Psicóloga Caroline Viana

Psicóloga Caroline Viana Um espaço para falarmos sobre psicologia e a vida �

CRP 08/27712

Não é novidade que afetamos e somos afetados pelas nossas relações - e isso pode ser ótimo em muitos momentos. Mas també...
18/03/2026

Não é novidade que afetamos e somos afetados pelas nossas relações - e isso pode ser ótimo em muitos momentos. Mas também existem situações em que a gente acaba confundindo o que é do outro com o que é nosso, e aí mora um alerta.

Nossos comportamentos são resultado de tudo o que vivemos até aqui e também das influências do nosso meio. Ou seja, a forma como cada pessoa age no mundo costuma estar muito mais relacionada à sua própria história e ao que a afeta do que, necessariamente, à uma pessoa específ**a.

Mesmo sabendo disso, é comum pensarmos que alguém está agindo “assim ou assado” por nossa causa. Somos seres sociais e naturalmente nos preocupamos com a imagem que passamos e como somos vistos. Mas isso também pode nos levar a pensar que o comportamento do outro é propositalmente direcionado a quem nós somos.. quando, na maioria das vezes, isso não acontece.

Lembrar que o outro está reagindo à sua própria história, suas vivências, valores e influências pode ajudar a tirar um pouco do peso de nos sentirmos responsáveis por como ele age ou reage. Isso não signif**a que não influenciamos ninguém, mas nos lembra que nem tudo o que o outro faz tem a ver com quem nós somos.. a maioria das vezes tem a ver com o que ele viveu.

Isso também nos dá mais liberdade para sermos como somos, sem precisar f**ar nos ajustando ou tentando nos encaixar no que imaginamos que o outro espera de nós. Até porque só saberíamos suas expectativas se ele nos dissesse.

E que bom! 🙃

Nem tudo que parece defeito precisa ser mudado: às vezes só precisa ser melhor direcionado. 💚
04/03/2026

Nem tudo que parece defeito precisa ser mudado: às vezes só precisa ser melhor direcionado. 💚

Nota mental: se preocupar menos com as grandes viradas e mais com as pequenas escolhas diárias. 💫
13/01/2026

Nota mental: se preocupar menos com as grandes viradas e mais com as pequenas escolhas diárias. 💫

Me vejo aqui, sentada sozinha em uma cafeteria qualquer, em uma cidade que eu não pensava em voltar tão cedo. Prestes a ...
07/11/2025

Me vejo aqui, sentada sozinha em uma cafeteria qualquer, em uma cidade que eu não pensava em voltar tão cedo. Prestes a realizar um desejo que estava adormecido em mim há um bom tempo mas que, como boa pessoa-que-racionaliza-demais, ainda não havia encontrado motivos suficientes para realizá-lo.

Esses dias eu estava conversando com uma amiga sobre essa mania da gente sempre precisar de bons motivos pra fazer o que a gente quer.

Parece que conforme a vida adulta chega, com as responsabilidades, as contas pra pagar e os checklists para serem completos, nossas escolhas começam a sempre vir obrigatoriamente com grandes signif**ados ou propósito. Tudo o que não é dessa categoria, é luxo.

E assim nós vamos dando cada vez menos espaço para algo muito importante: o desejo. 💫

Vejo que, ao longo do tempo, isso acaba nos ensinando duas coisas: ou racionalizamos demais tudo e f**amos tentando buscar motivos para coisas que poderíamos simplesmente querer; ou deixamos de lado vontades importantes que acrescentariam repertório à nossa vida, só porque não são consideradas “úteis”.

Vivenciando esse desejo que eu tinha, tenho percebido o quanto isso tem me enriquecido.. em conhecimento, em experiência, em sentir. O quanto isso reforça valores que são importantes na minha vida e faz eu me sentir cada vez mais autônoma, animada com a vida e, até, livre.

Por isso, eu te pergunto: que tal fazermos o caminho inverso? Que tal começarmos a resgatar os desejos que deixamos no caminho, a revisitar vontades? Que tal aprendermos a ver beleza nas coisas que têm a ver só com a gente, e nem sempre com o trabalho, produtividade e utilidade?

Garanto que a vida f**a mais interessante. 🤍

Porque a liberdade não vem de ser aprovado.. mas de se permitir ser inteiro. 🌎
21/10/2025

Porque a liberdade não vem de ser aprovado.. mas de se permitir ser inteiro. 🌎

Tem leitura que bate na gente e f**a. Trouxe pra cá alguns dos livros não-teóricos que li nos últimos anos e que me trou...
09/10/2025

Tem leitura que bate na gente e f**a. Trouxe pra cá alguns dos livros não-teóricos que li nos últimos anos e que me trouxeram reflexões interessantíssimas. 💫

Qual você acrescentaria nessa lista? 🙃

Eu sempre tive sede de crescer..Quando eu era criança, gostava de ser amiga das meninas mais velhas e dizia para os meus...
16/09/2025

Eu sempre tive sede de crescer..

Quando eu era criança, gostava de ser amiga das meninas mais velhas e dizia para os meus pais que as da minha turma eram “muito imaturas” (no auge dos meus 9 anos de idade, rs).

Na adolescência, não via a hora de completar 18 anos para ser livre e fazer minhas próprias escolhas. Queria dirigir, sair sem hora para voltar, viajar sem precisar de autorização e sentir na pele tudo o que a maioridade poderia me trazer.

Ser adulta, para mim, era sinônimo de liberdade e maturidade. E maturidade signif**ava que eu saberia resolver absolutamente tudo.

Semana que vem completo 30 anos, e o que tenho aprendido desde os meus 18 é que os problemas nunca desaparecem: eles apenas mudam de formato.

Quando era adolescente, minha preocupação era qual roupa usar na festa do fim de semana. Agora, é em qual dia da semana o mercado tem os melhores preços. Na faculdade, eu pensava em qual área seguir depois de me formar. Hoje, penso em como me reinventar constantemente na área que escolhi - com o bônus de pagar contas, cuidar da casa, manter a saúde em dia e nutrir relações importantes.

Aprendi também que adulto não tem tudo resolvido, mas é obrigado a resolver. E muitas vezes a gente nem sabe como fazer isso (só descobrimos no caminho).

Mas o mais importante que eu me dei conta foi: agora eu sou a adulta que precisa cuidar de mim.

Sou eu quem precisa identif**ar minhas necessidades, escolher os espaços em que me sinto à vontade para ser eu, reconhecer quem me faz bem e quem não faz. Também sou eu quem precisa se olhar com curiosidade para entender o que meu corpo está tentando dizer. E ainda, sou eu quem deve oferecer a ele o que precisa.

Talvez liberdade e maturidade venham mesmo com esse preço: o da autorresponsabilidade. Não há mais um adulto para dizer o que devemos fazer ou resolver os problemas que criamos. Agora, esse adulto somos nós.

E cabe a nós aprendermos a cuidar de nós mesmos. 🫂

E por aí, o que você descobriu sobre ser adulto até agora? ☺️

É sempre mais fácil conviver com pessoas consideradas “flexíveis”. E é bom ser visto dessa forma, também.Mas há uma arma...
02/09/2025

É sempre mais fácil conviver com pessoas consideradas “flexíveis”. E é bom ser visto dessa forma, também.

Mas há uma armadilha nessa busca pela flexibilidade: ela pode se confundir com auto-invalidação.

Aceitar toda e qualquer situação, evitar confrontos e fingir que está sempre tudo bem não é flexibilidade. Isso se chama anulação.

Na ACT (Terapia de Aceitação e Compromisso), flexibilidade psicológica é a capacidade de estar aberto à experiência e agir alinhado aos nossos valores. E agir segundo nossos valores muitas vezes signif**a impor limites, dizer não e tomar posição.

Flexibilizar não é bloquear o que sentimos. É estar aberto aos nossos sentimentos, observá-los e decidir, intencionalmente, o que fazer a partir dali.

É saber identif**ar em quais situações, contextos e com quais pessoas faz sentido ser maleável.

É se mover com a vida sem se perder de quem você é. 🍃

Eu não sei se vou ser psicóloga para sempre..Tampouco até quando esse título vai me acompanhar.Mas eu sei que aqui e ago...
27/08/2025

Eu não sei se vou ser psicóloga para sempre..

Tampouco até quando esse título vai me acompanhar.

Mas eu sei que aqui e agora, faz sentido. E acho que é isso que viver essa profissão me ensina: o que faz sentido, aqui e agora?

Quando olhamos para o nosso cliente, o passado é importante.. ele ajuda a trazer contexto para as coisas que acontecem hoje; e querer saber o futuro é uma boa forma de planejar os próximos passos, também.

Mas tão importante quanto isso, é que ele se pergunte: o que eu quero, aqui e agora? O que eu preciso nesse momento? O que faz sentido para mim, nessa vida aqui?

Aprender a ser psi é aprender a olhar para ambas as coisas: para o cliente e para o momento que existem, bem na nossa frente. É olhar com curiosidade para entender o que dá pra fazer, o que é possível, o que faz sentido aqui. E aprender a enxergar essas condições é respeitar o processo do ser humano que está confiando na gente, muito mais do que querer apressar o passo e fazê-lo alcançar um lugar que nós achamos que é importante.

Caminhar junto, e não empurrar. Andar lado a lado, sugerir caminhos, refletir em conjunto. Dar a mão quando for necessário, mas incentivá-lo a caminhar sozinho.

Não sei do futuro.. mas sei que sou muito feliz por ser psi, aqui e agora. 💙

A clínica pode ser menos solitária. 🫂Nosso grupo de supervisão é um lugar para você ganhar repertório enquanto psi, comp...
18/08/2025

A clínica pode ser menos solitária. 🫂

Nosso grupo de supervisão é um lugar para você ganhar repertório enquanto psi, compartilhar experiências e se sentir parte de uma rede de apoio.

Se você tem vontade de fazer parte desse espaço, vem falar comigo!

Endereço

Pato Branco, PR

Site

http://carolviana.com.br/

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