Clínica & Laboratório Farma Autismo

Clínica & Laboratório Farma Autismo Clínica Farmacológica e Laboratório Farma Autismo
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Comece 2026 com mais autonomia, saúde e ciência ao seu lado.Na Clínica Farmacológica e Laboratório Farma Autismo,  inici...
06/01/2026

Comece 2026 com mais autonomia, saúde e ciência ao seu lado.

Na Clínica Farmacológica e Laboratório Farma Autismo, iniciamos o ano com o compromisso de promover cuidado integral, individualizado e humanizado, com base em evidências e tecnologia.

Aqui, você conta com o exclusivo Método de Autonomia e Independência, desenvolvido sob a mentoria da Dra. Bruna Fernanda, que promove a evolução clínica do paciente com mais qualidade de vida, redução de dependências medicamentosas e melhora funcional contínua.

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Secretária Executiva Maria Eduarda

Andropausa, também conhecida como Síndrome da Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) é caracterizada...
06/11/2025

Andropausa, também conhecida como Síndrome da Deficiência Androgênica do Envelhecimento Masculino (DAEM) é caracterizada pela queda gradual dos níveis de testosterona nos homens a partir dos 40-50 anos. Diferente da menopausa feminina, a andropausa ocorre de forma lenta e progressiva, com sintomas que podem impactar a saúde física, emocional e sexual do homem.

Principais sinais clínicos:
- Fadiga persistente
- Diminuição da libido e disfunção erétil
- Perda de massa muscular
- Aumento da gordura abdominal
- Irritabilidade, ansiedade e alterações do humor
- Redução da densidade óssea

O acompanhamento farmacológico com profissional farmacêutico é fundamental nesse período para:

- Monitorar a eficácia e segurança da reposição hormonal androgênica (TRT)
- Prevenir e identificar efeitos adversos, como aumento do hematócrito, dislipidemias ou alterações prostáticas
- Avaliar interações medicamentosas com fármacos de uso contínuo
- Promover o uso racional de suplementos e fitoterápicos com alegações hormonais
- Estimular o cuidado integrado com estilo de vida, exames de rotina e saúde mental

O farmacêutico clínico é peça-chave no cuidado da saúde masculina durante a andropausa, oferecendo acompanhamento seguro, individualizado e baseado em evidências para melhorar a qualidade de vida e prevenir riscos associados à terapia hormonal.

Citação:

MORLEY, J. E. et al. Diagnosis and treatment of male hypogonadism: an Endocrine Society clinical practice guideline.The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, Washington, v. 95, n. 6, p. 2536–2559, 2010. DOI: 10.1210/jc.2009-2354.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A depressão pós-parto (DPP) é um transtorno de humor que afeta até 20% das mulheres após o nascimento do bebê. Caracteri...
05/11/2025

A depressão pós-parto (DPP) é um transtorno de humor que afeta até 20% das mulheres após o nascimento do bebê. Caracteriza-se por tristeza intensa, exaustão, irritabilidade, distúrbios do sono, dificuldade de vínculo com o recém-nascido, em casos graves, ideação suicida. A DPP compromete não apenas a saúde da mãe, mas também o desenvolvimento emocional e físico do bebê.

O acompanhamento farmacológico com farmacêutico clínico é essencial para garantir o uso seguro e eficaz dos antidepressivos, especialmente durante a amamentação. Esse acompanhamento permite:

- Escolha de medicamentos com menor excreção no leite materno
- Monitoramento de reações adversas na mãe e no bebê
- Avaliação de interações medicamentosas
- Acompanhamento da adesão ao tratamento e ajustes terapêuticos individualizados

Além disso, a integração da genômica farmacológica pode auxiliar na escolha da medicação adequada, considerando variantes genéticas que afetam a resposta aos fármacos, como os genes CYP2D6 e CYP2C19.

O cuidado farmacológico especializado é um pilar essencial no manejo da depressão pós-parto, promovendo segurança à mãe e ao bebê, e contribuindo para um puerpério mais saudável e acolhedor.

Citação:

GAVIN, N. I. et al. Perinatal depression: a systematic review of prevalence and incidence. Obstetrics and Gynecology, [S. l.], v. 106, n. 5, p. 1071–1083, 2005. DOI: 10.1097/01.AOG.0000183597.31630.db.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A síndrome metabólica é uma condição clínica caracterizada pela associação de fatores como resistência à insulina, obesi...
04/11/2025

A síndrome metabólica é uma condição clínica caracterizada pela associação de fatores como resistência à insulina, obesidade abdominal, dislipidemia, hipertensão e intolerância à glicose aumentando significativamente o risco de diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e esteatose hepática.

Seu manejo exige uma abordagem multidisciplinar, e o acompanhamento farmacológico clínico é fundamental para:

- Ajuste individualizado de medicamentos
- Monitoramento de efeitos adversos
- Prevenção de interações medicamentosas
- Otimização terapêutica com foco em segurança e eficácia

A genômica clínica é uma aliada ao tratamento da síndrome metabólica. Por meio de painéis genéticos farmacogenômicos é possível identificar variantes genéticas que influenciam:
- A resposta a antidiabéticos orais, como metformina e sulfonilureias
- A sensibilidade a estatinas e risco de miopatias
- A eficácia e segurança de anti-hipertensivos
- O metabolismo de medicamentos envolvidos no controle da obesidade

Com essas informações, o tratamento se torna personalizado, mais eficaz e com menor risco de eventos adversos.

Unir o acompanhamento farmacológico ao mapeamento genético é uma estratégia moderna, preventiva e centrada no paciente. Trata-se de transformar a prescrição em ciência de precisão, promovendo mais saúde, controle clínico e qualidade de vida.
Por meio da farmacogenética é possível prever como o paciente metaboliza diferentes fármacos, ajustando doses e evitando reações adversas. Genes como SLCO1B1, CYP2C9, CYP2C19 e TCF7L2 estão associados à resposta a estatinas, antidiabéticos e anti-hipertensivos, sendo especialmente relevantes em pacientes com síndrome metabólica.

Citação:

ALMUDAIYAN, M. et al. Pharmacogenetics of drugs used in the treatment of metabolic syndrome: a review of the current evidence. Pharmacogenomics and Personalized Medicine, [S. l.], v. 15, p. 121–135, 2022. DOI: 10.2147/PGPM.S356421.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

Doença, Transtorno e SíndromeEntenda as Diferenças Conceituais na SaúdeEmbora muitas vezes usados como sinônimos, os ter...
03/11/2025

Doença, Transtorno e Síndrome
Entenda as Diferenças Conceituais na Saúde

Embora muitas vezes usados como sinônimos, os termos doença, transtorno e síndrome possuem significados distintos na linguagem científica e clínica. Compreender essas diferenças é essencial para o diagnóstico, tratamento e abordagem individualizada do paciente.

🔹 Doença
É uma alteração do estado normal de funcionamento do organismo, geralmente com causa conhecida. sintomas específicos e evolução previsível.
Ex: Diabetes mellitus tuberculose ou câncer. Caracteriza-se por etiologia definida, manifestações clínicas e possível lesão tecidual ou funcional.

🔹 Transtorno
Refere-se a uma disfunção funcional ou comportamental, sem necessariamente envolver alterações estruturais visíveis ou etiologia única. É muito utilizado em saúde mental e neurologia.
Ex: Transtorno de ansiedade, TDAH, transtorno bipolar
Envolve perturbações no funcionamento psicológico, fisiológico ou comportamental.

🔹 Síndrome
É um conjunto de sinais e sintomas que ocorrem em conjunto, mas que podem ter causas diversas. Não define, por si só, uma doença específica.
Ex: Síndrome de Down, Síndrome de Tourette
Muitas vezes, uma síndrome pode evoluir para o diagnóstico de uma doença conforme se identificam suas causas.

Citação:

PORTER, R. S.; KAPLAN, J. L. The Merck Manual of Diagnosis and Therapy.20. ed. Kenilworth: Merck Sharp & Dohme Corp., 2018.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A menopausa marca o fim definitivo dos ciclos menstruais, geralmente entre os 45 e 55 anos, sendo acompanhada por uma qu...
31/10/2025

A menopausa marca o fim definitivo dos ciclos menstruais, geralmente entre os 45 e 55 anos, sendo acompanhada por uma queda significativa dos níveis de estrogênio e progesterona. Essa mudança hormonal pode desencadear diversos sintomas e riscos para a saúde feminina:

- Ondas de calor e sudorese noturna
- Distúrbios do sono e alterações de humor
- Diminuição da densidade óssea (osteopenia/osteoporose)
- Alterações metabólicas e risco cardiovascular
- Secura vaginal e disfunções se***is

O acompanhamento farmacológico clínico é essencial nessa fase para garantir:

- Uso racional e seguro da terapia hormonal, quando indicada
- Alternativas fitoterápicas e suporte sintomático personalizado
- Redução de riscos de reações adversas e interações medicamentosas
- Monitoramento da adesão e resposta ao tratamento
- A genômica por meio do painel farmacogenético e do rastreamento de variantes genéticas relacionadas à trombofilia, metabolismo hormonal e doenças crônicas, permite personalizar terapias com maior eficácia e segurança, principalmente em mulheres com histórico de câncer hormonossensível, doenças cardiovasculares ou metabólicas.

De acordo com Pirmohamed (2014), a integração entre farmacogenética e prática clínica permite prever respostas adversas, otimizar a escolha terapêutica e melhorar os resultados clínicos, especialmente em populações sensíveis como mulheres na menopausa.

A menopausa não deve ser tratada com protocolos genéricos. A união entre ciência genômica e cuidado farmacêutico clínico oferece uma nova perspectiva: mais saúde, bem-estar e prevenção para a mulher madura, de forma segura e individualizada.

Citação:

PIRMOHAMED, M. Personalized pharmacogenomics: predicting efficacy and adverse drug reactions. Annual Review of Genomics and Human Genetics, v. 15, p. 349–370, 2014. DOI: 10.1146/annurev-genom-090413-025446.

Texto:
Dra. Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

O Climatério é a fase de transição que marca o fim da vida reprodutiva da mulher, englobando o período que antecede e su...
30/10/2025

O Climatério é a fase de transição que marca o fim da vida reprodutiva da mulher, englobando o período que antecede e sucede a menopausa. Caracteriza-se por alterações hormonais importantes, com impacto físico, emocional e metabólico. Entre os sintomas mais comuns estão:

- Ondas de calor e sudorese noturna
- Insônia, irritabilidade e ansiedade
- Redução da libido
- Alterações no metabolismo ósseo e lipídico
- Risco aumentado de doenças cardiovasculares e osteoporose

O acompanhamento farmacológico clínico é essencial nesse período, pois permite:

- Monitoramento da resposta aos tratamentos (fitoterápicos, hormonais ou sintomáticos)
- Prevenção de interações medicamentosas
- Redução de reações adversas
- Promoção do uso racional de medicamentos

Além disso, a genômica aplicada à saúde da mulher oferece ferramentas avançadas de prevenção e personalização do cuidado. O painel farmacogenético e o mapeamento de variantes genéticas associadas a trombofilias, metabolismo hormonal e risco de osteoporose ou câncer hormonossensível permitem decisões mais seguras e eficazes sobre terapias hormonais e medicamentos de uso contínuo.

Segundo Collins et al. (2021), a integração entre genômica e farmacologia clínica tem potencial para otimizar a escolha e a dose de medicamentos, reduzindo riscos, especialmente em fases críticas como o climatério.

O climatério não precisa ser sinônimo de sofrimento. Com acompanhamento farmacêutico individualizado e a aplicação da genômica clínica é possível promover bem-estar, segurança e autonomia para a mulher nessa nova etapa da vida.

Citação:

COLLINS, F. S.; VARMUS, H. A new initiative on precision medicine. New England Journal of Medicine, v. 372, n. 9, p. 793–795, 2021. DOI: 10.1056/NEJMp1500523.

Texto:
Dra. Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A candidíase é uma infecção causada por fungos do gênero Candida, sendo a espécie Candida albicans a mais comum. Afeta p...
29/10/2025

A candidíase é uma infecção causada por fungos do gênero Candida, sendo a espécie Candida albicans a mais comum. Afeta principalmente mucosas, como a vaginal, oral e gastrointestinal, e pode causar sintomas como prurido, ardência, corrimento esbranquiçado e desconforto local.

O tratamento inadequado como: automedicação, uso excessivo de antifúngicos tópicos ou orais, ou falha na identificação da causa subjacente, pode levar à recorrência crônica, resistência fúngica e agravamento do quadro clínico.

O farmacêutico clínico atua na individualização do tratamento, garantindo:
- Escolha adequada do antifúngico (tópico ou sistêmico)
- Correta via de administração e duração da terapia
- Identificação de fatores predisponentes (uso de antibióticos, imunossupressão, diabetes, hábitos de higiene)
- Prevenção de interações medicamentosas
- Monitoramento de efeitos adversos e eficácia terapêutica
- Orientação sobre prevenção de recidivas

Além disso, casos recorrentes podem estar associados a desequilíbrios do microbioma vaginal ou alterações imunológicas, exigindo abordagem multiprofissional e investigação complementar.

O acompanhamento farmacológico garante um tratamento seguro, eficaz e duradouro, prevenindo recorrências, automedicação e complicações, promovendo mais saúde e qualidade de vida para o paciente.

Citação:

SOBEL, J. D. Recurrent vulvovaginal candidiasis. American Journal of Obstetrics and Gynecology, v. 214, n. 1, p. 15–21, 2016. DOI: 10.1016/j.ajog.2015.06.067.

Texto:
Dra. Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A intolerância medicamentosa é uma reação adversa não imunológica a um fármaco, que ocorre mesmo em doses terapêuticas e...
28/10/2025

A intolerância medicamentosa é uma reação adversa não imunológica a um fármaco, que ocorre mesmo em doses terapêuticas e pode comprometer a adesão ao tratamento, a segurança do paciente e a eficácia clínica.

Diferente da alergia (que envolve mecanismos imunológicos), a intolerância é geralmente dose-dependente e pode se manifestar com sintomas gastrointestinais, neurológicos, dermatológicos ou cardiovasculares, dependendo da substância e da susceptibilidade individual.

Fatores associados:
- Polimorfismos genéticos que afetam o metabolismo de fármacos
- Disfunções hepáticas ou renais
- Interações medicamentosas
- Uso prolongado ou inadequado de medicamentos
- Falta de acompanhamento farmacoterapêutico

A farmacogenética tem papel crucial na identificação de variantes genéticas relacionadas à metabolização inadequada de certos medicamentos, permitindo prevenir intolerâncias e reações adversas graves.

Indivíduos com variantes no gene TPMT (tiopurina metiltransferase), podem desenvolver toxicidade grave ao utilizar azatioprina, um imunossupressor comum, mesmo em doses padrão.

O acompanhamento farmacológico aliado a farmacogenética pode reduzir drasticamente o risco de intolerâncias e reações adversas promovendo um tratamento mais seguro, eficaz e personalizado.

Citação:

PIRMOHAMED, M. Adverse drug reactions. BMJ, v. 347, f.4026, 2013. DOI: 10.1136/bmj.f4026.

Dra. Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A Ritalina (cloridrato de metilfenidato) é um psicoestimulante do sistema nervoso central, amplamente utilizado no trata...
25/10/2025

A Ritalina (cloridrato de metilfenidato) é um psicoestimulante do sistema nervoso central, amplamente utilizado no tratamento do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e em alguns casos, na narcolepsia.
Atua principalmente como inibidor da recaptação de dopamina e noradrenalina, promovendo melhora da atenção, concentração e controle de impulsividade.

Seu uso deve ser estritamente prescrito e monitorado, especialmente por seus efeitos no sistema nervoso e cardiovascular.

Efeitos adversos mais comuns:
- Insônia
- Dor de cabeça
- Diminuição do apetite
- Perda de peso
- Náuseas
- Aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca
- Ansiedade, irritabilidade ou agitação
- Tiques nervosos

Efeitos adversos mais graves (menos comuns):
- Palpitações e arritmias
- Psicose induzida por estimulantes (em indivíduos predispostos)
- Pensamentos suicidas ou alterações de humor severas
- Crises convulsivas (raro)

O uso abusivo por automedicação ou em doses acima das indicadas, pode levar à dependência psicológica e tolerância, além de aumentar o risco de eventos cardiovasculares.

O Acompanhamento farmacológico é essencial
para garantir segurança e eficácia. O uso de Ritalina deve ser individualizado, com avaliação contínua dos efeitos clínicos e possíveis reações adversas, especialmente em crianças, adolescentes e pacientes com histórico psiquiátrico ou cardíaco.
Considerando a possibilidade da desprescrição (desmame) optando por tratamentos alternativos.

Em pacientes que nunca fizeram uso de medicamentos como Ritalina, há sempre uma opção de tratamento alternativo para iniciar com a finalidade de não intoxicar do organismo.

Citação:

PERRIN, J. M. et al. Use of psychotropic medications in children and adolescents: data from the NHANES. Journal of the American Academy of Child and Adolescent Psychiatry, v. 49, n. 4, p. 389–398, 2010. DOI: 10.1016/j.jaac.2009.11.011.

WOLRAICH, M. L. et al. Clinical practice guideline for the diagnosis, evaluation, and treatment of Attention-Deficit/Hyperactivity Disorder in children and adolescents. Pediatrics, v. 144, n. 4, e20192528, 2019. DOI: 10.1542/peds.2019-2528.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

A Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é uma encefalopatia espongiforme transmissível rara, neurodegenerativa e fatal, caus...
24/10/2025

A Doença de Creutzfeldt-Jakob (DCJ) é uma encefalopatia espongiforme transmissível rara, neurodegenerativa e fatal, causada por príons proteínas anormais que promovem degeneração cerebral progressiva. A forma mais comum é a espontânea, mas há casos genéticos e iatrogênicos.

Caracteriza-se por rápida deterioração cognitiva, alterações motoras, mioclonias, ataxia, distúrbios do comportamento e comprometimento neurológico progressivo, levando à morte em poucos meses.

Embora não exista cura, o acompanhamento farmacológico é essencial para garantir qualidade de vida, alívio sintomático e segurança terapêutica. O profissional farmacêutico atua no ajuste e monitoramento de medicamentos usados para:
- Controle de dor
- Ansiedade e agitação
- Distúrbios do sono
- Espasmos e mioclonias
- Prevenção de interações medicamentosas e reações adversas

Esse cuidado integrado visa minimizar o sofrimento, otimizar o uso racional de fármacos e proteger o paciente de riscos iatrogênicos, promovendo um suporte humanizado para o paciente e sua família.

Citação:

PUCHTA, C. et al. Pharmacological management of symptoms in Creutzfeldt-Jakob disease. Journal of Neurology, v. 268, p. 1732–1740, 2021. DOI: 10.1007/s00415-020-10289-z.

Texto:

Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

O  uso de anticoncepcionais hormonais é amplamente difundido como método contraceptivo e, em muitos casos, prescrito par...
23/10/2025

O uso de anticoncepcionais hormonais é amplamente difundido como método contraceptivo e, em muitos casos, prescrito para controle de acne, cólicas menstruais ou síndrome dos ovários policísticos (SOP). No entanto, o uso irracional, como automedicação, troca frequente de formulações sem orientação profissional ou uso prolongado sem acompanhamento, pode trazer sérias consequências à saúde feminina.

Entre os principais riscos associados ao uso indiscriminado estão:

- Trombose venosa profunda e embolia pulmonar
- Aumento do risco cardiovascular em mulheres com predisposição genética
- Desequilíbrio hormonal e efeitos metabólicos
- Alterações hepáticas
- Redução da fertilidade após uso prolongado sem acompanhamento
- Efeitos psiquiátricos (ansiedade, depressão) em casos sensíveis

Muitas mulheres fazem uso contínuo de anticoncepcionais sem considerar seu perfil genético ou metabólico, o que pode aumentar o risco de eventos adversos graves, especialmente em pacientes com polimorfismos genéticos relacionados à coagulação (como Fator V de Leiden).

Uso prolongado e automedicação:
Muitas mulheres iniciam o uso de anticoncepcionais sem avaliação clínica completa, mantendo o uso por anos consecutivos sem reavaliações. Isso pode mascarar doenças ginecológicas (como endometriose) e impactar a fertilidade a longo prazo. A automedicação também favorece o uso inadequado de doses e formulações.

Saúde mental e hormônios:
Estudos mostram correlação entre uso prolongado de anticoncepcionais e sintomas depressivos especialmente em adolescentes e mulheres sensíveis à variação de estrogênio/progesterona.

Citação:

ANDRADE, S. E. et al. Use of prescription contraceptives in the United States: results from a pharmacy claims data analysis.
Contraception, [S. l.], v. 87, n. 4, p. 465–470, 2013. DOI: 10.1016j. contraception.2012.08.015.

Texto:
Dra Bruna Fernanda
Farmacêutica Clínica

Endereço

Rio De Janeiro , SP
22793081

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 21:00
Terça-feira 08:00 - 21:00
Quarta-feira 08:00 - 21:00
Quinta-feira 08:00 - 21:00
Sexta-feira 08:00 - 21:00
Sábado 09:00 - 18:00

Telefone

+5521998184319

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