Dorival Ricci Jr.

Dorival Ricci Jr. Cirurgião Geral/Videolaparoscopico/Pós-Covid
CRM 18090 RQE 23016/23035
44 99800-5437 ~ 44 3431-1661

26/02/2026

ELE NÃO TE ESCUTA" OU O CÉREBRO DELE ESTÁ INFLAMADO?

A gente ri do vídeo porque se identif**a com a situação: o marido que parece estar em "modo avião" enquanto a esposa fala.

Mas, trazendo para o consultório, essa dificuldade de reter informações recentes, a necessidade de perguntar a mesma coisa várias vezes e a sensação de "lentidão" no processamento tem nome: Brain Fog (ou Névoa Mental).

Não é "coisa da idade" (se você não está na idade de ter esquecimentos comuns, k*k) e nem sempre é só "falta de atenção". É um sinal de que o seu cérebro não está conseguindo produzir energia suficiente, está lidando com uma neuroinflamação ou deficiência de substâncias como vitaminas, minerais, enzimas e hormônios!

O que pode estar por trás desse "esquecimento" engraçado? Inflamação Pós Viral ou Pós Pandêmica: A causa mais comum que vejo hoje. A inflamação residual afeta diretamente a cognição. Disbiose Intestinal: O intestino produz a maior parte dos neurotransmissores. Se o intestino está inflamado, o cérebro f**a nublado. Queda Hormonal: Testosterona ou hormonios tiroideanos (tireóide) com produções baixas derrubam a agilidade mental. Sono não reparador: O cérebro não faz a "faxina" noturna das toxinas.

Se você se sente como o rapaz do vídeo, ouvindo, mas não processando, não aceite isso como seu novo normal, principalmente se iniciou após a pandemia. Seu cérebro tem capacidade de voltar a ser afiado, mas precisamos desinflamar o terreno, repôr os nutrientes e hormonios chegando ao seu melhor funcionamento.

Marque aqui aquela pessoa que conversa com você desse jeitinho... ou assuma se essa pessoa é VOCÊ! 😂

19/02/2026

Infelizmente reflete a realidade de muitos consultórios por aí.

Você gasta R$ 900,00 (ou mais) em exames, jejua, tira sangue, espera o resultado ansioso... para chegar na consulta e o médico folhear tudo em 30 segundos e dizer: "Tá tudo normal, tchau."

No meu consultório, isso é proibido!!!

Quem passa comigo sabe: minha avaliação é o oposto disso!!!

Porque eu não olho exames por atacado. Eu analiso cada resultado individualmente e relacionando-os entre si!

Mesmo que o laboratório diga que está dentro da referência, eu paro, analiso o que é a "excelência para VOCÊ" e te explico o porquê. O que aquele número signif**a? Ele está ótimo ou está "quase ruim"? Existe uma grande diferença entre "não estar doente" e "ter saúde plena".

Eu não vou apenas te dar um remédio para baixar ou melhorar os números. Eu vou te explicar a consequência daquela alteração no seu corpo hoje e no futuro. E, principalmente: o que vamos fazer para corrigir a causa raiz (seja no intestino, no sono, na alimentação, suplementação, medicação ou no estresse).

Exame não é papel para ser arquivado. É um mapa do seu corpo. E um mapa precisa ser lido com atenção, com lupa, muitas vezes e com tempo.

Se você cansou de ser atendido no "modo linha de produção", eu te convido para uma medicina que te respeita e te individualiza!

Sinceridade: qual foi o recorde de rapidez que um médico já bateu olhando seus exames? Me conta aqui.

12/02/2026
09/02/2026

A verdade sobre a causa das Inflamações e Imunodeficiência pós pandemia viral

31/01/2026

RIR PARA NÃO CHORAR? QUEM NUNCA PASSOU POR ISSO?

O vídeo é cômico, mas o fundo de verdade é algo que escuto todo dia no consultório.

"Doutor, acho que estou com demência precoce." "Doutor, esqueci o nome do meu filho." "Doutor, entrei na cozinha e não sei o que fui fazer."

Antigamente, a gente colocava tudo na conta do "estresse" ou da "idade". Mas vamos falar sério? O que tenho visto nos últimos anos não escolhe idade, contexto ou estilo de vida.

O nome disso muitas vezes não é "velhice". É Neuroinflamação Pós-Cov1d.

É como se o sistema operacional do seu cérebro estivesse rodando com um vírus de fundo, consumindo toda a memória RAM. Você tenta acessar a informação (o nome do amigo, a chave do carro) e a "ampulheta" f**a girando...

A boa notícia (que o vídeo não conta) é que isso tem tratamento. Seu cérebro não "estragou" para sempre. Ele está apenas inflamado e precisando dos nutrientes e estímulos certos para "reiniciar".

Não aceite o esquecimento crônico como o "novo normal". Te**es cognitivos mostram a diferença gritante do antes e depois do tratamento. Eu vejo isso na prática.

Agora seja sincero: você riu porque achou engraçado ou porque se identificou desesperadamente? Me conta aqui (se lembrar).

14/01/2026

Essa pergunta é muito boa. Está aí os trabalhos respondendo ela. É muito bom você ter informações mas ainda é buscar um profissional especializado da sua confiança.

Não se medique, pode piorar a sua situação!

Compartilhe com alguém que precise de informações.

10/01/2026

As gorduras animais nunca foram um problema para a saúde.

Mas a indústria alimentícia precisava colocar no mercado os óleos industrializados, que estavam com a produção crescendo cada vez mais. Então, iniciaram uma narrativa de que eles eram "melhores" que as gorduras de origem animal.

Tudo isso para introduzir as margarinas e óleos refinados de todos os vegetais, juntamente com os carboidratos refinados.

O resultado? Isso foi um desastre para a saúde cardiovascular, trazendo um aumento gradativo de doenças ateroscleróticas, obesidade e diabetes tipo 2.

Após 60 anos, finalmente a ciência acordou às custas de médicos e cientistas desvinculados da indústria alimentícia e farmacêutica.

A pergunta que f**a é: Quem lucrava com essa narrativa? ELES MESMOS. Quem perdia? A população, enganada por uma narrativa enganosa.

Você conhece alguém que ainda troca manteiga por margarina achando que é saudável? Compartilhe este vídeo e ajude a espalhar a verdade.

Essa é a frase que mais repito no consultório.​Vivemos uma epidemia de pacientes que ouvem "está tudo normal" enquanto s...
08/01/2026

Essa é a frase que mais repito no consultório.
​Vivemos uma epidemia de pacientes que ouvem "está tudo normal" enquanto se sentem progressivamente piores. Isso acontece por um erro de conceito básico: confundir ausência de doença grave com presença de saúde real.
​Os "valores de referência" laboratoriais são médias estatísticas de uma população que, infelizmente, já é doente e inflamada. Estar "na média" hoje em dia é estar perigosamente perto da doença.
​Na Síndrome Pós-COVID e na medicina integrativa, nós não buscamos apenas o dano estrutural (aquilo que aparece quando o órgão já lesionou). Nós buscamos a disfunção funcional:
1️⃣ Sua mitocôndria está gerando energia?
2️⃣ Seu intestino está absorvendo nutrientes ou deixando passar toxinas?
3️⃣ Seu cérebro está inflamado?
​Essas alterações não acendem luz vermelha no hemograma padrão. Elas se manifestam como cansaço, insônia, dores migratórias e ansiedade.
​Seus sintomas são reais. Eles são a "luz do painel" do seu corpo avisando que o motor precisa de atenção agora, antes que ele pare.
​Não aceite viver "mais ou menos" porque um papel disse que você está bem. A clínica é, e sempre será, soberana.

​Você já saiu de uma consulta com exames normais, mas sem nenhuma solução para o que sentia? Me conte aqui.
​Dr. Dorival Ricci Junior
Medicina Integrativa e Funcional

07/01/2026

Quem já passou por um Acidente Vascular Isquêmico (AVI) convive, muitas vezes, com uma pergunta silenciosa: "E se acontecer de novo?"

A prevenção secundária — ou seja, evitar a recorrência — não é questão de sorte. É questão de estratégia clínica. No vídeo, explico a lógica fisiológica por trás desse cuidado.

Quando falamos especif**amente do AVI (Isquêmico), estamos lidando com um bloqueio. Uma "estrada" vascular que foi fechada, seja por um trombo que viajou até lá ou por uma placa de gordura que se rompeu.

Para evitar que isso se repita, nossa atuação médica precisa ser bifocal:

Cuidar da "Parede" (Placas de Ateroma): Precisamos estabilizar e diminuir a inflamação nas placas de gordura acumuladas nas artérias. Uma placa estável não se rompe. Aqui, a alimentação anti-inflamatória e o controle metabólico são inegociáveis.

Cuidar do "Fluxo" (Coagulação): O sangue não pode ser uma "sopa grossa". O uso criterioso de anticoagulantes ou antiagregantes plaquetários serve, justamente, para impedir que as plaquetas se aglomerem e formem novos coágulos obstrutivos.

Não existe mágica, existe fisiologia. Se você mantém suas artérias limpas e seu sangue fluido, o risco cai drasticamente.

A medicação é uma ferramenta poderosa, mas ela funciona melhor quando o terreno biológico (seu corpo) está desinflamado.

Você ou alguém da sua família faz uso de anticoagulantes? Como está o cuidado com a alimentação nessa rotina?

Compartilhe com 2 pessoas da sua família!

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