10/12/2025
Durante o período chuvoso, a rotina da coleta se torna muito mais desafiadora. A umidade faz com que o lixo fique até 20% mais pesado, o que aumenta o esforço das equipes, reduz a capacidade de compactação dos caminhões e causa um número maior de sacos rasgados ao serem movimentados. Nessa época também cresce o descarte de frutas típicas do período, como pequi e manga, que são naturalmente pesadas e intensificam ainda mais esse problema.
As fortes chuvas também interferem diretamente no andamento do serviço. Em casos de tempestades intensas, é necessário diminuir o ritmo momentaneamente para preservar a segurança da equipe — mas o trabalho nunca para. Além disso, com chuva, mais carros circulam pela cidade, o que deixa o trânsito lento, gera atrasos nas rotas e torna o trajeto dos caminhões mais complexo.
A condição das vias também se agrava: buracos aumentam, vias sem pavimentação podem atolar os veículos, exigindo o envio de veículos utilitários para complementar o serviço. Em áreas com muita enxurrada, quando a residência não possui lixeira adequada, os sacos deixados no chão podem ser carregados pela água, se rompendo e espalhando resíduos pela rua.
Após chuvas fortes, cresce ainda o volume de galhadas, podas e materiais volumosos, que exigem reforço das equipes e um planejamento extra para manter tudo funcionando.
Mesmo diante de tantos desafios, a coleta segue todos os dias, com rotas adaptadas e esforço redobrado para manter a cidade limpa e organizada.
A colaboração da população faz toda a diferença nesse período.
✔ Utilize lixeiras elevadas sempre que possível.
✔ Coloque os sacos apenas nos horários corretos.
✔ Evite descartar materiais pesados ou volumosos durante a chuva.
✔ Amarre bem os sacos e, se possível, use dois quando o conteúdo estiver muito úmido.
Pequenas atitudes ajudam a reduzir riscos, evitam retrabalho e garantem um serviço mais eficiente para todos.