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UBM Novo Hamburgo A UBM - União Brasileira de Mulheres é uma entidade nacional, sem fins lucrativos, que luta pelos direitos das mulheres e emancipação humana.

Olá! 🌻É com muita alegria que apresentamos a nossa candidata Débora Ferrari à Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, par...
11/09/2024

Olá! 🌻
É com muita alegria que apresentamos a nossa candidata Débora Ferrari à Câmara de Vereadores de Novo Hamburgo, para que NOSSA cidade volte a ser próspera e acolhedora para todas e todos!

Débora é da UBM desde 2008 e aliada a luta em defesa das Pessoas com Deficiência carrega também as nossas pautas♀️🚩

Conheça um pouco mais sobre nossa candidatura e nos ajude a ter uma representante nossa na Câmara de NH!

09/03/2022

Comunicamos que a Okupação Maria da Vila Matilde (NH) tinha como objetivo, desde o início, três dias de ação para visibilizar as pautas que se materializaram em três reivindicações: serviço de acolhimento para mulheres e pessoas trans vítimas de violência, dentro da política de assistência social; serviço de saúde especializado em atendimento para mulheres e ambulatório trans público.
A ideia inicial era encerrar a ação no dia oito de março e, assim, concluímos hoje.

Essa ação encerra aqui e não autorizamos nenhuma pessoa pública ou individual a falar por nós a partir de agora.

Nos sentimos vitorioses com o alcance e adesão pelas pessoas apoiadoras, com a visibilidade da possibilidade de okupar, da possibilidade de ações radicais para reinvindicações, contrapondo o descaso de incontáveis imóveis abandonados pelo poder público e privado. O Estado que incrimina ocupações e violenta ocupantes, é o mesmo estado que não move políticas públicas suficientes para a pobreza, fome, pessoas em situação de rua e outras diversas vulnerabilidades sociais.

Mesmo com a desocupação, nos manteremos insistentes e atentes para a execução prática das nossas demandas, ainda que isso exija futuras ações diretas.
Colocamos fé que a revolução comece pelas mãos da comunidade e que a chama siga acesa. E agradecemos imensamente todo o carinho, vigília, doações e divulgação da comunidade durante os três dias de ocupação.

NOTA URGENTE Nota da Okupação de Mulheres e Pessoas Trans de Novo Hamburgo em relação a manifestação da Prefeita Fátima ...
07/03/2022

NOTA URGENTE
Nota da Okupação de Mulheres e Pessoas Trans de Novo Hamburgo em relação a manifestação da Prefeita Fátima Daudt

Ficamos contentes com a homologação da tomada de preço do espaço onde estamos ocupando para o SAE. Mas chamamos atenção para o engodo burocrático desse processo, onde quem continua sem o serviço é a população e patrimônio público sendo degradado.

Quanto ao serviço ambulatorial para pessoas trans ofertado pela Universidade Feevale, não substitui o compromisso do poder público com o atendimento dessa população, visto que se trata de uma entidade privada e assim solicitamos a ampliação do atendimento para pessoas trans e exigimos que seja executada pelo estado, estamos no papel do controle social das políticas para essa população, sistematicamente excluída negligenciada.

No que tange aos serviços de saúde para mulheres não temos nada a agradecer pelo atendimento na rede básica de saúde. Estamos pleiteando um serviço especializado que dê conta das questões de gênero, direitos reprodutivos, e especificidades da saúde da mulher que incluem prevenção da violência de gênero.

Já na política de assistência social reivindicamos a retomada do Centro de Referência "Viva Mulher" que foi extinto em mais uma manobra burocrática de estado mínimo transformou o serviço em um CREAs que, por sua vez, é um equipamento obrigatório da política nacional de assistência social em municípios do porte de NH.

Não iremos recuar. E por último, não recebemos nenhuma proposta de acolhimento às pessoas que sofrem violência de gênero. A sua resposta é violenta, seus policiais truculentos, mas não temos nada mais a perder as vésperas de 8 março, mulheres morrem vítimas de feminicidio, pessoas trans, lésbicas, pretas e periféricas e a escala de violência só aumenta quanto.maior forem as vulnerabilidades.

Cara prefeita, estamos atentes e fortes, vigilantes e autoorganizades o suficiente para não nos conformarmos com estratégias de de linguajar burocrático. Temos conhecimento das políticas públicas porque fomos nós quem a construímos neste país com movimentos sociais, ombro a ombro, com suor e sangue. Este município, território e estado nos pertence. A okupação é simbólica, simboliza que este estado e território é nosso e vamos nos apropriar dele, até que ele nos sirva.

É PELA VIDA DAS MULHERES! NENHUMA A MENOS!No ano em que fomos todas pegas de surpresa com a pandemia de COVID-19, vimos ...
25/11/2020

É PELA VIDA DAS MULHERES! NENHUMA A MENOS!

No ano em que fomos todas pegas de surpresa com a pandemia de COVID-19, vimos explodir casos de violência contra as mulheres. Entre março e agosto, o Brasil teve uma média de 3 mulheres mortas por dia por serem mulheres. Mas pouco sabemos sobre o perfil dessas mulheres. A subnotificação é uma realidade, e a falta da uniformização dos indicadores sociais é uma barreira para visibilidade dessa pauta histórica do movimento feminista.

SEJA O ESTADO, SEJA O INDIVÍDUO, NÃO DÁ PRA FICAR INDIFERENTE EM CASO DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES.

Por isso a importância dos 16 + 5 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres. É uma mobilização internacional em defesa da vida das mulheres, que busca a verdadeira emancipação das mulheres e de toda uma sociedade, garantindo uma perspectiva que não é detalhe no Brasil: o racismo estrutural e o fato das mulheres negras sofrem ainda mais violência. Viver em paz é viver sem medo!

"Não existe mulher que gosta de apanhar. O que existe é mulher humilhada demais para denunciar, machucada demais para reagir, com medo demais para acusar, pobre demais para ir embora."
Ao longo desses dias, você vai acompanhar com a UBM formas de resistir para reexistir!




21/11/2020
Dia da Consciência Negra, marchamos, pois, nos é negada a dignidade. Mulheres Negras Resistir para Reexistir!Sou Negra s...
20/11/2020

Dia da Consciência Negra, marchamos, pois, nos é negada a dignidade. Mulheres Negras Resistir para Reexistir!

Sou Negra sim e quero viver, pois torna-se mulher, mas as realidades se diferem quando a pele é preta. Meus passos vieram de longe, lutamos pela liberdade, lutamos pela oportunidade, lutamos por dias de vida aos nossos filhos jovens negros, lutamos para poder ter o salário igual e gerar renda, desenvolver a sociedade humana e economicamente, sem apartheids, sem divisões de raça, classe, gênero.

No dia que está raiando, o 20 de novembro Dia da Consciência Negra, data é sinônimo de feriado nas cidades. No total, são 832 cidades brasileiras dos 5.570 municípios do país que consideram a data um feriado. Isso porque, mesmo sendo comemorada oficialmente desde o ano 2011, pela Lei 12.519, que instituiu o Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, ela não entrou para os calendários de feriados nacionais, devido ao Congresso nunca ter legislado sobre o tema.

Neste espaço de poder legislativo, vimos mulheres negras e mulheres, saírem em maior número, mas apesar de um pequeno avanço ainda tentam quebrar as correntes da sociedade ra***ta institucional, onde a câmara federal não reflete a expressão da nação brasileira com a Sub representação de 3%, mesmo com os resultados do domingo (15), onde mais de 5,4 mil prefeitos eleitos, aproximadamente 1,7 mil candidatos se declararam pretos ou pardos, o que corresponde a 32% do total. O número é superior a 2016, quando 29% dos candidatos eleitos eram negros segundo a classificação do IBGE.

Lembrando a Campanha *SE NÃO ME VEJO, NÃO IDENTIFICO*, reverbera no cotidiano das mulheres negras a opressão que decaem sobre seus corpos, mulheres candidatas negras ainda que poucas, eleitas sendo ameaçadas de morte em Santa Catarina. Mulher Afro-indígena eleita em Belém do Pará, morta a tiros, sim basta uma mulher negra se movimentar e toda a sociedade se mexe com ela, mas os ra***tas querem ceifar suas vidas.

Nesta data abominada pelo Presidente da Fundação Zumbi dos Palmares, Sergio Camargo, que atenta sobre a origem histórica da instituição, desacredita a notoriedade de grandes lideranças negras do País reconhecidas pela instituição a exemplo de Benedita da Silva, Marina Silva, Leci Brandão, Janete Pietá entre outros nomes, e como senão bastasse quer como a linha do governo vigente apagar a verdade dos fatos históricos, trocando o nome que referencia a luta pela liberdade, na figura de Zumbi dos Palmares da fundação. Está é a sua pretensão já divulgada.

Na mesma toada de negação de existência e das lutas referenciais da população negra, o próprio Governo tira o protagonismo da SEPPIR e da SPM, e sucateia as políticas de promoção da igualdade, enfrentamento ao racismo e valorização da cultura negra, que representa 54% da Nação brasileira, em baixa representatividade nos postos de poder. Seguindo com a política Genocida que continua matando jovens negros em 84,69% assassinados pelo padrão suspeito. Assassinados pela necropolítica, que se estende em período pandêmicos na casa de milhões de brasileiros, em uma crise sanitária, onde morreram pobres na linha de frente do tratamento, trabalhadores de serviços essenciais e informais, trabalhadores que não puderam deixar de trabalhar, além de pessoas pobres idosas e com comorbidades, com acesso desigual ao sistema de saúde. Quase 55% de pretos e pardos morreram, enquanto, entre pessoas brancas, esse valor ficou em 38%. A porcentagem foi maior entre pessoas negras do que entre brancas em todas as faixas etárias e comparando todos os níveis de escolaridade.

Todos os dados de vulnerabilidade mostram, que pessoas negras em geral estão nas regiões mais marginalizadas, mais periféricas e esses lugares em geral são lugares que têm baixa oferta de serviço de saúde, da estrutura para se manter o mínimo da higienização local para o ato preventivo. Confinados sem água potável, em até oito ou dez moradores em um mesmo espaço.

Se no confinamento aumenta a contaminação e a probabilidade de óbito sobre negros e negras, também aumentam os índices de violência doméstica e feminicídio na vida das mulheres negras. O direito à vida das Mulheres, reconhecida pela ONU escorre por entre mãos violentas de homens agressor e de um Estado mínimo, que não conhece que o racismo existe e mata, que não reconhece o valor humano das pessoas, que não reconhecem a negritude ainda sobre o processo pandêmico, constatamos o aumento da morte de mulheres negras em 73% das mortes por feminicídio.

Estendido a opressão, a desigualdade e a vulnerabilização das crianças que estão em casa e muitas sem acesso ao direito da educação, em dias atuais remota, a internet e a falta de equipamentos, são parâmetros reais da desigualdade vivida pela grande maioria das crianças e jovens negras e negros.

*MARCHAMOS neste dia, Mulheres Negras, negros e ANTIRRACISTAS*:

•Pelo direito da igualdade de oportunidade, nas frentes de trabalho, na cidadania e no acesso a dignidade humana;

•Contra a permanência do estado mínimo instituído por um Governo Fascista, Machista e Ra***ta do Bolsonaro;

•Por quê *Vidas Negras Importam* e precisamos *Resistir para Reexistir*.

•Em defesa da nossa Cultura Ancestral e de todos os registros de nossas histórias;

•Pelo direito adquirido das Comunidades Tradicionais e dos Povos, pelo direito de ter direito;

Porque somos uma entidade de União Brasileira de Mulheres, na sua maioria negra que lutamos contra toda a forma de opressão: lutamos contra o racismo, a violência, a intolerância, o xenofobismo;

Pela vida de todas as pessoas negras que precisam ainda hoje demarcar suas lutas para conseguir sobreviver;

Porque defendemos os direitos reconhecidos das mulheres de viver, de ir e vir, sem medo.

Pelo que nos une, tire o seu racismo do caminho, fora Bolsonaro, *Resistir para Reexistir*._ *VIDAS NEGRAS IMPORTAM!!!*

União Brasileira de Mulheres

(Fonte: Agência Senado)

Nossa homenagem a todas e todos professores!!
15/10/2020

Nossa homenagem a todas e todos professores!!

UBM NO OUTUBRO ROSADesde 2002, no Brasil, o Outubro Rosa mobiliza toda a sociedade para falar sobre a importância da pre...
02/10/2020

UBM NO OUTUBRO ROSA
Desde 2002, no Brasil, o Outubro Rosa mobiliza toda a sociedade para falar sobre a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer de mama.
O câncer de mama é o segundo tipo de câncer mais frequente no mundo e no Brasil. Atinge mulheres de todas as idades e a partir dos 40 anos o cuidado deve redobrar com especial atenção para os exames preventivos periódicos, pois a chance de cura aumenta com o diagnóstico precoce. O Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima que no triênio 2020/2022 sejam diagnosticados no Brasil 62.280 novos casos e 17.763 mortes.
A Covid-19 expôs e agudizou diversos problemas econômicos e sociais que vínhamos enfrentando no Brasil e em relação a saúde não foi diferente, sobretudo a saúde da mulher, cujo investimento não corresponde a necessidade real. A pandemia, foi usada para justificar que milhares de mulheres brasileiras não tivessem acesso ao atendimento, ao exame e ao resultado, o que potencializa o aumento dos casos registrados e mortes.
O Outubro Rosa é um mês não apenas para promover a conscientização sobre a doença e a necessidade das mulheres de atentarem para os sinais do próprio corpo mas também para chamar a atenção para o papel do Estado nesse enfrentamento e a necessidade da defesa Sistema Único de Saúde – SUS com mais investimento, com acesso cada vez mais facilitado (sobretudo aos exames e resultados) e atendimento humanizado.
Alimente-se de forma saudável!
Pratique exercícios!
Faça o autoexame!
Se toque!
Lutemos pelo SUS!




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