Cuidadores de Idosos - Rio de Janeiro

Cuidadores de Idosos - Rio de Janeiro Cuidadores de Idosos - Rio de Janeiro

Cuidadores de Idosos no Rio de Janeiro, formados pela CRUZ VERMELHA BRASILEIRA-FILIAL RJ, buscamos a melhoria da qualidade de vida na terceira idade, e estudamos no curso do RJ sobre:
Geriatria e Gerontologia – noções
Psicologia, Fisiologia Humana do Idoso, Nutrição
Práticas de Sinais Vitais, transferência, medicação,
alimentação, mudança de decúbito, praticando tratamentos não invasivos
O envelh

ecimento populacional
Relação idoso-cuidador e família-cuidador
Cuidados com a higiene pessoal e
bem estar físico do idoso
Sono e repouso, alimentação
Alteração na comunicação
Prevenção de quedas
Principais doenças mentais e físicas nos idosos
Orientação à família no cuidado ao idoso
Lazer, cultura, e ocupação do idoso
O acompanhamento às consultas e exames
O Estatuto do Idoso
Deveres e Direitos do Cuidador conforme Lei 4.702 de 2012 sobre a regulamentação da profissão de cuidador de pessoa idosa.

09/01/2026

Novo medicamento para Alzheimer, liberado pela ANVISA

17/12/2025

Sedação paliativa não é desistência.

É o gesto ético que protege alguém quando a dor física ou existencial rompe o limite do suportável.
Não produz a morte. Suspende o sofrimento.
E deixa que a vida siga seu curso natural, enquanto o corpo é cuidado com a dignidade que merece.

Quando comparo esse caminho com a morte assistida, vejo uma diferença essencial:
na sedação, ninguém carrega o peso de ter sido agente da morte. E isso importa profundamente para quem f**a.

A literatura sobre luto é clara.
Em mortes onde existe intencionalidade: suicídio ou morte assistida, a elaboração emocional costuma ser mais pesada.

No suicídio, o luto é marcado por culpa, estigma e autorresponsabilização, com maior risco de luto complicado e TEPT, como descreve o estudo clássico de Latham & Prigerson (2004):
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/15169694/

Mesmo na morte assistida, familiares relatam ambivalência moral, sensação de responsabilidade e solidão silenciosa, como mostra a revisão sistemática de Gamondi et al. (2019): https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/29565788/

E sabemos, pelo trabalho de Stroebe et al. (2017), que mortes moralmente complexas são terreno fértil para luto prolongado, quando a dor perde o rumo e se transforma em adoecimento:
https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/20008198.2017.1414651

A sedação paliativa, ao contrário, oferece outro enredo: o paciente é poupado do sofrimento intolerável, a família testemunha cuidado até o fim, e ninguém precisa explicar, ou se explicar, sobre a hora da morte.

O corpo adormecido, bem tratado, devolve à família a imagem possível da paz. E disso nasce um luto mais leve, mais honesto, mais humano, sem culpa, sem arrependimento, sem a sombra do “e se?”

Sedação paliativa é isso: o limite da medicina colocado a serviço da dignidade de ser cuidado e de cuidar, e não da execução. Um cuidado que protege quem parte e sustenta quem permanece. Não precisamos matar quando sabemos respeitar o tempo de cuidar como legado que protege o luto e a vida de quem f**a.
Dra Ana Claudia Quintana

17/12/2025
Quando a Finitude chega...No Alzheimer avançado.https://www.facebook.com/share/1PnwANBYZ6/
17/12/2025

Quando a Finitude chega...
No Alzheimer avançado.

https://www.facebook.com/share/1PnwANBYZ6/

Mamãe está na fase avançada da demência.
E nessa fase, o cuidado deixa de ser estímulo e passa a ser regulação.

O cérebro já não consegue processar excesso de informações, vozes, movimentos ou mudanças no ambiente.
O que antes era presença, agora pode se transformar em sobrecarga.

Por isso, as visitas precisam ser poucas, planejadas e tranquilas, inclusive as visitas das irmãs.
Não por afastamento emocional, mas por acolhimento da finitude.

Acolher a finitude é compreender que, neste momento, o que o corpo e o cérebro mais precisam é descanso, previsibilidade e paz.
É diminuir o mundo ao redor para que o sistema nervoso possa repousar.

Mas descanso não é ausência de amor.
Paz não é solidão.

O afeto continua, apenas muda de forma.
Ele passa pelo toque, pelo tom de voz baixo, pela presença silenciosa, pela permanência sem exigência de resposta.

Cuidar na fase avançada é oferecer exatamente isso:
menos estímulo e mais acolhimento.
menos expectativa e mais presença.
menos barulho e mais amor.

Esses encontros entre irmãs carregam, sim, algo de despedida.
Mas são despedidas cuidadosas, éticas e humanas, feitas para proteger quem está partindo.

Porque amar até o fim não é insistir na vida como ela era.
É respeitar o modo como ela precisa ser agora.

🤍
Se esse texto te ajudou a compreender esse momento, compartilhe.
Falar sobre finitude também é um ato de cuidado.

06/12/2025
02/12/2025

Uma mãe rígida quando jovem, sem envolvimento amoroso e afeto pela filha, que no final da vida cuida da mãe com Alzheimer...
Alguém pode se identif**ar com esta história da Claudia.

https://www.facebook.com/share/v/17D8EKqEuT/

19/11/2025

Endereço

Grajaú/
Rio De Janeiro , RJ
20560-000

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