25/03/2026
A maioria das pacientes chegam ao consultório falando de dor difusa, cansaço persistente, dor muscular, dor nas articulações, piora do sono.
E nem sempre a origem está apenas na estrutura ortopédica.
Alterações hormonais — como queda de estrogênio no climatério e menopausa — estão associadas a maior sensibilidade à dor, pior recuperação muscular e aumento de inflamação sistêmica.
Além disso, deficiência de vitamina D pode contribuir para dor musculoesquelética, fraqueza e pior desempenho muscular. Estudos mostram que níveis inadequados estão associados a maior prevalência de dor crônica.
Disfunções tireoidianas também podem gerar dores musculares, rigidez e sensação constante de fadiga.
O corpo da mulher muda ao longo da vida.
E essas mudanças impactam diretamente a forma como a dor é percebida e vivenciada.
Por isso, tratar dor em mulheres exige olhar ampliado:
estrutura, metabolismo, hormônios e micronutrientes.
Dor não é sempre “fraqueza”.
Muitas vezes é sinal bioquímico.
Avaliar corretamente faz toda a diferença.
Dr. Ednaldo Bougleux da Silva Andrade
Médico – Ortopedia e Traumatologia
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