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aprendendo.sem.neura APRENDIZAGEM BASEADA EM EVIDÊNCIAS
Terapeuta Cognitiva
Neuropsicopedagoga
Especialista em Neuroa

🤔💪🏽
02/12/2025

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Ontem foi a final da Libertadores. Meu time perdeu. E eu? Chorei horrores. Chorei sofrendo, daquele jeito que até quem n...
30/11/2025

Ontem foi a final da Libertadores. Meu time perdeu. E eu? Chorei horrores. Chorei sofrendo, daquele jeito que até quem não torce por ninguém f**a meio sem saber o que fazer. Teve gente constrangida tentando me consolar, teve flamenguista sem graça de comemorar do meu lado… porque eu tava ali: entregue, doída, inteira no sentimento.
E tudo bem — eu sempre fui assim. Sou palmeirense desde que me entendo por gente, e amar futebol desse jeito é se permitir sentir até o que dói.

Hoje, já com todas as pitangas devidamente choradas, fiquei pensando sobre isso.
Lembrei de uma conversa da minha amiga maravilhosa, Laís Carvalho, sobre como a gente esquece que felicidade, vitória e satisfação quase sempre são filhas do desconforto. Do incômodo. Do processo que machuca, cansa, atrasa e frustra.
A gente quer o ápice, mas não quer atravessar o vale.

Só que não é assim que funciona.

O caminho não é trocar de time porque perdeu, nem mudar de técnico na primeira crise.
Assim como também não é se anestesiar pra não sentir o desconforto de um processo difícil.
E muito menos fingir que não dói, esconder o choro, varrer a frustração pra debaixo do tapete como se sentir fosse um erro.

Ontem eu chorei. Chorei mesmo.
Mas eu jamais deixaria de ser palmeirense — porque são exatamente as dores e as travessias que fazem a alegria das conquistas explodir dentro da gente.

E aí, fazendo o paralelo inevitável: na carreira é igual.
Tem gente que, ao primeiro tropeço, já quer trocar de área, refazer tudo, recomeçar do zero… só pra escapar do desconforto que FAZ PARTE do processo de construir algo verdadeiro.
Mas autenticidade, propósito, posicionamento — tudo isso nasce da coragem de permanecer, de atravessar o incômodo, de se permitir sentir e aprender com as derrotas também.

No fim, é isso:
a vitória só tem gosto pra quem não tenta pular o processo.
E eu sigo aqui — palmeirense, profissional, humana — aprendendo a honrar até o choro que me constrói.

Será que você também não está precisando se reconhecer na sua própria carreira?
24/11/2025

Será que você também não está precisando se reconhecer na sua própria carreira?

Quando comecei, eu achava que “ter a agenda cheia” era o grande sinal de que eu tinha vencido.Então… eu aceitei tudo.Tud...
12/11/2025

Quando comecei, eu achava que “ter a agenda cheia” era o grande sinal de que eu tinha vencido.
Então… eu aceitei tudo.
Tudo mesmo.
Casos que eu amava, casos que eu não dominava, casos que não tinham nada a ver comigo — mas que eu aceitava, porque “vai que depois não aparece outro”, né? 🙃

E a agenda realmente encheu.
Mas junto dela veio um combo: exaustão, confusão e uma sensação constante de estar ocupada, mas não necessariamente realizada.

Atender quase 40 pacientes por semana me ensinou o que os cursos não ensinam: que quantidade não compensa a falta de direção.
Que quando a gente tenta atender todo mundo, acaba não sendo referência pra ninguém.
E que é impossível construir uma carreira autêntica se a gente vive moldando o próprio jeito pra caber nas demandas dos outros.

Hoje, eu prefiro uma agenda mais leve e muito mais minha.
Prefiro trabalhar com pessoas que se conectam com meu jeito, com minha visão e com o que eu realmente posso entregar de melhor.
Porque crescer profissionalmente não é sobre lotar horários.
É sobre escolher com consciência o que (e quem) faz sentido pra permanecer.

Às vezes , na tentativa de ser “profissional” acabamos sendo só… previsível.A gente começa escondendo uma opinião aqui, ...
09/11/2025

Às vezes , na tentativa de ser “profissional” acabamos sendo só… previsível.
A gente começa escondendo uma opinião aqui, suavizando uma fala ali, deixando de postar uma reflexão acolá, tudo pra não gerar desconforto, pra não parecer demais, pra não desagradar ninguém.

Mas o preço disso é alto.
Porque quanto mais você tenta agradar todo mundo, mais você se distancia de quem realmente se conectaria contigo de forma genuína.

O medo de perder pacientes, de ser julgada, de não ser levada a sério, vai te empurrando pra um lugar morno, neutro, sem cor.
E quando vê, sua comunicação parece com a de todo mundo.
Seu posicionamento soa igual ao da maioria.
E sua carreira vai perdendo a sua cara.

Mas e o medo de viver uma carreira sem vida?
Sem verdade?
Sem você?

Ser autêntica é arriscado, sim.
Mas viver sem autenticidade é um risco ainda maior: o de passar anos atuando sem se sentir realmente viva no que faz.

É lindo de ser ver 🌱
04/11/2025

É lindo de ser ver 🌱

Ontem e hoje vivi algo muito gostoso.Participei do TDAH Summit com outras três profissionais; assistimos juntas lá na cl...
25/10/2025

Ontem e hoje vivi algo muito gostoso.
Participei do TDAH Summit com outras três profissionais; assistimos juntas lá na clínica.
Foram dois dias de muito conteúdo, mas também de muita risada, conversa fiada, troca, comes e bebes e apoio.
Entre uma palestra e outra, a gente discutia casos, compartilhava experiências, falava besteira, ria alto, brincava. Foi leve. Foi real.

E sabe o que me veio à cabeça?
Como para mim já foi difícil viver momentos assim.
No começo da minha carreira, eu tinha uma trava enorme pra me aproximar de outras profissionais.
Eu me sentia analisada o tempo todo — com medo de falar alguma bobagem e alguém pensar que eu não era uma boa profissional, ou que eu não levava as coisas tão a sério.
Demorei pra entender que o network não precisa ser esse ambiente formal, engessado, quase corporativo.

Um dos meus projetos mais especiais, o Café Cognitivo, nasceu exatamente disso: da vontade de criar encontros leves, com café, lanche e conversa boa.
Falamos de casos e temas pertinentes a nossa prática profissional sim, mas também de coisas da vida, de inseguranças, de imprevistos, de risadas e até de presepadas.
Foi ali que aprendi a me permitir ser vulnerável — falar do jeito que eu falo, rir como eu rio, brincar, ser eu.
E, pra minha surpresa, quanto mais eu me mostrava de verdade, mais eu me conectava.
As pessoas não se afastavam. Elas se aproximavam.

Ontem e hoje eu vivi isso de novo.
Aprendemos muito, mas também nos divertimos, nos apoiamos e nos reconhecemos nas histórias umas das outras.
E pra mim, é disso que o network é feito: de trocas genuínas, aprendizado, afeto, leveza e liberdade pra ser quem a gente é.

Que venham mais momentos de aprendizado, troca, mais risadas e mais encontros assim.

Se liga nos sinais, hein?To te esperando!
22/10/2025

Se liga nos sinais, hein?
To te esperando!

Esse mês eu faço 41 anos. Sei que tem um funcionamento muito presente na minha geração que é o de não se enxergar tendo ...
19/10/2025

Esse mês eu faço 41 anos. Sei que tem um funcionamento muito presente na minha geração que é o de não se enxergar tendo a idade que tem, mas também sei que existe muito forte dentro de mim uma energia muito encontrada nas crianças, nos jovens… aquela que ainda acredita que podemos ser o que quisermos; em um momento posso ser um pirata dos sete mares, logo em seguida posso resolver ser um piloto de formula 1. Aquela energia que vive intensamente o agora, que acha que pode fazer qualquer coisa (pena que o corpo não concorda muito 🥹😅), que nunca é tarde para nada, que adora viver novas e antigas experiências. Vou fazer 41 anos ainda pensando que nem minha mãe conta que eu dizia quando pequena, que dormir era perda de tempo (por isso meu corpo às vezes usa a estratégia de me apagar por exaustão 😬). Eu adoro viver uma vida cheia de vida e acho que serei assim por toda a minha vida.

Calma! Não me crucifiquem! KkkkkO que estou querendo dizer é que, você não precisa seguir estes atributos para ser uma b...
16/10/2025

Calma! Não me crucifiquem! Kkkkk
O que estou querendo dizer é que, você não precisa seguir estes atributos para ser uma boa terapeuta infantil, para ser reconhecida, para ter sucesso e procura pelo seu serviço.

Não existe um “molde” de terapeuta infantil. E que maravilha que não existe! A liberdade de ser quem somos na nossa atuação e pautar nossas escolhas em nós mesmas e não nestes padrões é preciosíssima.

Houve um tempo em que eu buscava esses padrões também. Talvez por me sentir mais segura tendo eles como guia. Mas eu não sentia que estava crescendo na minha carreira e colhendo os meus frutos. Quando fui deixando isso para trás e me reencontrando, foi incrível porque eu também passei a ser encontrada…exatamente pelo perfil de paciente alinhado com o meu jeito.

Tenho muito orgulho do caminho que percorri e do que construí. Eu me vejo em cada detalhe da minha atuação profissional.

E você? Também está precisando se reencontrar no teu caminho profissional?

Pode até parecer o algoritmo, mas na real… talvez seja só o momento de encarar que você não quer mais trabalhar no pilot...
16/10/2025

Pode até parecer o algoritmo, mas na real… talvez seja só o momento de encarar que você não quer mais trabalhar no piloto automático.

Você já entendeu tudo sobre desenvolvimento infantil, sobre aprendizagem, sobre comportamento…
Mas quando o assunto é você, sua carreira e seu posicionamento, parece que tudo f**a meio nebuloso, né?

Foi por isso que eu criei a Mentoria do Jeito Dela, pra profissionais que já atuam, mas querem parar de reproduzir o que todo mundo faz e começar a viver uma trajetória com mais sentido, reconhecimento e leveza.

A mentoria é construída em três frentes que andam juntas, porque nenhuma faz sentido sem a outra:

🌿 Autoconhecimento, pra você entender sua essência e parar de tentar se encaixar em modelos prontos.
🗣️ Comunicação, pra transformar essa essência em posicionamento claro e autêntico, que atrai o público certo.
🚀 Projetos, pra tirar suas ideias do papel e transformar propósito em prática, com estratégia, não só inspiração.

A segunda turma começa no fim do mês, e se você tem sentido que “do jeito que tá, não dá mais”, talvez seja hora de fazer do seu jeito, mas com direção.

Me chama no direct pra eu te contar como vai funcionar e analisarmos juntas se é o seu momento de entrar pra esse grupo incrível de profissionais que estão construindo uma carreira valiosa, com a sua cara.

Hoje é Dia das Crianças. E enquanto o feed se enche de nostalgia e fotos de infância, eu fiquei pensando em quantas de n...
12/10/2025

Hoje é Dia das Crianças. E enquanto o feed se enche de nostalgia e fotos de infância, eu fiquei pensando em quantas de nós, mulheres, terapeutas, educadoras, profissionais, fomos, em algum momento, aquela criança criativa, curiosa, que inventava mundos e acreditava em mil possibilidades.

Aí a vida foi acontecendo. E no meio de tantas tentativas de “ser uma boa profissional”, a gente foi aprendendo a caber, a se encaixar, a fazer do “jeito certo”.
Mas será que o jeito certo é mesmo o mais verdadeiro?

O trabalho que dá sentido à nossa vida é aquele que conversa com a nossa essência, com aquela criança que um dia quis mudar o mundo com giz de cera, papel e imaginação.
Ser profissional não deveria signif**ar perder a alegria de criar, de se permitir errar, de se encantar.

Autenticidade também é isso: resgatar a leveza, a curiosidade e o brilho nos olhos que a infância deixava transbordar sem pedir licença.

Talvez o melhor presente que a gente possa se dar hoje seja lembrar o que aquela criança gostaria de fazer “quando crescesse” , e perceber se a adulta que somos ainda se parece com ela.

Que o nosso trabalho volte a ter cheiro de lápis de cor, bagunça boa e a satisfação de criar algo que é nosso de verdade.

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