13/02/2026
Terapia não é eu ter todas as respostas, mas você descobrir que sempre teve as suas dentro de si. 💡
Repare, neste vídeo, na sabedoria do gesto: a mulher não resolve o problema da amiga, mas dá a ela os meios de fazer isso. E essa é uma maneira muito didática para explicar a terapia cognitiva-comportamental (TCC).
Quando um paciente chega ao meu consultório pela primeira vez, muitas vezes espera isso de mim: “me diz o que está errado comigo?”, “resolve minha ansiedade!”, “conserta meu relacionamento!” ou “me dá a resposta certa!”.
E eu entendo isso perfeitamente, pois quando estamos sofrendo queremos, sim, que “alguém entre no rio e pegue nosso sapato para a gente” para que possamos ter alívio o mais rápido possível. 🤷🏼♀️
📣 Mas, se eu fizer isso, o que realmente acontece? O paciente não aprende como lidar com a próxima dificuldade, continua dependente de validação externa e não desenvolve suas próprias ferramentas emocionais.
Na terapia cognitiva-comportamental, meu papel é diferente: eu te ajudo a identif**ar como você pensa (e como isso afeta a forma como você se sente e age), te ensino a questionar pensamentos automáticos distorcidos e desenvolvo com você estratégias personalizadas de enfrentamento e te mostro padrões que você repete sem perceber.
E sabe o que acontece quando você consegue?
Você:
✨ percebe que é capaz;
✨ internaliza a habilidade (e pode usá-la de novo);
✨ se empodera como protagonista da sua vida;
✨ não precisa da minha aprovação para cada decisão.
A terapia promove autonomia e te ajuda a reconhecer seus recursos internos e a se tornar especialista em si mesma.
Eu não trabalho por você: eu trabalho com você. E essa diferença muda tudo. 🤝
💬 E aí, você esperava “respostas prontas” quando começou a terapia? O que mudou na sua percepção do processo? Compartilhe comigo nos comentários, pois adoro essa troca. 💙
Regina Pires Ψ
Créditos:
TerapiaCognitivoComportamentalGoiania