incluir nas próprias decisões.

E isso começa em movimentos pequenos, repetidos, consistentes

21/04/2026
🔹Você sabe…Mas sabe o quê, exatamente?O que você quer viver?O que você aceita?O que você já percebeu… mas ainda não mudo...
20/04/2026

🔹Você sabe…

Mas sabe o quê, exatamente?

O que você quer viver?
O que você aceita?
O que você já percebeu… mas ainda não mudou?

Às vezes, não falta clareza.
Falta parar e se perguntar com honestidade:

👉 Essa vida que eu estou levando… é a que eu realmente quero?

Ou é só a que eu fui acostumando a viver?

Porque, no final…
não é sobre saber mais.

É sobre se permitir olhar de verdade
para a vida que você está construindo.

1️⃣ Você está mudandoQuando você começa a se posicionar mais, questionar e colocar limites…isso quebra a dinâmica que an...
19/04/2026

1️⃣ Você está mudando

Quando você começa a se posicionar mais, questionar e colocar limites…
isso quebra a dinâmica que antes funcionava.

👉 Nem todo mundo lida bem com a sua mudança.

2️⃣ Ele(a) perde controle

Se antes você cedia, se adaptava e evitava conflito,
a terapia começa a te tirar desse lugar.

👉 E isso pode gerar resistência.

3️⃣ A relação é confrontada

A terapia não muda só você ela expõe padrões da relação.

👉 E nem todo mundo quer olhar pra isso.

4️⃣ Ele(a) se sente ameaçado

Seu crescimento pode ser percebido como distância.

👉 Como se você estivesse “indo pra outro lugar”.

5️⃣ Você para de aceitar o que antes aceitava

Coisas que antes você tolerava,
começam a incomodar.

👉 E isso muda o equilíbrio da relação

Endereço

Foz Do Iguaçu, PR

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