Alexa Clothes

Alexa Clothes Eu me chamo Alexandra, tenho 41 anos e sou terapeuta esportiva e mental coach de atletas amadores e profissionais.

19/05/2026

Muita gente acha que autoconfiança vem de ganhar.

Mas o cérebro não funciona assim.

A verdadeira autoconfiança não nasce do troféu.
Ela nasce da coerência interna.

🧠 Quando você sabe que se desafiou.
🧠 Quando compete no lugar certo.
🧠 Quando sustenta desconfortos sem precisar “diminuir” o desafio para vencer.

Na psicologia existe um conceito chamado dissonância cognitiva:
quando aquilo que você faz entra em conflito com aquilo que você sabe internamente.

E o cérebro percebe tudo.

Por isso, às vezes, uma vitória pode alimentar o ego…
mas não fortalecer verdadeiramente o atleta.

Enquanto algumas derrotas — no lugar certo — constroem segurança, maturidade e confiança real.

Porque confiança não é sobre vencer fácil.

É sobre olhar pra si mesmo e sentir:
“eu sou capaz de evoluir aqui.”

E talvez o verdadeiro fair play…
também seja a coragem de competir honestamente com o seu próprio nível. 🎾

18/05/2026

Na semana passada eu postei um vídeo falando sobre pessoas que estão desistindo do beach tennis por causa do ambiente.

E sinceramente…
eu não imaginava quantas pessoas iriam se identificar.

Foram milhares de comentários, mensagens e relatos de atletas emocionalmente cansados.
Cansados das exclusões.
Das panelinhas.
Das indiretas.
Da necessidade constante de provar valor e pertencer.

E isso me fez perceber uma coisa:
existe muito mais dor emocional dentro desse ambiente do que a gente imagina.

Na psicologia social existe um conceito chamado necessidade de pertencimento.
O ser humano naturalmente busca aceitação, conexão e validação social.
O problema é quando pessoas emocionalmente inseguras tentam conquistar pertencimento através da comparação constante, da exclusão, da crítica ou da necessidade de se sentir superior o tempo inteiro.

E talvez o mais importante aqui…
seja entender que isso nem sempre vem da maldade.
Muitas vezes vem de inseguranças não cuidadas.

Porque pessoas inseguras, sem perceber, podem acabar criando ambientes inseguros para os outros também.

E talvez esse vídeo não seja um convite pra apontar culpados.

Mas sim pra gerar autoconsciência.
Pra gente olhar:
“o quanto das minhas atitudes vêm de maturidade emocional…
e o quanto vêm das minhas próprias feridas?”

Porque competir é saudável.
Mas transformar o esporte em um ambiente de ansiedade, exclusão e validação constante…
não deveria ser normal.

O esporte deveria aproximar pessoas.
Não fazer elas questionarem o próprio valor.

A maioria das atitudes tóxicas dentro da quadra…
não vem da maldade.

Vem de ego ferido, comparação e necessidade de validação.

18/05/2026

A saúde mental no esporte precisa ser falada com mais profundidade. 🧠🎾

Hoje, os atletas jovens não lidam apenas com treinos e competições.

Eles lidam com comparação constante, pressão por resultado, medo de decepcionar, redes sociais, autocobrança e a sensação de precisar provar valor o tempo inteiro.

E talvez uma das coisas mais importantes que um atleta precise aprender cedo é:

➡️ perder faz parte.

O esporte ensina muito sobre ganhar…
mas quase ninguém ensina como lidar emocionalmente com as derrotas, com o processo e com a frustração.

Por isso eu fiz essa pergunta para a , que acompanha o Beach Tennis de perto todos os dias, vive os bastidores do esporte e já esteve dos dois lados: como atleta e como repórter.

E a resposta dela foi necessária. 🎾

17/05/2026

Nem todo título começa com vitória.

No último torneio, eu e o Renan perdemos na final.
No penúltimo, caímos na semifinal.

E mesmo assim…
A gente não desistiu!

Hoje veio o título da Mista B. 🎾❤️

Mas o mais especial não foi só ganhar.
Foi perceber a evolução acontecendo dentro de quadra.

O primeiro jogo foi no tie-break, ainda meio travada.
No segundo, levantamos muita bola e perdemos pro Gui e pra Jack.

Depois veio a semifinal…
a chuva…
a virada…
e aquela sensação gostosa de que o jogo começou a encaixar.

E na final, justamente contra a dupla que tinha vencido a gente na fase de grupos, conseguimos entrar mais leves, mais estratégicos e mais presentes.

Foi apertado.
5x4.
40 iguais.

Mas foi daqueles dias que fazem o esporte valer a pena.

Arena gostosa.
Torcida.
Amigos.
Família.
Risada.
Vibração.

E talvez a maior lição de hoje seja essa:

algumas duplas não nascem prontas.
Elas se constroem no processo. ✨

Obrigada, Renan, por mais um torneio incrível. 🙏🎾

salves

16/05/2026

A comparação é uma das formas mais silenciosas de perder a confiança no esporte.

Porque, sem perceber, você começa a olhar mais para a evolução dos outros…
do que para a sua própria caminhada.

Você esquece que existem pessoas:
➡️ treinando há mais tempo
➡️ vivendo outra fase da vida
➡️ com outro corpo
➡️ outra rotina
➡️ outra realidade emocional

E aí começa a se cobrar como se todas as histórias fossem iguais.

Mas não são.

Tem gente voltando depois da gravidez.
Tem gente tentando equilibrar trabalho, filhos e treino.
Tem gente recomeçando depois de meses sem conseguir jogar.

A comparação faz você sentir que está atrasada…
quando, na verdade, talvez você só esteja em um processo diferente.

E no beach tennis isso pesa muito.
Porque quando você olha demais pra quadra do lado…
você para de jogar o seu jogo.

Olhar pro outro pode inspirar.
Mas usar o outro como medida de valor…
só aumenta ansiedade.

A única comparação justa é:
quem você era…
e quem você está se tornando

🧠

15/05/2026

Esse vídeo NÃO é sobre atacar mulheres.

É sobre trazer consciência.

A ciência mostra que homens e mulheres costumam competir de formas diferentes.
Enquanto homens tendem a externalizar mais a competição de forma direta…
mulheres muitas vezes vivem isso no campo social:
comparação,
exclusão,
necessidade de aprovação,
panelinhas,
disputas silenciosas.

Mas isso não significa que exista algo “errado” na natureza feminina.

Muito disso também é cultural.
Mulheres cresceram sendo comparadas o tempo inteiro.
Pela aparência.
Pela aceitação.
Pelo pertencimento.
Pelo valor.

E quando tudo isso entra em ambientes competitivos…
muitas vezes o jogo deixa de ser só sobre esporte.

Passa a ser sobre validação emocional.
E talvez seja por isso que tantas pessoas estejam emocionalmente cansadas dentro de ambientes que deveriam fazer bem.

Mas eu acredito profundamente que a solução não é parar de competir.

É amadurecer emocionalmente.
Porque mulheres também têm uma capacidade gigantesca de acolher, unir, incentivar e fortalecer umas às outras.

A questão não é a competitividade.
É o que fazemos com ela.

O esporte deveria ser um espaço de crescimento.

Não um ambiente onde as pessoas adoecem tentando pertencer.
Se esse vídeo fez sentido pra você, compartilha.

Talvez mais gente esteja vivendo isso em silêncio. 🖤

14/05/2026

A verdade é que muita gente não está desistindo do beach tennis por causa do esporte.
Está desistindo do desgaste emocional que, às vezes, existe dentro dele.
E eu acho muito importante falar sobre isso.
Porque sim…
o esporte desenvolve resiliência.
A gente precisa aprender a lidar com frustração, competição, nervosismo e ambientes desafiadores.
Mas isso não pode virar desculpa pra normalizar ambientes tóxicos.
Comentários hostis.
Exclusões.
Intrigas.
Panelinhas.
Competitividade que deixa de ser saudável.
Tudo isso impacta emocionalmente as pessoas — principalmente no esporte amador, onde muitos estão ali buscando leveza, saúde mental, conexão e qualidade de vida.
E talvez esteja faltando uma reflexão coletiva:
🧠 Que ambiente nós estamos ajudando a construir dentro das quadras?
Porque às vezes aquilo que parece “brincadeira” pra um…
vira ansiedade, insegurança e vontade de desistir pra outro.
O esporte tem o poder de transformar vidas.
Mas pra isso, ele também precisa ser um espaço emocionalmente saudável.
E isso é responsabilidade de todos nós. 🎾

14/05/2026

Antes de um torneio, muitos pais acham que precisam motivar, corrigir, cobrar ou “preparar” o filho o tempo inteiro.

Mas o que mais ajuda uma criança ou adolescente a competir bem…
é sentir que continua sendo amado mesmo se perder.

🧠 O cérebro do atleta já entra naturalmente em estado de alerta antes de competir.

E quando ele sente pressão demais…
o corpo trava.
A confiança diminui.
E o jogo deixa de fluir.

Então aqui vão 3 atitudes simples que ajudam MUITO antes de um torneio:

1️⃣ Troque cobrança por presença.
Às vezes o que seu filho mais precisa ouvir é:
👉 “vai lá e aproveita.”

2️⃣ Evite falar só de resultado.
Pergunte:
👉 “como você quer se sentir dentro de quadra hoje?”
Isso tira o foco do medo de errar.

3️⃣ Regule primeiro a sua ansiedade.

Filhos absorvem o estado emocional dos pais muito mais do que as palavras.

No fim…
crianças emocionalmente seguras tendem a competir mais leves, aprender mais e permanecer no esporte por mais tempo. 🎾❤️

13/05/2026

🎾 Pergunta para o .loch_ :

“Qual conselho você daria para os atletas juvenis lidarem melhor com a pressão dos torneios?”

Resposta do Felipe:

“Tentar fugir da pressão é impossível. Ela sempre vai existir.

O importante é conseguir transformar essa pressão em combustível para o seu jogo.

Então pare de enxergar a pressão como algo negativo.

Mude a sua perspectiva e use isso para jogar ainda melhor.”

🧠 Muitas vezes o atleta sofre mais tentando NÃO sentir pressão…
do que pela pressão em si.

Porque sentir frio na barriga, nervosismo e responsabilidade faz parte de competir.

A diferença está na forma como você interpreta isso.

Tem atleta que sente pressão e trava.
E tem atleta que sente pressão e entende:
“isso significa que isso importa pra mim.”

E talvez seja exatamente aí…
que começa a maturidade emocional no esporte. 🎾

13/05/2026

A maioria das pessoas treina técnica.�
Poucas treinam a mente em situação real de jogo. 🧠🎾
E foi exatamente por isso que nasceu o Pink Mind Experience.

Um formato pensado pra quem quer:�✔️ jogar mais�✔️ ganhar ritmo�✔️ aprender a lidar melhor com a pressão�✔️ se perceber mais dentro de quadra�✔️ e evoluir sem aquela sensação de “acabou rápido demais”

Aqui você vai com a sua dupla fixa, joga contra todas as outras duplas da categoria e, independente de ganhar ou perder… continua jogando.

Ou seja:�é um treinão com gostinho de competição 🔥
Além dos jogos, o evento começa com uma meditação guiada comigo pra ajudar você a entrar em quadra mais presente, leve e consciente. 🌬️

🏆 Premiação em dinheiro�📅 30/05�📍 Arena Jundiaí

🌅 Manhã�👩 Feminina B�👨 Masculina B

🌇 Tarde�👩 Feminina C�👨 Masculina C

⚠️ Apenas 6 duplas por categoria�
💰 R$90 por pessoa

Inscrição no link da Bio

12/05/2026

🎾 Primeira pergunta para abrir esse novo quadro:
com 🧠

“Na sua visão, qual a diferença entre cobrança e apoio?”

E a resposta dela foi forte:
“A cobrança coloca o foco apenas no resultado e muitas vezes vem acompanhada de estresse, medo de errar e da sensação de que você nunca é bom o suficiente.

Já o apoio ajuda o atleta a entender que ele é valorizado não apenas pelas vitórias, mas também pelo processo.

Apoio é motivação, orientação e estar ao lado da pessoa mesmo nos momentos difíceis.

Quando o atleta sente apoio, ele ganha mais confiança, tranquilidade e equilíbrio emocional para mostrar a sua melhor versão.”

💭 E eu acho que isso vale não só para pais…�mas para técnicos, duplas, amigos e até para a forma como você fala com você mesmo.

Porque às vezes a maior pressão do atleta…�vem da sensação de só merecer amor quando ganha.

E apoio verdadeiro nunca deveria depender do placar.

Gostaram desse novo quadro? 👀�Quem vocês gostariam de ver por aqui nas próximas perguntas?

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