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Ajudo mulheres que buscam relacionamentos mais saudáveis, com consciência e tarot.
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Hoje é 05 de janeiro.E antes de listas, metas ou promessas, eu quero te propor outra coisa.Destravar planos não começa f...
06/01/2026

Hoje é 05 de janeiro.
E antes de listas, metas ou promessas, eu quero te propor outra coisa.

Destravar planos não começa fazendo mais, mas mudando o lugar interno
de onde tu decides, age e insiste.

Esses cinco passos não dicas nem receitas, mas etapas de um processo profundo e transformador.
São a base de processos reais de mudança:
acolher o momento,
acessar o que está por trás,
ampliar a consciência
e assumir um novo lugar com responsabilidade.

Quando isso acontece,
o caminho deixa de exigir tanta força.

Se tu sentes que já tentou de tudo
e mesmo assim algo não anda,
talvez seja hora de olhar de um lugar diferente.

E é com este novo olhar que te auxilio na jornada.
Estarei aguardando teu contato.

Destrave Sistêmico
(clareza antes da ação)

Esses não são “casos de sucesso” no sentido raso da palavra.São processos reais, vividos em ritmos diferentes, com dores...
04/01/2026

Esses não são “casos de sucesso” no sentido raso da palavra.
São processos reais, vividos em ritmos diferentes, com dores diferentes e tempos próprios.

O que todos eles têm em comum é que nenhuma mudança foi imediata
e nenhuma aconteceu sem atravessar etapas bem definidas.

Em cada caso, o trabalho começou por acolher, sem negar sentimentos, sem forçar decisões, sem se culpar...

Acolher a realidade é um dos movimentos mais intensos, pois começamos não só a sair da ilusão do que poderia ser, mas de quem pensamos que somos. Nosso papel, nossas dores reais e como sustentamos, sem perceber, aquilo que nos machuca.

Depois, vem o acesso à raiz do que estava em jogo: os vínculos invisíveis, as lealdades, os medos, as culpas e vergonhas que sustentam a repetição.

Aos poucos, vamos ampliando a consciência sem mágica, mas com focos específicos de clareza que vão iluminando outros pontos internos ainda sombrios.

E só então, cada mulher pode assumir um novo lugar nas relações, na família, na carreira, nas finanças e na própria vida.

Esse é o caminho que sustenta mudanças reais.
Não tem atalhos ou promessas rápidas.
O que tem é presença, responsabilidade e continuidade.

Se tu sentes que já entendeu muita coisa
e mesmo assim a vida continua travada,
talvez o próximo passo não seja tentar mais uma vez,
mas olhar o nó certo para desfazê-lo.

O Destrave Sistêmico é o início desse processo.

Nesses últimos dias, tenho atendido muitas mulheres que chegam com a mesma queixa:Elas estão cansadas e,  principalmente...
30/12/2025

Nesses últimos dias, tenho atendido muitas mulheres que chegam com a mesma queixa:
Elas estão cansadas e, principalmente, decepcionadas consigo mesmas.

Dizem que se esforçaram, que estudaram, que tentaram mudar.
E agora, olhando para o fim do ano, sentem que não tiveram sucesso.
Algumas estão sem esperança.
Outras só querem entender por que, apesar de tudo, a vida não anda.

O que eu vejo não é falta de capacidade.
O que eu vejo são mulheres sustentando lugares antigos.

Lugares aprendidos lá atrás, no sistema familiar.
Ser a que segura, entende e não pode falhar.
A que não pode decepcionar.

Quando esse lugar não é visto, ele se repete em tudo:
no amor, no trabalho, nas amizades, na vida financeira e até na saúde.

E aí o cansaço vira culpa.
A culpa vira frustração.
E a frustração vira essa sensação de “tem algo errado comigo”.

Não existe nada de errado contigo, mas com o lugar que ainda estás ocupando.

Antes de pensar no que tu queres para 2026, vale uma pergunta honesta:
o que tu ainda sustenta que já não te cabe mais?

Isso não é falta de força e sim um bloqueio sistêmico familiar que precisa ser visto e liberado para que possamos ir em busca das nossas metas.

Hoje, sabes que bloqueios ainda te impedem de seguir adiante e atingir tuas metas?

Cansaço, irritação, aquela vontade de sumir.A verdade é que o que te desgasta não é o calor, nem a ceia, nem a correria ...
24/12/2025

Cansaço, irritação, aquela vontade de sumir.

A verdade é que o que te desgasta não é o calor, nem a ceia, nem a correria de Natal.
O que pesa, mesmo que tu nem perceba de cara, é o papel que volta a ocupar. O de sempre: a que tenta manter todo mundo bem.

Esse papel não tem nome, mas tem um custo alto.
Tu te adianta, te adapta, engole o que sente... só pra garantir que ninguém se magoe.
Mas no fim, é tu quem sai esgotada.
Tentando, mais uma vez, carregar o emocional da família inteira.

E se esse ano tu fizesse diferente?

Respira fundo. E se pergunta com carinho:
“Esse desconforto é meu… ou é de alguém que aprendi a carregar?”

Porque talvez o que te cansa não seja o Natal e sim a lealdade a um padrão antigo.
A ideia de que, se todo mundo estiver bem, tu também vai estar.

Mas paz não é isso.
Paz não vem de agradar todo mundo.
Paz vem de te incluir nas escolhas.
De te ouvir, te respeitar, te acolher também.

Que nesse fim de ano, tu não se abandone.

Toda família é um sistema.E todo sistema, quando se reúne, ativa papéis antigos: mesmo quando ninguém percebe.No Natal, ...
21/12/2025

Toda família é um sistema.
E todo sistema, quando se reúne, ativa papéis antigos: mesmo quando ninguém percebe.

No Natal, isso f**a ainda mais evidente.
A mesa vira palco.
E cada um entra em cena com o papel que aprendeu a ocupar para pertencer.

Tem quem comande tudo, mesmo sem levantar da cadeira.
Tem quem sirva todo mundo, mas esqueça de si.
Tem quem critique, quem observe, quem chegue atrasado, quem se distraia, quem tente manter a harmonia a qualquer custo.

Esses papéis não são aleatórios.
Eles nasceram de lealdades, necessidades emocionais e acordos invisíveis feitos lá atrás, muitas vezes na infância.

A corte do tarot representa isso com precisão simbólica:
reis, rainhas, cavaleiros e pajens mostrando não quem somos de verdade,
mas quem aprendemos a ser para continuar sentando à mesa.

O ponto não é julgar.
Nem mudar o outro.
É perceber.

Porque quando tu reconhece o papel que ocupa,
tu ganha algo raro: escolha.

E talvez, só talvez, esse seja o Natal em que tu possa sentar à mesa um pouco mais inteira, sem precisar salvar, controlar, agradar ou se esconder.

Agora me conta:
quem tu costuma ser na ceia?
e quem tu está cansada de ser?

Marca alguém que vai se reconhecer.

Quando eu era criança, o Natal era dividido em dois mundos.O do pai: cheio de música, risada e churrasco.E o da mãe: che...
21/12/2025

Quando eu era criança, o Natal era dividido em dois mundos.

O do pai: cheio de música, risada e churrasco.

E o da mãe: cheio de cansaço, controle e tensão.

Por anos, eu achei que pra amar um, eu tinha que negar o outro.

Foi só adulta que entendi:
o que eu chamava de escolha, era uma lealdade para me sentir parte.

Escolher um lado não é maldade, mas um modo de sobrevivência em famílias que não há papéis definidos e se respeita o lugar do filho diante da relação dos pais.

Para sobreviver, passamos a olhar pelo olhar do outro e esquecemos do próprio desejo.

Esse ano, talvez tu também perceba isso nas tuas festas:
o medo de rir demais,
a vontade de agradar,
o esforço pra deixar tudo bem.

Lembra:
tu não precisa escolher entre amor e alegria.
Tu pode viver os dois e outros tantos que quiseres...
e finalmente, f**ar livre.

Todo fim de ano, algo dentro da gente volta no tempo.Às vezes, tu chega na casa da família adulta, mas  sai de lá crianç...
17/12/2025

Todo fim de ano, algo dentro da gente volta no tempo.

Às vezes, tu chega na casa da família adulta, mas sai de lá criança.

A que tenta mediar.
A que faz tudo.
Ou a que prefere se esconder.

Esses papéis não surgem à toa.
São jeitos de proteger o amor,
evitar conflitos,
e manter o equilíbrio.

Mas o preço é alto:
a tua verdade f**a pra depois.

Esse ano, tenta algo novo:
observa quem fala dentro de ti antes de cada resposta.

Talvez tu descubra
que não precisa mais ser a filha de sempre.

Salva esse post pra lembrar:
não é o encontro de família que te cansa
é o papel que tu repete nele.

Dizer “não” pra família não é falta de amor: é um ato de diferenciação. Mas a culpa vem, porque tua criança interna aind...
15/12/2025

Dizer “não” pra família não é falta de amor: é um ato de diferenciação.

Mas a culpa vem, porque tua criança interna ainda acredita
que amor e obediência são a mesma coisa.

Por isso, tu inventa desculpas:
doença, trabalho, falta de dinheiro.

Às vezes, o corpo mente por ti.
E tu te convence de que é cansaço.
Mas, no fundo, é medo de ser vista de outro jeito.

# ̂mica

Ela só queria lembrar do carregador.Mas quando o caos chegou, veio junto tudo aquilo que ela carrega há anos:a culpa por...
09/12/2025

Ela só queria lembrar do carregador.

Mas quando o caos chegou, veio junto tudo aquilo que ela carrega há anos:
a culpa por não dar conta,
a vergonha de pedir ajuda,
a sensação de estar sempre devendo.

O problema não começou no trabalho.
Nem no casamento.

Começou quando ela aprendeu que ser responsável era não errar.
E que pra ser amada, tinha que se sacrif**ar.

Mas isso pode mudar.
Se ela soltar as dívidas emocionais,
ela deixa de ser a mulher que se perde
e vira a mulher que se escolhe.

A ideia de que tu estás “devendo” algo ao ano não é real.É o eco de uma crença antiga:de que só é amada quem se sacrif**...
05/12/2025

A ideia de que tu estás “devendo” algo ao ano não é real.

É o eco de uma crença antiga:
de que só é amada quem se sacrif**a.
De que só é reconhecida quem faz mais do que pode.
De que só merece quem sofre.

Mas tua história não precisa seguir nesse modelo.

Tu podes terminar o ano com consciência, e não com culpa.

Se quiser olhar pra isso com mais profundidade,

me chama com a palavra BÚSSOLA

Às vezes, o que chamamos de “fim” é só o início de um retorno.A Torre chega quando a vida precisa te lembrar de quem tu ...
03/12/2025

Às vezes, o que chamamos de “fim” é só o início de um retorno.

A Torre chega quando a vida precisa te lembrar de quem tu és
e o que tu vem sustentando já não tem verdade suficiente pra f**ar de pé.

Pode doer.
Mas não é castigo.
É cura.

Quando o que cai é o que não tem estrutura, o que f**a é o essencial.

Foi isso que aconteceu comigo e me trouxe novamente pra minha essência.

Se tu sentes que a tua Torre também está ruindo,
lembra: o caos não veio pra te destruir.

Veio pra te reconstruir.
E se quiser entender o que o teu sistema está tentando te mostrar com essa queda, me chama no direct com a palavra “bússola.”

Ser Dona de Si também é confiar naquilo que desaba.

Na infância, o meu aniversário não era só meu.E isso me ensinou, sem palavras, que eu só podia existir em conexão com o ...
30/11/2025

Na infância, o meu aniversário não era só meu.
E isso me ensinou, sem palavras, que eu só podia existir em conexão com o outro.

Esse é o tipo de repetição que passa despercebida:
quando a gente aprende a se relacionar sem saber onde termina o outro — e onde começa a gente.

A maioria dos padrões que repetimos na vida adulta nasceram assim:
como tentativas silenciosas de pertencer, ser vista, ser amada.

Só que repetir sem consciência é o que nos prende.
Lembrar é o primeiro passo pra deixar de reviver.

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Pelotas, RS

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