Psicólogo Diego Villas-Bôas

Psicólogo Diego Villas-Bôas Atuo com a ressignificação de disfunções se***is, de desejo e de excitação.

Psicólogo e especialista em Sexualidade Humana pela Faculdade de Medicina da .oficial e responsável pela área de psicologia do Centro de Sexualidade Humana.

05/04/2021

Neste vídeo, falo sobre a disfunção erétil, um problema que afeta os homens em suas relações e sobre a importância de procurar ajuda. Essa situação, que causa tanto sofrimento silencioso, tem solução com o tratamento adequado.

Se você tem dúvida sobre o assunto, envie a sua pergunta por mensagem 💬

No Reino Unido, muita gente aproveitou o isolamento para se divertir com o parceiro ou parceira durante o expediente. Fo...
17/02/2021

No Reino Unido, muita gente aproveitou o isolamento para se divertir com o parceiro ou parceira durante o expediente. Foi o que mostrou uma pesquisa chamada OnePool, divulgada no fim do ano passado.

O estudo ouviu 2 mil pessoas, das quais 58% afirmaram que aproveitaram o home office para tr***ar no horário de trabalho. O fato de muitos trabalharem na cama e com roupas confortáveis foi apontado como a “causa” da brincadeira.

Além disso, 52% dos entrevistados mais jovens afirmaram que revelaram pela primeira vez seus fetiches ao parceiro e em 45% dos casos, as fantasias foram realizadas.

Como anda a sua vida sexual em tempos de pandemia?

Os avanços tecnológicos e o acesso ao conteúdo erótico caminham lado a lado, como falamos no último post. Enquanto as fo...
03/11/2020

Os avanços tecnológicos e o acesso ao conteúdo erótico caminham lado a lado, como falamos no último post. Enquanto as formas de consumo mudam e o acesso se amplia, as consequências do uso indiscriminado também.

O número de disfunções se***is relacionadas ao consumo de pornografia cresce junto com a internet. O ambiente online se tornou uma fonte inesgotável de conteúdo e de fácil acesso e criou uma nova forma de se relacionar com esses estímulos. Em um site de vídeos, por exemplo, é fácil e rápido trocar de janela, avançar o filme para um momento específico e receber estímulos variados em poucos minutos, algo totalmente inviável anos atrás.

É nessa busca pelo estímulo mais excitante, que precisa superar o anterior a cada vídeo, que a atenção se faz necessária. Quando o prazer sexual se baseia principalmente em uma narrativa roteirizada, controlada e de fácil acesso como os materiais pornográficos, as relações afetivas e se***is podem ser afetadas.

No próximo post, o vício em pornografia será o nosso assunto. Se você sente que esse é um problema na sua vida, busque ajuda.

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Dos diálogos satíricos da Grécia clássica até as profundezas da internet dos dias de hoje, a pornografia não só segue vi...
28/10/2020

Dos diálogos satíricos da Grécia clássica até as profundezas da internet dos dias de hoje, a pornografia não só segue viva, como ganha força. Os avanços tecnológicos e o acesso ao conteúdo erótico caminham lado a lado e as consequências do seu uso indiscriminado também. Em outros posts, falarei sobre a evolução do consumo da pornografia, começando hoje com um pouco de história.

Na história recente, com a chegada das fotografias e das máquinas de impressão no século 19, deu-se início à venda de fotos de modelos nuas e livros eróticos ilustrados. Mais tarde, um ano após a criação do cinema, filmes com teor sexual já eram produzidos e, mesmo censurados em muitas partes do mundo, cines clandestinos exibiam as películas.

Na década de 80, o VHS tornou o acesso aos filmes eróticos ainda mais fácil e discreto, já que permitia assistí-los em casa, sem exposição. O consumo cresceu exponencialmente e a indústria de filmes se desenvolveu em larga escala.

Nos anos 90, quando a internet começava a surgir, o conteúdo pornográfico encontrou seu principal canal. À época, uma revista erótica norte-americana já ofereciam modens aos assinantes, prevendo o boom no novo espaço. Em 2010, no ranking de 1 milhão de sites mais acessados do mundo, 50 mil possuíam material erótico. Em 2017, uma pesquisa apontou que 22 milhões de brasileiros consomem pornografia online, sendo 76% homens.

E o que muda com todo esse acesso livre ao mundo do prazer online? Falarei disso no próximo post.

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A pandemia trouxe novos cenários, inclusive para a psicoterapia. Confira 7 dicas para tornar a experiência da terapia re...
20/10/2020

A pandemia trouxe novos cenários, inclusive para a psicoterapia. Confira 7 dicas para tornar a experiência da terapia remota mais agradável e encaixá-la na sua rotina:

- Escolha um ambiente tranquilo e confortável;
- Converse com as pessoas que moram com você para que não haja interrupções durante a sessão;
- Certifique-se de que há bom sinal de internet;
- Use fones de ouvido para facilitar a sua escuta;
- Preocupado com a privacidade? Coloque uma música para tocar, e posicione o aparelho próximo à porta do cômodo em que você está;
- Chegue 5 minutos antes ao local escolhido e relaxe, para estar totalmente presente quando a psicoterapia iniciar.
- Lembre-se: você está indo para terapia. Ao entrar, procure estar com uma roupa semelhante a que você iria em uma consulta presencial .

Com estas pequenas dicas, a consulta será bem proveitosa. Boa sessão!

Há algumas semanas, as redes sociais foram tomadas por um debate, a partir de uma afirmação de que só *transa bem* quem ...
19/10/2020

Há algumas semanas, as redes sociais foram tomadas por um debate, a partir de uma afirmação de que só *transa bem* quem teve muitos parceiros. Mas, afinal, o que é tr***ar bem? Será mesmo que existe uma maneira universal de fazer s**o bom? O que está em jogo quando, em vez de ver o s**o como um momento de diversão e prazer mútuo, o estabelecemos como uma prova para figurar em um ranking?

Quando pensamos no assunto, é fundamental fazermos um paralelo entre o s**o performático e o s**o real. Na pornografia, por exemplo, o s**o é coreografado em uma representação idealizada que não corresponde ao que acontece na prática. O seu consumo excessivo, no entanto, faz com que aquela performance se torne o modelo a seguir, trazendo, muitas vezes frustrações e uma relação difícil com o seu prazer e com o do outro.

O s**o também não é feito sozinho: se a sua parceira gosta A+ e você também, não se preocupe, vocês serão um belo casal, pelo menos na cama. Agora, se você curte B e ela curte A, quem será que está errado? Será que alguém está errado ou é a oportunidade para apresentarem outras possibilidades e fazerem novas construções para o s**o de vocês ficar ainda mais interessante?

Se a relação é boa mas o s**o ainda não, aproveite para conversar mais sobre isto, mostrar e experimentar aos poucos outras formas e entender o desejo do outro. Ficar criticando ou permanecer insatisfeito para não desagradar quem se gosta não vai melhorar a sua vida sexual e pode ir minando toda a convivência.

Existem muitas possibilidades para aprimorarem a relação e a terapia sexual também é ótima para resolver estes descompassos.

O que você e seus amigos acham disso? Compartilhe esse conteúdo com a sua rede e abra a conversa sobre esse assunto.

A nossa sociedade costuma relacionar os homens a uma vontade insaciável de prazer sexual. Sempre prontos, dispostos e in...
30/09/2020

A nossa sociedade costuma relacionar os homens a uma vontade insaciável de prazer sexual. Sempre prontos, dispostos e interessados em s**o, mas será que é realmente assim que funciona?

Mais comentada em mulheres, a falta de desejo sexual também afeta os homens e carrega um peso cultural muito grande, já que socialmente se espera justamente o oposto. A disfunção erétil pode ser, inclusive, uma consequência desse desejo hipoativo, uma vez que muitos homens não a aceitam e não conseguem confessar nem para si mesmo que pode existir uma diminuição do desejo sexual.

Sem desejo real, acabam se frustrando ao não conseguir performar o ato sexual ou alcançar o prazer que gostariam. Esses homens têm lotado o consultório de urologistas procurando remédios para a disfunção erétil e, mesmo quando medicados, apresentam pouca ou nenhuma melhora, desenvolvendo um quadro de ansiedade ainda maior do que antes. Mais inseguros, têm a percepção de que estão muito atrás do ideal de homem viril e sempre disposto que eles acreditam que deveriam ser. O que não se percebe é que este comportamento por si só já agrava a sensação de defectividade e contribui ainda mais para a diminuição do desejo.

Em terapia, sempre é importante observar quando a falta de desejo começou e que fatores emocionais, fisiológicos e de estilo de vida podem estar interferindo. Descobrir que, ao invés de estar com disfunção erétil, você pode estar com falta de desejo é extremamente importante para reverter condições de uma disfunção erétil, pois a ereção só acontece com o desejo, mesmo com o uso de medicações como o Vi**ra.

O diagnóstico correto pode mudar totalmente a conduta clínica. A clareza em saber se a disfunção erétil vem antes ou depois de uma diminuição ou disfunção do desejo é extremamente importante, para que o problema errado não seja tratado e os resultados desejados não sejam alcançados.

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A pandemia trouxe, de modo geral, cenários incertos e questões preocupantes. Além da grande comoção e da mudança de hábi...
30/09/2020

A pandemia trouxe, de modo geral, cenários incertos e questões preocupantes. Além da grande comoção e da mudança de hábitos, muitas pessoas tiveram impactos financeiros nesse período, algo que por si só já traz tensão para o dia a dia. Na vida a dois, o impacto é ainda maior. Para muitos casais, são tempos difíceis.

Em um momento de tensão pela incerteza financeira, a vida sexual pode ficar comprometida. O tema do desejo sexual e frequência sexual podem gerar conflitos e a perda de desejo se tornar presente ou mais presente.
O casal necessita de espaço para viver junto, mas também precisa do espaço para a saudade - o que se perde na pandemia. A convivência obrigatória sem intervalos pode fazer aumentar brigas, que são potencializadas por outras situações - financeiras, de trabalho (falta ou excesso), falta de espaço físico, além da perda de momentos de atividades individuais ou com amigos. O enclausuramento faz com que questões do relacionamento do casal ganhem luz de holofotes, pois este tempo de convivência forçada faz com que as mágoas e discussões não trabalhadas se tornem mais visíveis, e pontos como "para onde estamos levando nossa relação?", "quais são os meus objetivos de vida?" ou mesmo "o que nos une como casal?" sejam cada vez mais pensados. Será que este é seu caso?

Não é a toa que nos países em que a COVID já está mais controlada, viu-se uma onda de separações e divórcios. Por isso, cabe a reflexão sobre quais as reais razões dessas discussões e embates da relação.
Falar de dinheiro já é complicado para muitas pessoas, mas falar de projetos em conjunto para para melhor enfrentarem estes momentos de pandemia pode ser um canal de aproximação. Aproveitar este tempo para repensar valores e projetos e, se realmente achar que a relação deve terminar ou deve se modificar, procure encontrar os melhores caminhos para este processo. Lembre-se que o diálogo é a principal ferramenta para atravessar essa situação e, se houver dificuldade para estabelecer essas conversas, busque ajuda de amigos ou de um profissional treinado para isto.

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Aliança no dedo não é sinônimo de acesso livre! Nos relacionamentos, qualquer um dos envolvidos está livre para desejar ...
11/09/2020

Aliança no dedo não é sinônimo de acesso livre! Nos relacionamentos, qualquer um dos envolvidos está livre para desejar ou não ter relações a qualquer momento. O casamento - ou qualquer tipo de relação - não dá direito sobre o corpo do outro.

O consentimento não é um contrato presumido que se estabelece de acordo com o nível de um relacionamento: ele deve ser concebido mesmo entre os casados. O seu direito termina onde começa o do outro.

E sabe do que mais, s**o consentido também pode ser um “saco”. Se você deseja mais s**o ou um melhor s**o, deve se perguntar o que eu tenho feito para isto acontecer? Sempre brinco com os meus pacientes “Você já seduziu sua mulher hoje?” - mas de brincadeira isso não tem nada. Sedução não se faz na cama, se faz muito antes. Na cama se faz são as preliminares, mas, bem esses temas ficam para uma outra postagem.

Agradar o seu parceiro inclui também respeitar a ausência de desejo do mesmo. Em uma relação, é importante que se estabeleça consideração com os limites do outro. O respeito com o espaço e a vontade do parceiro é essencial para a conquista de uma relação saudável.

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Como comentei no post anterior, os filmes eróticos podem apresentar uma realidade distorcida sobre as relações afetivas ...
09/09/2020

Como comentei no post anterior, os filmes eróticos podem apresentar uma realidade distorcida sobre as relações afetivas e se***is. Essa visão idealizada — seja do próprio prazer ou da relação com o corpo do outro — pode afetar negativamente os envolvimentos se***is e amorosos do mundo real.

Embora existam, hoje, todos os tipos de filmes pornográficos — desde os voltados mais para o público masculino até os mais direcionados para mulheres —, é importante lembrar que a pornografia continua muito mais focada em um público masculino, que busca a exibição de corpos e a exaltação da performance.

Os filmes ajudam a criar percepções superdimensionadas e irreais. Esses estímulos roteirizados, levam os homens, em 90% dos casos, a uma ideia equivocada do que é esperado deles no s**o e também equivocada quanto a expectativa que fazem sobre o desejo e permissividade das mulheres.

Na terapia sexual, bem como em cursos e supervisões que realizo, percebo homens que, por não conversarem realmente sobre s**o, não terem uma educação sexual adequada. acabam usando a pornografia como referência e copiando comportamentos estereotipados ou superdimensionados, esquecendo que estão vendo um filme feito para excitá-los e que as cenas são editadas, que o prazer é interpretado, principalmente pelas mulheres,, que encenam um prazer que na maioria das vezes não é real. A super performance masculina apresentada também é vista como uma condição que todos os homens deveriam ter. Os homens não percebem que esta performance cinematográfica muitas vezes é aditivada com comprimidos, injeções ou mesmo é feita a execução de uma mesma cena de s**o em várias momentos diferentes, que posteriormente são editados. para dar uma ideia de continuidade. Este desconhecimento acaba deixando os homens com a percepção de inferioridade quando se comparam aos "heróis pornográficos" e a outros homens que eles imaginam que tenham o vigor a força e a “capacidade de gerar prazer” que apreendem erradamente nos filmes.
Neste texto, a ideia não é demonizar os filmes pornográficos, mas trazer à luz o fato de que, quando eles são usados como referência de “educação sexual informal” de quem os toma como exemplo de comportamento, eles acabam contribuindo para o aumento da ansiedade de desempenho masculina, para a disfunção erétil, para a ejaculação precoce e, é claro, para falta interação, conectividade e prazer do casal real.

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Reflexões sobre a PornografiaO consumo de filmes eróticos e pornográficos apresenta uma realidade cinematográfica em ger...
07/09/2020

Reflexões sobre a Pornografia

O consumo de filmes eróticos e pornográficos apresenta uma realidade cinematográfica em geral desconectada da realidade - afinal são filmes, feitos para o lazer e a excitação.

O consumo deles por si só não é maléfico. Os filmes eróticos podem, inclusive, ajudar na construção de uma maior gama de fantasias, que podem contribuir para o imaginário erótico da pessoa ou do casal, aumentando o repertório de possibilidades para ser experimentado ou somente fantasiado.

A questão é que estímulos roteirizados, construídos em cima de falsas premissas que podem desumanizar a prática sexual, podem criar barreiras na construção das relações interpessoais, do encontro de prazer, da troca afetiva e de excitações, que devem andar em conjunto numa relação sexual. Este enredo acaba gerando expectativas irreais que, a médio e longo prazo, podem acumular frustrações, tornando cada vez mais difícil o encontro e tornando a solidão protagonista da sua história sexual.

Na terapia sexual, vejo várias pessoas que não conseguem dialogar sobre os seus desejos e fantasias. Mas, ao aprenderem a confiar no outro e terem maior liberdade com segurança para falarem sobre o que as mobiliza sexualmete, conseguem também saber quais são são os seus limites para fantasiar e agir, se sentem mais livres para explorar e ampliar a sua sexualide na relação que têm.

Por incrível que pareça, para muitas pessoas a cobrança sexual é mais usada que o diálogo erótico e a sedução que de fato ajudam mobilizar o desejo, acabam sendo deixados de lado ou até esquecidos. O diálogo sobre o que é erótico para mim e para a pessoa que estou, quando bem usado, pode fazer com que a vida sexual possa ser melhor aproveitada diminuindo a chance de erros..

Você já pensou em fazer uma seleção de filmes eróticos, para depois escolherem juntos quais desejam ver juntinhos?

O desafio é aprender continuamente a desenvolver uma conversa sobre erotismo e sexualidade. À medida que essa capacidade for se ampliando, você verá que vocês passam a se sentir mais confortáveis para tornar o s**o cada vez mais prazeroso.

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