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O Ho'oponopono diz respeito ao indivíduo somente. Trata-se de cada um de nós limpando sozinho as próprias memórias. Não ...
16/03/2026

O Ho'oponopono diz respeito ao indivíduo somente. Trata-se de cada um de nós limpando sozinho as próprias memórias. Não existe "limpeza coletiva": é cada pessoa, olhando para dentro de si mesma e limpando o que a perturba. Só isso. Pode ser que a nossa limpeza individual produza um efeito no social.

Por exemplo: Mornah Simeona foi convidada a ir à Alemanha executar um trabalho e, por isso, passou dias fazendo Ho'oponopono como um modo de preparação para a viagem. Poucos dias depois da limpeza, o muro de Berlim caiu. Mas veja bem: Mornah não limpou para derrubar o muro de Berlim. Ela limpou apenas para se sentir em paz. O objetivo do Ho'oponopono é dar Paz a quem limpa. Só isso. A gente não limpa pra derrubar o muro, pra acabar com o machismo, com a ditadura, com a crueldade dos abatedouros...

A gente limpa para sentir Paz. Se, por acaso, a nossa limpeza produzir uma mudança no contexto social, como ocorreu com a limpeza de Mornah, isso acontecerá naturalmente, por obra e graça da Divindade, e não porque a gente tenha pedido isso na limpeza. Deus não é um garçom que anota os nossos pedidos e os atende conforme a nossa vontade. A gente limpa para estar em Paz, confiando que Deus vai fazer o que Ele quiser e que o que Ele fizer será o melhor. " Seja feita a vossa vontade." Esta frase do Pai Nosso é a essência do Ho'oponopono que mais não é senão pura Entrega!

2° Sim! Eu cito vários versículos mencionando Jesus porque, como falei, o Ho'oponopono diz respeito às quatro joias de Cristo: Compaixão (Sinto Muito), Humildade ( Me Perdoe), Gratidão ( Sou Grato) e Amor (Te Amo). O próprio Dr. Len cita Jesus em "Limite Zero". Isso, porém, não tem nada a ver com ser evangélico ou cristão, no sentido usual da palavra. A Bíblia é um livro de verdades universais. Não é um patrimônio dos evangélicos, dos judeus, dos católicos romanos ou dos católicos do Oriente. Embora largamente explorada por diversas religiões, a Bíblia não trata de religiosismos. Jung, por exemplo, recorreu às metáforas bíblicas para explicar várias facetas da psique humana. Então, quando falo de Bíblia, falo da Mente Cósmica ( que o Ho'oponopono chama de Divindade ou Aumakua e Jesus chamou de Pai), falo do Subconsciente ( que o Ho'oponopono chama de Unihipili e Jesus chamou de criança: " Se não vos tornardes como as crianças não herdareis o Reino dos Céus - Mateus 18:3 ) e da Mente Consciente ( que o Ho'oponopono chama Uhane ou Mãe e Jesus chamou de Mulher. ( "Mulher, que tenho eu contigo?" João 2:4)

O que tentei explicar é que a Bíblia não é um código pra vida civil. Não é pra gente sair pegando versículos isolados, como os religiosos fazem, e sair dizendo: "Tá vendo! No versículo tal do livro tal está dizendo que não se deve comer carne. Quem comer está errado porque a Bíblia falou."

Bíblia não fala! Rrsrsrs....

A Bíblia é um manual de estudo para autoconhecimento. Como eu disse e você também percebeu, a Bíblia endossa todo tipo de comportamento, pois ela trata da psique humana onde todos os comportamentos imagináveis são possíveis.

Assim é que a mesma Bíblia que exorta: "Não matarás." (Êxodo 20:13)

Assevera também:
"Se um boi chifrar um homem ou uma mulher, causando-lhe a morte, o boi terá que ser apedrejado
até a morte, e a sua carne não pode­rá ser comida. Mas o dono do boi será absolvi­do."
(Êxodo 21:28)

"Se alguém há de ser morto à espada, morto à espada haverá de ser." ( Apocalipse 13:10)

Então, o que tentei explicar é que não se usa a Bíblia para dizer que o nosso comportamento é o certo e o dos outros é o errado. O que a Bíblia, em especial o Novo Testamento, esclarece é que todas as coisas possíveis e imagináveis estão aí no mundo e são permitidas por Deus, cabe a cada um limpar o próprio coração para saber aquilo que é conveniente para si mesmo. "Tudo me é permitido, mas não tudo me convém." (1 Coríntios 6:12)

Esta é, igualmente, a proposta do Ho'oponopono. Então, quanto mais você se aprofundar no Ho'oponopono, quanto mais limpar e limpar, menos estará preocupada com o que o Prem Baba vive, com o que o Divaldo disse, com o que o Chico Xavier, o Gasparetto, a Bianca Toledo disseram... Por que o que essas pessoas falam e faem não é válido? Sim! É. Mas porque Ho'oponopono é o caminho onde você para de seguir mestres exteriores para seguir apenas o seu coração. Eu cito Jesus porque esta é a Mensagem central do Ensinamento d'Ele assim como de outros iluminados: siga sempre o seu próprio coração. Quando o assunto é a sua vida, apenas o seu coração tem a resposta. Mas ele precisa estar limpo de memórias para você ouvi-lo com clareza!

4º - Sobre não haver, para a Divindade, a diferença de se fundar uma escola ou uma boca de fumo, não se trata da minha opinião, mas de uma Verdade Existencial. De novo é um exercício para o não-julgamento: se existem traficantes e missionários da Luz coexistindo num mesmo planeta, existem porque a Divindade permite, ora! Nada acontece sem que Deus esteja presente ou ignore, ou Ele não seria Onipresente e Onisciente. Dizer que este ou aquele é ruim ou está errado é dizer que Deus erra. Mas o fato é que tudo tem uma razão de ser que a nossa limitada mente humana não compreende. O livro Limite Zero se inicia falando dessa limitação cognitiva da nossa mente. Então, não nos compete julgar nenhum comportamento sobre a Terra: apenas amar e abençoar. É disso que o Ho'oponopono trata e que o vídeo do Guilherme Theodoro tão bem ilustra!
Elenízia Bernardes

"Em seu livro  “Los cuatro acuerdos”, Dom Miguel Ruiz afirma que “O que as pessoas  dizem e fazem é  uma projeção de min...
16/03/2026

"Em seu livro “Los cuatro acuerdos”, Dom Miguel Ruiz afirma que “O que as pessoas dizem e fazem é uma projeção de minha própria realidade, de meu próprio sonho. Quando estou imune as opiniões e aos atos dos demais, deixarei de ser a vítima de um sofrimento desnecessário”.

Shakespeare disse que “há tragedias em nossas vidas porque não olhamos a origem de nossos problemas”. Conta o Dr. Hew Len:

“Por isso a tragedia da vida é que não tenho nem ideia do que está acontecendo e repito os dados uma e outra vez, quando trabalhava no Hawai Estate Hospital com gente que havia violado e assassinado a outras pessoas, me peguntava constantemente?

O que está passando em mim que estou experimentando isto? experimentando um paciente comportando-se violentamente.

Eu tenho que assumir a responsabilidade de 100% por isso que está acontecendo em mim, eu estou criando esta experiência e tenho que fazer minha limpeza, a limpeza do Ho'oponopono acontece dentro de mim mesmo, onde os dados são armazenados e tudo é controlado por informações e informações em meu subconsciente.

A informação está ditando o que estou vendo, o que eu estou experimentando, é como a tempestade de Shakespeare quando Miranda diz que "É coisa minha, ver o que eu quero ver". Miranda tem essa inspiração do que está acontecendo com seus dados, e isso acontece comigo, com todos vocês. Por isso só trabalho com os dados que vejo em mim que fazem que eu experimente o que estou experimentado com outra pessoa. Por exemplo, se te vejo como uma louca e estúpida, você não pode ser desta forma, a Divindade não criou loucos é estúpidos, a Divindade só criou perfeição, então o que estou vendo em você são os meus julgamentos. Isto é o que é ser 100% responsável. Ser 100% responsável é assumir responsabilidade acerca do que está ocorrendo em mim que faz com que experimente o que estou experimentando. Ver pessoas e situações de forma distorcida.

A mente é só um cenário, e os dados são movidos pelo palco, e dados são o que realmente está acontecendo, esses dados me dizem que eu estou experimentando sofrimento, pessoas estúpidas. Eu devo ser responsável pelo que está acontecendo dentro de mim que simplesmente está jogando no subconsciente, e isto pode ser excluído. "O que estou a dizer é a coisa mais profunda no Ho'oponopono, é que os dados devem ser apagados".

Agora percebo que não há nada lá fora, tudo que eu vejo são os meus pensamentos com respeito a tudo.

Eu me dou conta que tudo na vida é simplesmente discos que estão tocando incessantemente, e Ho'oponopono é milagroso, nos ensina que nós podemos nos livrar de todos esses pensamentos."

Palabras Mágicas da Jocelyne Ramniceanu
Tradução Cristina Costa

Um relato longo, mas muito especial do Gregg Braden esclarecendo que praticamos Ho'oponopono pra corrigir o nosso precon...
15/03/2026

Um relato longo, mas muito especial do Gregg Braden esclarecendo que praticamos Ho'oponopono pra corrigir o nosso preconceito em relação a algo ou alguém e não porque o que está no outro esteja obrigatoriamente em nós.
Elenizia Bernardes

"Em 1992, três pessoas novas dentro de um período bastante curto passaram a fazer parte da minha vida. Por meio delas experimentei os três relacionamentos mais intensos e dolorosos que conheci na vida adulta. Ainda que não tivesse reconhecido isso na época, cada uma delas se revelaria capaz de me ensinar de uma maneira que jamais teria imaginado ser possível. Juntas elas me ensinaram uma lição única, suficiente para garantir que minha vida nunca mais fosse a mesma. Ainda que cada um desses relacionamentos servisse como um espelho para mim precisamente no momento exato, inicialmente não reconheci o que eles me ensinavam.

O primeiro relacionamento foi com uma mulher, que tinha entrado em minha vida com metas e interesses tão semelhantes aos meus, que havíamos resolvido viver e trabalhar juntos. O segundo foi com uma parceria profissional que supria minha grande necessidade de auxílio na criação e organização dos seminários que eu fazia pelo país. O terceiro relacionamento, que combinava amizade e arranjo comercial, era com um homem que cuidava da minha propriedade quando eu me ausentava a trabalho e, em troca morava em uma das minhas casas sem uso e em reformas.

O fato de esses relacionamentos me aparecerem ao mesmo tempo deveria ter me dado uma indicação de que alguma coisa estava acontecendo — alguma coisa grande. Quase imediatamente, todos os três relacionamentos começaram a testar minha paciência, meus limites de atuação positiva e minha capacidade para solucionar problemas. Senti que essas pessoas estavam me tirando o juízo! Tinha discussões e desacordos com todas as três. Como estava viajando bastante, minha tendência era não considerar seriamente as tensões e não procurar soluções para os problemas. Eu me peguei tomando a atitude do "esperar para ver" até voltar de minha próxima viagem.

Ao fazer isso, as coisas estavam como eu tinha deixado, algumas até em estado pior. Nessa época, eu seguia uma rotina cada vez que chegava ao aeroporto vindo de um seminário. Eu sempre apanhava minha bagagem na esteira, retirava dinheiro no caixa automático para gasolina e uma refeição, e pegava o carro para minhas quatro a cinco horas de volante até em casa. Entretanto, durante uma dessas viagens, aconteceu algo que tornou evidente tudo o que estava acontecendo naqueles relacionamentos. Depois de apanhar minha bagagem, fui até o caixa automático fazer minha retirada. Foi quando tive um choque ao ser avisado pela máquina que meu saldo não era suficiente nem para encher o tanque na volta para casa! O que mais me apavorava é que eu já tinha preenchido cheques justamente daquela conta para pagar a uns empreiteiros, contratados para reformar construções centenárias em minha propriedade. Depois do pagamento da hipoteca, das despesas de escritório e de viagem e dos gastos familiares, o saldo restante era absolutamente insuficiente para as outras obrigações. Sabia que se tratava de algum engano. Também sabia que às 17h30min daquele domingo à tarde no Novo México, nada poderia ser feito, tudo estava fechado até segunda- feira. Convenci o responsável pelo estacionamento de que ele poderia ficar tranquilo, o pagamento pela estadia do veículo seria remetido pelo correio tão logo eu chegasse em casa. Iniciei então o regresso pensando no que poderia ter acontecido.

Quando telefonei para o banco na manhã seguinte, minha surpresa foi maior ainda. Olhando incrédulo, vi que o saldo praticamente igual a zero não tinha sido uma ilusão: não havia mesmo quase nada na conta. Na realidade, havia menos do que nada — tinha ocorrido uma retirada indevida da mulher em quem eu havia confiado meus negócios e que tinha esvaziado completamente a minha conta. Devido às multas sobre os cheques sem fundos, eu repentinamente estava mergulhado em um saldo negativo de centenas de dólares. Eu me senti chocado e descrente. Repentinamente fiquei nervoso e, em seguida, furioso. Comecei a me lembrar de todas as pessoas a quem tinha dado cheques e como iria fazer, já que não poderia honrar minhas obrigações. A violação de minha confiança e o desrespeito completo a mim e aos meus compromissos doíam mais do que eu era capaz de expressar. Para piorar as coisas, um pouco mais tarde nesse dia minha relação comercial chegou ao ponto de ebulição.

Quando abri minha correspondência e verifiquei a contabilidade das minhas despesas durante os seminários que havia concluído, encontrei discrepâncias: num instante já estava ao telefone, discutindo item por item na tentativa de esclarecer a prestação de contas. Nessa mesma semana, descobri que o inquilino que morava na minha propriedade estava com interesses não só frontalmente opostos aos acordos que tínhamos feito, mas também mal vistos pelo estado do Novo México. Sem sombra de dúvida, eu não podia mais ignorar o rumo que meus relacionamentos haviam tomado.

Na manhã seguinte, fui dar uma caminhada pela estrada enlameada que vai da minha propriedade até uma grande montanha que assoma sobre o vale atrás de casa. Enquanto fazia uma prece silenciosa, ia pisando cuidadosamente no sulco lamacento das rodas do carro e nos gravetos quebrados, e pedia por sabedoria, para reconhecer o padrão daquilo que me estava sendo mostrado de maneira tão gritante, malgrado minha impossibilidade de vê-lo com clareza. Qual a linha comum que tecia a rede desses relacionamentos?

(...) Imediatamente as palavras começaram a varrer minha mente, algumas com tanta rapidez que desapareciam em seguida, outras lá ficando com bastante clareza. Dentro de segundos, quatro palavras se sobressaíram dentre todas as outras: honestidade, integridade, verdade e confiança. Fiz a mim mesmo outras perguntas. Se essas pessoas estão refletindo o que sou no momento, elas então estão me mostrando que sou desonesto? Será que de alguma maneira violei a integridade, a confiança e a verdade em meu trabalho? Enquanto minha mente fazia essas perguntas, um sentimento brotou no meu íntimo. Dentro de mim uma voz — a minha própria — gritava: Não! Claro que sou honesto! Claro que tenho integridade! Naturalmente falo a verdade e sou de confiança! Essas são as coisas básicas que fundamentam meu trabalho e é o que compartilho com outras pessoas.

No momento seguinte, outro pensamento me ocorreu, efêmero no começo, depois cada vez mais claro e forte, até ficar bastante sólido para ser visto e reconhecido. Naquele momento o espelho, subitamente, ficou claríssimo: as três pessoas que eu tinha tão habilmente introduzido na minha vida não estavam me mostrando o que eu era naquele momento, mas sim, cada uma delas havia me mostrado um reflexo mais sutil, um do qual ninguém havia ainda me falado. Elas estavam me mostrando aquilo que eu julgo, não o que eu era, e fizeram isso por meio da incompatibilidade entre nossas crenças e estilos de vida! Esses indivíduos mostravam-me as qualidades que tinham disparado a sensação de peso em meus ombros — as mesmas qualidades que senti que haviam violado.

Nessa época de minha vida, eu tinha realmente em alta conta o modo como as pessoas mantinham atributos como a honestidade e a integridade. Com toda probabilidade, minha bagagem dessas responsabilidades tinha sido formada durante a minha infância. Em um instante minhas experiências recentes adquiriram significado claro. Imediatamente eu me lembrei de todas as vezes em que essas mesmas qualidades tinham sido violadas na minha vida: eu me recordei dos meus romances em que minhas parceiras não foram verdadeiras com a relação a pessoas comuns em nossa vida; das promessas da vida adulta, feitas mas nunca honradas; dos amigos bem-intencionados e dos mentores corporativos que prometeram coisas que nunca poderiam cumprir... minha lista prosseguia e crescia sem parar. Meus julgamentos acerca desses tópicos tinham sido construídos ao longo de anos, com tal grau de detalhes que eu nunca tinha sido capaz de reconhecê-los. Agora ocupavam o núcleo de algo que eu não poderia ignorar. A consequência mais ampla de ter uma conta bancária zerada era a garantia de que eu teria de compreender a mensagem desses relacionamentos antes que pudesse avançar na vida. Foi nesse dia que aprendi o mistério profundo, embora sutil, do segundo espelho dos relacionamentos: o espelho dos julgamentos que faço diariamente.

VOCÊ RECONHECE SEUS ESPELHOS?
Convido-o a examinar seus relacionamentos com aqueles que lhe são mais próximos. Em seguida, reconheça os traços e características que lhe irritam sem motivo e que acontecem aparentemente apenas para deixá-lo furioso. Depois de fazer isso, proponha a si mesmo a seguinte pergunta: Essas pessoas estão me mostrando a mim mesmo neste momento? É bem possível que estejam. Se estiverem, essa sensação vai lhe dar uma convicção 'visceral' instantaneamente. Entretanto, se a resposta for não, pode ser que a revelação seja de alguma coisa mais profunda e intensa do que o reflexo de sua pessoa — é possível que esteja à mostra o reflexo de seus hábitos de julgar as coisas. O mero reconhecimento e aceitação de que o espelho existe é o início do processo que vai levar à melhoria, à cura de seus julgamentos.

O EFEITO CASCATA DAS CURAS
No dia seguinte ao do meu reconhecimento do espelho de meus julgamentos, visitei um amigo que mora e trabalha nas proximidades de Taos Pueblo. Uma das comunidades indígenas mais antigas da América do Norte, esse lugar não é habitado há mais de 1.500 anos. Roberto (nome fictício) tinha uma loja em Pueblo mesmo, e era um artista e artesão tremendamente habilidoso. Sua loja tinha esculturas, filtros dos sonhos, músicas e bijuterias que tinham sido parte da tradição nativa séculos antes de haver uma 'América'. Quando entrei, ele trabalhava em uma escultura de cerca de dois metros de altura, no corredor atrás da loja. Depois de nos cumprimentarmos, perguntei como ia indo sua família e negócios, e conversamos amigavelmente por alguns instantes. Ele então também me fez perguntas e indagou o que tinha me acontecido ultimamente. Eu lhe narrei os eventos da última semana, as três pessoas e o dinheiro perdido. Depois de ouvir o que eu dizia, ele meditou um pouco e então me contou uma história.

'Meu bisavô', disse ele, 'caçava búfalos nas planícies ao norte do Novo México.' Sabia que ele estava falando de um passado distante porque, tanto quanto soubesse, já há muitos anos não havia mais búfalos naquela parte do Estado. "Antes de morrer, ele me deu sua posse de maior valor: a cabeça do primeiro búfalo que tinha caçado quando jovem." Roberto continuou me contando como essa cabeça de búfalo também tinha se transformado em um tesouro para ele. Depois que seu bisavô falecera, a cabeça do búfalo era a única relíquia tangível que o ligava à herança de seu passado. Um dia Roberto recebeu a visita da dona de uma galeria de arte da cidade vizinha. Encantada com a beleza da cabeça de búfalo, ela perguntou se poderia usá-la para completar o mostruário de sua galeria, com o que ele concordou. Depois de algumas semanas, como Roberto ainda não tinha notícias da amiga, resolveu visitá-la para ver como ela estava se saindo. Para sua surpresa, quando ele chegou à galeria, não viu nada. As portas estavam fechadas, as janelas cobertas, e a loja tinha se retirado dos negócios. A dona da galeria e a cabeça de búfalo tinham ido embora. Roberto parou com sua escultura e me encarou tempo suficiente para que eu percebesse como ele tinha ficado magoado.

'O que você fez?', perguntei. Esperava ouvir como ele tinha procurado seguir a trilha da dona da galeria e recuperado sua preciosa lembrança. Quando seus olhos encontraram os meus a sabedoria de sua resposta não foi ofuscada pela sua simplicidade: 'Não fiz nada, porque ela terá que viver com o que fez..'

Saí de Taos Pueblo naquele dia pensando nessa história e no significado que ela poderia ter em minha vida. Mais tarde, naquela semana, comecei a explorar as opções legais de que dispunha para recuperar pelo menos uma parte do dinheiro desaparecido de minha conta. Rapidamente percebi que, ainda que tivesse uma boa causa em mãos, tinha pela frente um longo e custoso processo. Devido à natureza do que tinha acontecido, eu seria obrigado a encaminhar o caso para a esfera criminal e não para a cível. Desse ponto em diante, ficaria totalmente fora do meu alcance e, se a mulher fosse condenada, ela poderia ir para a prisão. E tudo isso ocorria com relação a alguém com quem eu tinha mantido um relacionamento emocional prolongado, mas com quem não me sentia mais ligado, de forma alguma. Enquanto considerava as opções, pensei uma vez mais na conversa que tinha tido com meu amigo em Pueblo e das lições que tinha absorvido.

Não foi preciso muito tempo para que concluísse sobre o que devia fazer, e senti imediatamente que era a atitude correta: decidi não fazer nada. Quase que imediatamente aconteceu algo inesperado — cada uma das três pessoas que espelharam meus julgamentos começaram a sair da minha vida. Eu não estava mais com raiva delas e já não guardava mais nenhum ressentimento.

Comecei a sentir uma estranha sensação de 'inexistência' com relação a todas as três. Não houve nenhum esforço consciente de minha parte para bani-las. Depois de ter redefinido o que tinha acontecido entre nós, realmente considerando o que havia sido cada experiência, não o que os meus julgamentos haviam me levado a crer que tinham sido, simplesmente não havia mais resquício algum dessas pessoas em minha vida. Cada uma por sua vez começou a se desvanecer do dia-a-dia de minhas atividades. Subitamente caiu a quantidade de telefonemas, cartas delas e também de pensamentos dedicados a elas durante o dia. Meus julgamentos tinham sido o ímã que conservara aquelas relações em seus respectivos lugares.

Embora esse novo curso dos acontecimentos fosse interessante, depois de alguns dias algo ainda mais intrigante e mesmo um pouco curioso começou a acontecer. Compreendi que existiam outras pessoas que tinham estado em minha vida durante muito tempo que também tinham começado a desaparecer. Mais uma vez, não houve nenhum esforço consciente da minha parte para terminar essas relações; elas simplesmente não tinham mais sentido. Em uma rara ocasião em que conversei com um desses indivíduos, eu me senti tenso e artificial. Onde antes tinha havido um terreno comum agora só havia estranheza. Quase imediatamente depois de ter notado a mudança nesses relacionamentos, fiquei consciente do que, para mim, tratava-se de um novo fenômeno. As relações que saíram da minha vida fundamentavam-se no mesmo padrão trazido pelas três pessoas, e esse padrão era o do julgamento.

Além de ser o ímã que me trouxera os relacionamentos, meu hábito de julgar tinha também sido a cola que conservara as relações. Na ausência do julgamento, a cola se dissolvera. Notei o que parecia ser um efeito cascata: uma vez que o padrão fora reconhecido em um lugar — em um relacionamento —, seu eco foi se tornando menos audível em muitos outros níveis de minha vida."
( Gregg Braden, no livro "A Matriz Divina")

Algumas pessoas, têm me perguntado como eu pratico o Ho’oponopono, segue um pequeno resumo, deixando claro que acredito ...
14/03/2026

Algumas pessoas, têm me perguntado como eu pratico o Ho’oponopono, segue um pequeno resumo, deixando claro que acredito que cada um deve fazer da maneira que o deixar mais confortável.

O mais importante no Ho’oponopono é assumir os 100% responsabilidade em tudo que está na minha vida e que rodeia a minha vida, assim como, todos os sentimento e pensamentos todos os relacionamentos, por fim, todos os fatos e situações que chegam até mim.

O parar de Julgar tanto a mim como aos outros, porque quando eu me julgo eu abro a energia para que as pessoas me julguem, e quanto mais eu me sinto julgada, maior é a minha tendência de julgar, então vira uma bola de neve.

Perdoar os outros é fácil, mas perdoar a si mesmo, uau, como é difícil, levei anos para conseguir, eu acreditava que eu tinha me perdoado, mas logo via que estava me boicotando, foi preciso muita limpeza, e com ela o perdão. Aceitei a mim mesma como sou, com defeitos e qualidades, todos temos defeitos e qualidades. No passado eu tinha cometido muitos enganos, mas entendi que na época eu só sabia fazer daquele jeito, e a partir daí me perdoei, e a tendência agora é a de aceitar com mais suavidade e facilidade os erros dos outros.

Agora olho para as situações e pessoas com um novo olhar, e não tem essa de: Pau que nasce torto morre torto, eu mudei, então, qualquer pessoa também pode mudar.

Começo o meu dia fazendo a oração:

“Divino Criador, pai, mãe, todos filhos em um...
Se eu, minha família, meus parentes e ancestrais lhe ofendemos,
à sua família seus parentes e ancestrais em pensamentos,
palavras, atos e ações, desde o início da nossa criação até o presente,
nós pedimos seu perdão.Que o passado de erros limpe, purifique, libere e seccione todas as memórias, bloqueios e energias e vibrações negativas e transmute estas energias indesejáveis
em pura Luz...
E assim está feito.”

Converso com a divindade, entrego a ela o meu dia assumindo 100% de responsabilidade pelo que ocorrer, e passo o dia repetindo: te amo sou grata.
Quando acontecem fatos repetidos, converso com minhas memórias: Te amo queridas memórias sou grata por libertar vocês e a mim.

O mais importante é que eu me pergunto a cada momento: - Cristina Como você está se sentindo?

Quando algo me causa dor repito: Me perdoa! Te amo! Sou grata!
Quando tenho qualquer tipo de expectativa Repito: Me perdoa! Te amo! Sou grata!
Quando algo me agrada repito: Te amo! Sou grata!
Quando estou triste repito: Me perdoa! Te amo! Sou grata!
Quando estou alegre repito: Te amo! Sou grata!
Quando dou aquela escorregada, ou quando sinto pena de mim ou demais sentimentos negativos, logo percebo que estou na contramão, pois me observo o tempo todo, já se tornou um hábito.

Digo: Ei Dona Maria Cristina, estamos na via errada, voltemos para a certa, assim mesmo te amo viu. Amo essa criança linda que existe dentro de mim, que tem guardado tantas memórias para que juntas possamos limpar.

Hoje sou mais paciente com meus tropeços, Durmo e acordo repetindo Te amo! Sou grata! , realmente é como a minha respiração, mesmo quando me distraio ela permanece.

Acredito que cada um vai encontrar as frases certas para o seu momento de limpeza. Te amo, sou grata.

Eu não foco no problema nem direciono o que deve ser limpo, eu observo os meus sentimentos e foco no te amo. Entregando assim a divindade a limpeza, porque a divindade me conhece melhor que eu mesma.

O segredo é repetir as palavras e confiar.

Parece simples, mas garanto que no começo não é. Com o tempo, o hábito e a persistência, o Ho’oponopono fará parte de você.

Tenho certeza que em um lugar dentro de nós que abandonamos, mas que agora estamos relembrando com a nossa busca espiritual, tem uma menininha(o) que já nasceu repetindo te amo! sou grata!

Cristina Costa

Texto 2018“Não se trata de negar os problemas, mas de não cair na tentação de dar-lhes demasiada importância.“          ...
13/03/2026

Texto 2018
“Não se trata de negar os problemas, mas de não cair na tentação de dar-lhes demasiada importância.“
Vivi uma experiência inusitada, muito além de qualquer expectativa que eu pudesse ter, e essa experiência me faz acreditar que todas as dificuldades tem solução.
Em 2006, tive uma problema financeiro muito sério, falência total, levei várias pessoas nessa derrocada.
A culpa me cercou de todos os lados, cheguei a ter um derrame, que ocasionou a perda total da minha vista esquerda.
Alguns meses antes, da derrocada total, tinha alugado um imóvel, que seria o meu show Room, sem nada e com muitas dividas, esse local virou o meu Brechó.
Com o passar dos anos, fui mantendo o Brechó aos trancos e barrancos, todos os meses eu acreditava que era o último, metade do tempo eu rezava e a outra metade me culpava.
Comecei novamente a acumular dividas, tinha dividas passadas, presentes e futuras, eu não sabia o que fazer. Claro que a situação voltou a se repetir, eu não conseguia me perdoar, então a situação se repetia.
Nessa época eu já conhecia o Ho’oponopono, praticava, mas não tão frequentemente. Começava a praticar aí eu ouvia falar de outra técnica de atração mirabolante e parava. Na época eu não conseguia ver que a cura estava dentro de mim, eu só precisava acessa lá. Fiquei nessa busca incessante 4 anos. Até que
Certa tarde procurava alguns papéis, achei uma pasta que continha um material do Ho’oponopono, sentada no chão do jeito que eu estava, reli todo o material. Nessa hora decidi, não farei mais nada além de limpar a partir de agora, limpava dia e noite, com o passar dos dias fui ficando tranquila. Passado mais um tempo, estava feliz. É claro que ás vezes eu me questionava, como posso estar tão bem com essa loucura que esta a minha vida? E eu mesma respondia: antes estar bem do que mal. Assim foi passando o tempo. Passaram-se, mais 2 anos, aos poucos eu comecei a me perdoar.
Mas a situação financeira estava mal, eu não sabia como tinha aguentado tanto tempo na situação em que estava, e não tinha a miníma condição de ficar na loja e também não tinha como sair da loja . Continuei a limpeza...
Certa tarde estava na loja, quando chegou um rapaz que eu conhecia de vista do prédio, ele é dono de uma imobiliária, ele me falou que o dono da minha loja (que morava em Salvador), tinha pedido para me avisar que ia vender o imóvel, se eu tinha interesse, eu disse para ele que adoraria, mas que não tinha dinheiro, que eu estava com aluguéis e condomínio atrasados, que eu já tinha negociado, mas que eu não estava conseguindo pagar, disse até que a minha vontade era de sair correndo e não voltar, mas que eu já tinha passado por situação semelhante e decidido que dessa vez eu enfrentaria tudo de cabeça erguida, apesar de não saber o que fazer. Ele falou para eu ficar tranquila, e pediu que eu não comentasse que a loja estava á venda, que em breve ele me procuraria.
Continuei como o Ho’oponopono, entreguei todo o meu ser nessa limpeza, eu amava a minha loja, queria muito ficar, mas resolvi entregar de coração a divindade, passaram-se 6 meses, em que eu pagava uma parcela e ficava devendo duas. Não vi mais o rapaz.
Algumas amigas que estavam acompanhando a situação, me perguntavam o que eu iria fazer, eu nunca tinha me sentido tão em paz e confiante como na época, eu respondia, como eu não sei o que fazer, não farei nada, vou continuar limpando.
Um belo dia, o rapaz aparece e me comunica que havia vendido á loja, eu olhei para ele e disse na maior calma, e agora? O que vou fazer?
Ele falou: primeiro eu te agradeço por não ter comentado como eu te pedi. E segundo eu quero te avisar que os condomínios e os alugueis já estão pagos. Como???????????? Disse eu, eu acertei com a comissão que você iria receber da luva da loja. Eu disse: mas no contrato não tinha luvas, ele disse agora tem.
Esse anjo foi embora só o encontrei novamente no dia de entregar as chaves, 2 meses depois.
Mas eu não tinha para onde ir, a loja cheia de mercadoria, e eu não tinha condição de arrumar outra loja. Então Da’lhe ho’oponopono, comecei a fazer liquidação e organizar a mudança, detalhe não tinha dinheiro nem para o caminhão muito menos local para levar as mercadorias. Continuei com o Ho’oponopono, e realmente me sentia como se nada estivesse acontecendo. Entreguei a Divindade completamente.
Certo dia chegou uma senhora que já era minha cliente a algum tempo, me perguntou para onde eu iria, eu disse que não fazia idéia, que não tinha como pagar o aluguel nesse momento. Ela perguntou se eu podia sair por alguns minutos, eu fui, ela me levou a uma loja a qual ela era a proprietária, me disse que a loja estava fechada á 14 anos, que a mãe dela havia comprado, e que ela não queria vender, e que se eu tivesse gostado, eu poderia ficar com a loja emprestada por 6 meses, até eu colocar a minha vida em dia, pelo menos um pouco, e que depois me cobraria um aluguel bem baixo.
Estou na loja... Continuo com a limpeza incessante, faço acontecer milagres em minha vida diariamente, porque a minha vida é o próprio milagre e qualquer milagre começa em mim. Cristina Costa.

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R. A 1120
Lagoa Santa, MG
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