Minha historia
Por incrível que pareça, eu não me alimentava muito bem quando era pequeno. Era seletiva com frutas, comia poucos legumes e não comia salada. Logicamente sentia na pele o resultado dos maus hábitos: vivia com rinite, tinha pouca energia e intestino sempre preso. Já na adolescência, emagrecia e engordava sem parar, alternando entre dietas malucas e compulsão alimentar. Quando comecei a entender sobre a relação direta entre escolhas alimentares e saúde, mudei radicalmente a forma com que via a alimentação. Percebi que o alimento não precisava ser meu inimigo e deveria sim ser meu aliado.
Comecei a estudar cada vez mais sobre metabolismo e nutrição, sempre testando diferentes conceitos. Até transformar gradualmente a minha relação com a comida e transformar a alimentação em fonte de nutrição e prazer, livre de culpas ou preocupações.
Aprendi que comer bem é um presente que damos a nós mesmos.
É um processo de auto-amor, pois só se nutre quem se ama.
Por isso temos que ter um olhar mais profundo e mais sensível, quando analisamos a nossa relação com a comida.
Muitas vezes o problema não está nas escolhas, mas na relação que desenvolvemos com a comida.
O primeiro passo é sempre trabalhar isso, evitando assim a tão comum auto sabotagem.
Por isso defendo a ótica da nutrição consciente.
Olhar para dentro, curando a sua relação com a comida e com você mesmo, pode ser libertador.
Mas também entendo que os momentos em que nos permitimos comer o que amamos. E com equilíbrio eles podem (e devem!) fazer parte!