Adriana Mello Fisioterapeuta Hospitalar

Adriana Mello Fisioterapeuta Hospitalar Mestre em Biol. Experimental
UERJ & Doutora em Ciências Morfológicas
UFRJ 🧬🔬

🫀O guideline AHA/ACC 2026 reforça algo que, na prática da UTI, já vivenciamos: no tromboembolismo pulmonar grave, o vent...
25/02/2026

🫀O guideline AHA/ACC 2026 reforça algo que, na prática da UTI, já vivenciamos: no tromboembolismo pulmonar grave, o ventrículo direito é o ponto crítico.

A hipoxemia é apenas parte do problema. A sobrecarga aguda de VD, o aumento da resistência vascular pulmonar e o risco de colapso hemodinâmico é que determinam o prognóstico.

E onde o fisioterapeuta entra nisso?
🔅Entra na ventilação.
🔅Entra na oxigenoterapia.
🔅Entra na decisão compartilhada de mobilizar.
🔅Entra na interpretação compartilhada da deterioração clínica.

Cada ajuste de PEEP, cada mudança de posição, cada decisão de ajustes no suporte ventilatório tem impacto direto na pós-carga do ventrículo direito.

Estar atualizado nas novas diretrizes não é um detalhe acadêmico.

É prática baseada em evidência aplicada à beira-leito.

Diretrizes mudam….. Níveis de evidência evoluem…… Recomendações ganham ou perdem força….

E o fisioterapeuta hospitalar que domina essas atualizações:
🔹Compreende a fisiopatologia além da gasometria
🔹Reconhece precocemente deterioração
🔹Dialoga em nível técnico com a equipe médica
🔹Fundamenta suas decisões ventilatórias
🔹Atua com segurança em cenários de alto risco

📚A prática intensiva exige atualização contínua.

🎯Porque no TEP grave, não basta ventilar. É preciso proteger o ventrículo direito.

💻Salve este conteúdo para revisar antes do próximo plantão.

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

Doutora em Ciências Morfológicas
Mestre em Biologia Experimental

A evidência atual demonstra que a imobilidade na UTI está associada à perda muscular precoce, desenvolvimento de ICU-acq...
23/02/2026

A evidência atual demonstra que a imobilidade na UTI está associada à perda muscular precoce, desenvolvimento de ICU-acquired weakness e alterações diafragmáticas durante a ventilação mecânica. Estudos longitudinais mostram redução mensurável da massa muscular já na primeira semana de internação, com alterações que podem iniciar nos primeiros dias.

A mobilização precoce, quando estruturada e baseada em critérios de estabilidade clínica, apresenta:

🔸Melhora de desfechos funcionais
🔸Maior probabilidade de independência na alta
🔸Redução de delirium em algumas análises
🔸Segurança quando realizada sob monitorização adequada

Entretanto, grandes ensaios clínicos e meta-análises não demonstraram redução consistente de mortalidade, e o impacto no tempo de ventilação mecânica permanece variável.

O benefício mais consistente descrito na literatura é funcional.

A decisão de mobilizar deve considerar estabilidade clínica dinâmica, e não apenas valores isolados de parâmetros fisiológicos. Tendência hemodinâmica, tolerância respiratória e resposta ao esforço são determinantes para progressão segura.

Mobilizar não é apenas executar um protocolo. É integrar fisiologia, evidência científica e julgamento clínico.

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

Doutora em Ciências Morfológicas
Mestre em Biologia Experimental

Intubar um paciente crítico é, muitas vezes, uma corrida contra a reserva funcional que já está reduzida. A queda abrupt...
20/02/2026

Intubar um paciente crítico é, muitas vezes, uma corrida contra a reserva funcional que já está reduzida. A queda abrupta da saturação durante a laringoscopia não acontece por acaso, ela é consequência de um pulmão já comprometido, com FRC diminuída, shunt aumentado e alto consumo metabólico.

É nesse contexto que a CNAF passa a ser discutida não como “mais um dispositivo”, mas como estratégia de proteção.

A possibilidade de manter fluxo elevado de oxigênio até o momento da laringoscopia e inclusive durante a apneia muda o cenário fisiológico. Não elimina risco. Não substitui PEEP quando há colapso alveolar importante. Mas pode ampliar a margem de segurança, especialmente em pacientes com hipoxemia leve a moderada.

A decisão entre CNAF, VNI ou máscara convencional não deve ser baseada em preferência pessoal ou disponibilidade do equipamento. Ela deve ser guiada por:

🔹Gravidade da hipoxemia
🔹Grau de shunt
🔹Mecânica pulmonar
🔹Estabilidade hemodinâmica
🔹Risco de dessaturação rápida

Em alguns perfis, a VNI oferece melhor recrutamento. Em outros, a simplicidade e a oxigenação apneica da CNAF são suficientes. O ponto central não é o dispositivo, é o raciocínio.

Porque, no fim, a pré-oxigenação bem indicada pode ser o que separa uma intubação controlada de uma dessaturação crítica.

E na sua UTI: a escolha é protocolo fixo ou decisão fisiológica individualizada?

Ref.: DOI: 10.1186/s13613-019-0569-9
DOI: 10.1038/s41598-020-60636-9

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

Doutora em Ciências Morfológicas
Mestre em Biologia Experimental

O gerenciamento das vias aéreas e a ventilação durante a parada cardiorrespiratória (PCR) são pilares importantes para u...
18/02/2026

O gerenciamento das vias aéreas e a ventilação durante a parada cardiorrespiratória (PCR) são pilares importantes para uma ressuscitação bem-sucedida.

Sempre que uma via aérea artificial é inserida durante a PCR, compressões contínuas com ventilação por pressão positiva devem ser administradas sem pausar.

A ventilação por pressão positiva pode ser fornecida através de um ambu ou ventilador mecânico (VM). Ambos os métodos de ventilação foram considerados igualmente eficazes em termos de medições de gases sanguíneos em um estudo intervencionista prospectivo realizado por Johannigman e col.

Em departamentos de emergência de alto volume e com um número reduzido de pessoal treinado, o uso da VM oferece vantagem sobre o ambu.

Ele permite que o gerente de vias aéreas se concentre em outras tarefas durante a PCR, como compressão torácica, desfibrilação, busca da causa da parada cardíaca e assim por diante.

Neste trabalho, os autores apresentaram um conceito de estratégia em ventilação mecânica (VM) durante a PCR, a qual chamaram de "Seis mostradores".

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

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Mestre em Biologia Experimental

Em torno de 5 a 30% dos pacientes que são ventilados mecanicamente evoluem com alguma dificuldade para restaurar a auton...
16/02/2026

Em torno de 5 a 30% dos pacientes que são ventilados mecanicamente evoluem com alguma dificuldade para restaurar a autonomia ventilatória, podendo permanecer no ventilador por um tempo prolongado.

Este fato pode levar a diversas complicações, como pneumonias, repercussões hemodinâmicas, fraqueza muscular periférica e respiratória, entre outras, além do aumento da mortalidade.

Conceitualmente, pacientes com desmame prolongado são àqueles que que falharam após três ou permaneceram em VM por mais de 7 dias após o 1º TRE.

O principal motivo da falha no desmame da VM é o desequilíbrio entre a demanda respiratória e a capacidade de gerar trabalho ventilatório.

A dependência e a dificuldade de desmame da VM é multifatorial e, sendo assim, todos os fatores envolvidos interagem e convergem para um ponto que é o desequilíbrio entre a capacidade de gerar trabalho ventilatório e a demanda imposta ao sistema respiratório.

Sugestão de leitura: Ramos, FF; Nascimento, IMA; Mesquita FOS; França EET; Andrade FMD. Desmame difícil e prolongado da ventilação mecânica. In. Associação Brasileira de Fisioterapia Cardiorrespiratória e Fisioterapia em Terapia Intensiva. PROFISIO Programa de Atualização em Terapia Intensiva Adulto

🔸Dra Adriana Mello🔸
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A ventilação mecânica invasiva salvou vidas, mas o uso prolongado da via aérea artificial trouxe novos desafios clínicos...
11/02/2026

A ventilação mecânica invasiva salvou vidas, mas o uso prolongado da via aérea artificial trouxe novos desafios clínicos.

Quando a intubação se prolonga, a traqueostomia passa a ser indicada, especialmente em pacientes com dificuldade de desmame, excesso de secreção ou obstrução de vias aéreas superiores.

O que muitas vezes é subestimado é que a traqueostomia não é neutra do ponto de vista funcional.

Alterações anatômicas e fisiológicas interferem diretamente na deglutição, na tosse, na pressão subglótica e na proteção das vias aéreas, com taxas de disfagia descritas entre 50 e 83% dos pacientes traqueostomizados.

A retirada da cânula, a decanulação não deve ser encarada como um ato isolado, mas como um processo estruturado, que pode ocorrer na UTI, na enfermaria ou no ambulatório, e que exige avaliação criteriosa e atuação multiprofissional.

Nesse contexto, a fisioterapia tem papel central no manejo respiratório, na avaliação funcional e na segurança do paciente ao longo de todo o processo.

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

Doutora em Ciências Morfológicas
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A PEEP interfere diretamente na interação cardiopulmonar.Quando bem indicada e individualizada, pode trazer benefícios h...
09/02/2026

A PEEP interfere diretamente na interação cardiopulmonar.

Quando bem indicada e individualizada, pode trazer benefícios hemodinâmicos.

Quando excessiva, torna-se fonte de sobrecarga cardiovascular.

🔹 PEEP adequada
🔅 Aumenta a pressão intratorácica de forma controlada
🔅Reduz o retorno venoso e a pré-carga do VD
🔅Diminui a pressão transmural do VE
🔅 Pode melhorar o desempenho do ventrículo esquerdo, especialmente em cenários de congestão pulmonar
🔅 Favorece oxigenação sem comprometer perfusão

🔻 PEEP excessiva
🔅 Comprime capilares pulmonares
🔅Aumenta a resistência vascular pulmonar
🔅Eleva a pós-carga do ventrículo direito
🔅 Reduz débito cardíaco
🔅Pode levar à queda da perfusão sistêmica e necessidade de vasopressores

📌 Importante lembrar:
A noradrenalina não corrige mecânica ventilatória inadequada.

Ela aumenta a resistência vascular sistêmica e mantém a pressão arterial.

👉 Ajustar PEEP não é só olhar oxigenação.

É avaliar hemodinâmica, mecânica respiratória e esforço de forma integrada.

📚 Sugestão de Leitura:
➡Pinsky MR. Cardiopulmonary Interactions: Physiologic Basis and Clinical Applications. Ann Am Thorac Soc. 2018;15(Suppl 1):S45-S48.

➡Mahmood SS, Pinsky MR. Heart-lung interactions during mechanical ventilation: the basics. Ann Transl Med. 2018 Sep;6(18):349.

🔸Dra Adriana Mello🔸
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Mestre em Biologia Experimental

👩🏼‍⚕️O paciente obeso crítico exige uma leitura diferente ao longo de toda a linha do cuidado.📈PEEPs mais elevadas e pre...
06/02/2026

👩🏼‍⚕️O paciente obeso crítico exige uma leitura diferente ao longo de toda a linha do cuidado.

📈PEEPs mais elevadas e pressões de via aérea aparentemente “fora do alvo” nem sempre representam ventilação injuriosa, mas sim a adaptação necessária a uma mecânica respiratória marcada por menor complacência da caixa torácica, redução da CRF e fechamento precoce das vias aéreas.

🫁No desmame e na extubação, o principal desafio raramente é a troca gasosa isolada. Baixa reserva funcional, maior trabalho respiratório basal, desvantagem mecânica do diafragma e perda abrupta da pressão positiva explicam por que a falha muitas vezes ocorre de forma tardia.

🎯Nesse contexto, VNI e CNAF não devem ser vistas apenas como terapias de resgate, mas como estratégias fisiológicas de transição, capazes de reduzir o trabalho respiratório, controlar a hipoventilação (especialmente noturna), proteger o diafragma e sustentar a recuperação funcional.

💪🏻A reabilitação fecha esse ciclo: não apenas devolvendo função, mas reduzindo de forma sustentada o custo ventilatório, o drive respiratório e o risco de reinternação.

🔁 Compartilhe com quem atua na UTI e no pós-UTI.

Sugestão de leitura:
doi: 10.1007/s00134-020-06286-x.
doi: 10.1183/16000617.0029-2018.
doi: 10.3389/fmed.2024.1321692.

🔸Dra Adriana Mello🔸
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Na ventilação mecânica invasiva, a remoção eficaz de secreções depende menos de “força” e mais de direção do fluxo.Este ...
30/01/2026

Na ventilação mecânica invasiva, a remoção eficaz de secreções depende menos de “força” e mais de direção do fluxo.

Este estudo mostra que a manobra PEEP–ZEEP, realizada em volume controlado, foi capaz de gerar flow bias expiratório acima do limiar considerado efetivo para deslocamento de secreções (ΔPFE–PFI > 33 L/min) mesmo sem a compressão torácica manual.

A associação da compressão torácica manual (CTM) aumentou ainda mais o pico de fluxo expiratório e o flow bias, porém o principal determinante foi a mudança abrupta da PEEP, e não a força manual aplicada.

👉 Mensagem prática: técnicas de higiene brônquica devem priorizar estratégias ventilatórias que aumentem seletivamente o fluxo expiratório, evitando ajustes que elevem excessivamente o fluxo inspiratório e neutralizem o efeito.

Ref.: J Bras Pneumol. 2019;45(1):e20180058.

🔸Dra Adriana Mello🔸
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Na exacerbação da DPOC, oxigênio não é sinônimo automático de melhora.O artigo de Hess (Respiratory Care, 2023) detalha ...
28/01/2026

Na exacerbação da DPOC, oxigênio não é sinônimo automático de melhora.

O artigo de Hess (Respiratory Care, 2023) detalha por que a administração excessiva de O₂ pode levar à elevação da PaCO₂ e acidose respiratória, mesmo quando a saturação “fica bonita” no monitor.

O principal mecanismo não é apenas a queda do drive ventilatório.

O que mais pesa é:
🔅 A inibição da vasoconstrição hipóxica pulmonar,
🔅 A redistribuição da perfusão para unidades mal ventiladas,
🔅 O agravamento do desajuste ventilação–perfusão,
🔅E o efeito Haldane, com maior liberação de CO₂ para o plasma.

Em alguns pacientes com retenção crônica de CO₂, a correção excessiva da hipóxiaventilação alveolar, mas esse é um mecanismo secundário, não o principal.

Por isso, na DPOC em exacerbação, o alvo de SpO₂ (em geral entre 88–92%) não é “conservadorismo”: é fisiologia aplicada à prática clínica.

Oxigenar demais pode aliviar a ansiedade de quem está fora do leito, mas pode piorar a ventilação de quem está nele.

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

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A retirada da VNI em pacientes complexos é um dos momentos mais desafiadores da prática clínica e também um dos mais mal...
23/01/2026

A retirada da VNI em pacientes complexos é um dos momentos mais desafiadores da prática clínica e também um dos mais mal interpretados.

Muitos pacientes falham não por hipoxemia, mas por:
▪️ carga ventilatória residual
▪️ fadiga muscular respiratória
▪️ instabilidade cardiovascular
▪️ aumento do drive respiratório

👉 Em vários casos, não retirar completamente a VNI é a melhor estratégia.

Esse raciocínio vem de um artigo de 2026 que reforça algo essencial: retirar suporte ventilatório exige fisiologia, não checklist.

💬 Você costuma ter dificuldade na retirada da VNI em pacientes complexos?

📌 Salve esse post para consultar na prática.

📤 Envie para aquele colega que atende pacientes com este nível de complexidade.

🔸Dra Adriana Mello🔸
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A prescrição de exercício físico para pacientes com câncer evoluiu de abordagem complementar para conduta baseada em dir...
14/01/2026

A prescrição de exercício físico para pacientes com câncer evoluiu de abordagem complementar para conduta baseada em diretrizes internacionais e evidência robusta.

Segundo Avancini et al. (2025), o exercício deve ser considerado parte integrante do cuidado oncológico em todas as fases — incluindo tratamento ativo (quimioterapia/radioterapia), recuperação e seguimento.

Este post resume os principais tópicos abordados na revisão sistemática mais recente sobre diretrizes de atividade física em oncologia, com foco em:
✔️ Critérios de avaliação clínica e funcional
✔️ Parâmetros de prescrição (F**T)
✔️ Contraindicações temporárias
✔️ Ajustes durante ciclos de quimioterapia
✔️ Efeitos clínicos esperados e oportunidade para atuação especializada

🔎 Destaque importante:
O artigo reforça que o início precoce da reabilitação é determinante para o prognóstico funcional. Mesmo durante o tratamento, o exercício se bem adaptado contribui para preservar massa muscular, mitigar fadiga e manter capacidade cardiorrespiratória.

⚠️ Atrasar o início da reabilitação compromete a recuperação e reduz a eficácia funcional da intervenção.

🎯 Se você atua com pacientes oncológicos ou deseja se aprofundar em cardio-oncologia, esse artigo é leitura essencial.

📄A referência se encontra no último carrossel.

🔸Dra Adriana Mello🔸
🫁Fisioterapeuta - Especialista em UTI e Reabilitação Cardiopulmonar

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