Buena Leche

15/09/2024

E nesse momento de calamidade climática, há pessoas, muitas, que estão comemorando, brindando ao fim da Era Lula, que mancomunado com Marina Silva, teria enviado o MST para colocar fogo no país a fim de tomarem as propriedades dos fazendeiros, destruindo o agronegócio.

A pós verdade não ora por nós e nem pelos seus que oram por ela.

Feliz 28 de junho!Aproveitamos o dia de hoje para lembrar o legado de Marsha P. Johnson, drag queen americana que dedico...
02/07/2021

Feliz 28 de junho!

Aproveitamos o dia de hoje para lembrar o legado de Marsha P. Johnson, drag queen americana que dedicou sua vida à libertação LGBTQ+. Em 2016, foi fundado em sua homenagem o Instituto Marsha P. Johnson, com o objetivo de manter seu legado vivo e apoiar a comunidade trans e, com foco nas mulheres transexuais negras.

Em 2017 foi ao ar um documentário dirigido por David France, que narra a trajetória de Marsha e Sylvia Rivera entre 1960 até 1990 e tem como o objetivo maior a investigação da misteriosa morte de Marsha em 1992 — que foi tida como suícido, algo contrariado no documentário. Está disponível na Netflix e dura cerca de 105 minutos.

02/09/2020
Vocês podem não acreditar, mas uma máquina de escrever é um brinquedo muito interessante para crianças vidradas em telas...
30/04/2020

Vocês podem não acreditar, mas uma máquina de escrever é um brinquedo muito interessante para crianças vidradas em telas.
Retirar as telas das crianças de hoje, na situação atual, é até algo perverso, mas ampliar a oferta de descobertas e práticas divertidas é um recurso a ser utilizado.

Quando eu era pequena e na noite de Natal começavam os adultos a falar "Feliz Natal" uns para os outros e até para mim, ...
25/12/2019

Quando eu era pequena e na noite de Natal começavam os adultos a falar "Feliz Natal" uns para os outros e até para mim, irmãos e primos, não sabia se achava engraçado ou meio encabulante.
Não adolescência isso não passou, vieram os questionamentos típicos da fase.
Na vida adulta prefiro não comentar.

Fala-se muito da síndrome do ninho vazio, quando as mães se entristecem com a saída da filharada de casa ou se ressentem...
05/12/2019

Fala-se muito da síndrome do ninho vazio, quando as mães se entristecem com a saída da filharada de casa ou se ressentem porque elas entram e saem ocupadas com suas coisas. Sei lá, sei lá, não quero mentir para vocês, mas para mim está parecendo a nova adolescência, acorda-se nos dias de folga e dane-se se não tiver nada na geladeira, come-se uma maçã, dá-se uma volta, entra-se num cinema, há livros para folhear, se tiver ainda mais preguiça, serve o celular, não há muito mais para controlar a não ser a própria vida e isso não é nem tão pouco para sobrar tempo de lamentar os novos preenchimentos das vidas das crianças que viraram gente grande.
Na síndrome do ninho doidão a gente pode beber até cair, não vai ter que estar responsa para cuidar de ninguém. E pode até andar pelada pela casa sem ninguém para te dizer:mãe, veste uma roupa!

Talvez só porque o mais comum e mais fácil para nossa natureza humana é ter medo e ficarmos presos ao que nos aprisiona ...
04/12/2019

Talvez só porque o mais comum e mais fácil para nossa natureza humana é ter medo e ficarmos presos ao que nos aprisiona e faz mal, ou quem sabe só porque estava pisando sem sensibilidade nas pétalas das tipuanas mortas no chão, o fato é que um pensamento tão rápido quanto ruim atravessou meu cérebro, ocupando-o de tal forma que meu corpo continuou se movendo apenas automaticamente. O pensamento era uma crítica às flores de plástico de uma loja por onde passo diariamente. Fiquei ruinzinha mesmo, presa a perguntas idiotas como que tipo de pessoa compra isso? Será que não pensa quanto custa ao meio ambiente esse lixo? (eu mesma não tenho nem ideia), mas continuei, fui à lua e voltei com meu ensimesmamento e só senti o coração voltar a bater em frente à loja. E o peso do mundo inteiro pairou sobre mim quando vi uma pessoa comprando as flores. A moça da loja, tão linda e delicada, explicava ao cliente que talvez fosse melhor embalar só parte das flores para não amassar. O homem sorriu sem dentes, um homem bem velho, talvez mais pobre do que velho, talvez mais frágil do que delicado, ele não chegava a estar eufórico, não havia energia excedente para isso, mas dava para ver que ele imaginava algo bom quando concordou com a moça, que era melhor carregar as flores aparecendo assim para fora, como se respirassem e não suportassem qualquer amasso.
E eu só pude conter uma lágrima e desejar que a destinatária das flores não fosse uma vaca como eu.
De qualquer maneira é dezembro e alheias a tudo isso, as tipuanas chovem flores.

Para Pedro e LíviaPoucas palavras são tão bonitas na língua portuguesa como a palavra lenda. Assim que sua criança pergu...
20/11/2019

Para Pedro e Lívia

Poucas palavras são tão bonitas na língua portuguesa como a palavra lenda. Assim que sua criança perguntar se papai Noel existe, não hesite em dizer que é uma lenda.
Mas lenda existe, mamãe?
Sim, lendas existem, venha cá que te conto mais uma.
Era uma vez num longínquo lugar, onde caia do céu, não água, nem se avistava trovões ou se ouviam relâmpagos. Lá caiam do céu estrelas feitas de um gelo tão seco que mais do que cair voavam como mini pássaros, que vieram a ser conhecidos como flocos de neve...
Ilustração: Cláu Paranhos
Do livro: Mamãe, quando você vai sarar? De Dulce A Ferraz

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