27/11/2025
Muitas mulheres acreditam que o jejum funciona apenas porque “come menos”, mas a verdade é que seus efeitos vão muito além disso. O corpo feminino, especialmente depois dos 40, passa por mudanças hormonais que alteram a forma como usamos energia, acumulamos gordura e respondemos aos alimentos. Por isso, o intervalo entre as refeições tem um impacto maior do que muita gente imagina.
O jejum, quando feito de forma estratégica, ajuda o corpo a entrar em estados fisiológicos que dificilmente são alcançados comendo o dia todo. É nesse intervalo que processos internos se reorganizam, a sensibilidade à insulina melhora e a inflamação tende a reduzir. Esses ajustes são fundamentais para que o corpo volte a responder ao emagrecimento de forma natural.
Outro ponto importante é que não existe um único modelo de jejum. A adaptação de horários, janelas e combinações alimentares faz diferença nos resultados e na sustentabilidade ao longo do tempo. Cada mulher, especialmente após os 40, precisa de um ritmo que respeite sua rotina, seu histórico e seu nível atual de energia.
O objetivo não é permanecer longas horas sem comer, e sim ensinar o corpo a recuperar sua flexibilidade metabólica. Quando isso acontece, emagrecer deixa de ser um esforço constante e passa a ser uma consequência de um organismo funcionando como deveria.
Se você já experimentou jejum, como foi sua experiência? E se nunca testou, o que mais desperta sua curiosidade sobre o método?