Fernando Garcia - Psicologia & Sexologia

Fernando Garcia - Psicologia & Sexologia � Antonio Fernando Vieira Garcia
� Psicólogo e Sexólogo CRP 08/26209 | Implementador NR-01
Sexólogo
� Terapia para pessoas LGBTQIAPN+

4a.FEIRA (não) SANTA💥Ontem eu te disse que ia te mostrar como sair desse lugar culposo sem brigar com todo mundo e sem s...
01/04/2026

4a.FEIRA (não) SANTA
💥Ontem eu te disse que ia te mostrar como sair desse lugar culposo sem brigar com todo mundo e sem se abandonar de novo. Então presta atenção nisso aqui que vai ser babado.

🫆Porque não é bonito. Mas é verdadeiro!

🕰 Eu demorei muito tempo pra entender que o problema não era voltar pra casa. Também não era a minha família.

O problema era o lugar que eu ocupava quando eu estava lá. Porque toda vez que eu entrava naquele ambiente… eu me colocava pra baixo.

🥀 Aliás, eu já chegava em casa me sentindo menor, errado e pedindo desculpa por ser gay, mesmo sem falar nada. E aí qualquer olhar da minha mãe ou dos meus irmãos, qualquer comentário ... confirmava isso que EU PENSAVA SOBRE MIM.

E eu pensava: “tá vendo? o problema sou eu.” Mas não era. Era o lugar que eu \me colocava. E isso muda tudo.

👁👁.
Porque enquanto você entra se sentindo errado, seus olhos passam a ler tudo como prova de que você é errado. Você superinterpreta pra confirmar um pensamento ruim sobre si mesmo.

Em um dado momento, eu comecei a perceber que, culpado ou não, seguindo a doutrina católica ou não, eu queria viver e ser feliz. E, para isso, eu precisei me escutar de verdade: fiz terapia, tive coragem de assumir pra mim mesmo que eu não queria mais ir pra casa e nem ir na missa.

🕊 Então eu precisei me rever e respeitar meus limites ao invés de querer cumprir os limites da religião.

E foi isto que me ajudou a ser mais livre em relação à fé. Também fui conversar com padres mais jovens e abertos, procurei estudos sobre o tema, me afastei de parentes fundamentalistas e lideranças católicas preconceituosas.

❤️ Conheci um Deus que me chama à conversão, sim, mas não à negação de quem sou. Saí do lugar de autoacusação e fui pra um lugar de autoconhecimento, de dúvida, de construção de novas respostas, e consegui me reposicionar de forma mais firme, sem me agredir e sem precisar agredir ninguém.

💎 Hoje eu ainda não tenho todas as respostas, mas aprendi a conviver com as perguntas.

(Continua no primeiro comentário. PROMETO que vale a pena concluir a leitura).

🌈

📛 3ª.FEIRA (não) SANTAVocê aprendeu a chamar de pecadocoisas que são só humanas.- Desejo.- Instinto sexual e desejo afet...
31/03/2026

📛 3ª.FEIRA (não) SANTA
Você aprendeu a chamar de pecado
coisas que são só humanas.
- Desejo.
- Instinto sexual e desejo afetivo-sexual.
- Faltas, incompletudes e momentos de fraqueza.
- Contradições emocionais na mesma pessoa.

Mas quando isso bate de frente com a ideia de que você deveria ser perfeito…

nasce a culpa.

E você começa a achar que tem algo de errado com o fato de você ser quem é, do jeito que é.

Mas talvez nunca tenha sido sobre errar nem ser errado. Talvez seja só porque você foi ensinaro errado através de:

- má interpretação bíblica;
- ensinamentos desatualizados;
- religiosos fundamentalistas;
- famílias abusivas;
- traumas da vida....

❤️‍🩹 Esta postagem é um convite a rever isto que pode aparecer na Semana Santa: A CULPA.

💜 Espero que te ajude. Me conta aqui o que você sentiu depois de ler isto, tô curioso.

“Livre pra ser, livre pra viver”
+FG

🌈

2a.FEIRA (não) Santa🚍 Voltar pra casa na Semana Santa, pra muitos homens g**s que cresceram em famílias católicas, não é...
30/03/2026

2a.FEIRA (não) Santa
🚍 Voltar pra casa na Semana Santa, pra muitos homens g**s que cresceram em famílias católicas, não é só pegar um ônibus ou avião. É voltar pra um lugar que mexe com a alma.

🤵🏻Esse homem já tem a vida dele, mora em outra cidade, construiu novos vínculos, vive com mais liberdade. Mas chega o feriado, bate a vontade de não passar a Páscoa sozinho, ou tem folga e ele quer descansar.

❓️Bate a dúvida de voltar para f**ar com a família, ou não.

Mas tem algo ali que puxa ele pra uma versão antiga de si. Ele fala menos, evita assuntos, segura o jeito de se expressar, de mexer as não e evita piadas que conta para os amigos. Não é planejado. Acontece. E isso não é fraqueza. É história.

🙋🏻‍♂️ Eu já vivi isso. Escuta essa: você sabe que já fui MUITO CATÓLICO. Teve uma época que eu não queria voltar pra casa na Semana da Páscoa. Não era falta de amor. Era o incômodo de encontrar uma versão minha que já não existia mais.

Eu já não era aquele menino tão cristão. Já tinha feito outras escolhas, já me colocava como um homem gay e sabia que isso não era bem aceito na minha família e nem na paróquia.

😬 E vinha o medo.

Medo de como iam me olhar, se ia ter cobrança pra ir à missa. Antes mesmo de decidir, eu já estava angustiado. No começo eu me forçava a ir. Depois comecei a me perguntar se aquilo fazia sentido. Com o tempo, isso foi se reorganizando.

E é aqui que está o ponto: quando você volta pra um lugar cheio de história, faz parte se obrigar fazer algumas coisas pra manter o vínculo com quem você ama. Mas isso não signif**a que você deixou de ser quem é.

Pode ser que você sinta que precisa se diminuir. E isso cansa. O 1o. passo é perceber que essa versão mais contida não é você inteiro, é uma resposta ao ambiente.

Dá pra fazer ajustes:
- Você não precisa contar tudo. Mas também não precisa mentir.
- Não precisa discutir tudo.Mas também não precisa concordar com o que te machuca.

Vc pode até voltar pra casa, mas não precisa deixar vc mesmo do lado de fora quando entra.

Amanhã falarei sobre a culpa que essa semana ativa.

Me conta: como é pra você essa Semana (não) Santa?
🌈

Flávio Bolsonaro soltou 'todas, todos, todes, todys e todXs' e espera que a gente acredite. Eu, como homem gay e psicólo...
24/02/2026

Flávio Bolsonaro soltou 'todas, todos, todes, todys e todXs' e espera que a gente acredite.

Eu, como homem gay e psicólogo, não acredito. Não é birra e vou te dizer porquê.

Lembrem: o pai dele passou anos repetindo que nossa existência era 'ideologia de gênero', 'aberração', 'ameaça à família'. Era discurso que alimentava o ódio, que justif**ava exclusão.

Agora o filho usa 'todes' como se fosse parte natural do vocabulário. Lacan chamaria isso de fala vazia: uma enunciação que não vem do desejo próprio, mas que tenta ocupar o lugar do desejo do Outro. Aqui, o Outro é o eleitor, aquele que quer ser seduzido, incluído, votado.

É marketing da subjetividade: dizer o que o outro quer ouvir, sem que haja sujeito (verdade) por trás. Na psicologia a gente vê isso o tempo todo: alguém que muda a fala dependendo de quem quer conquistar.

É como se ele quisesse ser tudo pra todo mundo, mas sem assumir o que já disse antes.

É máscara.

É fingir que mudou, quando na verdade só quer o voto.

Pra quem viveu o preconceito na pele, pra quem sentiu o peso do 'não' desde cedo, quem precisou construir identidade em meio a violência simbólica e real, linguagem neutra não é acessório de campanha. É ferramenta de luta, de visibilidade, de existência.

Nós a reivindicamos porque precisávamos dela pra respirar. Usá-la agora como isca eleitoral não é inclusão: é apropriação oportunista.

Então f**a a pergunta: quem pode falar 'todes' de verdade?

Quem carregou essa luta na carne, ou quem só pega emprestado quando precisa?

Não é sobre odiar ninguém. É sobre autenticidade. Porque palavra sem verdade é só barulho.
E você, o que sentiu quando Flavio usou linguagem neutra? Me conta nos comentários.

"Livre pra ser, livre pra viver"
+FG
B***a, bem b***a mesmo 💅

Flávio Bolsonaro soltou 'todas, todos, todes, todys e todXs' e acha que a gente esquece. Eu não esqueço.Eu, que cresci o...
24/02/2026

Flávio Bolsonaro soltou 'todas, todos, todes, todys e todXs' e acha que a gente esquece. Eu não esqueço.

Eu, que cresci ouvindo o pai dele dizer que 'ideologia de gênero' era ameaça, que homossexualidade era 'coisa de doente', que nossa existência era 'aberração'. Não engulo esse 'todes' de última hora.

Não é inclusão. É marketing.

É tentar colar na pele de quem eles cuspiram por anos, só porque o poder tá escorregando. Enquanto isso, a gente segue lutando pra existir, pra ter direitos, pra não ser alvo de ódio, e eles vêm com essa?

Linguagem neutra não é deles. É nossa. E não aceito que usem como isca pra voto e nem por sarcasmo.

Quem pode falar 'todes'? Quem viveu o preconceito, não quem lucrou com ele, não quem age de forma oportunista em corrida eleitoral.

E você, o que acha? Comenta aí.

Fernando Garcia
Homem gay

neutra

EIS QUE VOCÊ VOLTOU AO TRABALHO PÓS-CARNAVALAcordou cansado. Preguiçoso. Reclamão. Com saudade daquilo tudo que você viv...
23/02/2026

EIS QUE VOCÊ VOLTOU AO TRABALHO PÓS-CARNAVAL

Acordou cansado. Preguiçoso. Reclamão. Com saudade daquilo tudo que você viveu.

Mas e se o problema não for o fim do Carnaval… e sim o fato de você ter construído uma vida da qual precisa fugir o tempo todo?

Talvez a questão não seja sobre a coca-cola que você não vai tomar na Quaresma. Nem sobre a promessa de “agora o ano começa”. Talvez seja sobre essa segunda-feira permanente que você chama de [rotina].

No Carnaval você dançou (muito)
Você riu alto.
Você usou roupas que não combinam com o seu dia-a-dia.
Você falou o que pensa sem filtros.

E por alguns dias você sentiu algo perigoso: VITALIDADE.
Você se sente vivo. Presente. Inteiro.

Mas aí o carnaval acabou.

E o que dói não é o silêncio da caixa de som. É o barulho interno. Sabe aquele ruído dentro de você quando percebe que aquela versão sua, mais leve, mais autêntica, mais corajosa... não cabe na vida que você enfrenta nessa segunda-feira?

Você chama isso de "ressaca". É ressaca mesmo?

Talvez seja luto.

Luto da liberdade que só existe em data marcada.
Luto da coragem que aparece quando ninguém está te julgando.
Luto de um “eu” que você só autoriza existir em momentos excepcionais.

Se os melhores dias do seu ano são aqueles em que você pode fugir… o que sobra do resto?

É o trabalho que você tolera? São as relações que você mantém por conveniência? É a imagem que você sustenta para ser aceito?

O Carnaval não cria uma versão nova de você.
ELE REVELA.

Revela o que você reprime.
Revela o que você deseja.
Revela o que você tem medo de assumir.

Talvez a pergunta não seja: “Como eu volto à rotina?” Talvez seja: Que pequenos pedaços da minha liberdade eu posso levar para a minha vida de rotina?

Porque viver esperando a próxima fuga é uma forma sofisticada de aprisionamento. E você merece mais do que sobreviver até o próximo feriado...

Que me diz?

"Livre pra ser, livre pra viver"
+FG

Ansiedade nem sempre grita. Às vezes, ela se disfarça:📈Em produtividade.🔓Em controle.♾️Em pensamento acelerado que nunca...
15/01/2026

Ansiedade nem sempre grita. Às vezes, ela se disfarça:
📈Em produtividade.
🔓Em controle.
♾️Em pensamento acelerado que nunca para.

No Dia 2 do conteúdo especial que preparei pra esse início de 2026, eu trago uma reflexão sobre a ansiedade disfarçada.

Aquela que se esconde no “tô resolvendo tudo”...
mas aparece quando você tenta descansar.

Se você sente que sua mente não desacelera nem na hora de dormir, talvez esse conteúdo te ajude a entender o que está acontecendo com mais clareza.

📩 E se quiser conversar sobre como funciona o processo terapêutico, me chama aqui no privado.

Autoconhecimento

🐞Tem uma coisa que eu venho ouvindo muito nas últimas semanas… Pessoas dizendo que começaram 2026 cansadas, com a sensaç...
13/01/2026

🐞Tem uma coisa que eu venho ouvindo muito nas últimas semanas… Pessoas dizendo que começaram 2026 cansadas, com a sensação de que terminaram o ano passado no automático.

- Mal começou 2026 e já tô fazendo as mesmas m3rdas;
- Cansei de fingir sorriso;
- Por que é que eu não evoluo?
- É botox, academia e missa mas ainda tô sempre triste.
- Sabe aquela sensação de ‘eu fiz tanto, mas ainda me sinto vazio’?

E se o problema não for o que você fez ou deixou de fazer, mas sim como tem carregado tudo isso sozinho?
Talvez o que você precise agora não seja fazer mais, mas se escutar de um jeito novo.

Eu preparei um conteúdo com cuidado, escuta e verdade — pra quem tá sentindo isso na pele.
Não é propaganda. Não é fórmula mágica. Confere nos caras.

Livre pra ser, livre pra viver.
+FG

*****al

Queridos pacientes,Após o período de recesso e férias no mês de dezembro, comunico com alegria que retomamos as atividad...
05/01/2026

Queridos pacientes,

Após o período de recesso e férias no mês de dezembro, comunico com alegria que retomamos as atividades clínicas de Psicologia e Sexologia a partir desta segunda-feira, 5 de janeiro/2026.

👉 Todos os horários previamente agendados estão mantidos. Caso haja necessidade de ajustes, peço a gentileza de me avisarem com antecedência.

🔔 Lembretes importantes para o bom andamento do nosso trabalho:

🕰 Pontualidade e responsabilidade com o horário
O horário combinado é reservado exclusivamente para você. A pontualidade é um dos pilares da ética do nosso trabalho.

🏠 Sessões presenciais
Acontecem às quintas-feiras, conforme agendamento, no centro de Maringá.

💻 Sessões online – algumas recomendações:
• Esteja próximo do modem para garantir boa conexão.
• Busque um ambiente iluminado e reservado.
• Evite comer durante a sessão.
• Esteja confortável, mas presente — evite pijamas.
• No horário combinado, você deve iniciar a chamada (como quem bate à porta do mosteiro: três batidinhas, informando que chegou).

💸 Reajuste de valor
A partir de fevereiro de 2026, haverá um reajuste simbólico nos honorários — abaixo da inflação — para seguirmos sustentando esse espaço de cuidado e presença.

Ficou com alguma dúvida? Manda uma DM que terei prazer em responder.

"Livre pra ser, livre pra viver".
+FG

05/01/2026
🏳️‍🌈🏳️‍⚧️ O NATAL DAS G**S ⚠️ANTES: 1) héteros: não to dizendo que isso não acontece com vocês. 2) Extremistas politique...
24/12/2025

🏳️‍🌈🏳️‍⚧️ O NATAL DAS G**S

⚠️ANTES: 1) héteros: não to dizendo que isso não acontece com vocês. 2) Extremistas politiqueiros da direita ou esquerda: caiam fora daqui! vocês não são bem-vindos neste perfil).

🎄Para muitos homens g**s, o Natal não será vivido ao lado da família de origem. Os motivos são diversos e, muitas vezes, atravessados por violência simbólica e real: expulsões de casa, rejeições explícitas, humilhações recorrentes, piadas homofóbicas ou transfóbicas, imposições religiosas que já não fazem sentido, distâncias geográf**as, migração, exigências profissionais, ou ainda a experiência do luto — inclusive o luto de pessoas vivas, quando o vínculo existe apenas como fantasma.

🎄Para muitos, o Natal não é sinônimo de alegria. Pode ser um dia de silêncio, de ausência, de solidão.

🎄É importante lembrar que o próprio surgimento do Natal, tal como é celebrado no Ocidente cristão, não nasce de uma cena feliz. A narrativa do nascimento de Jesus fala de uma criança que precisou fugir para sobreviver, ameaçada de morte.

🎄Jesus e Maria tornam-se imigrantes, afastados de sua terra, de seus parentes, de suas referências. O nascimento acontece longe do lar, em um contexto de pobreza, cercado apenas por aqueles que puderam acolhê-los. Esse é o Natal que inaugura essa história.

🎄Não se trata aqui de defender qualquer religião, mas de resgatar um ponto essencial: o Natal não precisa ser feliz para ser Natal.

🎄Ele carrega, em sua própria origem, a marca da falta, do deslocamento, da ausência.

🎄O Natal também é Natal quando há cadeiras vazias. O Natal surgiu esvaziado.

Quando se está trabalhando.
Quando se está longe.
Quando se está doente.
Quando se está no hospital.
Quando se está triste.
Quando se está só.
Quando se está junto de pessoas que escolhemos amar — e não obrigados a amar por laços sanguíneos ou imposições religiosas.

🎄O Natal também é Natal quando não há um lugar que se possa chamar de lar — nem físico, nem afetivo.

🎄Por isso, se este é um Natal difícil para você, que ele ainda assim seja seu. Que seja o Natal possível.
Que, em meio ao caos, ele ofereça algum conforto, mesmo que pequeno.

Livre pra ser, livre pra viver.
+FG

O Brasil inteiro amanheceu em choque com o ma$$acre feito numa atuação, no mínimo, mal planejada pelo Governo do Rio de ...
29/10/2025

O Brasil inteiro amanheceu em choque com o ma$$acre feito numa atuação, no mínimo, mal planejada pelo Governo do Rio de Janeiro neste 28 de Outubro. Uma megaoperação policial no Rio de Janeiro resultou em dezenas de mortes.

A dor é real. Moradores, policiais, famílias inteiras foram atingidas. Mas há algo ainda mais inquietante: o modo como essa dor tem sido consumida.

A sociedade parece ter transformado o sofrimento em espetáculo. As imagens circulam nas redes com rapidez brutal, antes mesmo que os corpos sejam identif**ados.

O luto vira manchete.
O trauma vira conteúdo.
E os tribunais digitais se formam com uma velocidade que não permite reflexão, escuta ou elaboração.

Na obra Psicologia das Massas e Análise do Eu (1921), Freud explica que, diante da coletividade, o sujeito abandona parte de seu juízo crítico e se deixa levar por afetos compartilhados. A massa move-se pela identif**ação, e não pelo pensamento. Isso explica, em parte, a pressa com que tantas pessoas emitem juízos apressados, polarizados, às vezes violentos.

E é isso que estamos vendo agora:

🔸 um desejo coletivo de ter razão,

🔸 uma pressa em escolher lados,

🔸 e um esquecimento de que por trás de cada manchete, há vidas reais.

Vivemos também sob o efeito da necropolítica, conceito trazido por Achille Mbembe em Necropolítica (2011), onde o poder define quem pode viver e quem pode morrer. Mas hoje esse poder também define quem será chorado e quem será silenciado. Quem terá sua morte tratada com dignidade e quem será descartado como número ou narrativa conveniente.

Cuidado:

❌com o desejo de opinar sobre tudo,

❌com a ânsia de participar do debate sem conhecer os dados oficiais;

❌ com a reprodução de discursos prontos que vêm carregados de interesses políticos, eleitorais, ideológicos ou midiáticos.

Esse uso da dor como recurso de engajamento é perigoso porque ...(continua no primeiro comentário).
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