01/03/2021
Já percebeu que muitas vezes cometemos os mesmos erros? e que, por mais que tentemos mudar, muitas vezes, sem auxílio de outra pessoa, tendemos a novamente repeti-lo, como se amanhã fosse meramente ilusório?
A repetição faz parte e está em exatamente tudo o que habita a terra, inclusive, nosso planeta também repete movimentos como rotação e translação. Porém, uma pergunta se formula quase como por si só: será que o repetido é o igual? ou ele muda em certos aspectos, mas mantém o essencial, de modo a considerá-lo sempre o mesmo?
No caso dos erros, quando nós os repetimos, qual é o nosso comportamento diante deles? negá-los de maneira veemente? ser submisso a ele? o que fazemos com aquilo que repetimos? talvez, podemos fazer algo que autor denomina de ressignif**ação subjetiva, que é, no fundo, um olhar mais profundo diante da nossa repetição, do nosso sintoma que tanto nos incomoda, mas que também, de certo modo, nos defende das nossas questões mais profundas, desejantes!
Muitas vezes, os erros recorrentes e atos falhos diversos, são como aquela voz baixinha que deixamos escapar, que denuncia algo que não queremos acolher, digerir, escutar.