Instituto HumanaSer

Instituto HumanaSer Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de Instituto HumanaSer, Clínica de maternidade, Rua 9 de Julho, 638, Lins.

03/02/2026

✨ Entender o desenvolvimento infantil passa também por olhar para aquilo que acompanha a criança todos os dias.

O primeiro calçado tem um papel fundamental na forma como o corpo se organiza, no equilíbrio, na postura e na liberdade de movimento. Não é estética. É saúde.

Por isso, conhecer de perto como a Kidy pensa, desenvolve e testa cada detalhe faz diferença.
Kidy, a melhor marca de calçados infantil do Brasil, porque unir pesquisa, tecnologia e respeito ao crescimento não é tendência. É responsabilidade.






saúdeinfantil
movimentolivre
crescercomsegurança

01/02/2026

✨A dor aparece, ninguém explica direito, e a mulher aprende a conviver com o incômodo achando que é normal… mas, sentir dor NUNCA deve ser normalizado.

A dor na penetração, seja durante a relação, ao usar absorventes internos ou ao realizar exames ginecológicos, tem nome: vaginismo.

E, mesmo sendo uma condição totalmente possível de tratamento, mulheres escutam por anos que é ansiedade, tensão, falta de lubrif**ação… ou que “é só relaxar”.

A dor continua.
O medo cresce.
E, aos poucos, a mulher começa a achar que o problema é ela.

Mas deixa eu te dizer algo importante:
❌ dor na relação/ penetração não é normal.
❌ não é frescura.
❌ não é falta de desejo.
❌ não é algo errado com você.

⚠️ Estudos mostram que mais de 60% das mulheres passam por vários profissionais antes de descobrir o que realmente têm.
Enquanto isso, seguem sentindo dor, culpa e insegurança… sem saber que existe tratamento correto.

O vaginismo tem avaliação adequada, cuidado especializado e acompanhamento que respeita o tempo e a história de cada mulher.
E a fisioterapia pélvica faz parte desse caminho. 💜

Quando a dor finalmente recebe um nome, o caminho para o cuidado começa. E no vaginismo, esse caminho existe.

✨ Se essa dor faz parte da sua história, me chama. Existe tratamento e você não precisa passar por isso sozinha.

30/01/2026

✨ Ela chegou ao hospital em trabalho de parto.
Pediu ajuda. Avisou que o bebê estava chegando.

Disseram que não era a hora.
Minimizaram a dor.
Mandaram ela ir embora.

Minutos depois, sem tempo de voltar, o parto aconteceu dentro do carro, na estrada, sem assistência.

Isso não é um caso isolado.
Isso tem nome: peregrinação por atendimento.
Quando a mulher procura cuidado e o sistema responde com descaso.

Nos Estados Unidos e no Brasil, mulheres negras seguem morrendo mais durante a gestação e o parto.
Não por biologia.
Mas por desigualdade, negligência e racismo estrutural no cuidado em saúde.

Quando mulheres negras dizem que algo está errado, o sistema costuma ouvir tarde demais.

Racismo obstétrico existe.
E dar visibilidade a essas histórias também é uma forma de salvar vidas.

✨ Algumas experiências não nascem do acaso.Elas nascem de escolhas conscientes.Esse foi o segundo parto da Camila e do F...
29/01/2026

✨ Algumas experiências não nascem do acaso.
Elas nascem de escolhas conscientes.

Esse foi o segundo parto da Camila e do Felipe com o nosso acompanhamento. E isso, para nós, é uma honra.
Quando a experiência já existe, existe também clareza.
Clareza sobre o que faz sentido, respeita o corpo e sustenta a própria verdade.

O primeiro parto foi hospitalar, com uma experiência positiva.
O segundo veio com o desejo de um protagonismo absoluto, de algo mais intimista e alinhado com quem a Camila é.
O parto domiciliar foi uma escolha informada, segura e conectada.

Camila confiou no próprio corpo, seguiu seus instintos e viveu esse nascimento com presença, força, leveza, confiança e segurança.

Alice chegou no dia 01/01/2026, com 3.730 kg e 51 cm.
Nosso primeiro parto do ano.
Um começo potente de vida, em um novo ciclo repleto de coisas boas.

Esse novo ciclo foi ainda mais especial com o encontro do Henrique conhecendo a Alice.
Um nascimento que acolhe a família inteira e carrega um signif**ado especial para essa equipe.

Obrigada, Camila e Felipe, pela confiança mais uma vez, é um prazer estar com vocês em momentos tão especiais.

Quando a mulher é respeitada em suas escolhas, o nascimento ganha outro signif**ado.

Se você deseja um acompanhamento personalizado, estamos esperando por você! 💜

28/01/2026

✨ Você sabia que o puerpério não dura só 40 dias?

A gente vê esse tipo de vídeo e pode até achar engraçado… parece até piada, não é mesmo? Mas essa cena é o retrato de muitas mulheres no pós-parto.

E não, isso não tem a ver com falta de amor.
Nem com desinteresse pelo parceiro.
Existe uma explicação.

No puerpério, os níveis de prolactina aumentam. São essenciais para a amamentação, mas capazes de diminuir o desejo sexual.
Além disso, o corpo não é o mesmo.
Às vezes há dor.
Às vezes falta reconhecimento diante do espelho.
E quando não há segurança, o desejo não encontra espaço.

Enquanto isso, tem noites interrompidas, exaustão, um bebê que demanda atenção constante… ufa! As demandas são intermináveis!
Por isso o corpo está tentando se recuperar e, normalmente, não está no momento de se conectar sexualmente.

Então não é frescura.
Não é drama.
É fisiológico, emocional e legítimo.

💜 Respeitar esse tempo faz parte do cuidado no pós-parto.

O desejo não nasce da cobrança, ele reaparece no acolhimento.
Se esse conteúdo fez sentido pra você, compartilhe com a sua parceira.

25/01/2026

✨ Quando alguém fala que fez s**o durante o trabalho de parto, muita gente ri.
Mas o corpo não acha isso estranho.

O parto não é só um evento físico.
Ele é, antes de tudo, um processo hormonal.

O mesmo sistema que responde ao prazer, ao toque e à conexão emocional é ativado durante o trabalho de parto.
Por isso, segurança, privacidade e vínculo não são detalhes românticos.
São fatores fisiológicos.

Quando a mulher se sente protegida e respeitada, o corpo libera ocitocina e endorfina.
Esses hormônios organizam as contrações, ajudam no manejo da dor e favorecem a progressão do parto.

Já o medo, a pressa e o controle externo aumentam adrenalina.
E isso pode travar o processo.

Não se trata de erotizar o parto.
Se trata de entender como o corpo funciona.

É daí que nasce o conceito de parto orgásmico, que não é regra, não é meta e não é espetáculo.
É apenas a descrição de experiências em que a fisiologia pôde agir sem bloqueios.

O parto é um momento íntimo.
E quando essa intimidade é invadida, o corpo responde mal.
Quando ela é respeitada, o corpo sabe o que fazer.

Nem todo parto precisa ser sofrimento.
Informação muda a forma como olhamos para o nascer.

Compartilhe.
Saber sobre a fisiologia também é cuidado.

24/01/2026

✨Janeiro Branco fala sobre saúde mental.
E o parto também faz parte dessa conversa.
O parto não f**a só no corpo.
Ele f**a na memória, no emocional e na forma como a mulher se lembra desse dia.
Viver o parto com medo e insegurança deixa marcas profundas; enquanto viver com informação, apoio e respeito, fortalece para sempre.
Não é só sobre o bebê nascer saudável.
É sobre como a mulher se sente ao parir.
Experiências positivas de parto protegem a saúde mental no pós-parto.
Isso é cuidado.
Isso é prevenção.
Porque cuidar da saúde mental começa antes,
passa pelo parto
e continua no pós.
Se essa mensagem te acolheu, compartilhe com outra gestante 🤍

24/01/2026

✨ Hoje fazem 7 meses que o Rick foi preso.

Sete meses dessa injustiça.
Sete meses que dizem muito mais sobre o sistema do que sobre uma pessoa.

Hoje, falas dele circulam, são compartilhadas, viram referência.
Mas quando ele começou a questionar práticas naturalizadas no parto, virou alvo.

O caso envolve um parto domiciliar em que o bebê possuía uma condição congênita prévia.
O nascimento ocorreu bem.
A intercorrência foi identif**ada.
A ida ao hospital foi indicada e acompanhada.
A partir dali, o cuidado passou a ser hospitalar.

Mesmo assim, houve condenação.

Enquanto isso, mulheres seguem sendo violentadas durante a gestação, o parto e o puerpério.
Procedimentos sem consentimento.
Humilhações.
Negligências.
Cortes desnecessários.

E quase nunca há punição.

A violência obstétrica permanece banalizada, relativizada, invisibilizada.
Não gera prisão.
Não gera responsabilização.
Não gera alarde.

Quando se condena o parto domiciliar dessa forma, o que se faz não é justiça.
É controle sobre o corpo feminino.
É ataque à autonomia.
É deslegitimação de modelos de cuidado baseados em evidência.

Sete meses depois, a pergunta continua aberta:
por que algumas violências seguem impunes, enquanto outras escolhas são criminalizadas?

Isso não é um caso isolado.
É estrutural.

22/01/2026

✨Você já percebeu como a maioria dos partos mostrados em filmes e novelas acontece do mesmo jeito?
Mulher deitada, pernas elevadas, olhando para o teto.
Essa posição é conhecida como litotômica.
Ela facilita a visualização de quem está assistindo.
Mas, para quem está parindo, geralmente não é a melhor escolha.
Isso acontece porque essa posição não respeita totalmente a fisiologia do corpo da mulher.
Ela foi pensada muito mais para a organização do atendimento do que no processo real do trabalho de parto.
Quando a mulher f**a deitada, a gravidade deixa de colaborar com a descida do bebê.
Com menos mobilidade, f**a mais difícil seguir os sinais naturais do corpo, exigindo mais esforço e, muitas vezes, mais intervenções.
Quando a mulher tem liberdade e pode f**ar em pé, sentar, agachar ou se apoiar, o corpo trabalha a favor do parto.
O parto não precisa ser bonito para quem observa.
Ele precisa ser eficiente, respeitoso e confortável para quem vive esse momento.
Falar sobre posições no pré-natal é um cuidado importante.
Compartilhe essa informação com uma gestante e ajude a ampliar o acesso ao direito de se mover e escolher a posição para parir. 💖

✨ Durante o trabalho de parto, o corpo da mulher sabe o que fazer.O problema começa quando ele é impedido de fazer.Livre...
21/01/2026

✨ Durante o trabalho de parto, o corpo da mulher sabe o que fazer.
O problema começa quando ele é impedido de fazer.

Livre posicionamento no parto não é moda, nem preferência estética.
É uma prática baseada em evidência.

Quando a mulher pode se mover, mudar de posição e ouvir o próprio corpo, o parto tende a fluir melhor.
A pelve ganha mais espaço, a gravidade ajuda, o bebê consegue se ajustar e as contrações se tornam mais eficientes.

Imobilizar a mulher não acelera o parto.
Pelo contrário.
Aumenta dor, medo e intervenções desnecessárias.

O parto não precisa acontecer deitada, parada, obedecendo comandos externos.
Ele acontece melhor quando o corpo é respeitado.

Livre posicionamento não é falta de controle.
É confiança na fisiologia.

Respeitar o corpo da mulher também é segurança.

Endereço

Rua 9 De Julho, 638
Lins, SP

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Instituto HumanaSer posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Share on Facebook Share on Twitter Share on LinkedIn
Share on Pinterest Share on Reddit Share via Email
Share on WhatsApp Share on Instagram Share on Telegram