28/04/2026
Protagonismo juvenil não nasce da tela nem se perde nela. Ele se constrói nas relações, nas escolhas e, principalmente, na forma como ensinamos nossos jovens a pensar, a se posicionar e a atribuir sentido ao que vivem.
Quando falamos de tecnologia e saúde mental, o debate não pode ser reduzido a controle ou proibição. A questão central é direção, mediação e responsabilidade compartilhada entre escola, família e sociedade. A tecnologia potencializa mas é o contexto que organiza esse potencial.
É sobre isso que vamos aprofundar na Jornada Pedagógica da Companhia das Letras: como formar sujeitos protagonistas em um mundo atravessado por telas, sem abrir mão do desenvolvimento emocional, crítico e humano.
Nos vemos lá. vcs são demais!