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Absolutamente tudo!A condição não é impeditiva, não. Então, você não deve se privar de curtir os seus passeios, aventura...
20/02/2024

Absolutamente tudo!

A condição não é impeditiva, não. Então, você não deve se privar de curtir os seus passeios, aventuras gastronômicas e o que bem entender. O diabetes manejado não interfere nenhum dos seus objetivos e sonhos! Cuide da sua saúde.

Pacientes com diabetes fazem parte do grupo de risco para a dengue, que vem aumentando no Brasil. A vacinação contra a d...
19/02/2024

Pacientes com diabetes fazem parte do grupo de risco para a dengue, que vem aumentando no Brasil. A vacinação contra a dengue está ocorrendo, mas a oferta é limitada, priorizando crianças em áreas de alta transmissão. Pessoas com diabetes controlado podem receber a vacina.

A dengue, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, afeta todos, mas grupos como idosos, crianças e gestantes têm maior risco de casos graves. A dengue grave ocorre mais frequentemente na segunda infecção. Pacientes com diabetes enfrentam riscos semelhantes a outros grupos de risco.

O tratamento é sintomático, sem medicamento específico. A hidratação é crucial, sendo oral em casos leves e endovenosa em casos graves. Sinais de alarme exigem busca imediata por ajuda médica. Todos os sorotipos da dengue circulam no Brasil, predominando os tipos 1 e 2.

Fonte: https://diabetes.org.br/diabetes-e-dengue-o-que-e-preciso-saber-para-evitar-complicacoes/

Acabou as desculpas pra vc não cuidar da saúde! Arrasta e vem conferir nossas dicas 💙
16/02/2024

Acabou as desculpas pra vc não cuidar da saúde! Arrasta e vem conferir nossas dicas 💙

O avanço da tecnologia no tratamento do Diabetes tem possibilitado diversas opções de monitoramento da glicose no corpo,...
14/02/2024

O avanço da tecnologia no tratamento do Diabetes tem possibilitado diversas opções de monitoramento da glicose no corpo, incluindo relógios de pulso com visores que exibem em tempo real os dados glicêmicos. No entanto, é crucial compreender como esses relógios apresentam essas informações.

Existem duas principais abordagens: uma envolve sensores subcutâneos que transmitem dados para aplicativos espelhados no visor de um smartwatch, e a outra diz respeito a métodos não invasivos, que não requerem a introdução de sensores ou picadas na pele. Atualmente, métodos não invasivos estão em estudo, divididos em categorias como ópticos, de micro-ondas e eletroquímicos. No entanto, a correlação entre os valores medidos e os reais níveis de glicose no sangue ainda não é robusta, tornando essas avaliações duvidosas e sem comprovação científica sólida.

Alguns relógios afirmam utilizar Radiofrequência, mas estudos indicam interferências, como variações na temperatura corpórea e sudorese, que podem comprometer a acurácia desses métodos, afetando a segurança dos usuários com Diabetes.

Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) posiciona-se desaconselhando o uso de relógios que medem glicose de forma não invasiva, devido à falta de estudos confiáveis, o que implica em riscos para os usuários. Além disso, agências regulatórias como Anvisa e FDA ainda não aprovaram dispositivos com essa finalidade. No entanto, a SBD reconhece a possibilidade de que, no futuro, avanços tecnológicos e estudos adicionais possam tornar esses métodos viáveis para utilização.

Leia em: https://diabetes.org.br/esclarecimento-sobre-os-relogios-medidores-de-glicose-divulgados-em-redes-sociais/

Feridão prolongado, atenção redobrada com possível hipoglicemia!Eai, qual doce é seu preferido e está sempre na sua bols...
12/02/2024

Feridão prolongado, atenção redobrada com possível hipoglicemia!
Eai, qual doce é seu preferido e está sempre na sua bolsa em caso de uma hipo?

Conta pra gente aqui nos comentários 🍭🍬🍫🍦

O vídeo que viralizou ao afirmar que ferver cebola intensifica a glucoquinina, substância presente no alimento com supos...
08/02/2024

O vídeo que viralizou ao afirmar que ferver cebola intensifica a glucoquinina, substância presente no alimento com suposto efeito semelhante à insulina, foi refutado por especialistas.

Tarcila Beatriz Ferraz de Campos, coordenadora do departamento de nutrição em diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), esclareceu que a glucoquinina é funcional na cebola, mas não possui propriedades milagrosas, agindo de maneira semelhante a outros alimentos saudáveis.

O endocrinologista Rodrigo Lamounier considerou irresponsável e ignorante comparar o efeito da receita com a ação da insulina, destacando a importância histórica da descoberta da insulina em 1921. Ele ressaltou que a diabetes não tem cura e promover “milagres” desvia os pacientes de abordagens reais para o controle da glicose.

Leia mais em: https://jc.ne10.uol.com.br/colunas/saude-e-bem-estar/2024/02/15666273-e-falso-que-cebola-com-limao-e-bom-para-baixar-glicose-saiba-o-que-diz-especialista.html

A terapia com insulina continua sendo crucial para muitos com diabetes, e avanços recentes incluem insulinas semanais, c...
05/02/2024

A terapia com insulina continua sendo crucial para muitos com diabetes, e avanços recentes incluem insulinas semanais, como Icodec e Efsitora Alfa. Essas oferecem controle glicêmico comparável a análogos diários, reduzindo a variabilidade e simplificando os regimes de dosagem. Embora promissoras, desafios práticos e educacionais surgem com essa nova abordagem, exigindo uma compreensão aprofundada para garantir sua eficácia e segurança.

Com insulinas Icodec e Efsitora Alfa avançando em fases finais de desenvolvimento e aprovação regulatória, surgem considerações futuras. A FDA pode reconsiderar o uso de métricas de monitoramento contínuo de glicose (CGM) para avaliar hipoglicemia. A complexidade de comparar insulinas semanais com diárias, devido às suas distintas farmacocinéticas, destaca desafios em estabelecer um campo de jogo equilibrado. Embora as insulinas semanais mostrem promissoras vantagens, como redução na carga de injeções, custos e frequência de teste de glicose, questões regulatórias e métricas de avaliação ainda precisam ser refinadas para garantir interpretações clinicamente relevantes da eficácia e segurança.

Fonte: https://academic.oup.com/edrv/advance-article

Não, atualmente não há uma cura para o diabetes.O tratamento disponível envolve o uso de medicamentos, como antidiabétic...
31/01/2024

Não, atualmente não há uma cura para o diabetes.

O tratamento disponível envolve o uso de medicamentos, como antidiabéticos orais e/ou insulina.

A homeopatia não é reconhecida como uma abordagem eficaz para tratar qualquer tipo dessa condição.

Na capa: “Encontre seu pessoal no acampamento para diabetes”Esta fotografia, tirada no verão de 2019, retrata cinco indi...
29/01/2024

Na capa: “Encontre seu pessoal no acampamento para diabetes”

Esta fotografia, tirada no verão de 2019, retrata cinco indivíduos com diabetes tipo 1 que se voluntariam como conselheiros do acampamento e equipe de recreação no Florida Diabetes Camp: Madison Belluccia, Sierra Cook, Katie Logsdon, Yudibeth Marrero e Sarah Roberts.

Da esquerda para a direita, suas tatuagens mostram o seguinte: Coordenadas GPS (graus/minutos/segundos) para o local principal do programa de verão Florida Diabetes Camp, um local a menos de 15 m (49 pés) acima do nível do mar, tornando-o à base de água atividades obrigatórias; as palavras “tipo um” no roteiro; “Diabético Tipo 1” em fonte de bloco localizada em área que também pode servir como alerta médico; os símbolos I>ΛV, que significa “Eu sou maior do que meus altos e baixos”, referindo-se às setas contínuas do monitor de glicose que apontam para cima para níveis crescentes de glicose (altos) e para baixo para níveis decrescentes de glicose (baixos); e a fórmula molecular da insulina aspártico (C257H383N65O77S6), destacando a fusão do diabetes tipo 1 e da ciência.

Cada pessoa que vive com diabetes percorre um caminho único marcado pelos desafios e triunfos da doença e, embora a diabetes não defina uma vida, faz parte de uma identidade que tem a capacidade de nos unir nos desafios comuns, na resiliência individual e vitórias compartilhadas.

A hereditariedade é algo que pode, sim, influenciar no diagnóstico de diabetes, especialmente no tipo 2! Estudos da Univ...
24/01/2024

A hereditariedade é algo que pode, sim, influenciar no diagnóstico de diabetes, especialmente no tipo 2!

Estudos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul mostram que no caso de gêmeos idênticos, se um tiver o tipo 1, há cerca de 40% do irmão também desenvolver a condição. Com o tipo 2 o número muda: as chances aumentam para até 75%.

Então, a hereditariedade conta, sim, e por isso é ideal ficar atento aos seus exames e prevenir sempre que possível. Já sabia dessa informação?
Compartilhe! 💙

Fonte: https://www.programafazbem.com.br/blog/post/diabetes-pode-ser-hereditaria

Muitos diagnosticados com diabetes tipo 2 podem ter uma forma diferente da doençaUm diagnóstico errado pode dificultar a...
16/01/2024

Muitos diagnosticados com diabetes tipo 2 podem ter uma forma diferente da doença
Um diagnóstico errado pode dificultar a obtenção de medicamentos e tecnologia adequados para controlar o açúcar no sangue. Alguns pacientes negros se perguntam se sua raça desempenha algum papel.

Os pacientes negros há muito lutam contra o preconceito em todo o sistema de saúde dos EUA. Num inquérito recente da KFF, por exemplo, 55% dos adultos negros disseram acreditar que precisavam de ter cuidado, pelo menos algumas vezes, com a sua aparência para serem tratados de forma justa durante as consultas médicas. O software hospitalar usado para tratar pacientes foi investigado por discriminação. Mesmo um teste comum utilizado para controlar a diabetes pode subestimar os níveis de açúcar no sangue em pacientes com traço falciforme, que está presente em quase 1 em cada 10 afro-americanos.

Leia mais em: https://www.nbcnews.com/health/diabetes/diagnosed-type-2-diabetes-may-different-form-disease-rcna132571

Se vai viajar de avião, a insulina deve SEMPRE ser transportada em bagagem de mão! ✈️ Essa regra vale para qualquer tipo...
15/01/2024

Se vai viajar de avião, a insulina deve SEMPRE ser transportada em bagagem de mão!

✈️ Essa regra vale para qualquer tipo de insulina, frasco ou refil, já aberta ou lacrada de ação longa, ultralonga, rápida ou ultrarrápida;
✈️ Somente assim você terá certeza das condições que ela foi mantida durante toda a viagem;
✈️ Em caso de atraso da chegada ou alguma necessidade ocasional você terá a sua insulina em mãos, imprevistos acontecem e precisamos estar preparados para lidar

Já em viagens de carro, NUNCA leve a insulina no porta luvas, porta malas ou bagageiros!
🚙 Esses locais tendem a ser mais quentes;
🚙 Há risco de quebra ou danos ao frasco, refil ou dispositivo de aplicação

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