Regina Célia l Psicóloga

Regina Célia l Psicóloga Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Regina Célia l Psicóloga, Psicólogo/a, Goiânia.

27/02/2026

Ao invés desse curso, temos a TCC, mas calma aí que não tem a ver com faculdade.

É a terapia cognitivo-comportamental que te ajuda com essas atividades de vida diária, que nem sempre são tão simples assim de executar. Concorda?

Aqui no meu perfil, você encontra vários conteúdos que podem te ajudar com isso. 🤝

Siga e compartilhe com todos aqueles que também precisam desse lembrete. 📌

Regina Pires Ψ

📽️:

23/02/2026

O problema não é sentir demais: é justamente se proibir de sentir. 🚨

“Eu não ligo pra essas coisas”, “sou objetiva, vou direto ao ponto”, “não tenho paciência para f**ar remoendo sentimentos” … Essas frases soam familiar para você? 🤔

Vivemos em uma cultura que valoriza a racionalidade acima de tudo, especialmente para mulheres, que já carregam o estigma de serem “emocionais demais”. Então aprendemos a reprimir, ignorar e minimizar o que sentimos.

Mas aqui está o problema: quando você desliga suas emoções, desliga também seus mecanismos de proteção.

🆘 Aquela irritação que você classificou como “exagero seu”? Talvez fosse um limite sendo desrespeitado.
🆘 O desconforto que você racionalizou como “só impressão”? Pode ser sua intuição te alertando.
🆘 Ou a mágoa que você engoliu “pra não fazer drama”? Era um sinal de que você merecia melhor.

Emoções nos informam sobre:

🧠 O que é seguro ou perigoso.
🧠 Quais limites foram cruzados.
🧠 O que você precisa para estar bem.
🧠 Quando algo não está alinhado com seus valores.

Ignorá-las não te torna forte, pelo contrário, te faz vulnerável, porque você para de perceber quando está sendo desrespeitada, explorada ou maltratada.

Permitir-se sentir é um ato de autoproteção. Então, eu te pergunto: qual sentimento você tem evitado? E o que ele pode estar tentando te dizer a respeito de uma situação que você vem normalizando? 💬

Compartilhe este post com quem também precisa ouvir: sentir não é fraqueza, é sobrevivência emocional. 📤

Regina Pires Ψ

16/02/2026

A gente ri, mas isso é mais comum do que você imagina. 😅

Sabe quando você chega na sessão e, de repente, começa a falar sobre qualquer coisa — o trânsito, o clima, aquela série — menos do que realmente está te machucando?

⚠️ E não é má vontade nem falta de comprometimento com a terapia. É somente o seu cérebro tentando te proteger, porque ele aprendeu uma coisa ao longo da vida: certas emoções doem, algumas memórias machucam e evitá-las parece mais seguro do que senti-las.

Então você desvia, muda de assunto ou simplesmente “esquece” de mencionar aquilo que te incomoda de verdade. E isso acontece por várias razões válidas:

💭 Medo da dor emocional – tocar em feridas ainda abertas assusta.
💭 Vergonha ou culpa – alguns sentimentos parecem “proibidos” de sentir.
💭 Falta de segurança – você ainda está construindo confiança no processo.
💭 Medo do que a mudança pode trazer – mesmo o que dói pode parecer familiar e “seguro”.

Mas eu preciso que saiba que evitar não é falhar. Na verdade, quando você ignora certos assuntos, muitas vezes é porque eles são os mais importantes, afinal seu cérebro não gastaria energia te afastando de algo irrelevante. 🧠

E na terapia? Tudo acontece no seu momento, sem pressão e sem julgamento. Quando reconhecemos juntas essa “fuga” com acolhimento, ela deixa de ser um bloqueio e se transforma em portal: um caminho para que você entenda melhor suas emoções e desenvolva maneiras mais saudáveis de lidar com elas. ✨

Você já se pegou evitando algum assunto na terapia? Comente aqui para que possamos normalizar isso.

Regina Pires Ψ

13/02/2026

Terapia não é eu ter todas as respostas, mas você descobrir que sempre teve as suas dentro de si. 💡

Repare, neste vídeo, na sabedoria do gesto: a mulher não resolve o problema da amiga, mas dá a ela os meios de fazer isso. E essa é uma maneira muito didática para explicar a terapia cognitiva-comportamental (TCC).

Quando um paciente chega ao meu consultório pela primeira vez, muitas vezes espera isso de mim: “me diz o que está errado comigo?”, “resolve minha ansiedade!”, “conserta meu relacionamento!” ou “me dá a resposta certa!”.

E eu entendo isso perfeitamente, pois quando estamos sofrendo queremos, sim, que “alguém entre no rio e pegue nosso sapato para a gente” para que possamos ter alívio o mais rápido possível. 🤷🏼‍♀️

📣 Mas, se eu fizer isso, o que realmente acontece? O paciente não aprende como lidar com a próxima dificuldade, continua dependente de validação externa e não desenvolve suas próprias ferramentas emocionais.

Na terapia cognitiva-comportamental, meu papel é diferente: eu te ajudo a identif**ar como você pensa (e como isso afeta a forma como você se sente e age), te ensino a questionar pensamentos automáticos distorcidos e desenvolvo com você estratégias personalizadas de enfrentamento e te mostro padrões que você repete sem perceber.

E sabe o que acontece quando você consegue?

Você:

✨ percebe que é capaz;
✨ internaliza a habilidade (e pode usá-la de novo);
✨ se empodera como protagonista da sua vida;
✨ não precisa da minha aprovação para cada decisão.

A terapia promove autonomia e te ajuda a reconhecer seus recursos internos e a se tornar especialista em si mesma.

Eu não trabalho por você: eu trabalho com você. E essa diferença muda tudo. 🤝

💬 E aí, você esperava “respostas prontas” quando começou a terapia? O que mudou na sua percepção do processo? Compartilhe comigo nos comentários, pois adoro essa troca. 💙

Regina Pires Ψ

Créditos:

TerapiaCognitivoComportamentalGoiania

Entrei na trend e é assim que o ChatGPT me enxerga… ✨Amo minha profissão — a mente humana me fascina —, estudar, fortale...
11/02/2026

Entrei na trend e é assim que o ChatGPT me enxerga… ✨

Amo minha profissão — a mente humana me fascina —, estudar, fortalecer a minha fé e também estar em contato com a natureza.

Isso é um pouco do que faço para me reconectar comigo mesma.

E você, como me vê? Compartilhe aqui nos comentários. 💬

Regina Pires Ψ

10/02/2026

Sabe aquela conversa difícil que você ensaiou mil vezes na sua cabeça ou a discussão que você imaginou nos mínimos detalhes, prevendo cada palavra e reação? 😰

Pois é! A ansiedade tem esse talento peculiar de transformar nossa mente em roteirista de filmes de terror: criamos diálogos inteiros, finais trágicos e cenários perturbadores que, na grande maioria das vezes, nunca acontecem. ⚠️

O problema não é imaginar possibilidades, pois isso faz parte do ser humano. A questão é quando essas histórias inventadas roubam nossa paz no presente e quando passamos a sofrer antecipadamente por algo que só existe na nossa cabeça.

Mas podemos, sim, aprender a identif**ar esses padrões e questionar: “isso é real ou é apenas a ansiedade falando?” ✨

💬 Qual cenário catastrófico sua mente mais gosta de inventar? Compartilhe aqui e vamos ressignif**ar juntas esse padrão. 🤝

Se você se identificou, compartilhe com alguém que também precisa deste conteúdo.

Regina Pires Ψ

06/02/2026

Por que muitas vezes a gente insiste em f**ar onde dói?

Aquele trabalho que te esgota há meses, o relacionamento que já não te nutre ou a situação que virou peso…

Você sabe que está te fazendo mal, sente no corpo, percebe na sua ansiedade, mas simplesmente não consegue se afastar. 🆘

E sabe por quê? Sair parece mais assustador do que f**ar. Afinal, você já investiu tanto e “vai que é só uma fase ruim, não é?” 🤦🏼‍♀️

Então você f**a e vai se queimando por dentro. Mas permanecer onde já não deveria estar não é lealdade: é autossabotagem.

Ficar não te faz forte, te torna exausta. E sabe o que é autocuidado de verdade? É ter coragem de se afastar do que está te consumindo, mesmo quando todo mundo acha que você “deveria aguentar”.

Sair do que te machuca não é fraqueza; é escolher se respeitar. Lembre-se de que você não é uma árvore para criar raízes em solo que te adoece.

E você, onde está permanecendo só por medo de ir embora? Comente aqui ou deixe só um emoji se for difícil colocar isso em palavras. 💬

Regina Pires Ψ

📽️: .ianhez

Ninguém te prepara para o que acontece dentro de você quando o diagnóstico chega. 💔Muito se fala sobre tratamentos, exam...
04/02/2026

Ninguém te prepara para o que acontece dentro de você quando o diagnóstico chega. 💔

Muito se fala sobre tratamentos, exames, estatísticas… Mas quase ninguém comenta sobre o terremoto emocional que acontece quando você ouve aquelas palavras que mudam tudo.

Sobre como, de repente, você deixa de ser você e vira “a paciente”, sobre o luto de quem você era antes e sobre a pressão absurda de ter que “ser forte” quando tudo que você queria era poder desmoronar, pelo menos por um instante. 🥀

O Dia Mundial do Câncer nos lembra: o corpo precisa de cuidado, mas a mente também. E não, você não precisa passar por isso fingindo que está bem. ⚠️

👉 Arraste para o lado e venha descobrir o que ninguém te conta — e sobre como a terapia pode te sustentar nessa travessia. 👉

Se sentir-se à vontade, compartilhe nos comentários: você já viveu ou acompanhou alguém passando por isso? Como foi lidar com essa situação?

Regina Pires Ψ

02/02/2026

Envie este post para quem também precisa da permissão para tirar a capa o quanto antes. 💙

Você é uma guerreira!” — a frase que celebra sua exaustão disfarçada de elogio. 🆘

Porque quando te chamam assim, geralmente não é por você ter escolhido lutar, mas porque você não teve outra alternativa e não está dando conta de tudo sozinha. E segue em um estado de esgotamento, mesmo ainda sorrindo. ⚠️

E isto tem nome: Síndrome da Mulher Maravilha, que é quando você sente que precisa ser perfeita em tudo — mãe impecável, profissional brilhante, parceira atenta, filha presente, amiga disponível — e ainda manter a casa, o corpo e a sanidade mental. Tudo ao mesmo tempo e tudo isso sozinha.

Você não usa capa, mas age como se tivesse superpoderes e força sobre-humana. E quando você finalmente desmorona? Aí a culpa te pune, porque afinal “você sempre deu conta de tudo antes”, não é? 🥴

Entenda que você não precisa ser a Mulher Maravilha, porque ser forte o tempo todo é exaustivo, carregar tudo sozinha é insustentável e performar invencibilidade está custando sua saúde mental, sua paz e sua leveza. 🚩

E a força verdadeira não está em sustentar tudo, mas em reconhecer quando você não aguenta mais.

Compartilhe comigo aqui: qual é a área da sua vida onde você mais sente essa pressão de “dar conta” e o que você gostaria de poder soltar? 💬

Regina Pires Ψ

Vídeo:

30/01/2026

A pergunta que toda mulher exausta deveria se fazer: “Quando foi que eu aprendi que só seria valorizada se desse conta de tudo sozinha?” 🤦🏼‍♀️

Porque ninguém nasce achando que precisa ser super-heroína. Isso é ensinado, absorvido e construído através de algumas mensagens sutis — e outras nem tanto assim — que você recebeu ao longo da vida.

Talvez tenha começado na sua infância quando você ouviu: “Você é tão madura para sua idade!” O que, na verdade, signif**ava que você não podia ser criança, pois precisava ser responsável. Ou quando percebeu que só recebia atenção quando estava “sendo útil”, aprendeu que emoções eram inconvenientes ou viu que vulnerabilidade afastava pessoas. 💭

E hoje? Você está exausta, porque carregar tudo sozinha não te fez mais forte: fez com que você se sentisse mais cansada, mais isolada e mais distante de conexões verdadeiras. ⚠️

Na Terapia do Esquema, trabalhamos justamente essas crenças que se formaram quando você era criança e que, hoje, te aprisionam. Porque você merece desaprender o que nunca deveria ter aprendido. ✨

Compartilhe aqui comigo: qual foi o momento da sua infância que te ensinou isso? Quando você percebeu que “dar conta de tudo” era o preço do amor? 👇

Salve este post para lembrar que você não precisa carregar tudo sozinha. 💙

Regina Pires Ψ

Endereço

Goiânia, GO
74843-100

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Regina Célia l Psicóloga posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram

Categoria