ANPUH-PB

ANPUH-PB A ANPUH-PB se dedica a promover e articular discussões sobre a formação e o exercício das atividades dos profissionais de História no estado da Paraíba.

12/09/2015
Hoje, 32 anos do assassinato de Margarida Maria Alves!Amanhã, 8h, na Praça João Pessoa, centro de Sapé, ato em defesa da...
12/08/2015

Hoje, 32 anos do assassinato de Margarida Maria Alves!
Amanhã, 8h, na Praça João Pessoa, centro de Sapé, ato em defesa da memória e da história das lutas sociais em Sapé e na Paraíba, da qual Margarida é integrante.
Todos lá!
MARGARIDA MARIA ALVES, PRESENTE!

A sindicalista Margarida Maria Alves foi assassinada na cidade de Alagoa Grande, estado da Paraíba, em 12 de agosto de 1983. Este trecho do filme "Uma questã...

12/08/2015

Moção de Repúdio da Assembleia Geral da Associação Nacional de História ao Governo Brasileiro e ao Ministro da Justiça, Sr. José Eduardo Cardoso

Nós, profissionais de História, reunidos em assembleia geral da Associação Nacional de História (ANPUH), realizada no dia 30 de julho de 2015, por ocasião do XXVIII Simpósio Nacional de História, nas dependências do campus da Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis, considerando:

1) A carta aberta dos representantes dos povos Guarani e Kaiowá, reunidos no mês de julho de 2015, por ocasião da realização da Aty Guasu ou Grande Assembleia, no tekohá Arroyo Korá, localizado no município de Paranhos, Mato Grosso do Sul;

2) A violação de direitos humanos fundamentais de comunidades Guarani e Kaiowá que vivem precariamente em acampamentos à margem de estradas no estado de Mato Grosso do Sul, onde residem, por exemplo, crianças e adolescentes impedidos de estudar em escolas públicas;

3) Que o Estado Brasileiro reconheceu sua participação em casos de violação grave de direitos humanos fundamentais dos povos indígenas no Brasil, no período de 1946-1988, conforme consta no Relatório Final da Comissão Nacional da Verdade, publicado em 10 de dezembro de 2014, no qual há a recomendaçãoda regularização de terras indígenas no país como justa reparação, bem como a instauração de uma Comissão Indígena da Verdade;

Vimos repudiar as ações do governo brasileiro e do ministro da justiça, Sr. José Eduardo Cardoso, nas ações que impedem a regularização das terras indígenas no Brasil, em descumprimento ao que determina a Constituição Federal de 1988, como ocorre no estado de Mato Grosso do Sul por conta da não assinatura de portarias demarcatórias sobre áreas já oficialmente identificadas e delimitadas.

Na oportunidade também manifestamos nossa solidariedade e apoio a todos os povos indígenas no Brasil, em especial aos Guarani e Kaiowá que vivem em Mato Grosso do Sul, os quais têm tido seus direitos territoriais sistematicamente violados por parte do Estado Brasileiro e de setores das elites políticas nacionais ligados ao movimento ruralista.
Florianópolis (SC), 30 de julho de 2015.

Assembleia Geral da ANPUH.

06/08/2015

Abaixo, moção apresentada pela ANPUH-PB e aprovada na assembleia da ANPUH na última quinta-feira, 30 de julho.
No próximo dia 13 de agosto, um dia depois do aniversário de morte da sindicalista Maria Margarida Alves, a ANPUH-PB, juntamente com outras entidades e movimentos sociais, participará de um ato em defesa da memória e da história das lutas sociais em Sapé e na Paraíba, com concentração às 8h, na Praça João Pessoa, em Sapé.
Todos estão convidados/convocados a se engajarem!

"Moção em defesa da memória e da história das lutas sociais de Sapé e da Paraíba.

Nós, profissionais de História de todo o Brasil, reunidos em assembleia geral da Associação Nacional de História (ANPUH), viemos a público manifestar veemente defesa da memória e da história das lutas sociais empreendidas por trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade do estado da Paraíba ao longo do século XX, em especial, as das Ligas Camponesas.

A homenagem aprovada na Câmara de Vereadores de Sapé, provocada por dois vereadores do Partido Socialista Brasileiro (PSB) a um deputado que se identifica abertamente com o terror promovido pelo Estado brasileiro durante a ditadura iniciada com o golpe de 1964 e com atos e discursos que fortalecem, no presente, a intolerância em nossa sociedade, constitui uma tentativa de fazer tábula rasa da história para promover projetos políticos hierárquicos, conservadores e antidemocráticos, em detrimento da pluralidade e da expansão da cidadania.

Em respeito à tolerância e à democracia, repudiamos o ato do legislativo municipal de conceder o título de cidadão sapeense ao deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) e reivindicamos a defesa da memória e da história das lutas sociais em Sapé, na Paraíba e no Brasil.

Florianópolis – SC, 30 de julho de 2015."

"Prezadas e prezados participantes do XXVIII Simpósio Nacional de HistóriaGostaríamos primeiramente de agradecer a prese...
27/07/2015

"Prezadas e prezados participantes do XXVIII Simpósio Nacional de História
Gostaríamos primeiramente de agradecer a presença de todos vocês. Estamos muito empenhados em bem recebê-los na nossa cidade. Aproveitamos para transmitir alguns informes práticos, mas que poderão ajudar vocês durante a estadia conosco.
1) O credenciamento do evento será realizado dia 27 de julho, a partir 10h, no Centro de Cultura e Eventos, primeiro andar (mesmo local onde ocorrerá a Cerimônia de Abertura, com início previsto para às 18h).
2) Para quem pretende chegar antes e/ou partir depois, sugestões de passeios estão disponíveis no site do evento (snh2015.anpuh.org)
3) Para se locomover na cidade utilizando transporte público, acesse o site: http://www.pmf.sc.gov.br/servicos/index.php?pagina=onibus
Central de taxi: (48) 3240 6009
Contratação de transfer: (48) 8477 4109
4) A temperatura na próxima semana será entre 14 e 25 graus, com pouca probabilidade de chuva. Para quem não é acostumado com o frio, importante trazer casaco.
5) Teremos disponível Wi-Fi free para todos os participantes
Login: anpuhsnh.2015
Senha: anpuhSC2015
Esperamos todos vocês e desejamos um produtivo evento!!"

Prezadas e prezados participantes do XXVIII Simpósio Nacional de História

Gostaríamos primeiramente de agradecer a presença de todos vocês. Estamos muito empenhados em bem recebê-los na nossa cidade. Aproveitamos para transmitir alguns informes práticos, mas que poderão ajudar vocês durante a estadia conosco.

1) O credenciamento do evento será realizado dia 27 de julho, a partir 10h, no Centro de Cultura e Eventos, primeiro andar (mesmo local onde ocorrerá a Cerimônia de Abertura, com início previsto para às 18h).

2) Para quem pretende chegar antes e/ou partir depois, sugestões de passeios estão disponíveis no site do evento (snh2015.anpuh.org)

3) Para se locomover na cidade utilizando transporte público, acesse o site: http://www.pmf.sc.gov.br/servicos/index.php?pagina=onibus

Central de taxi: (48) 3240 6009

Contratação de transfer: (48) 8477 4109

4) A temperatura na próxima semana será entre 14 e 25 graus, com pouca probabilidade de chuva. Para quem não é acostumado com o frio, importante trazer casaco.

5) Teremos disponível Wi-Fi free para todos os participantes

Login: anpuhsnh.2015

Senha: anpuhSC2015

Esperamos todos vocês e desejamos um produtivo evento!!

"Primeiro dia da ANPUH está bombando! Não percam hoje a solenidade de abertura do evento!"O lugar da História na socieda...
27/07/2015

"Primeiro dia da ANPUH está bombando! Não percam hoje a solenidade de abertura do evento!
"O lugar da História na sociedade brasileira: desafios"
Rodrigo Patto Sá Motta (Presidente da ANPUH-Brasil e Professor Associado da UFMG)
Mediadora: Janine Gomes da Silva (UFSC)
Local: Auditório do Centro de Cultura e Eventos
Ao vivo no link abaixo a partir das 18h:
http://eventos.ufsc.br/ (clique em "evento ao vivo")"

Primeiro dia da ANPUH está bombando! Não percam hoje a solenidade de abertura do evento!

"O lugar da História na sociedade brasileira: desafios"

Rodrigo Patto Sá Motta (Presidente da ANPUH-Brasil e Professor Associado da UFMG)

Mediadora: Janine Gomes da Silva (UFSC)

Local: Auditório do Centro de Cultura e Eventos

Ao vivo no link abaixo a partir das 18h:

http://eventos.ufsc.br/ (clique em "evento ao vivo")

A sessão começará em instantes, às 14h, na sede da Fecomercio, no Centro de João Pessoa.
03/07/2015

A sessão começará em instantes, às 14h, na sede da Fecomercio, no Centro de João Pessoa.

Comissão apura violência e morte de jovens negros e pobres no Brasil

03/07/2015

Solicitamos amplo compartilhamento da "Carta da ABHR em repúdio à intolerância religiosa e demais intolerâncias" (versão colorida em homenagem às diversidades)

02/07/2015

Usually, when we say “American slavery” or the “American slave trade,” we mean the American colonies or, later, the United States. But as we discussed in Episode 2 of Slate’s History of American Slavery Academy, relative to the entire slave trade, North America was a bit player. From the trade’s...

02/07/2015

O Instituto de Estudos da Ásia lança a chamada para a submissão de trabalhos de participação em GT. Os temas serão: Cidades e Regiões História e Ásia Geografia e Inovação Política e Relações Intern...

Car@ senador@,O projeto 131/2015, do senador José Serra, está na ordem do dia e deve ser votado nesta terça-feira no Ple...
30/06/2015

Car@ senador@,

O projeto 131/2015, do senador José Serra, está na ordem do dia e deve ser votado nesta terça-feira no Plenário do Senado Federal. Esse projeto trata de alterações no marco regulatório de exploração do pré-sal, que foi aprovado em 2010.

Na época, o presidente Lula chamou a descoberta do pré-sal de “nova independência” e considerou a lei da partilha como uma garantia de que “a maior parte dessa riqueza fique nas mãos dos brasileiros”.

O projeto do senador José Serra representa um retrocesso no marco regulatório do pré-sal, porque retira da Petrobras a condição de operadora única e o direito de uma participação mínima de 30% na exploração dos campos.

Nós, cidadãos e cidadãs brasileiros - que atuamos em sindicatos de petroleiros, as centrais sindicais, os movimentos sociais e as entidades estudantis, coletivos de cultura e comunicação – somos contrários à aprovação desse projeto. As mudanças no marco regulatório ferem a soberania nacional, enfraquecem o Estado brasileiro e prejudicam os interesses populares.

Esse projeto pune a Petrobras e abre para as grandes petroleiras estrangeiras a possibilidade de exploração exclusiva do pré-sal, com o argumento de que a estatal brasileira não teria condições para cumprir a responsabilidade expressa no marco regulatório. Com isso, o país perderá um instrumento para conduzir o desenvolvimento, deixando o país a reboque das petroleiras estrangeiras.

O Brasil perderá peso na disputa geopolítica internacional. A Petrobras ficará pra trás no mercado competitivo do petróleo. O Estado perderá um instrumento para definir o ritmo da produção, abrindo margem para a exploração predatória.

As bases do desenvolvimento nacional, como a política de conteúdo nacional e de desenvolvimento de tecnologia em toda a cadeia de exploração do óleo, estarão ameaçadas. Os investimentos em educação e saúde, por meio do pagamento dos royalties, estão sujeitos a fraudes.

Não podemos discutir o marco regulatório do pré-sal com pressa e açodamento. Solicitamos mais tempo para o Senado Federal antes da votação desse projeto. A discussão desse tema tão importante e complexo em uma única comissão temática contraria a tradição dessa Casa de aprofundar o debate.

Sugerimos que o Senado organize audiências públicas, ouça a Petrobras e as petroleiras estrangeiras, escute especialistas na área do petróleo, saiba a opinião dos engenheiros e trabalhadores do setor e convide os movimentos populares para participar da discussão.

Nós temos uma riqueza inestimável e precisamos ter muito cuidado para fazer alterações no marco regulatório do nosso pré-sal, que é a maior descoberta petrolífera das últimas décadas.

São Paulo, 30 de junho de 2015

Via campesina Brasil
Movimento dos trabalhadores rurais sem terra- MST
Movimento dos atingidos por barragens- MAB
Movimento das mulheres camponesas- MMC
Comissao pastoral da terra- CPT
Pastoral da juventude rural-PJR
Federação dos estudantes de agronomia do brasil- FEAB
Movimento dos assalariados rurais-ADERE MG
Movimento dos pequenos agricultores- MPA
Movimento campones Popular- Goias

Em nota, movimentos populares afirmam que o projeto do senador José Serra (PSDB-SP), que vai à plenário nesta terça (30), pretende modificar o sistema de partilha do pré-sal para priorizar empresas estrangeiras

CHAMADA DE ARTIGOS - QUESTÃO URBANA E POLÍTICAS PÚBLICASPrezados(as) colaboradores(as) de História & Luta de Classes:A R...
30/06/2015

CHAMADA DE ARTIGOS - QUESTÃO URBANA E POLÍTICAS PÚBLICAS

Prezados(as) colaboradores(as) de História & Luta de Classes:

A Revista História & Luta de Classes, fruto do trabalho coletivo de seus associados, se encontra já com 19 números publicados, mantendo rigorosa periodicidade semestral. A edição de número 19, com o dossiê Crítica Historiográfica foi lançada recentemente e o número 20, com o dossiê Exploração e Opressões, está em fase de preparação e será lançado em setembro de 2015, antecedendo ao dossiê Questão Urbana e Políticas Públicas, cuja chamada que agora divulgamos, para publicação em março de 2016 O período para encaminhamento de proposições de artigos e resenhas é até 31 de agosto de 2015, de acordo com as Normas da revista abaixo indicadas. Este número será coordenado pelos professores Claudia Trindade, Lorene Figueiredo e Rômulo Mattos. A revista também recebe, em fluxo contínuo, proposições de artigos e resenhas sobre temas livres, além da temática estabelecida no dossiê. Neste caso, a data de sua publicação se dará de acordo com o fluxo de artigos recebidos pela revista.
O dossiê Questão Urbana e Políticas Públicas propõe reunir textos sobre as dinâmicas que envolvem a formação, o crescimento e as transformações nas cidades, oriundas de diretrizes neoliberais que reconfiguram as relações entre capital, Estado e sociedade. Assim, essa edição contempla temáticas relacionadas com a habitação, o acesso à terra urbanizada, a infraestrutura urbana e as lutas pelo direito à cidade empreendidas por movimentos sociais, em tempos de exceção urbanística e megaeventos esportivos e culturais – que acentuam a desigualdade urbana e a segregação socioeconômica. Portanto, são aceitas análises sobre políticas públicas ou o urbano de modo mais amplo, de cunho histórico, teórico e/ou metodológicos, debates com a produção historiográfica, assim como estudos que abordem as transformações em curso. Espera-se que os artigos possam contribuir para o desenvolvimento das pesquisas sobre a questão urbana no campo do marxismo.
Solicitamos colaboração para a difusão desta chamada, pedindo que seja repassada a seus contatos e a possíveis interessados na proposição e artigos e resenhas.
Visite nossa página eletrônica: www.projetoham.com.br e tenha acesso à versão integral das primeiras 17 edições de História & Luta de Classes e aos resumos, sumários, capa e apresentação dos números 18 e 19.
Normas para os autores da Revista História & Luta de Classes
1. A revista História & Luta de Classes [historiaelutadeclasses@uol.com.br] nasce em tempos de domínio social da barbárie neoliberal e de hegemonia conservadora no pensamento acadêmico, com destaque para a área da História e das Ciências Sociais. Ela procura servir como ferramenta de intervenção de historiadores e produtores de conhecimento que se recusam a aderir e se opõem ativamente a essa dominação.
2. Os objetivos da revista História & Luta de Classes estão expressos na "Apresentação" do seu primeiro número (SEGUE ABAIXO). Eles definem os marcos referenciais para os interessados em colaborar com a revista, bem como para propor sua integração ao coletivo da revista.
3. A revista está aberta a propostas de colaborações, reservando-se o direito de exame dos textos enviados espontaneamente à redação. Sem exceção, todas as contribuições propostas serão submetidas à avaliação cega.
4. A revista História & Luta de Classes dirige-se aos estudantes, pesquisadores e professores de história e ciências sociais, em especial, e ao grande público interessado, em geral. Sem concessões de conteúdo, na forma e na linguagem, os autores procurarão que seus artigos alcancem o mais vasto público leitor.
5. Os artigos poderão ser enviados através de e-mail em arquivo anexado em formato Word para o endereço eletrônico historiaelutadeclasses@uol......com.br e não devem exceder os 35 mil caracteres, contando notas de rodapé e espaços em branco. Os originais deverão conter título, nome do autor e filiação institucional (universidade, escola, sindicato, etc.). Devem conter, ainda, resumo de 5 a 10 linhas e três palavras-chave. Deve constar também versão em língua inglesa do título, do resumo e das palavras-chave. O recebimento será confirmado por e-mail.
6. Os textos enviados devem ser inéditos no Brasil, tocante à publicação em periódicos ou coletâneas. Poderão ser aceitos, a critério do Conselho Editorial, artigos com versão preliminar publicada em Anais de evento científico.
7. Resenhas, com um máximo de 16 mil caracteres, seguirão as mesmas regras e deverão ter um título além da indicação da obra resenhada.
8. Referências bibliográficas completas deverão constar em nota de rodapé (e não ao final do texto), obedecendo à seguinte formatação:
8.1. Livros: Nome Sobrenome. Título em itálico. Cidade: Editora, ano de publicação, página citada. Ex.: CAPITANI, Avelino Biden. A rebelião dos marinheiros. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 1997. p. 123.
8.2. Capítulo de livros: Sobrenome, nome. Título do capítulo. In: Sobrenome, nome (org.). Título do livro em itálico. Cidade: Editora, ano de publicação, página citada. Ex: BROUÉ, Pierre. O fim da Segunda Guerra e a contenção da revolução. In: COGGIOLA, Osvaldo (org.). Segunda Guerra Mundial: um balanço histórico. São Paulo: Xamã/FFLCH-USP, 1995. p. 22.
8.3. Artigo de periódico: Sobrenome, Nome. Título do artigo. Nome da revista em itálico, v. (volume), n. (número), mês e ano de publicação, página citada. Ex.: BARRETO, Teresa Cristófani; GIANERA, Pablo; SAMOILOVICH, Daniel; Piñera, VIRGILIO. Cronologia. Revista USP, n. 45, out. 2000. p. 149.
9. As citações de outros textos deverão estar em itálico e entre aspas duplas no corpo principal do texto e a referência bibliográfica correspondente deve ser colocada em nota de rodapé. Citações de mais de quatro linhas devem ser destacadas em espaço recuado, sem itálico. Não serão aceitos originais com referências no sistema autor-data.
ANEXO - Apresentação do Número 1 da Revista História & Luta de Classes
Em tempos de domínio social da barbárie neoliberal e de hegemonia conservadora no pensamento acadêmico, com destaque para a área da História e das Ciências Sociais, a REVISTA História & Luta de Classes procura servir como ferramenta de intervenção daqueles historiadores e produtores de conhecimento que se recusam a aderir e se opõem a essa dominação. As diferentes manifestações dos conflitos sociais ao longo do tempo; a história social do mundo do trabalho; as propostas e processos revolucionários; os temas políticos e as contradições econômico-sociais atuais e passadas; a cultura vista por uma perspectiva materialista são alguns dos temas e áreas de estudo que serão abordados nos artigos publicados por REVISTA História & Luta de Classes.
Diante do atual predomínio das anódinas e pacificadoras histórias narrativas desprovidas, ao menos em forma explícita, de referenciais conceituais, REVISTA História & Luta de Classes pretende também servir de canal para reflexão teórica, particularmente para aquela orientada pelos ventos constantemente renovados do marxismo. Nesse sentido, um dos seus objetivos será a retomada do debate sobre os sistemas, formas e modos de produção conhecidos através da história, tema semi-abandonado após a vitória da contra-revolução neoliberal de fim dos anos 1980, que proclamou prepotente o "fim da história" e o domínio atemporal do modo de produção capitalista.
Nosso público alvo privilegiado é o dos estudantes e dos professores de História, bombardeados constantemente, em suas salas de aula, nas bibliografias de cursos, nos manuais, revistas e textos historiográficos pelos arautos de uma História reduzida à narrativa do pitoresco e em geral reprodutora de uma história oficial, em que pitadas de culturalismo, de subjetivismo e episódios picantes formam uma receita valorizada no mercado cultural, mas descartável pelos critérios acadêmicos científicos rigorosos e pela irrelevância social de suas propostas.
Interessa-nos, igualmente, atingir outros universitários, não apenas dos diversos ramos das Ciências Sociais, que conosco compartilhem essa perspectiva crítica. Pretendemos, também, que a REVISTA História & Luta de Classes sirva de instrumento para os militantes engajados em movimentos e organizações comprometidas com a confrontação com o mundo do capital.
A REVISTA História & Luta de Classes possuirá editoriais, dossiês, artigos de temas livres, resenhas, transcrição de documentos, entrevistas e notícias. Como em qualquer outro periódico científico, haverá procedimentos de análise dos artigos por pareceristas e de adequação às normas editoriais da revista.
Porém, tratando-se de periódico com compromissos políticos e sociais explícitos, os artigos devem se adequar à proposta político-editorial sintetizada nessa apresentação. Inicialmente, REVISTA História & Luta de Classes organizou- se em torno de um pequeno núcleo de historiadores e cientistas sociais que assumiram, transitoriamente, as funções de editores. A partir desse núcleo organizou-se grupo de membros fundadores sobre o qual repousa grande parte da responsabilidade dessa iniciativa, através da proposta de artigos, da formulação de pareceres, da divulgação e venda da revista, da gestão de seus rumos e organização [Nota complementar de atualização: atualmente a revista é constituída por um coletivo de 80 associados e conta com um Editor e uma Comissão Editorial integrada por nove membros, indicados em Assembléia Geral dos associados realizada a cada dois anos durante o Simpósio Nacional de História].

Projeto HAM! História e Análise Midiática.

Ainda estão abertas as inscrições de propostas para minicursos na VII Semana Nacional de História “Memórias e Narrativas...
30/06/2015

Ainda estão abertas as inscrições de propostas para minicursos na VII Semana Nacional de História “Memórias e Narrativas Culturais”, de 10 a 13 de novembro de 2015, Cajazeiras-PB.
As inscrições de propostas de MC poderão ser realizas até o dia 06 de julho de 2015, pelo e-mail (semana.historia.cfp@gmail.com), com assunto: Proposta de Minicurso.

30/06/2015

Coordenadores de PPGs da UFRJ produziram o documento abaixo:

Aos Srs. Ministro da Educação e Presidente da CAPES:
Por várias décadas, sucessivos governos mantiveram uma política de valorização e expansão do Sistema Nacional de Pós-Graduação, no que talvez seja uma das mais longevas e consistentes ações de políticas públicas de Estado, no Brasil. Mais recentemente, com a expansão do número de vagas, de cursos e de universidades públicas, mais oportunidades de acesso a uma educação de nível superior de qualidade passaram a ser oferecidas a jovens brasileiros.
Consideramos que essas políticas expressam uma visão estratégica que entende ser a produção de conhecimento acadêmico elemento imprescindível para o desenvolvimento social, econômico e cultural do país; e igualmente entende serem democratização do acesso ao ensino superior, a ampliação de vagas e a implementação de programas cotas medidas cuja sustentação é diretamente relacionada à expansão da Pós-graduação, tendo em conta os seus objetivos de formação de quadros docentes e de pesquisadores de alta qualificação. Todas essas ações, se ainda não nos conduziram a uma situação ideal, no que diz respeito a condições de trabalho, inegavelmente transformaram o perfil das universidades brasileiras e dos seus Programas de Pós-graduação.
Diante desse quadro, consideramos inaceitáveis cortes na ordem de 47% dos recursos para as universidades federais e a redução drástica das verbas da CAPES, feitos em nome do ajuste fiscal. O impacto brutal desse corte de recursos já se faz sentir: Programas de Pós-graduação de excelência prestes a suspender suas atividades correntes, pesquisas de campo, investimento na infraestrutura, compra de equipamentos, materiais e livros, compra de passagens aéreas para integrantes de bancas de mestrado e doutorado, redução de recursos para publicações, entre outros.
Possivelmente isso se refletirá também na diminuição das vagas para novos pós-graduandos, principalmente se se realizar a ameaça de corte do número de bolsas. Tudo isso interrompe um ciclo virtuoso e implicará nefastas consequências que serão aprofundadas a médio e longo prazo. Um sistema de pós-graduação é construído ao longo de décadas de árduo trabalho e investimento; mas pode ser destruído num ano!
Consideramos inadmissível que a educação pague tão duramente a conta do ajuste fiscal. O ensino superior público e de qualidade e a pesquisa científica são áreas essenciais para a construção de uma nação verdadeiramente democrática. Que pátria educadora seja mais do que um slogan e torne-se, de fato, o enunciado do compromisso com a prioridade da educação pública em todos os níveis, sem cortes de recursos, com transparência na sua distribuição e permanência dos padrões de quantidade e qualidade conquistados até o presente.
UFRJ, 29 de junho de 2015.

Adriana Facina - coordenadora PPGAS/Museu Nacional
Alexandre Guedes Torres - coordenador PPG em Ciência de Alimentos
Amílcar Tanuri - coordenador PPGEN
Ana Paula Lima - coordenadora PPG Ciências Biológicas - Biofísica
Antonio Carlos Pires Carvalho - coordenador PPG Medicina - Radiologia
Antonio MacDowell de Figueiredo - coordenador PEM-COPPE
Beatriz Meurer Moreira - coordenadora PPG Ciências- Microbiologia
Carlos Eduardo de Viveiros Grelle - coordenador PPG Ecologia
Carlos Nóbrega - coordenador Programa de Pós Graduação em Artes Visuais - EBA
Carmen Cabanelas Pazos de Moura - coordenadora PPG Ciências Biológicas-Fisiologia
Daniela Maeda Takiya - coordenadora do PPG Biodiversidade e Biologia Evolutiva
Denilson Lopes - coordenador PPGCOM
Fabio Di Dario - coordenador PPG Ciências Ambientais e Conservação
Flavia Gomes - coordenadora PPG Ciências Morfológicas
Gabriela Lirio Coordenadora PPG Artes da Cena
José Lapa e Silva - coordenador PPG Clínica Médica
Marcelo Torres Bozza, coordenador da PG em Imunologia do IMPG
Margareth da Silva Pereira - coordenadora PROURB
Maria José Pacífico - coordenadora PPG Matemática
Mauricio Arouca - coordenador PPG Planejamento Energético COPPE
Patrícia Dias Fernandes - coordenadora PPG Farmacologia e Química Medicinal
Regina Gomes - coordenadora PPG Letras Vernáculas.
Robson Monteiro - coordenador PPG Química Biológica
Ruynet Lima de Matos Filho - coordenador PPG Física
Tatiana Roque - coordenadora PPG Ensino de Matemática
Verônica Calado - coordenadora PPG de Tecnologia de Processos Químicos e Bioquímicos da Escola de Química

I Semana de História - Centro Acadêmico de História - Centro de Humanidades - UEPB.Guarabira, 8 a 11 de Setembro de 2015...
29/06/2015

I Semana de História - Centro Acadêmico de História - Centro de Humanidades - UEPB.
Guarabira, 8 a 11 de Setembro de 2015.
Cronograma:
Inscrições para ouvintes e minicursos: de 17 de maio a 31 de agosto.
Envio de resumos para propostas de trabalhos em ST: 17 de maio a 17 de julho.
Envio dos trabalhos completos aprovados para publicação nos anais do evento: 31 de agosto.

Apresentação

Endereço

Paraíba

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