25/02/2026
🫀O guideline AHA/ACC 2026 reforça algo que, na prática da UTI, já vivenciamos: no tromboembolismo pulmonar grave, o ventrículo direito é o ponto crítico.
A hipoxemia é apenas parte do problema. A sobrecarga aguda de VD, o aumento da resistência vascular pulmonar e o risco de colapso hemodinâmico é que determinam o prognóstico.
E onde o fisioterapeuta entra nisso?
🔅Entra na ventilação.
🔅Entra na oxigenoterapia.
🔅Entra na decisão compartilhada de mobilizar.
🔅Entra na interpretação compartilhada da deterioração clínica.
Cada ajuste de PEEP, cada mudança de posição, cada decisão de ajustes no suporte ventilatório tem impacto direto na pós-carga do ventrículo direito.
Estar atualizado nas novas diretrizes não é um detalhe acadêmico.
É prática baseada em evidência aplicada à beira-leito.
Diretrizes mudam….. Níveis de evidência evoluem…… Recomendações ganham ou perdem força….
E o fisioterapeuta hospitalar que domina essas atualizações:
🔹Compreende a fisiopatologia além da gasometria
🔹Reconhece precocemente deterioração
🔹Dialoga em nível técnico com a equipe médica
🔹Fundamenta suas decisões ventilatórias
🔹Atua com segurança em cenários de alto risco
📚A prática intensiva exige atualização contínua.
🎯Porque no TEP grave, não basta ventilar. É preciso proteger o ventrículo direito.
💻Salve este conteúdo para revisar antes do próximo plantão.
🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar
Doutora em Ciências Morfológicas
Mestre em Biologia Experimental