30/01/2026
Por muito tempo, eu acreditei que estudar mais resolveria.
E eu estudei. Muito.
Cursos, aulas, livros, atualizações.
Mas, na prática, algo ainda faltava.
Não era técnica.
Era direção clínica.
A sensação de entrar na sessão sem clareza, de sair pensando se aquilo realmente fazia sentido, de carregar a insegurança nas decisões… isso cansa. E trava.
Com o tempo, eu entendi: existe um ponto em que estudar não basta.
É preciso alguém que pense junto, que ajude a organizar o raciocínio, a sustentar hipóteses e a transformar tentativa em condução clínica.
Clareza vem antes da técnica.
E quando ela chega, a prática muda.
Se você sente que está nesse ponto, comente “CLÍNICA”.
Eu te mostro qual pode ser o seu próximo passo.