Dra. Isabella D'Andrea

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Dra. Isabella D'Andrea Especialista em 🧠👩🏻‍⚕️
Coordenadora centro de epilepsia do IECPN isadandrea.epilepsia

Nem todo paciente responde ao tratamento da mesma forma.E isso não significa, necessariamente, que algo está errado.🤓Na ...
05/05/2026

Nem todo paciente responde ao tratamento da mesma forma.

E isso não significa, necessariamente, que algo está errado.

🤓Na epilepsia, diferentes mecanismos podem estar envolvidos e isso influencia diretamente na resposta terapêutica.

Mais do que escolher um medicamento, é preciso entender o tipo de epilepsia, o contexto e o comportamento das crises.

🩺É isso que permite um cuidado mais preciso e individualizado.

👉 “Cada caso precisa ser compreendido de forma individual.”

30/04/2026

Registro de um momento importante de atualização profissional.

Participamos de um workshop sobre o estimulador do nervo vago (VNS), uma abordagem terapêutica utilizada em casos específicos de epilepsia.

A troca de conhecimento e a prática baseada em evidência ampliam as possibilidades de cuidado.

Seguimos em constante atualização para oferecer um tratamento cada vez mais preciso.

👉 “A atualização também faz parte do cuidado.”

Quando se fala em epilepsia, o foco quase sempre está nas crises.Mas quem vive com a doença sabe: o impacto vai muito al...
29/04/2026

Quando se fala em epilepsia, o foco quase sempre está nas crises.

Mas quem vive com a doença sabe: o impacto vai muito além delas.

Está na forma como a rotina muda, nas escolhas que deixam de ser feitas, no medo que aparece… até nos dias em que está tudo bem.

Está no trabalho, nas relações e na sensação de segurança.

Controlar as crises é fundamental.
Mas qualidade de vida não é só isso.

É conseguir viver com mais liberdade, mais previsibilidade e menos medo.

🎯 “O que mais mudou na sua vida depois do diagnóstico?”

Manter o tratamento da epilepsia não é só “tomar o remédio”.Envolve lidar com efeitos colaterais, ajustar expectativas, ...
27/04/2026

Manter o tratamento da epilepsia não é só “tomar o remédio”.

Envolve lidar com efeitos colaterais, ajustar expectativas, organizar rotina e, muitas vezes, enfrentar o impacto emocional do diagnóstico.

Quando isso não é bem explicado desde o início, a sensação é de frustração — e o abandono acaba acontecendo.

Mas isso não significa falta de esforço.
Significa que o processo não foi bem estruturado.

O tratamento funciona melhor quando faz sentido para quem está vivendo ele.

👉 Se você já pensou em parar o tratamento, saiba: isso é mais comum do que parece.

Um EEG normal não exclui epilepsia.Existem limitações importantes:alguns focos são profundos, as descargas podem não aco...
22/04/2026

Um EEG normal não exclui epilepsia.

Existem limitações importantes:
alguns focos são profundos, as descargas podem não acontecer durante o exame e certas epilepsias se manifestam mais no sono.

Por isso, técnicas como privação de sono, hiperventilação e fotoestimulação são fundamentais para aumentar a sensibilidade do exame.

Ainda assim, o diagnóstico não deve ser baseado apenas no EEG.

A análise clínica — principalmente a história e a sequência dos eventos — continua sendo essencial.

O EEG complementa.
Não substitui.
Uma avaliação completa faz toda diferença no diagnóstico.

A evolução recente da classificação da International League Against Epilepsy reforça uma mudança conceitual importante: ...
21/04/2026

A evolução recente da classificação da International League Against Epilepsy reforça uma mudança conceitual importante: epilepsia deve ser entendida como uma disfunção de redes neuronais dinâmicas, e não apenas como um fenômeno localizatório.

Essa abordagem, consolidada em publicações recentes (DOI: 10.1111/epi.18338), amplia o papel da semiologia, especialmente da sequência temporal dos eventos ictais, como ferramenta central no raciocínio clínico.

A análise da crise deixa de ser estática e passa a ser processual.

É nesse contexto que a filmagem se torna crítica:
ela permite reconstruir a dinâmica da crise com maior fidelidade, reduzindo vieses de memória e refinando a interpretação.

Na prática, isso significa melhor lateralização, melhor definição sindrômica e decisões terapêuticas mais precisas.

Epilepsia não é apenas uma crise.
É um sistema em funcionamento.

👉 Você acompanha essa mudança ou ainda trata só o evento?

Síncope e crise epiléptica compartilham uma armadilha:podem parecer iguais no momento do evento.Mas não são.A diferença ...
16/04/2026

Síncope e crise epiléptica compartilham uma armadilha:
podem parecer iguais no momento do evento.

Mas não são.

A diferença está no contexto, na sequência temporal e nos detalhes semiológicos.

Síncope pode ter abalos.
Crise epiléptica pode começar com sintomas sutis.

O diagnóstico não está no “durante”.
Está no antes e no depois.

Errar aqui não é incomum.
Mas manter o erro é o que prejudica o paciente.

👉 Você já recebeu um paciente rotulado como epilepsia que, na verdade, era síncope?

Nem toda crise é epilepsia.Na prática clínica, é mais comum do que se imagina ver eventos sendo rotulados de forma inade...
14/04/2026

Nem toda crise é epilepsia.

Na prática clínica, é mais comum do que se imagina ver eventos sendo rotulados de forma inadequada.

Síncope, distúrbios do sono, crises funcionais, eventos psiquiátricos e até alterações do movimento podem simular crises epilépticas.

E esse erro tem impacto direto no cuidado.

Pode levar ao uso desnecessário de medicações, atraso no diagnóstico correto e conduções que não resolvem o problema real.

Diagnosticar epilepsia vai muito além de reconhecer uma crise.

Exige entender o contexto, a origem e os mecanismos envolvidos em cada caso.

Porque tratar o que não é epilepsia pode ser tão prejudicial quanto deixar de tratar o que é.

“Uma avaliação correta faz toda diferença no cuidado.”

Os sinais de epilepsia infantil nem sempre são claros.Muitas vezes, passam despercebidos ou são confundidos com comporta...
09/04/2026

Os sinais de epilepsia infantil nem sempre são claros.

Muitas vezes, passam despercebidos ou são confundidos com comportamentos comuns da infância.

Momentos de ausência, olhar fixo ou movimentos repetitivos podem parecer simples distrações — mas, quando recorrentes, precisam de atenção.

O diagnóstico precoce é fundamental para um acompanhamento adequado, trazendo mais segurança para a criança e para a família.

Em caso de dúvida, a avaliação especializada é sempre o melhor caminho.

A epilepsia não impacta apenas quem vive com a condição.Ela afeta toda a família, a rotina e o emocional de quem está po...
06/04/2026

A epilepsia não impacta apenas quem vive com a condição.

Ela afeta toda a família, a rotina e o emocional de quem está por perto.

Muitas vezes, esse impacto acontece de forma silenciosa.

Por isso, o cuidado precisa ser completo — com informação, orientação e acompanhamento adequado.

Nem toda epilepsia é igual.Durante muito tempo, tratamos a epilepsia como uma única condição, com abordagens semelhantes...
02/04/2026

Nem toda epilepsia é igual.

Durante muito tempo, tratamos a epilepsia como uma única condição, com abordagens semelhantes para todos os pacientes.

Mas a ciência vem mostrando que essa visão é limitada.

Hoje sabemos que existem diferentes mecanismos por trás das crises — desde processos inflamatórios até alterações na comunicação elétrica dos neurônios.

E isso muda tudo.

Porque explica por que um tratamento pode funcionar muito bem para uma pessoa… e não para outra.

Mais do que tratar sintomas, o caminho atual é entender o tipo de epilepsia de cada paciente para oferecer um cuidado mais preciso e individualizado.

A epilepsia não é uma doença única.
E compreender isso é fundamental para evoluirmos no tratamento.

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