David Albuquerque

David Albuquerque Vivendo uma vida saudavel, feliz e sem dor!

Equipe reunida!
11/11/2025

Equipe reunida!

Incrível!
05/11/2025

Incrível!

O Senado aprovou nesta terça-feira (4) projeto que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a distribuir cordões com desenhos de girassóis para identificar pessoas com deficiências ocultas (PL 2.621/2023). O texto recebeu apenas emendas de redação, por isso não precisará votar à Câmara e vai à sanção.

O projeto, do deputado Capitão Alberto Neto (PL-AM), passou pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e pela Comissão de Direitos Humanos (CDH). Nas duas comissões foi relatado pelo senador Plínio Valério (PSDB-AM)

O texto altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de 2015) para prever entre os serviços de saúde pública a pessoas com deficiência a distribuição do cordão de fita com desenhos de girassóis para a identificação de deficiências ocultas, como autismo, transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ansiedade, depressão e epilepsia.

Para o relator, a pessoa com deficiência que não apresenta características visíveis muitas vezes não tem as dificuldades reconhecidas pela sociedade, o que a expõe a constrangimentos e limitações ao tentar exercer seus direitos.

Fonte: Agência Senado

Companheiros fiéis!❤️
31/10/2025

Companheiros fiéis!❤️

Amiga verdadeira!
31/10/2025

Amiga verdadeira!

30/10/2025
30/10/2025

Você sofre com dores nos músculos e articulações?

Muita atenção!!
30/10/2025

Muita atenção!!

Não errei mais! Artrite, artrose e Osteoporose não são a mesma coisa. Consulte seu médico.

30/10/2025

Ter fibromialgia não é apenas sentir dor em um lugar específico do corpo. É sentir como se cada célula, cada músculo, cada articulação estivesse constantemente em alerta, reagindo a estímulos mínimos que para outra pessoa seriam imperceptíveis. Quando alguém diz “está doendo tudo, da ponta do pé até o fio do cabelo”, quem convive com fibromialgia entende que não é uma hipérbole, não é exagero. É a realidade diária, silenciosa e invisível.

A dor não tem hora marcada. Pode ser um incômodo constante que acompanha desde o momento em que você acorda até a hora de dormir. Ela pode mudar de intensidade: às vezes latejante, outras vezes ardente ou em forma de pontadas súbitas. O corpo que deveria ser apenas seu refúgio se transforma em um território hostil. Os pés parecem carregar mil quilos, as pernas não respondem como antes, os braços ficam pesados demais para tarefas simples. O pescoço, os ombros, a mandíbula, o couro cabeludo… tudo dói. Cada toque, cada movimento, cada mudança de temperatura pode aumentar o sofrimento.

Mas a fibromialgia vai além da dor física. Ela vem acompanhada de fadiga extrema, como se seu corpo tivesse sido drenado de energia e nenhum café, nenhum descanso, fosse suficiente para recarregá-lo. Há também a névoa mental, o chamado “fibrofog”, que faz você esquecer compromissos, nomes e até mesmo tarefas básicas do dia a dia. A ansiedade e a frustração surgem quase como companheiras obrigatórias, porque não é fácil conviver com algo que o mundo não vê, mas que você sente intensamente.

Mesmo diante de tudo isso, a vida continua. Mas cada passo, cada gesto, cada atividade diária exige planejamento, estratégia e, às vezes, resignação. É preciso aprender a ouvir o corpo, respeitar seus limites e lidar com a incompreensão alheia. As pessoas podem dizer “mas você está bem”, “parece que não dói tanto assim”, ou “mas você se mexe normalmente”. Mas a fibromialgia é silenciosa e traiçoeira. A dor existe, mesmo que ninguém perceba.

Portanto, quando alguém com fibromialgia diz:
"Está doendo tudo, da ponta do pé até o fio do cabelo", não é dramatização. É a pura realidade de quem vive com uma condição que desafia a percepção, que transforma o cotidiano em batalha e que exige uma força invisível para suportar cada momento. É compreender que cada gesto simples, como levantar da cama, preparar uma refeição ou tomar banho, pode se tornar um esforço monumental.

Ter fibromialgia é viver em um corpo que fala em dor constante, mesmo quando o mundo não ouve. É entender, no mais profundo do ser, o significado verdadeiro da expressão: "está doendo tudo".

30/10/2025

A fibromialgia é uma síndrome crônica caracterizada por dor generalizada no corpo, acompanhada de outros sintomas que afetam a qualidade de vida de quem convive com ela. Diferente de muitas doenças, não há inflamação visível nem alteração nos exames convencionais, e por isso muitas pessoas têm dificuldade em entender a gravidade dessa condição.

O que acontece no corpo de quem tem fibromialgia é uma hipersensibilidade do sistema nervoso central à dor. Isso significa que estímulos que normalmente não causariam dor passam a ser percebidos como intensamente dolorosos. Além da dor, outros sintomas frequentemente associados incluem cansaço extremo, fadiga, distúrbios do sono, alterações cognitivas (conhecidas como “fibro-fog”), ansiedade e depressão.

A fibromialgia pode afetar qualquer pessoa, mas é mais comum em mulheres entre 30 e 60 anos. O diagnóstico é clínico, feito por meio da avaliação de sintomas e exclusão de outras condições que podem causar dores semelhantes, como doenças autoimunes ou problemas ortopédicos. Apesar de não ter cura, existem formas de controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, incluindo medicações, fisioterapia, práticas de exercícios leves, técnicas de relaxamento e mudanças no estilo de vida.

Viver com fibromialgia é enfrentar desafios constantes. Um simples esforço físico pode ser doloroso, e tarefas do dia a dia, como cozinhar ou se vestir, podem se tornar desgastantes. Muitas pessoas relatam sentir dor mesmo após dormir, fadiga intensa logo pela manhã e sensação de corpo “pesado”, o que impacta diretamente no trabalho, nas relações sociais e na saúde mental.

Além disso, a fibromialgia ainda sofre com desinformação e preconceito. Muitas pessoas confundem a condição com “frescura” ou preguiça, mas a realidade é que a dor e o cansaço são reais, debilitantes e constantes. Reconhecer a fibromialgia como uma doença séria, embora invisível, é essencial para dar suporte a quem convive com ela.

O tratamento ideal é multidisciplinar, incluindo médicos, fisioterapeutas, psicólogos e educadores físicos, adaptado às necessidades individuais de cada paciente. Estratégias de autocuidado, como alimentação equilibrada, exercícios leves e técnicas de manejo da dor, ajudam a melhorar a qualidade de vida, mesmo que a doença não tenha cura.

🟪 Em resumo: a fibromialgia não é apenas dor física; é uma condição complexa que afeta o corpo e a mente, desafiando diariamente quem a enfrenta. Entender, apoiar e dar voz a quem sofre com ela é fundamental para reduzir o sofrimento e melhorar a vida de quem convive com a síndrome.

Endereço

São Paulo, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando David Albuquerque posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para David Albuquerque:

Compartilhar